Tipo Meio: Data Publicação: 03-05-2010
Meio: Expresso Online
URL: http://aeiou.expresso.pt/capital-de-risco-cresce-14-em-2009=f580098
O investimento em capital de risco aumentou 13,7% em Portugal, totalizando 303,4 milhões de euros.
Lusa
12:06Segunda-feira, 3 de Maio de 2010
A actividade de capital de risco teve um crescimento homólogo de 13,7% no ano passado em Portugal, com o montante total investido a ascender a 303,4 milhões de euros, de acordo com os dados da APCRI.
"À semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente difícil para o setor financeiro e para a actividade de capital de risco", salientou Paulo Caetano membro da direção da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
De acordo com o responsável, "o primeiro trimestre foi especialmente complexo, devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as atuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão, contribuíram para o restabelecimento progressivo da confiança dos agentes económicos ao longo do ano".
Em termos setoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento concretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto em 2008 foram investidos 168 mil euros, o ano transato apresentou um total investido na ordem dos 107 milhões de euros.
Menos investimento em ambiente e energia
Em contrapartida, o setor da Energia e Ambiente, alvo de um investimento em 2008 de 145,515 milhões de euros, sofreu um decréscimo de 83,6% em 2009.
doméstica".
"Os bancos continuam a ser os grandes investidores de capital de risco em Portugal, tendo sido responsáveis pelo levantamento de 749 milhões de euros, seguindo-se as agências governamentais com 125 milhões de euros, os investidores corporativos com 27,750 milhões de euros, os escritórios familiares com 9,400 milhões de euros, as companhias de seguros com 9 milhões, de origem desconhecida com 9 milhões de euros e privados com 7 milhões de euros", anunciou a APCRI.
Paulo Caetano comentou que "comparando com 2008, 2009 manteve a tendência positiva na componente de 'fund raising' e constante na componente de investimento. Quanto à polÍtica de investimentos, apesar do esforço de maior foco no 'Early Stage', a realidade é que também em Portugal e, totalmente em linha com o resto da Europa, os 'Buyout' continuam a representar a maior fatia do investimento assinalado".
Crescimento do 'private equity'
Para 2010, Paulo Caetano prevê "a continuação do crescimento sustentado do 'private equity', provocado essencialmente pela entrada de novos operadores e novos fundos no mercado. Ou seja, o capital de risco e o 'private equity' continuarão a privilegiar os objetivos de desenvolvimento social e económico, associados entre outros, às preocupações ao nível da inovação, competitividade e de criação de riqueza".
Em termos europeus, em 2009, foram investidos na Europa um total de 21 mil milhões de euros, valor que representa apenas 29% do valor investido em 2007 e uma quebra de 61% comparativamente com 2008 (59 mil milhões de euros).
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Capital de risco cresce 14% em Portugal
Tipo Meio: Data Publicação: 04-05-2010
Meio: Vida Económica.pt
URL: http://www.vidaeconomica.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ve.stories/51164
04-05-2010
A actividade de capital de risco em Portugal teve um crescimento de 13,7%, quando comparado com números do período homólogo. O valor total investido, neste âmbito, é de 303,4 milhões de euros. Os dados são da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
Na apresentação dos resultados à comunicação social, o presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI), foi claro: à semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente difícil para o sector financeiro e para a actividade de capital de risco.
Segundo Paulo Caetano, o primeiro trimestre foi especialmente complexo, devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as actuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão, contribuíram para o restabelecimento progressivo da confiança dos agentes económicos ao longo do ano.
Em termos sectoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento concretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto em 2008 foram investidos 168 mil euros, o ano transacto apresentou um total investido na ordem dos 107 milhões de euros.
Em contrapartida, a área da Energia e Ambiente, alvo de um investimento em 2008 de 145,515 milhões de euros, sofreu um decréscimo de 83,6% em 2009.
A APCRI realçou que 87% dos investimentos executados em Portugal em 2009 são de origem doméstica.
Bancos continuam a ser os grandes injectores de fundos de risco
Os bancos continuam a ser os grandes investidores de capital de risco em Portugal, tendo sido responsáveis pelo levantamento de 749 milhões de euros, seguindo-se as agências governamentais
com 125 milhões de euros, os investidores corporativos com 27,750 milhões de euros, os escritórios familiares com 9,400 milhões de euros, as companhias de seguros com 9 milhões, de origem desconhecida com 9 milhões de euros e privados com 7 milhões de euros, anunciou a APCRI.
Para 2010, Paulo Caetano prevê a continuação do crescimento sustentado do private equity, provocado essencialmente pela entrada de novos operadores e novos fundos no mercado. Ou seja, o capital de risco e o private equity continuarão a privilegiar os objectivos de desenvolvimento social e económico, associados entre outros, às preocupações ao nível da inovação, competitividade e de criação de riqueza.
Investimento: capital de risco cresce 14% em Portugal em 2009
Tipo Meio: Data Publicação: 03-05-2010
Meio: Diário Digital Online
URL: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/print.asp?id_news=136322
A actividade de capital de risco teve um crescimento homólogo de 13,7 por cento no ano passado em Portugal, com o montante total investido a ascender a 303,4 milhões de euros, de acordo com os dados da APCRI.
"À semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente difícil para o setor financeiro e para a actividade de capital de risco", salientou Paulo Caetano membro da direção da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
De acordo com o responsável, "o primeiro trimestre foi especialmente complexo, devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as atuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão, contribuíram para o restabelecimento progressivo da confiança dos agentes económicos ao longo do ano".
Em termos setoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento concretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto em 2008 foram investidos 168 mil euros, o ano transato apresentou um total investido na ordem dos 107 milhões de euros.
Em contrapartida, o setor da Energia e Ambiente, alvo de um investimento em 2008 de 145,515 milhões de euros, sofreu um decréscimo de 83,6 por cento em 2009.
A APCRI realçou que "87 por cento dos investimentos executados em Portugal em 2009 são de origem doméstica".
"Os bancos continuam a ser os grandes investidores de capital de risco em Portugal, tendo sido responsáveis pelo levantamento de 749 milhões de euros, seguindo-se as agências governamentais com 125 milhões de euros, os investidores corporativos com 27,750 milhões de euros, os escritórios familiares com 9,400 milhões de euros, as companhias de seguros com 9 milhões, de origem desconhecida com 9 milhões de euros e privados com 7 milhões de euros", anunciou a APCRI.
Paulo Caetano comentou que "comparando com 2008, 2009 manteve a tendência positiva na componente de 'fund raising' e constante na componente de investimento. Quanto à polÍtica de investimentos, apesar do esforço de maior foco no 'Early Stage', a realidade é que também em Portugal e, totalmente em linha com o resto da Europa, os 'Buyout' continuam a representar a maior fatia do investimento assinalado".
Para 2010, Paulo Caetano prevê "a continuação do crescimento sustentado do 'private equity', provocado essencialmente pela entrada de novos operadores e novos fundos no mercado. Ou seja, o capital de risco e o 'private equity' continuarão a privilegiar os objetivos de desenvolvimento social e económico, associados entre outros, às preocupações ao nível da inovação, competitividade e de criação de riqueza".
Em termos europeus, em 2009, foram investidos na Europa um total de 21 mil milhões de euros, valor que representa apenas 29 por cento do valor investido em 2007 e uma quebra de 61 por cento comparativamente com 2008 (59 mil milhões de euros).
Diário Digital / Lusa
A42
Period.: Diária
Âmbito: Economia, Negócios e.
Área: 16,39 x 6,72 cm²
Corte: 1 de 2
ID: 29996771
04-05-2010
A ACTIVIDADE de capital de risco te- ve um crescimento homólogo de 13,7% no ano passado em Portugal, com o montante total investido a as- cender a 303,4 milhões de euros, de acordo com os dados da APCRI.
"À semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente di- fícil para o sector financeiro e para a actividade de capital de risco", salien- tou Paulo Caetano, membro da direc- ção da Associação Portuguesa de Ca-
pital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
De acordo com o responsável, "o primeiro trimestre foi especialmente complexo devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as actuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão contribuíram para o res- tabelecimento progressivo da con- fiança dos agentes económicos ao longo do ano".
Em termos sectoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento con- cretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto que, em 2008, foram investidos 168 mil euros, o ano tran- sacto apresentou um total investido da ordem dos 107 milhões de euros.
Em contrapartida, o sector da Energia e Ambiente, que foi alvo de um investimento de 145,515 milhões de euros em 2008, sofreu um forte decréscimo, de 83,6%, no ano passa- do.
Capital de risco cresce 13,7%
OJE
Tiragem: 25025País: Portugal
Period.: Diária
Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 1 Cores: Cor Área: 3,74 x 1,99 cm² Corte: 2 de 2
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04-05-2010
Capital de risco
cresce 13,7%
Pág. 9
Página 43Investimento: capital de risco cresce 14% em Portugal em 2009
Tipo Meio: Data Publicação: 03-05-2010
Meio: i Online
URL: http://www.ionline.pt/conteudo/58102-investimento-capital-risco-cresce-14-em-
portugal-em-2009
Dinheiro
por Agência Lusa, Publicado em 03 de Maio de 2010 |
A actividade de capital de risco teve um crescimento homólogo de 13,7 por cento no ano passado em Portugal, com o montante total investido a ascender a 303,4 milhões de euros, de acordo com os dados da APCRI.
"À semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente difícil para o setor financeiro e para a actividade de capital de risco", salientou Paulo Caetano membro da direção da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
De acordo com o responsável, "o primeiro trimestre foi especialmente complexo, devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as atuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão, contribuíram para o restabelecimento progressivo da confiança dos agentes económicos ao longo do ano".
Em termos setoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento concretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto em 2008 foram investidos 168 mil euros, o ano transato apresentou um total investido na ordem dos 107 milhões de euros.
Em contrapartida, o setor da Energia e Ambiente, alvo de um investimento em 2008 de 145,515 milhões de euros, sofreu um decréscimo de 83,6 por cento em 2009.
A APCRI realçou que "87 por cento dos investimentos executados em Portugal em 2009 são de origem doméstica".
"Os bancos continuam a ser os grandes investidores de capital de risco em Portugal, tendo sido responsáveis pelo levantamento de 749 milhões de euros, seguindo-se as agências governamentais
com 125 milhões de euros, os investidores corporativos com 27,750 milhões de euros, os escritórios familiares com 9,400 milhões de euros, as companhias de seguros com 9 milhões, de origem desconhecida com 9 milhões de euros e privados com 7 milhões de euros", anunciou a APCRI.
Paulo Caetano comentou que "comparando com 2008, 2009 manteve a tendência positiva na componente de 'fund raising' e constante na componente de investimento. Quanto à polÍtica de investimentos, apesar do esforço de maior foco no 'Early Stage', a realidade é que também em Portugal e, totalmente em linha com o resto da Europa, os 'Buyout' continuam a representar a maior fatia do investimento assinalado".
Para 2010, Paulo Caetano prevê "a continuação do crescimento sustentado do 'private equity', provocado essencialmente pela entrada de novos operadores e novos fundos no mercado. Ou seja, o capital de risco e o 'private equity' continuarão a privilegiar os objetivos de desenvolvimento social e económico, associados entre outros, às preocupações ao nível da inovação, competitividade e de criação de riqueza".
Em termos europeus, em 2009, foram investidos na Europa um total de 21 mil milhões de euros, valor que representa apenas 29 por cento do valor investido em 2007 e uma quebra de 61 por cento comparativamente com 2008 (59 mil milhões de euros).
Capital de risco cresce 13,7%
Tipo Meio: Data Publicação: 04-05-2010
Meio: OJE.pt
URL: http://www.oje.pt/noticias/negocios/capital-de-risco-cresce-137
04/05/10, 01:01
OJE
A actividade de capital de risco teve um crescimento homólogo de 13,7% no ano passado em Portugal, com o montante total investido a ascender a 303,4 milhões de euros, de acordo com os dados da APCRI.
"À semelhança de 2008, o ano de 2009 foi um ano particularmente difícil para o sector financeiro e para a actividade de capital de risco", salientou Paulo Caetano, membro da direcção da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI).
De acordo com o responsável, "o primeiro trimestre foi especialmente complexo devido ao prolongamento da fase aguda da crise financeira, contudo, a intervenção do Estado, as actuações de política monetária não convencionais e a revisão do quadro regulamentar e dos mecanismos de supervisão contribuíram para o restabelecimento progressivo da confiança dos agentes económicos ao longo do ano".
Em termos sectoriais, as Ciências da Vida estiveram em destaque no que diz respeito ao investimento concretizado pelo capital de risco em 2009. Enquanto que, em 2008, foram investidos 168 mil euros, o ano transacto apresentou um total investido da ordem dos 107 milhões de euros.
Em contrapartida, o sector da Energia e Ambiente, que foi alvo de um investimento de 145,515 milhões de euros em 2008, sofreu um forte decréscimo, de 83,6%, no ano passado.
A47
Tiragem: 134400
País: Portugal
Period.: Semanal
Âmbito: Informação Geral
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Cores: Preto e Branco
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ID: 29967297
01-05-2010 | Economia
Period.: Semanal
Âmbito: Informação Geral
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