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Características avaliadas

No documento MAXIMILIANO KAWAHATA PAGLIARINI (páginas 35-43)

3 MATERIAL E MÉTODOS

3.2.3 Características avaliadas

- Porcentagem de germinação: contando-se o número de sementes germinadas quando houve a emissão do hipocótilo;

- Índice de velocidade de germinação (IVG) e Tempo médio de germinação (TMG):

determinado mediante a contagem diária do número de plântulas normais identificadas no teste de germinação durante 25 dias e utilizando-se respectivamente, as fórmulas citadas por Maguire (1962) e Edmond e Drapala (1958);

- Altura das plantas (cm): medida da superfície do substrato até a gema apical com uma régua graduada;

- Diâmetro médio do caule das plantas (mm): medido rente ao substrato com um paquímetro digital;

- Teor de clorofila das folhas: medido com auxílio de clorofilômetro (Minolta SPAD-5010), cujas leituras foram tomadas em três folhas: uma no ápice, parte média e inferior de cada planta, obtendo-se valores médios convertidos para mg 100cm-² a partir da equação proposta por Furlani Junior et al. (1996): Y = 0,0996X – 0,152.

3.2.4 Delineamento experimental e análise estatística

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 6 x 4 (tratamentos pré-germinativos x substratos) totalizando 24 tratamentos e 4 repetições, sendo que cada unidade experimental foi composta por 8 sementes (Figura 1). Os dados de porcentagem de germinação foram transformados em arc seno √x/100 para a normalização de sua distribuição (BARTLETT, 1947). Os dados coletados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância, por meio do programa computacional: Sistema para Análise de Variância - SISVAR (FERREIRA, 2000).

Figura 1 - Aspecto geral do experimento I. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

3.3 EXPERIMENTO III: DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE JATOBÁ EM DIFERENTES FERTILIZANTES E COMPOSIÇÕES DE SUBSTRATO

3.3.1 Condução do experimento

O experimento foi realizado na UNESP, Campus de Ilha Solteira (lat. 20º25’28” S, long. 51º21’15” W, 354 m de alt.) em casa de vegetação do tipo Pad & Fan, no período de 14 de abril a 24 de novembro de 2011, sendo que as temperaturas máxima e mínima e as umidades relativas máxima e mínima estão expressas na Figura 2.

Figura 2 - Temperaturas máxima (Máx) e mínima (Min) e umidades relativas máxima (U max) a e mínima (U min) da casa de vegetação do tipo Pad & Fan no decorrer do experimento. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

3.3.2 Caracterização dos tratamentos

As mudas foram produzidas em casa de vegetação do tipo Pad & Fan realizando-se a superação da dormência das mesmas através de escarificação mecânica com lixa d’água n° 80 no lado oposto à micrópila + imersão em água por 24 horas. Após o tratamento as sementes foram acondicionadas em copos plásticos de 300 mL preenchidos com substrato comercial.

Aos 20 dias após a semeadura as mudas foram transplantadas em sacos pretos de 5 litros, sendo o solo e o composto orgânico utilizados destorroados e passados em peneira de 4 mm, antes da montagem do experimento. O solo, o composto orgânico e o resíduo de celulose utilizados foram descritos anteriormente no Item 3.1.2.

Os fertilizantes utilizados foram:

05/abr 05/mai 05/jun 05/jul 05/ago 05/set 05/out 05/nov

Umidade Relativa (%)

Temperatura (°C)

Max (°C) Min (°C) U max (%) U min (%)

O Osmocote® é um composto de nutrientes encapsulados por uma resina orgânica biodegradável. Esse conjunto de cápsulas formam grãos uniformes, facilitando o manuseio e aplicação do produto. O de formulação 15-09-12 tem acrescido Mg (1%), S (2,3%), B (0,02%), Cu (0,05%), Fe (1%), Mn (0,06%), Mo (0,02%) e Zn (0,05%). Do Osmocote® utilizou-se 3 g L-1 de substrato e do fertilizante convencional 6 g L-1 conforme recomendação de Castilho, Pallamin e Chiquito (2009).

Os substratos foram:

S1 = Solo + composto orgânico (1:1, v:v) S2 = Solo + resíduo de celulose (1:1, v:v)

3.3.3 Características avaliadas

A Altura das plantas (cm), o Diâmetro médio do caule das plantas (mm) e o Teor de clorofila das folhas foram realizadas conforme descrito no Item 3.2.3.

- Massa fresca e seca de raiz e parte aérea: a parte aérea foi separada das raízes com auxilio de tesoura, e cada parte foi pesada individualmente, determinando assim a massa fresca de parte aérea e de raiz. Em seguida, foram colocadas em sacos de papel devidamente identificados, e colocados em estufa a 65°C por 72 horas, pesando-se novamente para obter a massa seca.

3.3.4 Delineamento experimental e análise estatística

O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 2 (fertilizantes x substratos) totalizando 8 tratamentos e 13 repetições (Figura 3).

Os dados coletados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância, e realizado análise de regressão por meio do programa computacional: Sistema para Análise de Variância - SISVAR (FERREIRA, 2000).

Figura 3 - Aspecto geral do experimento III. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

3.4EXPERIMENTOIV: NÍVEIS DE SOMBREAMENTO NO DESENVOLVIMENTO DE MUDAS DE JATOBÁ

3.4.1 Condução do experimento

O experimento foi realizado na UNESP, Campus de Ilha Solteira (lat. 20º25’28” S, long. 51º21’15” W, 354 m de alt.) em área aberta, no período de 07 de setembro a 24 de novembro de 2011, sendo as temperaturas máxima e mínima e as umidades relativas máxima e mínima expressas na Figura 4.

Figura 4 - Temperaturas máxima e mínima e umidades relativas máxima e mínima do ambiente no decorrer do experimento. Fonte: Laboratório de Irrigação e Drenagem/FEIS/UNESP. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

3.4.2 Caracterização dos tratamentos

As mudas foram produzidas conforme descrito no Item 3.3.2. Aos 20 dias após a semeadura as mudas foram transplantadas em sacos pretos de 5 litros, preenchidos com mistura de solo e composto orgânico (1:1, v:v) descritos anteriormente no Item 3.1.2.

As mudas de jatobá foram submetidas a quatro níveis de sombreamento:

T1 = Pleno sol;

T2 = Tela de sombreamento 30%

T3 = Tela de sombreamento 50%

T4 = Tela de manipulação de espectro de luz ChromatiNet® Vermelho 30%

A luminosidade foi medida diariamente através de luxímetro portátil rente ao solo, sendo os dados apresentados na Figura 5. As telas de sombreamento foram fixadas em telados de madeira de dimensões 1x1x1 m (altura x largura x comprimento).

0

07/set 14/set 21/set 28/set 05/out 12/out 19/out 26/out 02/nov 09/nov 16/nov 23/nov

Umidade Relativa (%)

Temperatura (°C)

Temp Máx Temp Min Umid Máx Umid Min

Figura 5 - Luminosidade (Lux) nos quatro tratamentos. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

3.4.3 Características avaliadas

A Altura das plantas (cm), o Diâmetro médio do caule das plantas (mm) e o Teor de clorofila das folhas foram realizadas conforme descrito no Item 3.2.3.

- Relação altura de planta e diâmetro de caule: calculado através da divisão das médias de alturas de plantas pelos diâmetros de caule.

- Área foliar: foi adotado o método de pesagem de discos foliares proposto por Mielke (1995), utilizando-se um vazador com área conhecida (6,44 cm²), onde foram destacados discos do limbo foliar das porções basal, mediana e apical. A área foliar foi estimada através da área conhecida dos discos (ACD) foliares destacados, do peso dos discos foliares (PDF) e do peso total das folhas (PTF), tomados em balança analítica. Foi estimada a área foliar total aplicando-se a seguinte fórmula: AF = PTF x ACD / PDF.

- Massa fresca e seca de raiz e parte aérea: realizado conforme Item 3.3.3.

0 100 200 300 400 500 600 700

07/set 14/set 21/set 28/set 05/out 12/out 19/out 26/out 02/nov 09/nov 16/nov 23/nov

Luminosidade (Lux)

Pleno sol Tela de sombreamento 50%

Tela de sombreamento 30% Cromatinet vermelho 30%ChromatiNet vermelho 30%

3.4.4 Delineamento experimental e análise estatística

O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 4 tratamentos e 13 repetições cada (Figura 6). Os resultados foram submetidos à análise de variância com auxílio do programa Sisvar (FERREIRA, 2000) e Teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade e análise de regressão para o período de avaliação.

Figura 6 - A. Aspecto geral do experimento IV. B. Pleno sol, C. Tela de sombreamento 50%, D. Tela de sombreamento 30% e E. Tela de manipulação de espectro de luz Chromatinet® Vermelho 30%. Ilha Solteira-SP, 2011.

Fonte: Elaboração do próprio autor.

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B C

D E

No documento MAXIMILIANO KAWAHATA PAGLIARINI (páginas 35-43)

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