EFEITO TESTADOR DE HÍBRIDOS DE MILHO VERDE E MILHO DOCE EM LINHAGENS DE
CASAIS Universidade Federal Rural de Pernambuco –
UFRPE, Serra Talhada, PE ANDREZA SOUSA CARMO Universidade Federal Rural Da Amazônia –
UFRA, Paragominas, PA MICHELANE SILVA SANTOS LIMA Universidade Estadual Paulista – UNESP/FCA,
Botucatu, SP NAGILA SABRINA GUEDES DA SILVA Universidade Federal Rural de Pernambuco –
UFRPE, Serra Talhada, PE LUANA KESLLEY NASCIMENTO
CASAIS Universidade Federal Rural de Pernambuco –
UFRPE, Garanhuns, PE GUSTAVO ANTONIO RUFFEIL ALVES Universidade Federal Rural Da Amazônia –
UFRA, Paragominas, PA LUCIANA DA SILVA BORGES Universidade Federal Rural Da Amazônia –
UFRA, Paragominas, PA
RESUMO: No Pará o clima quente e úmido que ocorre no estado durante quase o ano inteiro, favorece a ocorrência de pragas e doenças, diminuindo assim a produtividade
da maioria das espécies. Dito isso, o obje-tivo deste trabalho é identificar e avaliar a incidência de doença fúngica em cultiva-res de alface produzidas em Paragominas, Pará. O experimento foi desenvolvido em casa de vegetação e a identificação do pa-tógeno realizado em laboratório localizado da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), campus Paragominas. O delinea-mento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com 10 tratamentos e 4 repe-tições. Os tratamentos foram 10 cultivares de alface sendo elas: Betânia; Giovana; Li-rice; Lucy Brown; Luiza; Mônica SF 31; Pira roxa; Regina; Rubinela e Stella-manteiga.
No decorrer do experimento, foi detectada a presença de fungo do gênero Cercopora sp nas cultivares Mônica SF 31; Lucy; Lirice;
Regina e Pira Roxa. Para controle do pató-geno foram realizadas 2 aplicações de calda bordalesa (12 ml por planta), com intervalo de 15 dias entre aplicações. Os sintomas aparecem principalmente nas folhas mais velhas e são caracterizados por manchas circulares ou ovais, marrons, com centro cla-ro e envoltas ou não por um halo amarelo.
A presença do fungo do gênero Cercopora sp. no presente experimento, não afetou a produção e desenvolvimento das cultiva-res analisadas. É necessário que seja feito o monitoramento das hortaliças no período de plantio afim de identificar uma possível incidência fúngica para que sejam tomadas as medidas de controle. A calda bordalesa foi eficiente no controle de manchas foliares causadas por Cercopora sp em cultivares de alface.
PALAVRAS-CHAVE: Lactuca sativa L. Cer-copora sp. Diagnose visual.
Capítulo 11 121 CULTURAS AGRÍCOLAS: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA
ABSTRACT: In Pará, the hot and humid climate that occurs in the state during almost the entire year, favors the occurrence of pests and diseases, thus reducing the productivity of most species. That said, the objective of this work is to identify and evaluate the incidence of fungal disease in lettuce cultivars produced in Paragominas, Pará. The experiment was car-ried out in a greenhouse and pathogen identification carcar-ried out in a laboratory located at the Federal Rural University of Amazônia (UFRA), Paragominas campus. The experimental de-sign used was in randomized blocks, with 10 treatments and 4 replications. The treatments were 10 lettuce cultivars, namely: Betânia; Giovana; Lirice; Lucy Brown; Luiza; Monica SF 31; Purple pyre; Regina; Rubinella and Stella-butter. During the experiment, the presence of fungus of the genus Cercopora sp was detected in the cultivars Mônica SF 31; Lucy; Lirice;
Regina and Pira Roxa. To control the pathogen, 2 applications of Bordeaux mixture (12 ml per plant) were carried out, with an interval of 15 days between applications. Symptoms appear mainly on the older leaves and are characterized by circular or oval, brown spots, with a light center and surrounded or not by a yellow halo. The presence of the fungus of the genus Cercopora sp. in the present experiment it was not affected the production and development of the analyzed cultivars. It is necessary to monitor the vegetables during the planting period in order to identify a possible fungal incidence so that control measures can be taken. The Bordeaux mixture was efficient in controlling leaf spots in lettuce cultivars.
KEYWORDS: Lactuca sativa L. Cercopora sp. Visual diagnosis 1. INTRODUÇÃO
A alface (Lactuca sativa L.), tem origem em regiões de clima temperado, quando cultivada em condições de temperatura e luminosidade elevadas, deixa de manifestar todo seu potencial genético, havendo redução do ciclo e antecipação da fase reprodutiva (BE-ZERRA NETO et al., 2005).
Com uma larga adaptação a diferentes condições climáticas, possibilita cultivos su-cessivos no mesmo ano, boa preferência e demanda são fatores que fazem com que seja a hortaliça folhosa mais produzida no país e a preferida entre os olericultores que a cultivam em condições de campo ou protegido (FERREIRA et al., 2009). Entretanto, esta atividade econômica está exposta a diversos fatores que limitam o seu desenvolvimento, onde se destaca o ataque de fungos fitopatogênicos, que causam danos às culturas, influenciando direta e indiretamente na rentabilidade do empreendimento agrícola (FERNANDES et al., 2006).
As hortaliças são altamente sensíveis ao ataque de doenças, especialmente as de origem fúngica e bacteriana (MAROUELLI, 2004), já foram relatadas mais de 75 doenças da alface no mundo. São doenças transmissíveis, ou seja, causadas por micro-organismos parasitas (LOPES; QUEZADO-DUVAL; REIS, 2010).
Nesse sentido, a diagnose precisa destes agentes é importante para a adoção de medidas de controle eficientes, econômicas e de menor impacto ambiental (FERNANDES et al., 2006).
Com isso é necessário dados de levantamento em campo que permitam avaliar a ocorrência de doenças em determinada área de produção, como também constituem o trabalho inicial para o desenvolvimento de projetos futuros de controle, epidemiologia, me-lhoramento e manejo integrado de doenças (POZZA et al., 1999).
Visto que as hortaliças têm grande importância socioeconômica para a agricultura familiar brasileira, contribuindo para a geração de renda e de empregos diretos e indiretos (FAULIN; AZEVEDO, 2003), se dar a importância da realização de estudos relacionados a incidência de doenças fúngicas em cultivares de alface produzidas em Paragominas, que ainda são escassos.
Diante disso, o objetivo deste trabalho foi identificar e avaliar a incidência de doença fúngica em cultivares de alface produzidas em Paragominas, Pará.
2. MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi conduzido na Universidade Federal Rural da Amazônia, campus de Paragominas, em casa de vegetação localizada na área experimental de produção ve-getal. O município de Paragominas está localizado na mesorregião sudeste Paraense, en-tre as coordenadas geográficas de 03° 00’ 00” S e 47° 21’ 30” W (FAPESPA, 2016). O tipo de solo predominante é o Latossolo Amarelo muito argiloso. O clima enquadra-se nos tipos Awi, que segundo a classificação de Köppen é tropical chuvoso, com expressivo período de estiagem, e BlwA’a’, que segundo a classificação de Thornthwaite é tropical úmido, com expressivo déficit hídrico. Durante o ano tem temperatura média de 26,3 ºC e umidade re-lativa média de 81% (BASTOS et al., 2005).
A produção de mudas de alface, foi realizada em bandejas de poliestireno expandido de 128 células, utilizando para preenchimento substrato constituído de terra preta (60%) e palha de arroz (40%), e enriquecido com calcário (15g.bandeja-1), superfosfato simples (10g.bandeja-1), cloreto de potássio (5g. bandeja-1) e ureia (5g. bandeja-1). No qual, foi se-meado uma semente por célula.
As mudas foram conduzidas em viveiro, com dimensões 4 x 12 m, pé direito de 3 m e coberto com sombrite 70% de luminosidade e colocadas em bancadas de madeira, com altura de 70 cm, dimensões 60 x 220 cm, e com suporte de arame galvanizado (com abertu-ras de 5 cm), possibilitando circulação de ar debaixo das bandejas. A irrigação foi realizada de forma manual, utilizando regador, duas vezes ao dia.
As mudas foram transplantadas para casa de vegetação que possui as dimensões de 12,5 m de comprimento, 6,27 m de largura e 5m de pé direito, com as laterais abertas e coberta por plástico transparente. No período em que as plantas foram transplantadas para casa de vegetação, de acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia-INMET
Capítulo 11 123 CULTURAS AGRÍCOLAS: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA
(2019), o clima indicava estação seca, apresentando temperatura máxima de 27,7°C, e mínima de 25,1°C, umidade relativa máxima de 83,5%, e mínima de 63,7%. O preparo dos canteiros foi feito de forma manual, e foram incorporados ao solo: caroço de açaí, palha de arroz, compostagem, superfosfato simples (50 g.m-²) e calcário (100 g.m-²).
O espaçamento utilizado foi de 0,25m x 0,25m entre planta. A irrigação foi feita de forma manual, utilizando mangueira de jardim (15m), duas vezes ao dia, e o controle de plantas daninhas foi através de capina manual sempre que necessário.
O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com 10 tratamen-tos e 4 repetições. Os tratamentratamen-tos foram 10 diferentes cultivares de alface: Lirice (crespa);
Mônica SF 31 (crespa); Regina (lisa); Lucy Brown (americana); Giovana (crespa); Betânia (crespa); Rubinela (crespa); Pira Roxa (crespa); Luiza (romana); e Stella-manteiga (lisa).
Escolhidas conforme a predominância e necessidade no mercado da região.
A colheita foi realizada quando as plantas se apresentavam tenras aos 60 e 52 dias após plantio.
Durante a realização do experimento foram realizadas visitas com objetivo de tificar uma possível incidência de doença fúngica nas cultivares analisadas, e após a iden-tificação visual, e para o reconhecimento do patógeno foi retirada uma amostra da planta e levada ao laboratório de fitopatologia da UFRA-Paragominas. Onde foi realizado a visuali-zação das estruturas morfológicas no patógeno através de lâmina temporária utilizando a técnica da fita adesiva com o auxílio de um microscópio óptico.
No local, o preparo da lâmina foi realizado com fita adesiva, pressionando a fita so-bre o local com incidência do patógeno (Figura 1A). Posteriormente foi colocada soso-bre a lâmina com corante e visualizada em microscópio, com aumento de 40x (Figura 1B e 1C).
Figura 1. Preparo da lâmina (A); Visualização de lâmina em microscópio (B e C).
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
Para controle do patógeno foram realizadas 2 aplicações de calda bordalesa (12 ml por planta), com intervalo de 15 dias entre aplicações. O preparo da calda foi realizado
diluindo 30 g de sulfato de cobre em 1,5 L de água, deixando em repouso durante 24 horas para completa diluição do produto, após esse tempo foi diluído 30 g de cal virgem em 1,5 L de água, posteriormente as duas soluções foram misturadas, e o produto foi aplicado com um borrifador de 1 L (Figura 2).
Figura 2. Aplicação de calda bordalesa nas cultivares de alface-Paragominas-Pa.
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
No decorrer do experimento, foi detectada a presença de fungo do gênero Cercopora sp nas cultivares Mônica SF 31; Stella-manteiga; Lucy Brow; Lirice; Regina e Pira Roxa, sendo o diagnóstico mais perceptível nas cultivares Regina, Stella-manteiga e Lirice res-pectivamente (Figura 3).
Figura 3. Cultivares de alface Regina (A), Stella-manteiga (B), e Lirice (C) produzidas em ambiente protegi-do. Paragominas-PA.
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
Capítulo 11 125 CULTURAS AGRÍCOLAS: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA
Segundo Gomes et al. (2004) este fungo é considerado um dos agentes causadores de lesões na alface, causando doença denominada cercosporiose, de ocorrência comum no campo e em sistema hidropônico, como evidenciado na Figura 4.
Figura 4. Fungo do gênero Cercopora sp. em cultivar de alface.
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
O fungo desenvolve-se em ampla variação de temperatura, porém é mais destrutiva em ambientes em torno de 25°C, a disseminação deste fungo ocorre por meio de semen-tes infectadas ou através de vento e água uma vez seus esporos são produzidos sobre a mancha ou por meio de inóculo advindo de restos culturais não totalmente decompostos (LOPES; QUEZADO-DUVAL; REIS, 2010). O clima no decorrer do experimento indicava estação seca, apresentando temperatura máxima de 27,7°C, e mínima de 25,1°C, e no preparo dos canteiros utilizou-se de material decomposto (Figura 5), o que podem ter con-tribuído para os resultados encontrados.
Figura 5. Alfaces em canteiros em casa de vegetação. Paragominas- PA
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
A luminosidade também altera as barreiras mecânicas protetoras das plantas como a cerosidade da cutícula e o índice estomático, podendo aumentar a predisposição às
doen-ças. Sob menor luminosidade, a cutícula tende a ser menos espessa e ocorre menor depo-sição de ceras, podendo facilitar a penetração de patógenos (VIDA et al., 2004).
Os sintomas aparecem principalmente nas folhas mais velhas (figura 6) e são carac-terizados por manchas circulares ou ovais, marrons, com centro claro e envoltas ou não por um halo amarelo (COLARICCIO; CHAVES, 2017). Resultados similares foram encontrados por De Mesquita et al. (2006), avaliando cultivares de alface americana no verão pernam-bucano, no qual todas as plantas analisadas foram atacadas pelo fungo Cercopora sp, após ocorrência de chuvas de verão.
Figura 6. Diagnostico visual do fungo Cercopora sp nas cultivares de alface. Paragominas-PA.
Fonte: Hortizon (Grupo de Pesquisa em Horticultura da Amazônia - 2019)
As perdas decorrentes de infecções por fungos podem ser totais, inviabilizando áreas de cultivo (AMORIM et al., 2016). O conhecimento da sintomatologia, etiologia, con-dições favoráveis e o manejo dessas doenças é fundamental para garantir uma produção economicamente viável e a sustentabilidade do cultivo (COLARICCIO; CHAVES, 2017). As doenças fúngicas que afetam a parte aérea das plantas podem comprometer seriamente a área foliar, a estética e o potencial de mercado da alface.
Apesar da incidência do fungo nas cultivares de alface analisadas, este fato não foi suficiente para causar danos de produtividade, no qual, estas, conseguiram se desenvolver de forma satisfatória, provavelmente isso ocorreu pela agilidade na identificação da presen-ça do patógeno, e a aplicação do defensivo natural calda bordalesa.
Capítulo 11 127 CULTURAS AGRÍCOLAS: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA
4. CONCLUSÕES
A presença do fungo do gênero Cercopora sp. no presente experimento não foi afe-tou a produção e desenvolvimento das cultivares analisadas.
É necessário que seja feito o monitoramento das hortaliças no período de plantio afim de identificar uma possível incidência fúngica para que sejam tomadas as medidas de controle.
A calda bordalesa foi eficiente no controle de manchas foliares causadas pelo fungo do gênero Cercopora sp. em cultivares de alface.
5. AGRADECIMENTOS
À Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) por apoiar e disponibilizar espaço para realização de experimentos.
A FAPESPA pelo apoio financeiro desse projeto, ICAAF 010/2018 Ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Cientifica (PIBIC)
Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por fi-nanciar projetos como esse.
6. REFERÊNCIAS
LOPES, C. A., QUEZADO-DUVAL, A. M., REIS, A. Doenças da alface. Brasília. Embrapa Hortali-ças, 2010.
AMORIM, L. et al. Manual de Fitopaologia. Volume 02: Doenças das plantas cultivadas. 5ª edição, v. 772, 2016.
GOMES, A. M. A; MICHEREFF, S. J; MARIANO, R. L. R. Elaboração e validação de escala diagra-mática para cercosporiose da alface. Summa Phytopathologica, v.30, p.38-42, 2004
DE MESQUITA, J. C. P. et al. Avaliação de cultivares de alface americana no verão pernambucano.
2006.
COLARICCIO, A; CHAVES, A. Aspectos Fitossanitários da Cultura da Alface. 2017.
VIDA, J. B. et al. Manejo de doenças de plantas em cultivo protegido. Fitopatologia brasileira, v.
29, n. 4, p. 355-372, 2004.
BASTOS, T. X et al. Características agroclimáticas da Município de Paragominas. Belém: Embrapa Amazônia Oriental, 2005. 21 p. (Documentos, 228).
BEZERRA NETO, F. et al. Sombreamento para produção de mudas de alface em alta temperatura e ampla luminosidade. Horticultura Brasileira, Brasília, v.23, n.1, p.133-137, 2005.
FAPESPA. Estatísticas Municipais Paraenses: Paragominas. Belém: Diretoria de Estatística e de Tecnologia e Gestão da Informação, 2016. 59 p.
FAULIN, E. J; AZEVEDO, P. F. Distribuição de hortaliças na agricultura familiar: uma análise das transações. Informações Econômicas. v.33, n.11, p. 24-37, 2003.
FERNANDES, C. F. et al. Levantamento dos principais agentes fitopatogênicos presentes em cultu-ras no Estado de Rondônia – Porto Velho, RO: Embrapa Rondônia, 2006.
FERREIRA, D. F. Análises estatísticas por meio do Sisvar para Windows versão 4.0. In: REUNIÃO ANUAL DA REGIÃO BRASILEIRA DA SOCIEDADE INTERNACIONAL DEBIOMETRIA, 45, São Carlos, 2000. Anais…UFSCar, São Carlos, 2000. p.255-258.
FERREIRA, R. L. F. et al. Combinações entre cultivares, ambientes, preparo e cobertura do solo em características agronômicas de alface. Horticultura Brasileira 27: 383-388-2009.
LOPES, C. A; QUEZADO-DUVAL, A. M; REIS, A. Doenças da alface. Embrapa Hortaliças Brasília, 2010.
MAROUELLI, W.A. Controle da irrigação como estratégia na prevenção de doenças em hortaliças.
A Lavoura. 2004.
POZZA, E.A.; SOUZA, P.E.; CASTRO, H.A.; POZZA, A.A.A. Freqüência da ocorrência de doenças da parte aérea de plantas na região de Lavras-MG. Comunicação. Revista Ciência e Agrotecnolo-gia. v.23. n.4. 1999.
DOI 10.51324/86010794.11
CULTURAS AGRÍCOLAS: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA 129