• Nenhum resultado encontrado

Casos concretos de tráfico de crianças e adolescentes

No documento A adoção internacional no Brasil. (páginas 41-49)

4. CRIMES EM MÁTERIA DE ADOÇÃO INTERNACIONAL

4.4 Casos concretos de tráfico de crianças e adolescentes

Como dito anteriormente, o tráfico de crianças e adolescentes é uma realidade que no Brasil está sendo combatido de forma constante e rotineira, mesmo com todas as precauções realizadas, o poder judiciário vem tomando as providencias cabíveis em relação a estes casos, como no Habeas Corpus julgado abaixo, pelo Superior Tribunal Federal (BRASIL, 2015):

PROCESSUAL PENAL. HABEAS-CORPUS. TRÁFICO DE CRIANÇA PARA O EXTERIOR. RECURSO ESPECIAL. EFEITO. EXECUÇÃO PENAL. SENTENÇA CONDENATÓRIA. REVISÃO. QUESTÃO DE FATO. DILAÇÃO PROBATÓRIA. Código de Processo Penal, preconiza em seu art. 27, § 2º, que os recursos extraordinário e especial não tem efeito suspensivo, o que não afeta o princípio da presunção de inocência, pois a prisão que se ordena por força de condenação pelas instâncias ordinárias, nas quais os fatos são afirmados de forma definitiva, tem natureza processual e atende ao primado da segurança na aplicação da lei. - O habeas-corpus, instrumento processual de magnitude constitucional, tem rito célere e não comporta no seu curso dilação probatória, não se prestando para desconstituir sentença condenatória sob o fundamento de não configuração do delito imputado ao paciente. - Habeas-corpus denegado. (STJ - HC: 14914 SC 2000/0120324-0, Relator: Ministro VICENTE LEAL, Data de Julgamento: 24/04/2001, T6 - SEXTA TURMA, Data de Publicação: DJ 04/06/2001 p. 257)

Muitas vezes os casos de tráfico de crianças e adolescentes, não conseguem chegar aos olhos do poder judiciário de forma rápida e eficaz, isso traz prejuízos, muitas vezes irreparáveis para a vida dos mesmos. Desta forma, a justiça vem tentando punir de forma acentuada quem pratica esse tipo de crime, uma vez que além de violar normas penais, estão ferindo normas constitucionais as quais devem ser respeitadas por todos. No Recurso Ordinário Julgado pela Superior Tribunal de Justiça (BRASIL, 2015) é notório perceber que as provas são de fundamental importância para que esse crime seja punido na forma da lei:

PROCESSUAL PENAL. RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE CRIANÇAS PARA O EXTERIOR. DENÚNCIA. FALTA DE JUSTA CAUSA. INÉPCIA. ART. 41 DO CPP. I - Havendo descrição suficiente dos fatos e configurando estes crime em tese, nos termos do art. 41 do CPP, não se pode ter por inepta a denúncia. II - O trancamento de ação por falta de justa causa somente é viável desde que se comprove, inequivocamente, a atipicidade da conduta, incidência de causa de extinção de punibilidade ou ausência de indícios de autoria ou de prova sobre a materialidade do delito. Recurso desprovido. (STJ - RHC: 9149 CE 1999/0089072-8, Relator: Ministro FELIX FISCHER, Data de Julgamento: 07/12/1999, T5 - QUINTA TURMA, Data de Publicação: DJ 14/02/2000 p. 47).

No julgado acima, é importante destacar que o crime em análise compete a uma conduta grave do agente, não podendo o poder judiciário deixar de processar e julgar os fatos que configuram o crime de tráfico de crianças e adolescentes. Diante da conduta grave de tráfico, a legislação brasileira deve buscar de forma minuciosa todos os envolvidos nesta prática, para que assim possam ser aplicadas todas as penalidades previstas na lei, e principalmente prevenir esse tipo de crime onde a vida de crianças e adolescentes estarão em risco constante. Na jurisprudência citada abaixo, é notório e claro que esse tipo de crime tem competência abrangida onde a pena é aplicada de acordo com a gravidade da conduta, mas sempre levando em consideração as questões referentes ao bem- estar das crianças e adolescentes:

PROCESSUAL PENAL. COMPETÊNCIA. PROCURADOR JURÍDICO. CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. FORO ESPECIAL CRIMINAL. REMESSA DOS AUTOS À PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA. - CONSTANDO SER UM DOS INDICIADOS, PROCURADOR JURÍDICO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DA PARAÍBA (ART. 69, PARÁGRAFO 1º), A QUEM A CONSTITUIÇÃO DAQUELE ESTADO RECONHECE NOS CRIMES COMUNS OU DE RESPONSABILIDADE, FORO PRIVILEGIADO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA (ART. 104, XII, B), E, CUIDANDO A HIPÓTESE DE IMPUTAÇÃO DE CRIME DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL - TRÁFICO DE CRIANÇAS PARA O EXTERIOR, INDISCUTÍVEL É A COMPETÊNCIA DESTA CORTE PARA PROCESSAR E JULGAR ORDINARIAMENTE TODOS OS INDICIADOS. - REMESSA DOS AUTOS À PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA, EM OBEDIÊNCIA AO DISPOSTO NO ART. 108 DO CPPB. (TRF-5 - APP: 86 PB 95.05.32704-8, Relator: Desembargador Federal Petrucio Ferreira, Data de Julgamento: 14/08/1996, Pleno, Data de Publicação: DJ DATA-20/09/1996 PÁGINA-70545)

O Código Penal e o Código de Processo Penal, bem como o Estatuto da Criança e do Adolescente, se posicionam expressamente em repudiar o crime de tráfico de crianças e adolescentes, deixando expresso penas que deverão ser aplicadas, as quais não se encontram pontos que essas penas possam ser diminuídas, assim cabe ao magistrado de forma legal observar o caso concreto. O Superior Tribunal de Justiça (BRASIL, 2015) em outro julgamento de Habeas Corpus é claro ao expressar em seu julgado que a ação penal não pode ser trancada tendo em vista que as investigações devem ser finalizadas e os suspeitos punidos e julgados na forma da lei.

HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE CRIANÇAS. ATIPICIDADE DA CONDUTA. INOCORRÊNCIA. TRANCAMENTO DA AÇÃO PENAL. INVIABILIDADE. 1. O trancamento da ação penal na via do habeas corpus é medida de índole excepcional, cabível somente nas hipóteses em que desponte de plano, sem um exame detalhado dos elementos fáticos, a inocência do acusado, a atipicidade da conduta ou a extinção da punibilidade. 2. No caso, as provas juntadas aos autos indicam a suposta prática do crime de tráfico de crianças, havendo, inclusive, notícia de que a ora paciente responde a outra ação penal na Justiça Federal por fato análogo. 3. Assim, faz-se necessário o prosseguimento da ação penal, na qual será possibilitado o pleno exercício das garantias do contraditório e da ampla defesa, com a produção do material probatório, sem os limites da via eleita. 4. Ordem denegada. (STJ, Relator: Ministro OG FERNANDES, Data de Julgamento: 24/08/2009, T6 - SEXTA TURMA)

O julgamento em questão traz para o ordenamento jurídico a certeza de que a legislação brasileira se encontra empenhada em punir de forma severa os que praticam esse tipo de crime, levando em consideração que todo crime de tráfico de pessoas acaba afetando famílias inteiras, que perdem entes queridos pela maldade e principalmente pela ambição financeira. O magistrado de forma precavida e observando sempre o que está previsto na lei, deve sentenciar cada caso buscando sempre o bem estar da criança e do adolescente, que na maioria das vezes se encontram em outros países e que devem ser trazidos de volta para os olhos da justiça brasileira, uma vez que esta é a responsável por protegê-las de forma constante. Neste sentido, a jurisprudência é objetiva, e analisa cuidadosamente as provas trazidas nos processos de tráfico de crianças e adolescentes, as quais

sevem para avaliar a pena que deve ser aplicada, principalmente para ponderar as consequências trazidas pela prática do crime na vida das crianças e adolescentes.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Tendo em vista todos os assuntos tratados nesta pesquisa, que aborda de forma expressiva os direitos e a proteção que as leis brasileiras têm para com as crianças e adolescentes, que recebem proteção integral por parte da Constituição Federal de 1988, do Estatuto da Criança e do Adolescente e outras leis esparsas no ordenamento jurídico pertinente, não esquecendo as convenções e dos tratados dos quais o Brasil faz parte, conclui-se que a adoção é o meio pelo qual se encontrou para amenizar a situação das crianças e adolescentes abandonados, neste sentido destaca Weber (1998, p.24) sobre a situação do abandono de crianças e adolescentes e da pobreza que é a causa maior deste: ―Para atingir a reforma almejada entende-se ser preciso sanear o país, identificando-se na pobreza (no feio, no sujo, no negro, no vício, no crime...) o foco para a ação moralizadora e civilizadora a ser empreendida‖.

A convenção de Haia traz grandes avanços nas questões de proteção às crianças e adolescentes adotadas por casais estrangeiros, e é nesse sentido que destaca Gatelli (2013, p.144):

As Convenções trazem, em seu bojo, um conjunto de medidas e procedimentos que, paulatinamente, com a sua ratificação ou adesão, é incorporado na legislação dos Estados. Elas representam, atualmente, de forma ampla, uma perspectiva de convergência de legislações internas que garantem ao adotado por estrangeiros não residentes direitos e garantias iguais ou semelhantes as que encontrariam em seu país de origem.

Sob o comando da filantropia – expressão do amor à humanidade característica da época – julgou-se estar combatendo os embriões da desordem, através da imposição da assistência aos pobres. Percebeu-se na intervenção do Estado a força necessária para a demanda criada de restauração da ordem social.

O pobre, estigmatizado como promotor da desordem é sem resistências o alvo natural da Justiça-assistência. O mesmo destino estaria reservado à criança pobre, transmudada na figura ameaçadora do menor-abandonado, delinquente, ou, por via das dúvidas, sempre em perigo de o ser.

Desta forma, a adoção se concretiza como o meio de tirar do abandono e da miserabilidade as crianças e adolescentes, que necessitam de uma família que os acolham.

A adoção tem vários aspectos legais que devem ser cumpridos com cautela perante os que desejam adotar uma criança ou adolescente nesse país, diante disso faz-se necessário que todos esses requisitos no processo de adoção sejam respeitados e vivenciados.

O tráfico de crianças e adolescentes é um feito que ocorre constantemente, visto a grande procura de crianças por estrangeiros e muitos não querem cumprir todas as etapas de um processo mais dificultoso.

Como o Brasil trata a adoção internacional como o último caso para colocar os afastados do convívio familiar em uma família substituta, tendo esse tipo de adoção vários fatores que devem ser cumpridos judicialmente, o tráfico se torna uma realidade bem mais fácil para aqueles que não querem cumprir todo o processo de adoção imposto pelo Poder Judiciário.

Os crimes são punidos de acordo com a lei brasileira, que trata essa ação como crime previsto no Código Penal, e Estatuto da Criança e do Adolescente. Dessa forma, tais crimes quando descobertos são tratados pelo Judiciário de forma totalmente punitiva.

Com isso, o Poder Judiciário deve estar à frente das questões da adoção, levando em consideração que deverão ser desenvolvidas práticas de combate ao tráfico internacional de crianças, já que a Constituição Federal de 1888 e as demais leis estão em comum acordo em defender e proteger fielmente a vida, integridade física e psíquica dessas crianças e adolescentes.

Este trabalho teve como fator principal, mostrar através da legislação pertinente, das jurisprudências relativas ao assunto e principalmente dos casos concretos ocorridos no Brasil, onde o tráfico de crianças e adolescentes é uma realidade e que precisa ser combatida.

A adoção internacional trará ao adotados o direito de ter uma família substituta e que a prática comum de tráfico de crianças e adolescentes enfraquecerá o mercado ilegal dos mesmos.

Será necessário assim, que pessoas de outros países que buscam a adoção sejam tratadas de forma igualitária com os nacionais, quando se trata de crianças que costumam não está entre os perfispreferidos pelos adotantes.

Existe uma ordem de preferência no nosso ordenamento jurídico que coloca o estrangeiro em último lugar na fila de adoção.

Diante disso surge um questionamento importante: Porque não estimular a adoção de adolescentes que não estão dentro do perfil de adoção brasileiro? Sim, tendo em vista a falta de equiparação existente entre o adotante nacional e o adotante estrangeiro.

O Poder Judiciário tem evoluído nessa questão e se mostrado a favor da importância que o processo de adoção internacional tem em relação aos brasileiros, visto que estes menores impúberes poderão conviver em um meio familiar propício para o desenvolvimento social e moral, sendo aparado por todos os direitos e garantias fundamentais estabelecidos pelo Constituição Federal Brasileira de 1988 e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, tais como direito a vida, saúde, educação, moradia, dentre estes o mais importante o direito a uma família.

Énecessário, a evolução das leis brasileiras em relação à adoção, beneficiando a adoção internacional crianças e adolescentes, que não são os preferidos pelos adotantes brasileiros. Esses acabam sendo esquecidos nos orfanatos e sofrem com a angústia de viverpreteridos dia após dia por crianças às vezes mais jovens, de outra etnia, etc. Muitos não tiveram nenhuma chance de adoção por famílias brasileiras.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Decreto no 3.087, de 1999. Convenção de Haia. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3087.htm>. Acesso em 26 de Mar de 2018.

______. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. 1990. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm>. Acesso 29 de Mar. 2018.

______. Lei nº 12.010, de 03 de Agosto de 2009. Dispõe sobre a adoção. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil/Ato2007-2010/2009/Lei/L12 010. htm>. Acesso 29 de Mar de 2018.

______. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: <http://www2.camara.leg.br/legin/fed/consti/1988/constituicao-1988- 5-outubro-1988-322142-publicacaooriginal-1-pl.html>. Acesso em: 10 de Mar. 2018.

______. Decreto nº 5.017, de 12 de março de 2004. Promulga o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado

Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças. Disponível:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5017.htm>. Acesso em: 30 mar. 2018.

______. LEI Nº 12.010/09. Disponível em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12010.htm>. Acesso em: 10 de nov. 2014.

_______. Superior Tribunal de Justiça.STJ. Habeas Corpus - HC: 182834 DF 2010/0154483-7, Relator: Ministro CASTRO MEIRA, Data de Julgamento: 27/04/2011, S1 - PRIMEIRA SEÇÃO, Data de Publicação: DJe 11/05/2011. Disponível em:

<http://www1.stjs.jus.br/site_php/consulta/consulta_processo.php?nome_comarca=T ribunal+de+Justi%E7a&versao=&versao_fonetica=1&tipo=1&id_comarca=700&num _processo_mask=70014814479&num_processo=70014814479&codEmenta=14476 8 3>. Acesso em: 14. Mar. 2018.

_______. Superior Tribunal de Justiça. STJ - RHC: 9149 CE 1999/0089072-8, Relator: Ministro FELIX FISCHER, Data de Julgamento: 07/12/1999, T5 - QUINTA TURMA, Data de Publicação: DJ 14/02/2000 p. 47. Disponível em:

<http://www1.stjs.jus.br/site_php/consulta/consulta_processo.php?nome_comarca=T ribunal+de+Justi%E7a&versao=&versao_fonetica=1&tipo=1&id_comarca=700&num _processo_mask=70014814479&num_processo=70014814479&codEmenta=14476 8 3>. Acesso em: 14. Mar. 2018.

_______. Superior Tribunal de Justiça. STJ. Habeas Corpus - HC: 14914 SC 2000/0120324-0, Relator: Ministro VICENTE LEAL, Data de Julgamento: 24/04/2001, T6 - SEXTA TURMA, Data de Publicação: DJ 04/06/2001 p. 257).

Disponível em:

<http://www1.stjs.jus.br/site_php/consulta/consulta_processo.php?nome_comarca=T ribunal+de+Justi%E7a&versao=&versao_fonetica=1&tipo=1&id_comarca=700&num _processo_mask=70014814479&num_processo=70014814479&codEmenta=14476 8 3>. Acesso em: 14. Mar. 2018.

_______. Tribunal Regional Federal. TRF-5 - APP: 86 PB 95.05.32704-8. Relator: Desembargador Federal Petrucio Ferreira, Data de Julgamento: 14/08/1996, Pleno, Data de Publicação: DJ DATA-20/09/1996 PÁGINA-70545.

DIAS, Maria Berenice; PEREIRA, Rodrigo da Cunha. Direito de família e o novo código civil. 2. ed. Belo Horizonte, 2002.

MARQUES, Claudia de Lima. A Convenção de Haia, de 1993 e o regime da adoção internacional no Brasil, após a aprovação do novo Código Civil Brasileiro em 2002. 2004. 2ª ed. p.485.

RIO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Agravo de Instrumento Nº 70014814479. Sétima Câmara Cível. Relator: Maria Berenice Dias. Julgado em: 13 jun. 2006.

SZNICK, Valdir. Adoção. 2. ed. São Paulo: LEUD,1993. 55

______. Adoção. 3. ed. São Paulo: Universitária de Direito, 1999.

THOMAZ JÚNIOR, Dimas Borelli e MINNICELLI, João Luiz Portolan Galvão. Adoção transnacional. Belo Horizonte: Del Rey, 1998.

VENOSA, Silvio de Salvo. Direito civil. São Paulo: Atlas, 2011. v.6.

VERONESE, Josiane Rose Petry; PETRY, João Felipe Corrêa. Adoção

Internacional e Mercosul: aspectos jurídicos e sociais.Florianópolis: Fundação Boiteux, 2009.

WEBER, Lidia Natalia Dobrianskyj. Laços de ternura: pesquisa e histórias de adoção. Curitiba: Santa Mônica, 1998.

No documento A adoção internacional no Brasil. (páginas 41-49)

Documentos relacionados