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FUNDÃO

ABRANTES & GONÇALVES, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial do Fundão. Matrícula n.º 508/

930309; identificação de pessoa colectiva n.º 502942720; inscrição n.º 8; número e data da apresentação: 1/20020327.

Certifico, com referencia à sociedade em epígrafe, que foi aumen-tado o capital em 602 410$, realizado em dinheiro subscrito pelos sócios na proporção das suas quotas e redenominado para 5000 eu-ros, tendo sido alterado o seu contrato social quanto ao artigo 3.º, o qual ficou com a seguinte redacção:

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 5000 euros e corresponde à soma de três quotas, uma no valor de 3250 euros, pertencente ao sócio Luís Miguel Pereira Gonçalves, outra no valor de 1250 euros, pertencente à sócia Sónia Isabel da Silva Torres Gonçalves e outra no valor de 500 euros, pertencente ao sócio Joaquim Alberto Abrantes Clemente.

Foi depositado na pasta respectiva o texto completo do contrato na sua redacção actualizada.

Conferida, está conforme.

12 de Agosto de 2002. — O Primeiro-Ajudante, Carlos Alberto

da Silva Costa. 1000126559

CAPIORCA — CARPINTARIA DA ORCA, UNIPESSOAL, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial do Fundão. Matrícula n.º 1056/

20020325; inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 11/

20020325.

Certifico que Joaquim Pereira da Silva, casado com Maria Fer-nanda Alves Milheiro Pereira da Silva em comunhão de adquiridos, constituiu a sociedade em epígrafe, que se rege pelo contrato se-guinte:

1.º

A sociedade adopta a firma CAPIORCA — Carpintaria da Orca, Unipessoal, L.da, e vai ter a sua sede no sítio do Calvário, Estrada das Zebras, 12, na freguesia da Orca, concelho do Fundão.

2.º

A sociedade tem por objecto a carpintaria.

3.º

O capital social, integralmente subscrito e já realizado em dinhei-ro, é de 5000 euros e corresponde a uma quota no mesmo valor pertencente ao sócio Joaquim Pereira da Silva.

4.º

A gerência e administração da sociedade fica a cargo sócio Joa-quim Pereira da Silva desde já designado gerente obrigando-se a so-ciedade em todos os actos e contratos com a sua assinatura.

5.º

Que a gerência fica desde já autorizada a movimentar a conta aberta em nome da sociedade no Banco BPI, S. A., na agência do Fundão.

Conferida, está conforme.

8 de Agosto de 2002. — O Primeiro-Ajudante, Carlos Alberto da

Silva Costa. 1000125180

PENAMACOR

CAMPOS & MOITEIROS, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Penamacor. Matrícula n.º 48;

identificação de pessoa colectiva n.º 502516224; inscrição n.º 9; nú-mero e data da apresentação: 2/020322.

Rectificação

No Diário da República, 3.ª série, n.º 146, de 27 de Junho de 2002, a p. 13 478-(186), saiu com inexactidão a publicação relativa à sociedade Campos & Moiteiros, L.da, assim, onde se lê: «Sócio Manuel Augusto Sapinho Campos, uma quota de valor nominal de 3333 euros e 40 cêntimos.

Sócio Pedro Filipe Fonseca Campos, uma quota de valor nominal de 1666 euros e 60 cêntimos» deve ler-se «Sócio Manuel Augusto Sapinho Campos, uma quota de valor nominal de 3333 euros e 33 cêntimos.

Sócio Pedro Filipe Fonseca Campos, uma quota de valor nominal de 1666 euros e 67 cêntimos».

12 de Agosto de 2002. — A Ajudante, Ana Maria Monteiro

Cou-tinho. 1000125745

COIMBRA

FIGUEIRA DA FOZ

TRANSPORTES TONDELA & FREITAS, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial da Figueira da Foz. Matrícula n.º 2875/20020730; identificação de pessoa colectiva n.º 505957906;

inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 1/20020730.

Certifico que entre António João Lebre Tondela e mulher, Paula Sofia Fernandes de Freitas, casados na comunhão de adquiridos, foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte con-trato:

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma Transportes Tondela & Freitas, L.da, e tem a sua sede na Rua de Val Sampaio, 35, lugar de Saltadouro, freguesia de Tavarede, concelho da Figueira da Foz.

2 — A sociedade, por simples deliberação da gerência, poderá deslocar a sede social para outro local dentro do mesmo conce-lho ou para conceconce-lho limítrofe, podendo ainda criar sucursais, filiais, agências o outras formas locais de representação, no ter-ritório nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste nos transportes rodoviários de mercadorias por conta de outrem.

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 50 000 euros e corresponde à soma de duas quotas iguais dos valores nominais de 25 000 euros cada, pertencentes uma a cada um dos sócios António João Lebre Tondela e Paula Sofia Fernandes de Frei-tas.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade, com ou sem remuneração confor-me for deliberado, ficará a cargo de quem vier a ser designado em assembleia geral, ficando desde já nomeados gerentes ambos os só-cios e a não sócia Anabela Bastos Viegas de Oliveira, casada, resi-dente na Rua do Sol, 20, lugar de Caceira, freguesia das Alhadas, concelho da Figueira da Foz.

2 — Para a sociedade ficar obrigada em todos os seus actos e contratos é necessária a assinatura conjunta de dois gerentes.

3 — Fica expressamente proibido aos gerentes obrigar a socie-dade em quaisquer actos ou contratos estranhos aos negócios soci-ais, designadamente abonações, letras de favor, avales, fianças e ou-tras obrigações.

ARTIGO 5.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade, que terá sempre o direito de preferência, o qual de seguida se defere aos sócios não cedentes, quando permitido por lei.

ARTIGO 6.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros le-gitimários;

e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio, e

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio consentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou tercei-ros.3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último balanço aprovado.

4 — Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de 90 dias, a contar da data do falecimento, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.

ARTIGO 7.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.

ARTIGO 8.º

1 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares até ao montante global igual a 20 vezes o capital social, reembolsáveis quando julgadas dispensáveis, sendo a data e forma de restituição fixadas em assembleia geral, que delibere o reembolso.

2 — Qualquer sócio poderá fazer suprimentos à sociedade quando esta deles carecer nas condições de retribuição e reembolso que fo-rem fixadas em assembleia geral.

ARTIGO 9.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

Conferida, está conforme.

12 de Agosto de 2002. — A Primeira-Ajudante, Maria da

Con-ceição Machado de Figueiredo. 1000125749

M. SOMERO, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial da Figueira da Foz. Matrícula n.º 2877/20020802; identificação de pessoa colectiva n.º 506254089;

inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 10/20020802.

Certifico que entre Maria Somero e marido, Kari Juhani Somero, casados na comunhão de adquiridos, foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato:

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma M. Somero, L.da, e tem a sua sede na Rua do Parque Florestal, sem número de polícia, Serra da Boa Viagem, freguesia de Buarcos, concelho de Figueira da Foz.

2 — A sociedade, por simples deliberação da gerência, poderá des-locar a sede social para outro local dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, bem como poderá criar sucursais, filiais, agên-cias, ou outras formas locais de representação em qualquer ponto do País e estrangeiro.

ARTIGO 2.º

A sociedade tem por objecto o comércio, importação, exporta-ção, transformaexporta-ção, seca e distribuição de bacalhau e seus derivados.

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente realizado em dinheiro, é de 5000 euros, e corresponde à soma de duas quotas dos valores nomi-nais e titulares seguintes: uma de 3000 euros, pertencente à sócia Maria Somero; e uma de 2000 euros, pertencente ao sócio Kari Juhani Somero.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, confor-me for deliberado, ficará a cargo de quem vier a ser designado em assembleia geral, ficando desde já nomeada gerente a sócia Maria Somero.

2 — Para obrigar a sociedade em todos os seus actos e contratos basta a assinatura de um gerente.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de

empre-sas. ARTIGO 6.º

1 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares até ao montante global igual ao décuplo do capital social, desde que deliberado por unanimidade dos sócios que representem a totalidade do capital social, reembolsáveis quando julgadas dispensáveis, sendo a data e a forma de restituição fixadas em assembleia geral, que de-libere o reembolso.

2 — Qualquer sócio poderá fazer suprimentos à sociedade, quando esta deles carecer, nas condições de retribuição e reembolso que fo-rem acordadas em assembleia geral.

Disposição transitória

A gerência fica desde já autorizada a levantar o capital social depositado, a fim de custear as despesas de constituição, registo da sociedade, instalação da sede social e a adquirir para esta quaisquer bens móveis, designadamente equipamentos e veículos automóveis, incluindo por contratos leasing, bem como comprar e tomar de arrendamento imóveis necessários à prossecução dos fins sociais, mesmo antes do seu registo definitivo, assumindo a sociedade todos os actos praticados pela gerência, nesse período, logo que definiti-vamente matriculada.

Conferida, está conforme.

12 de Agosto de 2002. — A Primeira-Ajudante, Maria da

Con-ceição Machado de Figueiredo. 1000125753

SOURE

TRANSPORTES S. DOMINGUES, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Soure. Matrícula n.º 262/910404;

identificação de pessoa colectiva n.º 500548960; averbamento n.º 1 à inscrição n.º 6; número e data da apresentação: 6/020521.

Certifico que, em relação à sociedade em epígrafe, pelo averba-mento n.º 1 à inscrição n.º 6, Paula Cristina Jorge Domingues, sol-teira, maior, cessou as funções de gerente, em 28 de Maio de 2002, por renúncia.

Está conforme o original.

21 de Maio de 2002. — O Segundo-Ajudante, (Assinatura

ilegí-vel.) 1000126293

FARO

ALBUFEIRA

ROUPANDA — LAVANDARIA, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Albufeira. Matrícula n.º 2656/

20020705; identificação de pessoa colectiva n.º 506203654; inscri-ção n.º 1; número e data da apresentainscri-ção: 1/20020705.

Certifico que, por escritura lavrada em 4 de Julho de 2002, a fl. 95, do livro n.º 93-A no Cartório Notarial do Centro de For-malidades das Empresas de Loulé, foi constituída a sociedade em epígrafe entre:

1.º Angelina Maria Pereira Cordeiro Gonçalves, contribuinte fis-cal n.º 179978667, casada no regime da comunhão de adquiridos com José Manuel Guerreiro Gonçalves, natural da freguesia e concelho de Albufeira, com residência habitual na Urbanização Vale da Azinhei-ra, lote A-39, da freguesia de Olhos de Água, concelho de Albufeira;

2.º Dália Maria Luís Calheiros, contribuinte fiscal n.º 197617492, solteira, maior, natural da Alemanha, com residência habitual na mesma Urbanização Vale da Azinheira, lote A-41.

Verifiquei a identidade das outorgantes pela exibição dos seus bi-lhetes de identidade, respectivamente n.os 7452195, de 13 de Agos-to de 1997 e 8473452, de 19 de Março de 2001, ambos emitidos pelos Serviços de Identificação Civil de Lisboa.

E pelas outorgantes foi declarado que entre si celebram um con-trato de sociedade comercial por quotas que vai reger-se pelas cláu-sulas constantes dos artigos seguintes:

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma ROUPANDA — Lavandaria, L.da 2 — A sociedade tem a sua sede na Urbanização Vale da Azi-nheira, lote A-39, freguesia de Olhos de Água, concelho de Albu-feira.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser deslo-cada, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, po-dendo ainda criar sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste na prestação de serviços de la-vandaria, limpeza a seco e engomadoria.

ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de 5000 euros, encontra-se integralmente realizado em dinheiro e corresponde à soma de duas quotas iguais, uma de cada sócia.

2 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até ao montante global de 40 vezes o valor do capital social.

3 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade, compete a sócios ou não sócios, com ou sem remuneração conforme for deliberado em assembleia geral.

2 — Para a sociedade ficar obrigada em todos os seus actos e contratos, é suficiente a intervenção de um gerente.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parci-almente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Ficam desde já nomeadas gerentes ambas as sócias.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socie-dades, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades regu-ladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de segui-da, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros le-gitimários;

e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada, a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio; e

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio con-sentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou terceiros.

3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último balanço aprovado.

4 — Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de 90 dias, a contar da data do falecimento, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.

ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.

9 de Agosto de 2002. — A Segunda-Ajudante, Maria de Lurdes

da Silva Santos. 1000125737

FARO

PIZZALGARVE — PIZZARIA, UNIPESSOAL, L.

DA

Sede: Rua de Cândido Guerreiro, 55, Faro

Conservatória do Registo Comercial de Faro. Matrícula n.º 4119/

20000222; identificação de pessoa colectiva n.º 504903594; inscri-ção n.º 2; número e data da apresentainscri-ção: 18/20020419.

Certifico que foi registado, o reforço de capital com 15 000 eu-ros, subscritos pelo sócio em dinheiro, passando para 20 000 eu15 000 eu-ros, e alterado o contrato quanto ao artigo 3.º, que passa a ter a seguinte redacção:

ARTIGO 3.º

O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 20 000 euros, representado por uma quota de igual valor nomi-nal, pertencente ao sócio único.

Foi depositado o contrato actualizado.

5 de Agosto de 2002. — A Escriturária Superior, Maria Fátima

Coelho Rita do Carmo Neto. 1000126377