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CAUSA E EFEITO "N ÃO BASTA CONQUISTAR

A SABEDORIA

,

É PRECISO USÁ

-

LA

"

Cícero (106

a.C.-43 d.C.)

Ganhei uma cerejeira e plantei-a em meu jardim. Ressentida pela mudança, ela me pareceu abatida. Naquela época, eu estudava o Reiki e me iniciava na sua prática. Penalizada com o estado da arvorezinha, decidi auxiliá-la com uma doação de energia. Certo dia, depois de uma tempestade, o Sol ganhou o horizonte. Observei a pequena cerejeira. Dos seus galhos finos brotavam folhinhas bem verdes. Animada com a reação da árvore, dirigi-me a ela e comuniquei minha alegria. Foi então que vislumbrei uma luminosidade, que emergia da terra. Usava óculos e imaginei tratar- se de um reflexo da luz solar. De imediato, tirei os óculos e observei melhor. Mesmo assim, a luz, azulada, continuava a aparecer. Certa de que minha visão era real, observei de perto de onde se irradiava.

Qual não foi minha surpresa ao encontrar um vaga-lume a se debater numa poça d'água. Imediatamente o resgatei, feliz com minha presença de espírito. Não buscasse comprovar a fonte da luz e a atribuísse ao sobrenatural, o inseto - que logo se recuperou e ganhou o espaço - teria perdido a vida.

O episódio, por mais singelo que pareça, me levou a uma profunda reflexão: quantas vezes atribuímos acontecimentos do dia a dia ao sobrenatural, despreocupados em buscar causas racionais para as ocorrências? O pezinho de cerejeira reagiu à doação de energias, nisso não há nenhum milagre. A luz que vislumbrei, admirada, poderia, ser, eventualmente, uma vidência, uma visão do espírito, mas era apenas a luminosidade própria do vaga-lume, refletida pelo espelho d'água. Buscar explicações racionais, esse é o meu lema.

Quando, sem nenhuma causa aparente, nos sentimos abatidos, desanimados, atribuímos a causa ao estresse. E evidente a influência da tensão continuada em nosso organismo, não há como negá-la. É imprescindível, em casos como esse, buscar o terapeuta da nossa confiança, o médico da família, o auxílio clínico. Mas, quando seguimos as recomendações médicas, psicológicas, e o abatimento persiste, há de se perguntar: qual é a causa do meu sofrimento?

Toda generalização é falsa - inclusive esta -, mas não podemos deixar de considerar, em casos dessa natureza, a presença dos vampiros de almas. Os habitantes do invisível se aproveitam de pessoas crédulas, receptivas à sua influência, e delas sugam suas forças - entre outros malefícios. São atraídos pelas imperfeições do caráter, por pensamentos viciosos. Estão por toda a parte: são criaturas semelhantes a nós, que perderam o corpo físico. Apegadas à matéria, se recusam a desligar-se do mundo onde nos encontramos.

Medicamentos que devolvem, quimicamente, ao doente a disposição física, certamente são de grande utilidade - mas não curam! A cura exige uma análise holística do ser humano. Uma varredura do corpo físico e espiritual, a intervenção de uma

medicina int egral, que aceita a existência de um corpo sutil.

Amit Goswami, professor, conferencista, pesquisador e físico quântico, filho de um guru indiano, autor de várias obras de sucesso, reuniu em seu trabalho as tradições de um povo espiritualizado com a investigação científica. No meu entender, um passo decisivo na busca pelas srcens da doença, suas causas primárias. Ao mesmo tempo que busca a causa da doença, o cientista considera a necessidade de repor as energias perdidas:

"Há alguns anos, durante uma conferência sobre pesquisa de ioga, em Bangalore, índia, tive a oportunidade de ver uma curadora prânica em ação. Uma boa tradução para a palavra sânscrita prana é energia vital, um conceito que a Medicina ocidental rejeitou, mas que

é importante tanto no Ayurveda indiano quanto na Medicina chinesa tradicional, em que essa energia é chamada dechi. O cura-

dor prânico faz uma varredura no corpo do paciente para restabelecer o equilíbrio dos movimentos de energia vital e, desse modo, curar o corpo físico. Normalmente, o tratamento é bastante eficaz", afirma Goswami.

Goswami também se refere à Foto Kirlian: "Ela envolve o uso de um transformador elétrico, a bobina de Tesla, que é conectado a duas placas de metal. O dedo da pessoa é colocado entre as placas, onde entra em contato com uma tira de filme. Quando a corrente elétrica é ligada, o filme registra o que chamamos de Fotografia Kirlian do dedo". "É claro que estamos diante de alguma espécie de fenômeno energético. Foi constatado que a energia envolvida não pode ser controlada pelos cinco sentidos. Assim, srcinalmente, alguns pesquisadores acreditaram que o que viam eram imagens do fluxo de energia sutil de um dedo para o filme via psicocinese", esclarece Goswami.

Existe uma nova ciência, segundo Goswami, baseada, em primeiro lugar, na consciência. Por consciência, podemos entender o espírito. Essa nova ciência integra-se a ciência convencional, a espiritualidade e a cura. "E, se existe uma área que precisa de integração, essa é a da Medicina", afirma o cientista. A mudança de paradigmas já começou.

Para todo efeito há uma causa. Mas não nos basta o conhecimento da causa: é necessário usá-lo a nosso favor. Ainda há aqueles que enxergam na Foto Kirlian uma simples curiosidade, capaz apenas de retratar o calor das emoções.

As evidencias indicam o contrário: a invenção de Simyon e Valentina Kirlian é um poderoso instrumento, por intermédio do qual é possível identificar, desde o início, em maior ou menor grau, as perdas energéticas, envolvimentos e outras patologias. Por intermédio dela, revela-se a ação dos vampiros de almas.

“Assim, é muito importante observar q ue uma vez