3. ANÁLISES
3.3 Professores do Atendimento Educacional Especializado
Formação continuada para professores na área da educação inclusiva.
Conforme as respostas dos pedagogos, disseram que a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal não oferece cursos de formação continuada suficiente para a demanda bem como as ementas planejadas, não estão voltadas para a prática pedagógica. Disseram também que a local onde são oferecidos os cursos é de difícil acesso.
Estas afirmações condizem com a realidade, visto que no início dos semestres letivos uma constante busca por vagas em cursos oferecidos nas regionais mais próximas das escolas em que os professores atuam. Quanto às ementas que favoreçam os anseios dos professores, convém fazer enquetes on-line para que os interessados possam expressar o que desejam aprender para melhorar sua prática pedagógica com alunos com deficiência intelectual.
situações-problema, que exijam que o aluno utilize seu raciocínio para a resolução de um determinado problema. (GOMES; POULIN;
FIGUEIREDO, 2010:8).
Outros dois professores afirmaram que a Adaptação Curricular contribui para o ensino e a aprendizagem dos alunos com DI.
As adaptações curriculares foram propostas, como recurso para subsidiar as ações pedagógicas, uma vez que, sem o respaldo legal que ela oferece ao professor, este não poderia fazer uso de metodologia e avaliação diferente às utilizadas com os demais alunos da classe. Do contrário, ao aluno seria atendido de forma homogênea a todos os estudantes. Neste caso, o aluno com deficiência intelectual, por exemplo, seria prejudicado uma vez que ele apresenta dificuldade de expressar o que sabe, conforme se vê em: “... as adequações curriculares são compreendidas como medidas, pedagógicas que se destinam ao atendimento dos estudantes como necessidades educacionais especiais de modo a favorecer a sua escolarização” (BRASÍLIA, OP-EE 2010a:39).
A concretização da aprendizagem sob a perspectiva inclusiva começa a partir do interesse do aluno, em seguida, o professor adotará procedimentos de ensino conforme os sugeridos ou previstos no relatório psicopedagógico elaborado pelo profissional do EEAA, desse aluno.
Troca de saberes entre o professor regente e o professor do AEE.
De acordo com as respostas apresentadas por três professores, há troca de saberes entre os professores regentes das classes comuns e professores do AEE.
Esta é uma prática pertinente e necessária. “A gestão dos processos de aprendizagem consiste na organização de situações de aprendizagem nos espaços das salas de recursos multifuncionais, bem como na interlocução com o professore do ensino comum” (Gomes; Poulin; Figueiredo, 2010:9). Os processos educacionais inclusivos, conforme evidenciado no contexto histórico e cultural vem “caminhando”
de forma lenta.
Uma situação negativa ocorre quando um professor do AEE, afirma que a troca de experiências entre os professores do AEE e do ensino comum ainda é incompleta.
Acredita-se que a interação entre ambos visa contribuir para a atualização ou reformulação de estratégias que viabilizam a aprendizagem dos conteúdos, uma vez que, a aprendizagem é objetivo comum entre tais profissionais da educação.
Avaliação da aprendizagem do aluno com DI.
As respostas apresentadas pelos professores do AEE sobre avaliação da aprendizagem do aluno com DI, eles disseram que utilizam atividades específicas e portfólios.
As atividades específicas podem ser compreendidas como estudo de caso de cada aluno ou tarefas curtas com atividades a serem resolvidas com consulta de material de apoio. Devem ser realizadas com ajuda do professor da classe comum, com o pedagogo, e com outros profissionais da educação que lidam com tal aluno na escola. De acordo com Gomes; Poulin; Figueiredo (2010:9) “no atendimento educacional especializado, a avaliação deve ser feita, através do estudo de caso visando construir o perfil do aluno utilizando metodologia de resolução problemas”.
A utilização de portfólios sugerida por três professores estão previstas como sugestão de avaliação no Currículo em Movimento da Educação Básica - Educação Especial, SEDF, (2013:44) “utilização de portfólios que propiciará ao professor uma visão do conhecimento que foi adquirido pelo estudante, com resultados obtidos e instrumentos para que sejam realizados planejamentos necessários....”
Tais sugestões devem ser analisadas para identificar quais delas são melhores aproveitadas por cada aluno.
Formação continuada como subsídio para a prática pedagógica frente ao aluno com DI.
As respostas apresentadas, três professores disseram que a formação continuada para professores do AEE contribuem para uma prática pedagógica exitosa junto ao aluno com DI.
De acordo com Correia (1999:163-164 apud Nogueira, 2004:75) diz que a formação desses profissionais contribui para o desenvolvimento, implementação, avaliação e revisão de planos educacionais e programas de intervenção individualizados.
Na resposta dada por um professor o qual afirma que a quantidade de vagas nos cursos oferecidos aos professores de alunos com DI não contemplam a demanda. Com essa afirmação, percebe-se que há insatisfação quanto à promoção de cursos voltados para a facilitação do trabalho pedagógico para com alunos com DI.
Essa afirmação está de acordo com a realidade da Coordenação Regional de Ensino de Samambaia, visto que, nos últimos anos os cursos oferecidos nesta área eram muito concorridos e não contemplavam a todos. Sabe-se que em outras regionais de ensino mais distantes, como a do Plano Piloto, tem cursos na referida área em que professores de qualquer regional poderá cursar. Talvez a localização e a distância sejam empecilhos, o que pode causar desestímulos entre os educadores.
Curso de AEE necessário para atuar no Atendimento Educacional Especializado.
De acordo com as respostas apresentadas, todos afirmaram que já fizeram cursos para atuar no Atendimento Educacional Especializado.
Conforme a LDB, artigo 59º, inciso III, os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos com necessidades especiais, “professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns”.
É necessário que a SEDF busque meios que contemple a todos os educadores, oferecendo-lhes cursos de formação continuada, não apenas quanto ao número de vagas mas também que esse cursos sejam ministrados em locais que propicie a frequência dos educadores.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os resultados deste estudo que teve como foco principal analisar como os educadores se sentem, preparados ou não para ensinar e avaliar os alunos com deficiência intelectual no contexto escolar. Os resultados apontaram que a preparação acadêmica entre alguns educadores precisa melhorar, isto é, eles necessitam de cursos de formação continuada com conteúdos que realmente atenda as suas expectativas e que sejam condizentes com a prática em sala de aula.
Considerando que faço parte do quadro de professores da escola em que foi realizada essa pesquisa, observei e participei de conversas informais nas diferentes situações, como por exemplo, nos momentos de escolhas de turmas, nas coordenações pedagógicas coletivas ou de inserção de novos alunos com deficiência intelectual, etc. que os educadores afirmaram não ter experiências para o trabalho pedagógico com aluno com DI. A partir dessa situação, concluí que houve divergência nas opiniões dadas nos questionários, pois eles disseram que se consideram preparados para o trabalho pedagógico com o aluno com DI.
Este trabalho possibilitou sugerir ou indicar estudos sobre o pensamento de Vigotski (1995) quando ele diz que o meio cultural também favorece a aprendizagem de muitos conteúdos do currículo. Quer dizer que, não somente as habilidades aprendidas na sala de aula são válidas. Devendo-se considerar as aprendizagens já construídas, sendo que essas devem constituir como apoio para novas aprendizagens. Também as contribuições de GOMES; POULIN; FIGUEIREDO et al., (2010) que diz que o aluno com DI apresenta dificuldade de aprender e de mostrar que sabe, alertando aos educadores para a necessidade de buscar meios alternativos para o acesso ao currículo e também realizar avaliações que estejam de acordo com as possibilidades dos alunos com qualquer tipo de deficiência.
Para o professor da classe comum, segue algumas sugestões de acesso ao currículo expressando igualdades de responsabilidades para com o aluno com DI.
Evitar comparações com os demais alunos;
Cobrar do aluno a execução das tarefas que lhe forem atribuídas;
Evitar a repetição constante de produções errôneas ou incompletas, dando-lhe condições para a autocorreção;
Encorajá-lo a aprender de forma independente;
Oferecer atenção individualizada ao aluno;
Dar ao aluno, ordens claras e sequenciais, com explicações objetivas e linguagem de fácil entendimento;
Propor, tarefas breves e de curta duração;
Adotar uma sequência gradativa de conteúdos; introduzir atividades alternativas às previstas, bem como outras complementares ao planejamento inicial;
Retomar os conteúdos trabalhados anteriormente, através de atividades complementares ou revisão dos conteúdos ministrados;
Propor, nas atividades pedagógicas, pistas visuais, vivências e recursos de memória que oportunizem a realização da tarefa e a fixação da aprendizagem;
Adotar a metodologia de ajuda entre colegas (escolher um ou mais colega para ajudar o aluno com dificuldade);
Incentivar o trabalho de colaboração de alunos, isto é, atividades que envolvam toda a turma, como trabalhos em grupos, que possibilite a ajuda mútua entre os colegas;
Flexibilizar o tempo de realização das tarefas;
Trabalhar em sala de aula com materiais diversificados;
Reorganizar o espaço físico, alterando posição das carteiras para facilitar a interação de todos os alunos entre si;
Estar em contato com o professor da Sala de Recursos Multifuncional, com vistas à elaboração de um plano de intervenção, voltado ao atendimento das necessidades do aluno. (MAKISHIMA;
ZAMPRONI, 2012:3-4).
Tais sugestões contribuem tanto um trabalho pedagógico que considera as peculiaridades dos alunos com DI como para um sucesso nas aprendizagens.
REFERÊNCIAS
BUENO, J. G. S. Crianças com Necessidades Educativas Especiais, Política Educacional e a Formação de Professores: Generalistas ou
Especialistas?Disponível
em:http://www.abpee.net/homepageabpee04_06/artigos_em_pdf/revista5numero1pd f/r5_art01.pdf. Acesso em: 20/01/2014.
BRASIL. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP. 2008.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 1994.
______. Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, LDB 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
______. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1998. Senado Federal: Brasília, 2008.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes
Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, 2001.
______. Ministério da Educação. Marcos Político-Legais da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2010.
______. Ministério da Educação, Resolução nº 01, de 18 de fevereiro de 2002.
Conselho Nacional de Educação, Conselho Pleno, 2010.
______. Resolução n° 1 de 15/10/2010. Brasília: CONADE - CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA, 2010.
_____, Ministério da Educação, Resolução nº 04, de 02 de outubro de 2009.
Conselho Nacional de Educação, 2010.
FONSECA, Vitor da. Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
FERREIRA, T. H. S; HANAZUMI, A; LOBO, F. S. et al. Dificuldades de Aprendizagem e Retardo Mental: Estudo de caso. 2008. Disponível:
http://www.psicopedagogia.com.br/new1_artigo.asp?entrID=1036#.U7RgF_ldUuQ.
Acesso em: 29/05/2014.
GLAT, R.; NOGUEIRA, M. L. de L. Políticas educacionais e a formação de professores para a educação inclusiva no Brasil. Disponível em:
https://www.metodista.br/revistas/revistasunimep/index.php/comunicacao/article/view /1647/1055. Acesso em: 20/01; 2014.
GLAT, R; FERNANDES, E. M. Da educação segregada à educação inclusiva:
uma breve reflexão sobre os paradigmas educacionais no contexto da educação especial brasileira. Revista Inclusão n° 1, 2005.
GLESSLER, Lori Alice. Pesquisa educacional: Importância, modelos, validade, variáveis, hipóteses, amostragem, instrumentos. São Paulo:
Edições Loyola, 1983.
GATTI, Bernardete A. O professor e a avaliação em sala de aula. Disponível em:
http://www.uneb.br/gestec/files/2011/10/A-AVALIA%C3%87%C3%83O-EM-SALA-DE-AULA-35-190-1-PB.pdf Acesso em: 10/01/2014.
GOMES, A. L. L; POULIN, J.-R; FIGUEIREDO, R. V. de. O atendimento educacional especializado para alunos com deficiência intelectual.
Brasília: MEC/SEESP; Fortaleza: UFC, 2010. (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar, v.2).
GOMES, A. L. L; FERNANDES, A. C; BATISTA, C. A. M. et
al.,Atendimento Educacional Especializado: deficiência mental.
Brasília: MEC/SEESP/SEED, 2007.
Governo do Distrito Federal. Orientação Pedagógica: Educação Especial. Brasília:
SEDF, 2010a.Orientação Pedagógica: Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem. Brasília: SEDF, 2010b.
______. .Orientação Pedagógica: Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem.
Brasília: SEDF, 2010b.
______. Currículo em Movimento da Educação Básica: Educação Especial.
Brasília: SEDF, 2013.
______. Portaria Nº. 254, de 12 de dezembro de 2008. Brasília: SEDF, 2008.
Disponível em:http://www.ensinopublico.pro.br>. Acesso em: 24/05/2014.
______.Diretrizes de Avaliação Educacional triênio 2014-2016. Versão preliminar para validação. Brasília: SEDF, 2014.
LUDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação:
Abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
MAFRA, S. R. C. O Lúdico e o Desenvolvimento da Criança Deficiente Intelectual, 2008. Disponível em:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2444-6.pdf. Acesso:
16/06/2014.
MAKISHIMA, E. A. C; ZAMPRONI, E. C. B. Deficiência Intelectual. Secretaria de Estado da Educação. Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional.
Governo do Estado do Paraná, 2012.
NOGUEIRA, M. L. de L. Legislação e Políticas Públicas em Educação Inclusiva.
Curitiba: IESDE, 2004.
ORGANIZACAO DAS NACÕES UNIDAS. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, 2006.
______. Declaração de Salamanca. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf. Acesso em: 06/01/2014.
POULON,S. M; FREITAS, L. B. de L; PINHO, G. S. Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: MEC, SEESP, 2005.
RAPOLI, E. A; MANTOAN, M. T. E; SANTOS, M. T. da C.T. dos. et al., O atendimento educacional especializado para alunos com deficiência
intelectual. Brasília: MEC/SEESP; Fortaleza: UFC, 2010. (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar, v.1).
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: Guia para eficiência nos estudos. 4ª. Ed. São Paulo: Atlas, 1996.
VIGOTSKI, Lev Semenovich. Fundamentos da defectologia. 1995. Disponível em:
http://pt.slideshare.net/deuzaaa/a-defectologia-e-o-estudo-do-desenvolvimento-e-da-educacao-da-cr-anormal# acesso em: 23/06/2014.
APÊNDICES
APENDICE “A”- Questionário aplicado a professores regentes Universidade de Brasília - UnB
Faculdade de Educação - FE Departamento de Pós-graduação Especialização em Gestão Escolar
Planejamento e Práticas de Gestão Escolar
PESQUISADORA: MARIA ZÉLIA C. DO LIVRAMENTO DATA: 20/03/2014
DADOS DO ENTREVISTADO TEMPO DE MAGISTÉRIO:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL:
Este questionário tem por objetivo coletar informações acerca dos seus conhecimentos a respeito do trabalho pedagógico diante de aluno com deficiência intelectual (DI). Os dados obtidos serão resguardados no mais absoluto sigilo e utilizados exclusivamente para os fins desta pesquisa acadêmica referente a disciplina Planejamento e Práticas em Gestão Escolar para conclusão do curso Especialização em Gestão Escolar pela Universidade de Brasília - UnB. Agradeço a contribuição dada a esta pesquisa, uma vez que a mesma virá aprofundar os meus conhecimentos.
Marque com x a(s) alternativa (a) correta(s):
1- De acordo com seus conhecimentos, que fatores são indicativos de deficiência intelectual?
a) ( ) Dificuldade de aprendizagem na leitura, na escrita, na interpretação, etc.
b) ( ) Dificuldade em memorizar.
c) ( ) Características físicas.
d) ( ) Imaturidade.
e) ( ) Outros. Quais?
2- Como você procede no seu fazer pedagógico quando recebe um aluno com deficiência intelectual?
a) ( ) Ministra os conteúdos de forma igualitária para todos os alunos e espera que o aluno DI te procure sempre para tirar dúvidas.
b) ( ) Ministra os conteúdos de forma igualitária para todos os alunos e procura certificar, junto ao aluno DI, se ele aprendeu, para prover ou não de metodologias que possibilitam a aprendizagem.
c) ( ) Busca ajuda da família para os deveres de casa.
d) ( ) Utiliza jogos pedagógicos e materiais concretos.
e) ( ) Outros. Quais?
3- Como você avalia a aprendizagem do aluno DI, qual ou quais instrumentos?
a) ( ) Com atividades comuns aos alunos sem deficiência intelectual da sua classe.
b) ( ) Com relatórios descritivos
c) ( ) Com portfólio de atividades e relatórios do aluno.
d) ( ) Com avaliação oral conforme a necessidade do aluno, previamente organizada na Adaptação Curricular validada por você, pelo responsável do estudante, pelo diretor, pelo profissional do Atendimento Educacional Especializado - AEE, pelo pedagogo, pelo orientador, etc.
e) ( ) Outros. Quais?
4- Você se considera preparado para trabalhar com o aluno DI, considerando a maneira como ele aprende e o tempo que ele precisa para aprender?
a) ( ) Sim b) ( ) Não c) ( ) Em parte
d) ( ) Outro. Explique.
5- Sabemos que a SEEDF através da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação oferece, dentre outros, cursos na área da educação inclusiva.
a) ( ) Você já fez algum curso para atuar com aluno DI.
b) ( ) Você nunca fez curso para atuar com aluno DI.
c) ( ) Outras alternativas? Quais?
APÊNDICE “B” Questionário aplicado a pedagogo Universidade de Brasília - UnB Faculdade de Educação - FE Departamento de Pós-graduação Especialização em Gestão Escolar
Planejamento e Práticas de Gestão Escolar
PESQUISADORA: MARIA ZÉLIA C. DO LIVRAMENTO DATA: 20/03/2014 DADOS DO ENTREVISTADO
TEMPO DE MAGISTÉRIO:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL:
TEMPO DE ATUAÇÃO NA FUNÇÃO:
Este questionário tem por objetivo coletar informações acerca dos seus conhecimentos a respeito do trabalho pedagógico diante de aluno com deficiência intelectual (DI). Os dados obtidos serão resguardados no mais absoluto sigilo e utilizados exclusivamente para os fins desta pesquisa acadêmica referente a disciplina Planejamento e Práticas em Gestão Escolar para conclusão do curso Especialização em Gestão Escolar pela Universidade de Brasília - UnB. Agradeço a contribuição dada a esta pesquisa, uma vez que a mesma virá aprofundar os meus conhecimentos.
1- Como acontece o diagnóstico de DI? Explique.
2- Quais encaminhamentos você faz para os professores e para a família após o diagnóstico de DI do aluno?
3- Quais materiais e/ou procedimentos didático-pedagógicos que você acredita que facilita o aprendizado do aluno DI, considerando as diferentes formas de aprender e um tempo extra, necessário para isso?
Marque com x a(s) alternativa (a) correta(s):
4- Como deve acontecer a avaliação da aprendizagem do aluno DI? Qual ou quais instrumentos?
a) ( ) Com atividades comuns a todos os alunos com e sem deficiência intelectual da sua classe.
b) ( ) Com portfólio de atividades e relatórios do aluno.
c) ( ) Com avaliação oral conforme a necessidade do aluno, previamente organizada na Adaptação Curricular validada por você, pelo responsável do estudante, pelo diretor, pelo profissional do Atendimento Educacional Especializado - AEE, pelo pedagogo, pelo orientador, etc.
d) ( ) Outro. Explique.
5- É comum entre os professores regentes que tem aluno com DI demonstrar insegurança no que se refere ao fazer pedagógico para com tais alunos. Sabemos também que a Secretaria de Educação do DF, através da Escola de
Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação – EAPE oferece, dentre outros, cursos voltados para a educação inclusiva.
a) ( ) Você acha que a EAPE não contempla a demanda de professores.
b) ( ) As ementas dos cursos não estão totalmente voltadas para a prática.
c) ( ) O professor está desmotivado.
d) ( ) Outro. Qual?
APÊNDICE “C” Questionário aplicado a professores do Atendimento Educacional Especializado – AEE
Universidade de Brasília - UnB Faculdade de Educação - FE Departamento de Pós-graduação Especialização em Gestão Escolar
Planejamento e Práticas de Gestão Escolar
PESQUISADORA: MARIA ZÉLIA C. DO LIVRAMENTO DATA: 20/03/2014
DADOS DO ENTREVISTADO TEMPO DE MAGISTÉRIO:
FORMAÇÃO PROFISSIONAL:
TEMPO DE ATUAÇÃO NO AEE:
Este questionário tem por objetivo coletar informações acerca dos seus conhecimentos a respeito do trabalho pedagógico diante de aluno com deficiência intelectual (DI). Os dados obtidos serão resguardados no mais absoluto sigilo e utilizados exclusivamente para os fins desta pesquisa acadêmica referente a disciplina Planejamento e Práticas em Gestão Escolar para conclusão do curso Especialização em Gestão Escolar pela Universidade de Brasília - UnB. Agradeço a contribuição dada a esta pesquisa, uma vez que a mesma virá aprofundar os meus conhecimentos.
1- Como acontece o ensino e a aprendizagem do aluno DI na sala de recursos, considerando que tal alunado apresenta dificuldade de memorização, convive com o preconceito que começa na família, passa pela sociedade e estende até a escola?
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
2- Na escola em que você atua, os professores regentes de alunos DI estão abertos para a troca de saberes e/ou informações sobre procedimentos, materiais, estratégias, etc. que visam possibilitar a aprendizagem destes alunos, visto que, o AEE, dentre outras atribuições, contribui para auxiliar ao professor regente nestas questões?
a) ( ) Sim.
b) ( ) Não c) ( ) Em parte.
d) ( ) Outro. Qual?
3- Como acontece a avaliação da aprendizagem do aluno DI no AEE o qual você é responsável?
a) ( ) Com de atividades específicas.
b) ( ) Com portfólio c) ( ) Outros. Quais?
4- Você acredita que os cursos voltados para educação inclusiva oferecidos pela Escola de
Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação – EAPE contribui e/ou são suficientes para subsidiar pedagogicamente aos educadores de alunos DI?
a) ( ) Sim b) ( ) Não c) ( ) Em parte
d) ( ) Outro. Explique.
5- Sabemos que a SEEDF através da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação oferece, dentre outros, o curso Atendimento Educacional Especializado que constitui como pré-requisito para atuar no AEE.
a) ( ) Você já fez tal curso?
b) ( ) Não cursou ainda?
c) ( ) Está cursando.
d) ( ) Outro.