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Aviso n.o1270/98 (2.asérie). — Concurso interno geral de acesso

para provimento na categoria de enfermeiro-chefe. — 1 — Nos termos

do disposto no Decreto-Lei n.o 437/91, de 8 de Novembro, faz-se

público que, por deliberação do conselho directivo do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo de 2 de Dezembro de 1997, se encontra aberto, pelo prazo de 30 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República, concurso interno geral de acesso para provimento de três vagas na categoria de enfermeiro-chefe no quadro de pessoal do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, aprovado pela Portaria n.o1056/93, de 21 de Outubro, para os estabelecimentos de idosos

a seguir indicados:

Mansão de Santa Maria de Marvila — uma vaga; Centro de Apoio Social de Lisboa — uma vaga; Recolhimentos da Capital — uma vaga.

2 — Prazo de validade — o prazo de validade termina com o preen- chimento das vagas postas a concurso.

3 — Local de trabalho — estabelecimentos de idosos situados na área geográfica do Serviço Sub-Regional de Lisboa indicados no n.o1.

4 — Legislação aplicável — o presente concurso rege-se pelas dis- posições do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

5 — Vencimento — o correspondente ao índice 150, escalão 1, pre- visto na tabelaIanexa ao Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

6 — Conteúdo funcional — ao enfermeiro-chefe compete, a nível de uma unidade de cuidados:

a) Integrar o órgão de gestão das unidades de cuidados, sempre

que este for colegial;

b) Promover e colaborar na definição ou actualização de normas

e critérios para a prestação de cuidados de enfermagem;

c) Determinar as necessidades em enfermeiros, tendo em vista

os cuidados de enfermagem a prestar, cabendo-lhe a respon- sabilidade de os distribuir e adequar às necessidades exis- tentes, nomeadamente através da elaboração de horários e planos de férias;

d) Propor o nível e tipo de qualificações exigidas ao pessoal

de enfermagem, em função dos cuidados de enfermagem a prestar;

e) Participar na elaboração do plano e do relatório globais da

unidade de cuidados, desenvolvendo, de forma articulada, o plano e o relatório anuais referentes às actividades de enfermagem;

f) Incrementar métodos de trabalho que favoreçam um melhor

nível de desempenho do pessoal de enfermagem e respon- sabilizar-se pela garantia da qualidade dos cuidados de enfer- magem prestados;

g) Planear e concretizar, com a equipa de enfermagem, acções

que visem a melhoria da qualidade dos cuidados de enfer- magem, procedendo à respectiva avaliação;

h) Determinar os recursos materiais necessários para prestar cui-

dados de enfermagem;

i) Participar nas comissões de escolha de material e equipa-

mento para prestação de cuidados na unidade;

j) Conhecer os custos dos recursos utilizados na prestação de

cuidados na unidade e encontrar mecanismos que garantam a sua utilização correcta e o controlo dos gastos efectuados;

l) Participar na determinação de custos/benefícios no âmbito

dos cuidados de enfermagem;

m) Favorecer boas relações interpessoais na equipa de enfer-

magem e outro pessoal;

n) Avaliar o pessoal de enfermagem da unidade de cuidados

e colaborar na avaliação de outro pessoal;

o) Promover a divulgação, na unidade de cuidados, da infor-

mação com interesse para o pessoal de enfermagem;

p) Criar condições para que sejam efectuados estudos e trabalhos

de investigação pelo pessoal de enfermagem da unidade de cuidados;

q) Realizar ou colaborar em trabalhos de investigação sobre a

gestão de serviços de enfermagem/cuidados de enfermagem;

r) Utilizar os resultados de estudos e trabalhos de investigação

na melhoria da gestão do serviço de enfermagem da unidade de cuidados;

s) Responsabilizar-se pela concretização, na unidade de cuida-

dos, das políticas ou directivas formativas emanadas pelo órgão de gestão do estabelecimento ou serviço;

t) Responsabilizar-se pela concretização dos compromissos assu-

midos pelo órgão de gestão do estabelecimento ou serviço com os estabelecimentos de ensino, relativamente à formação básica e pós-básica de enfermeiros;

u) Criar condições para a realização de actividades de formação

de outro pessoal na unidade de cuidados e colaborar nessa formação quando tal se justifique.

7 — Requisitos gerais de admissão a concurso — são requisitos gerais de admissão a concurso, nos termos do disposto no n.o3 do

artigo 27.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro:

a) Ter nacionalidade portuguesa, salvo nos casos exceptuados

por lei especial ou convenção internacional;

b) Ter cumprido os deveres militares ou de serviço cívico, quando

obrigatórios;

c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito

para o exercício das funções a que se candidata;

d) Encontrar-se física e psiquicamente apto para o desempenho

das funções e ter cumprido as leis de vacinação obrigatória. 8 — Requisitos especiais de admissão — nos termos do disposto no n.o3 do artigo 11.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro,

são requisitos especiais de admissão ser enfermeiro (nível 1) habilitado com seis anos na categoria, enfermeiro graduado ou enfermeiro espe- cialista, independentemente do tempo na categoria, desde que deten- tores de seis anos de exercício profissional, com avaliação de desem- penho de Satisfaz, e que possuam uma das seguintes habilitações:

a) Curso de estudos superiores especializados em Enfermagem

que habilite para a gestão dos serviços de enfermagem;

b) Curso de Administração de Serviços de Enfermagem ou a

secção de administração do curso de Enfermagem Com- plementar;

c) Um curso de especialização em Enfermagem estruturado nos

termos do n.o 1 do artigo 14.odo Decreto-Lei n.o 178/85,

de 23 de Maio;

d) Curso no âmbito da gestão que confira, só por si, pelo menos,

o grau académico de bacharel.

9 — Publicitação das listas de candidatos e de classificação final — as listas de candidatos admitidos e excluídos e de classificação final serão publicitadas nos termos do disposto nos artigos 33.o, n.o2,

e 38.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

10 — Métodos de selecção — de harmonia com o n.o6 do artigo 34.o

do Decreto-Lei n.o 437/91, de 8 de Novembro, os métodos de selecção

a utilizar são, obrigatoriamente, o da avaliação curricular e o da prova pública de discussão curricular, os quais terão carácter eliminatório (n.o3 do citado artigo), e cujos objectivos se encontram definidos

nas alíneas a) e b) do artigo 35.odo referido diploma:

«a) A avaliação curricular — avaliar a qualificação profissional dos candidatos, ponderando, de acordo com as exigências da função, a habilitação académica, a formação profissional, a experiência pro- fissional e outros elementos considerados relevantes;

b) A prova pública de discussão curricular — determinar a com-

petência profissional e ou científica dos candidatos, tendo como refe- rência o perfil de exigência profissionais, genéricas e específicas da função posta a concurso.»

10.1 — Na classificação final adoptar-se-á a escala de 0 a 20 valores, considerando-se excluídos os candidatos que obtenham classificação inferior a 9,5 valores (n.o4 do artigo 37.odo Decreto-Lei n.o437/91,

de 8 de Novembro).

10.2 — Em caso de igualdade de classificação nos concursos internos aplicar-se-á para desempate o estabelecido nos n.os6 e 9 do artigo 37.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

11 — Apresentação das candidaturas — as candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4, em conformidade com o Decreto-Lei n.o112/90, de 4 de Abril, dirigido

ao presidente do conselho directivo do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, dele devendo constar os seguintes elementos:

a) Identificação completa do requerente (nome, filiação, natu-

ralidade, data de nascimento, residência, número de telefone e número de bilhete de identidade e serviço que o emitiu);

b) Habilitações literárias; c) Formação complementar; d) Experiência profissional;

e) Categoria profissional e serviço a que o requerente pertence; f) Pedido para ser admitido a concurso fazendo referência ao

presente aviso, indicando o Diário da República onde vem publicado;

g) Indicação dos documentos que instruem o requerimento de

admissão a concurso;

h) Quaisquer outros elementos que os candidatos considerem

susceptíveis de influírem na apreciação do seu mérito ou de constituírem motivo de preferência legal, nos termos do artigo 35.o do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

11.1 — Os requerimentos de candidatura deverão ser acompanha- dos da seguinte documentação:

a) Três exemplares do curriculum vitae pormenorizado, datado

e assinado;

b) Declaração do serviço a que se encontra vinculado onde conste

a natureza do vínculo, a categoria que detém e o tempo de serviço efectivo na categoria, na carreira e na função pública;

c) Última avaliação de desempenho, nos termos do exigido no

n.o8 do presente aviso;

d) Certificado de habilitações literárias;

e) Documento comprovativo da posse do curso de Enfermagem

Geral ou equivalente legal e respectiva classificação final;

f) Documento comprovativo da posse de uma das habilitações

referidas nas alíneas a), b), c) ou d) do n.o3 do artigo 11.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro, conforme o

caso;

g) Outros elementos que os candidatos julguem relevantes.

11.2 — A apresentação dos documentos comprovativos das situa- ções previstas no n.o7 é dispensada nesta fase, desde que o candidato

declare no requerimento de admissão, em alíneas separadas e sob compromisso de honra, a situação precisa em que se encontra rela- tivamente a cada um dos requisitos, podendo, eventualmente, vir a ser exigida quando o júri o entenda, e sê-lo-á, obrigatoriamente, quando houver lugar ao provimento.

11.3 — Os candidatos do quadro do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo são dispensados da apresentação inicial dos documentos referidos nas alíneas c), d) e f) do n.o11.1

desde que estes constem do respectivo processo individual.

11.4 — Assiste ao júri a faculdade de exigir aos candidatos, em caso de dúvida, a apresentação de documentos comprovativos das suas declarações.

11.5 — As falsas declarações prestadas pelos candidatos nos reque- rimentos serão punidas nos termos da lei penal.

12 — Modo de envio — os requerimentos podem ser entregues durante o período normal de expediente, pessoalmente, na Secção de Expediente e Apoio do edifício da Alameda, com duplicado, que servirá de recibo, ou remetidos pelo correio, registado e com aviso de recepção, para o Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, Secção de Expediente e Apoio, Alameda de D. Afonso Henriques, 82, rés-do-chão, 1000 Lisboa.

13 — Composição do júri:

Presidente — Maria Arlete Mateus Menezes, enfermeira-super- visora.

Vogais efectivos:

Maria Regina Natália Jorge Rodrigues, enfermeira-super- visora.

Maria Ana Cavalinhos Pereira Paramos Merinos, enfer- meira-chefe.

Vogais suplentes:

Cremilde Ribeiro Melo Santos, enfermeira-chefe.

Maria Clara Menezes Montenegro Romeu Brito Guterres, enfermeira-chefe.

15 de Janeiro de 1998. — Pelo Conselho Directivo, J. G. Macedo

Fernandes.

Aviso n.o1271/98 (2.asérie). — Concurso interno geral de acesso

p a r a p r o v i m e n t o n a c a t e g o r i a d e e n f e r m e i r o e s p e c i a l i s t a (nível 2). — 1 — Nos termos do disposto no Decreto-Lei n.o437/91,

de 8 de Novembro, faz-se público que, por deliberação do conselho directivo do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo de 2 de Dezembro de 1997, se encontra aberto, pelo prazo de 30 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário

da República, concurso interno geral de acesso para provimento de

cinco vagas na categoria de enfermeiro especialista (nível 2), áreas de enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, de reabilitação e de saúde pública, no quadro de pessoal do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, aprovado pela Portaria n.o1056/93,

de 21 de Outubro, que serão distribuídos, de acordo com as neces- sidades, pelos estabelecimentos de idosos deste Centro Regional. 2 — Prazo de validade — o concurso é válido para o número de lugares vagos enunciados no n.o1 e dos que vierem a verificar-se

e for considerado necessário prover no prazo de dois anos a contar da publicação da lista de classificação final.

3 — Local de trabalho — estabelecimentos de idosos situados na área geográfica dos Serviços Sub-Regionais de Lisboa, Loures e Sintra deste Centro Regional.

4 — Legislação aplicável — o presente concurso rege-se pelas dis- posições do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

5 — Vencimento — o correspondente ao índice 135, escalão 1, pre- visto na tabelaIanexa ao Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

6 — Conteúdo funcional — ao enfermeiro especialista compete exe- cutar o conteúdo funcional inerente às categorias de enfermeiro (nível 1), bem como as funções descritas nas alíneas a) a j) do n.o3

do artigo 7.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

7 — Requisitos gerais de admissão a concurso — são requisitos gerais de admissão a concurso, nos termos do disposto no n.o3 do

artigo 27.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro:

a) Ter nacionalidade portuguesa, salvo nos casos exceptuados

por lei especial ou convenção internacional;

b) Ter cumprido os deveres militares ou de serviço cívico, quando

obrigatórios;

c) Não estar inibido do exercício de funções públicas ou interdito

para o exercício das funções a que se candidata;

d) Encontrar-se física e psiquicamente apto para o desempenho

das funções e ter cumprido as leis de vacinação obrigatória. 8 — Requisitos especiais de admissão — nos termos do disposto do n.o2 do artigo 11.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro,

são requisitos especiais de admissão:

a) Ser enfermeiro graduado (nível 1) habilitado com um dos

curso de especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiátrica, de Reabilitação ou de Saúde Pública, estru- turado nos termos do n.o1 do artigo 14.o do Decreto-Lei

n.o178/85, de 23 de Maio, ou com o curso de estudos supe-

riores especializados em Enfermagem que habilite para a pres- tação de cuidados de enfermagem numa das áreas de espe- cialização em enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, de reabilitação ou de saúde pública, independentemente do tempo na categoria, e avaliação de desempenho de Satisfaz; ou

b) Ser enfermeiro (nível 1) habilitado com um curso de estudos

superiores especializados em Enfermagem ou equivalente que habilite para a prestação de cuidados de enfermagem numa das áreas de especialização em enfermagem de saúde mental e psiquiátrica, de reabilitação ou de saúde pública, indepen- dentemente do tempo na categoria, e avaliação do desem- penho de Satisfaz; ou

c) Ser enfermeiro (nível 1) habilitado com um dos cursos de

especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiá- trica, de Reabilitação ou de Saúde Pública, estruturado nos termos do n.o 1 do artigo 14.odo Decreto-Lei n.o 178/85,

de 23 de Maio, com três anos de serviço na categoria e ava- liação de desempenho de Satisfaz.

9 — Publicitação das listas de candidatos e de classificação final — as listas de candidatos admitidos e excluídos e de classificação final serão publicitadas nos termos do disposto nos artigos 33.o, n.o2,

e 38.odo Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

10 — Métodos de selecção — de harmonia com o n.o5 do artigo 34.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro, o método de selecção

a utilizar é o de avaliação curricular, o qual tem carácter eliminatório e cujos objectivos se encontram definidos na alínea a) do artigo 35.o

do referido diploma:

«a) A avaliação curricular — avaliar a qualificação profissional dos candidatos, ponderando, de acordo com as exigências da função, a habilitação académica, a formação profissional, a experiência pro- fissional e outros elementos considerados relevantes.»

10.1 — Na classificação final adoptar-se-á a escala de 0 a 20 valores, considerando-se excluídos os candidatos que obtenham classificação inferior a 9,5 valores (n.o4 do artigo 37.odo Decreto-Lei n.o437/91,

de 8 de Novembro).

10.2 — Em caso de igualdade de classificação nos concurso internos, aplicar-se-á para desempate o estabelecido nos n.os6 e 9 do artigo 37.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

11 — Apresentação das candidaturas — as candidaturas devem ser formalizadas mediante requerimento em papel de formato A4, em conformidade como Decreto-Lei n.o112/90, de 4 de Abril, dirigido

ao presidente do conselho directivo do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, dele devendo constar os seguintes elementos:

a) Identificação completa do requerente (nome, filiação, natu-

ralidade, data de nascimento, residência, número de telefone e número de bilhete de identidade e serviço que o emitiu);

b) Habilitações literárias; c) Formação complementar; d) Experiência profissional;

e) Categoria profissional e serviço a que o requerente pertence; f) Pedido para ser admitido a concurso fazendo referência ao

presente aviso indicando o Diário da República onde vem publicado;

g) Indicação dos documentos que instruem o requerimento de

admissão a concurso;

h) Quaisquer outros elementos que os candidatos considerem

susceptíveis de influírem na apreciação do seu mérito ou de constituírem motivo de preferência legal, nos termos do artigo 35.o do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

11.1 — Os requerimentos de candidatura deverão ser acompanha- dos da seguinte documentação:

a) Três exemplares do curriculum vitae pormenorizado, datado

e assinado;

b) Declaração do serviço a que se encontra vinculado onde conste

a natureza do vínculo, a categoria que detém e o tempo de serviço efectivo na categoria, na carreira e na função pública;

c) Última avaliação de desempenho, nos termos do exigido no

n.o8 do presente aviso;

d) Certificado de habilitações literárias;

e) Documento comprovativo da posse do curso de Enfermagem

Geral ou equivalente legal e respectiva classificação final;

f) Documento comprovativo da posse de uma das habilitações

referidas nas alíneas a), b) ou c) do n.o2 do artigo 11.odo

Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro, conforme o caso;

g) Outros elementos que os candidatos julguem relevantes.

11.2 — A apresentação dos documentos comprovativos das situa- ções previstas no n.o7 é dispensada nesta fase, desde que o candidato

declare no requerimento de admissão, em alíneas separadas e sob compromisso de honra, a situação precisa em que se encontra rela- tivamente a cada um dos requisitos, podendo, eventualmente, vir a ser exigida quando o júri o entenda, e sê-lo-á, obrigatoriamente, quando houver lugar ao provimento.

11.3 — Os candidatos do quadro do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo são dispensados da apresentação inicial dos documentos referidos nas alíneas c), d) e f) do n.o11.1

desde que estes constem do respectivo processo individual.

11.4 — Assiste ao júri a faculdade de exigir aos candidatos, em caso de dúvida, a apresentação de documentos comprovativos das suas declarações.

11.5 — As falsas declarações prestadas pelos candidatos nos reque- rimentos serão punidas nos termos da lei penal.

12 — Modo de envio — os requerimentos podem ser entregues durante o período normal de expediente, pessoalmente, na Secção de Expediente e Apoio do edifício da Alameda, com duplicado, que servirá de recibo, ou remetidos pelo correio, registado e com aviso de recepção, para Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, Secção de Expediente e Apoio, Alameda de D. Afonso Henriques, 82, rés-do-chão, 1000 Lisboa.

13 — Composição do júri:

Presidente — Maria Arlete Mateus Menezes, enfermeira-super- visora.

Vogais efectivos:

Maria Regina Natália Jorge Rodrigues, enfermeira-super- visora.

Maria Ana Cavalinhos Pereira Paramos Merinos, enfer- meira-chefe.

Vogais suplentes:

Cremilde Ribeiro Melo Santos, enfermeira-chefe.

Maria Clara Menezes Montenegro Romeu Brito Guterres, enfermeira-chefe.

15 de Janeiro de 1998. — Pelo Conselho Directivo, J. G. Macedo

Fernandes.

Aviso n.o1272/98 (2.asérie). — Concurso interno geral de acesso

para provimento na categoria de enfermeiro graduado. — 1 — Nos ter-

mos do disposto no Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro, faz-se

público que, por deliberação do conselho directivo do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo de 2 de Dezembro de 1997, se encontra aberto, pelo prazo de 20 dias a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República, concurso interno geral para acesso à categoria de enfermeiro graduado para provimento de seis vagas existentes e das que vierem a ocorrer no

prazo de validade do concurso no quadro de pessoal do Centro Regio- nal de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo, aprovado pela Portaria n.o1056/93, de 21 de Outubro, que serão distribuídas, de

acordo com as necessidades, pelos serviços sub-regionais referidos no n.o3 do presente aviso.

2 — Prazo de validade — o prazo de validade do concurso é de dois anos, contados da data da publicação da respectiva lista de clas- sificação final (n.o1 do artigo 23.o do Decreto-Lei n.o437/91, de

8 de Novembro).

3 — Local de trabalho — área de intervenção do Centro Regional de Segurança Social de Lisboa e Vale do Tejo.

4 — Legislação aplicável — o presente concurso rege-se pelas dis- posições do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

5 — Vencimento — o correspondente ao índice 120, escalão 1, pre- visto na tabelaIanexa ao Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro.

6 — Conteúdo funcional — de acordo com o n.o 2 do artigo 7.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro, compete ao enfermeiro

graduado executar o conteúdo funcional correspondente ao da cate- goria de enfermeiro (nível 1), descrito no n.o1 do artigo 7.odo referido

diploma, e ainda funções de orientação e coordenação de equipas de enfermagem na prestação de cuidados.

7 — Requisitos gerais de admissão a concurso — são requisitos gerais de admissão a concurso, nos termos do disposto no artigo 27.o

do Decreto-Lei n.o437/91, de 8 de Novembro:

a) Ter nacionalidade portuguesa, salvo nos casos exceptuados

por lei especial ou convenção internacional;