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Como tratar FoliculiteComo tratar Foliculite

No documento Microagulhamento capilar (páginas 42-49)

Como tratar Foliculite

B +oliculite é a inama7.o ou in+ec7.o dos +olculos $ilosos, causada $or bactérias

B +oliculite é a inama7.o ou in+ec7.o dos +olculos $ilosos, causada $or bactérias

do ti$o esta8lococos Foliculite é o nome com$licado, $orém mais intelectual, que

do ti$o esta8lococos Foliculite é o nome com$licado, $orém mais intelectual, que

damos aos +amosos $elos encra*ados que teimam em atormentar e $re)udicar

damos aos +amosos $elos encra*ados que teimam em atormentar e $re)udicar

muita gente Ea *erdade os $;los encra*ados s.o chamados de

muita gente Ea *erdade os $;los encra*ados s.o chamados de pseudofoliculite pseudofoliculite,,

mas quando a$resentam inama7Aes V$ontinhos amarelos que con+undimos com

mas quando a$resentam inama7Aes V$ontinhos amarelos que con+undimos com

es$inhasW $assam a ser +oliculite

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 "ende a a$arecer nas !reas mais de$iladaende a a$arecer nas !reas mais de$iladas do cor$o, nos homens é mais comum nos do cor$o, nos homens é mais comum no

rosto, regi.o onde nasce a barba e nas mulheres é mais comum na *irilha Mas n.o

rosto, regi.o onde nasce a barba e nas mulheres é mais comum na *irilha Mas n.o

est! restrita s a esses lugares, $ode a$arecer na nuca, couro cabeludo, a/ilas,

est! restrita s a esses lugares, $ode a$arecer na nuca, couro cabeludo, a/ilas,

$ernas e demais $artes do cor$o Pessoas com $ele negra tem maior tend;ncia a

$ernas e demais $artes do cor$o Pessoas com $ele negra tem maior tend;ncia a

+oliculite $or terem $;los mais

+oliculite $or terem $;los mais encra*adosencra*ados

& $;lo encra*ado tem mais di8culdade a sair na su$er+cie, $or isso ele encra*a

& $;lo encra*ado tem mais di8culdade a sair na su$er+cie, $or isso ele encra*a

com +acilidade e ent.o, em uma a7.o das bactérias do ti$o

com +acilidade e ent.o, em uma a7.o das bactérias do ti$o estalococosestalococos , surge a , surge a

inama7.o chamada de +oliculite Peles mais es$essas também tem tend;ncia a

inama7.o chamada de +oliculite Peles mais es$essas também tem tend;ncia a

+oliculite, $ois di8cultam a sada do $elo a su$er+cie, causando o encra*amento e

+oliculite, $ois di8cultam a sada do $elo a su$er+cie, causando o encra*amento e

inama7.o

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Rou$as muito )ustas, tecidos sintéticos e tecidos que su+ocam os $oros $odem

Rou$as muito )ustas, tecidos sintéticos e tecidos que su+ocam os $oros $odem

contribuir $ara o a$arecimento de +oliculite, $or isso a +oliculite surge também em

contribuir $ara o a$arecimento de +oliculite, $or isso a +oliculite surge também em

crian7as Rou$as que s.o muito )ustas n.o dei/am a $ele res$irar, a umidade do

crian7as Rou$as que s.o muito )ustas n.o dei/am a $ele res$irar, a umidade do

suor, )unto com o aquecimento e atrito da rou$a com a $ele é o lugar $er+eito $ara

suor, )unto com o aquecimento e atrito da rou$a com a $ele é o lugar $er+eito $ara

o a$arecimento de bactérias

o a$arecimento de bactérias estalococosestalococos

&s sintomas mais comuns da +oliculite s.o a eru$7.o cut4nea, coceira e es$inhas

&s sintomas mais comuns da +oliculite s.o a eru$7.o cut4nea, coceira e es$inhas

ou $@stulas $erto de um +olculo ca$ilar no $esco7o, na *irilha ou na !rea genital Bs

es$inhas $odem +ormar uma crosta Podem $ro*ocar dor B +oliculite geralmente res$onde bem aos tratamentos, mas $ode *oltar e a in+ec7.o se es$alhar $ara outras !reas do cor$o, ent.o *oc; de*e se $re*enir $ara e*itar outros danos aos +olculos ca$ilares e in+ec7.o redua o atrito da rou$aY e*ite barbear a !rea, se $oss*el Vse +or necess!rio +aer a barba, utilie sem$re uma l4mina de barbear no*a e lim$a ou um barbeador elétricoWY mantenha a regi.o lim$aY e*ite rou$as e toalhas contaminadas

:rotocolo 7el Col para 3oliculite;

1=W B$licar uma $or7.o de Sabonete Clean Ahas 190ml  com as m.os ou com au/lio de uma es$on)a adequada, realiando mo*imentos circulares sobre a $ele, em seguida, retirar o $roduto com algod.o umedecido em !guaY

2=W "oni8car com Hidrafresh 300ml Vlo7.o adstringenteWY

3=W B$licar GlicoAmino Complex Peeling 30ml  em toda a regi.o dese)ada com au/lio de um $incel Dei/ar agir de 5 a 10 minutos, sem$re *eri8cando a toler4ncia da $ele e res$eitando a sensibilidade do cliente Retirar o $roduto com algod.o umedecido em !gua

Q=W B$licar algumas gotas de Bel Col 2 30ml  diretamente na $ele logo a$s a e/tra7.o dos comedAes Bguardar absor7.o e usar alta +requ;ncia

5=W Cobrir o rosto com um len7ol de gae e mesclar 2 $artes de $ da !scara BioPlastic "ermop#ri$cante 300g com 2 $artes do Gel de Col!geno 2%0g Bcrescentar !gua, soro 8siolgico ou lo7.o t?nica (omogeniar até obter uma conscist;ncia cremosa B$licar sobre a $ele coberta com gae com au/lio de uma es$!tula ou $incel Dei/ar agir $or 15 a 20 minutos e retirar com as $ontas dos dedos a m!scara )! seca

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AR*+,-. -R+,+NA+.

%icroagulhamentoF estudo eperimental e classifica!"o da

in&ria provocada

%icroneedling eperimental stud4 and classification of the resulting in&ur4

merson *asconcelos de Andrade Cima:, %ariana de Andrade Cima:, /aniela 6aGano:

Pós$doutorado pela Hniversidade Eederal de Pernambuco (HEP)I coordenador da +osmiatria e +irurgia /ermatológica da 9anta +asa de %isericórdia do Decife J Decife (P), Krasil.:, Preceptora da Pós$gradua!"o em dermatologia

da 9anta +asa de %isericórdia do Decife J Decife (P), Krasil.0, %édica dermatopatologista da 9anta +asa

de %isericórdia do Decife J Decife (P), Krasil.<

/ata de recebimentoF <1L1ML01:0 /ata de aprova!"oF 10L1L01:< 6rabalho realizado na 9anta +asa de %isericórdia do Decife J Decife(P), Krasil. 9uporte EinanceiroF 2enhum +onflito de ?nteressesF 2enhum

Correspond!ncia/

/r. merson *asconcelos de Andrade Cima Pra!a Professor Eleming, <; L :01:$ Na#ueira

;11;1$:1 J Decife J P $mailF emersondermaterra.com.br 

Resumo

+ntrodução/ Observa$se atualmente tend8ncia ' indica!"o de procedimentos pouco invasivos isolados ou combinados no tratamento de estrias, cicatrizes e envelhecimento. O microagulhamento é op!"o #ue estímula a produ!"o de

colágeno, sem provocar a desepiteliza!"o total observada nas técnicas ablativas. -%0etivo/ studo eperimental, para estabelecer a rela!"o do comprimento das agulhas dos cilindros utilizados para o microagulhamento, com a profundidade do dano. M1todo/ Eoram realizadas e biopsiadas áreas de microagulhamento, em pele de porco vivo, com cilindros contendo :M0 agulhas de 1,; a 0,;mm. Resultados/ O eame microscópico imediatamente após o procedimento revelou ectasia vascular com etravasamento de hemácias, acometendo a derme papilar com agulhas 1,;mm e estendendo$se ' derme reticular com as agulhas de maior comprimento. Os autores propõem classifica!"o da in&ria em leve (agulhas de 1,;mm), moderada (agulhas de um e :,;mm) e profunda (agulhas de dois a 0,;mm). Conclusão/ O microagulhamento pode ser  indicado para amplo espectro de altera!ões #uando o ob&etivo é o estímulo da produ!"o de colágeno. O estabelecimento de uma rela!"o entre o comprimento da agulha utilizada e o dano provocado na pele facilita a escolha do instrumento nas diferentes indica!ões.

#alavras2chave/ /92QO RPD?%26AC, +OCST2O, +?+A6D?UAVWO, PDO+/?%26O9 +?DXDT?+O9 A%KHCA6OD?A?9, DNH*29+?%26O

+N*R-D345-

 A proposta de tratamentos ablativos visando ao estímulo e remodelamento do colágeno é há muito tempo preconizada na /ermatologia. 9abidamente, a remo!"o da epiderme de forma mec-nica ou #uímica favorece a libera!"o de citocinas e migra!"o de células inflamatórias #ue culminam na substitui!"o do tecido danificado por um tecido cicatricial.: Os peelings #uímicos médios e

profundos, como eemplo de tratamentos ablativos, s"o bem difundidos entre os dermatologistas, pelo incontestável estímulo na produ!"o de colágeno, o #ue resulta na atenua!"o de rugas, melhoria da tetura, brilho e colora!"o da superfície cut-nea, corre!"o de cicatrizes deprimidas, além de aliviar o fotodano.0 m contrapartida, a recupera!"o desses procedimentos é longa e resulta em tecido sensível, su&eito ' hiperpigmenta!"o pós$inflamatória e fotossensiblidade, somado ao risco de complica!ões como forma!"o de cicatrizes hipertróficas, eritema persistente e discromias. Observa$se atualmente tend8ncia ' indica!"o de procedimentos menos invasivos isolados ou em associa!"o, ob&etivando$se redu!"o no risco de complica!ões e retorno mais precoce 's atividade laborais. O princípio do microagulhamento propõe um estímulo na produ!"o de colágeno, sem provocar a desepiteliza!"o total observada nas técnicas ablativas.

6undamentos do microagulhamento

Orentreich e Orentreith< foram os primeiros a relatar a utiliza!"o de agulhas com o ob&etivo de estimular a produ!"o de colágeno no tratamento de cicatrizes deprimidas e rugas, técnica difundida com o nome de subincis"o. 9eus estudos foram confirmados por outros autores, #ue se basearam no mesmo preceito de ruptura e remo!"o do colágeno subepidérmico danificado seguidas da substitui!"o por novas fibras de colágeno e elastina.B %ais recentemente tem sido proposta a utiliza!"o de um sistema de microagulhas aplicado ' pele com o ob&etivo de gerar  mltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com o sangramento, estímulo inflamatório #ue resultaria na produ!"o de colágeno.; A indu!"o percut-nea de colágeno (?P+), como foi denominada, inicia$ se com a perda da integridade da barreira cut-nea, tendo como alvo a dissocia!"o dos #ueratinócitos, #ue resulta na libera!"o de citocinas como a interleucina $:a, predominantemente, além da interleucina$ , interleucina$, 62E$a e T%$+9E, resultando em vasodilata!"o dérmica e migra!"o de #ueratinócitos para restaurar  o dano epidérmico.6r8s fases do processo de cicatriza!"o, seguindo o trauma

com as agulhas, podem ser bem delineadas, didaticamenteF na primeira, a de in&ria, ocorre libera!"o de pla#uetas e neutrófilos responsáveis pela libera!"o de fatores de crescimento com a!"o sobre os #ueratinócitos e os fibroblastos como os fatores de crescimento de transforma!"o a e Y (6TE$a e 6TE$Y), o fator de crescimento derivado das pla#uetas (P/TE), a proteína ??? ativadora do tecido con&untivo e o fator de crescimento do tecido con&untivo (Eigura :A).

2a segunda fase, a de cicatriza!"o, os neutrófilos s"o substituídos por monócitos, e ocorrem angiog8nese, epiteliza!"o e prolifera!"o de fibroblastos, seguidas da produ!"o de colágeno tipo ???, elastina, glicosaminoglicanos e proteoglicanos. Paralelamente, o fator de crescimento dos fibroblastos , o 6TE$ a e o 6TE$Y s"o secretados pelos monócitos. Aproimadamente cinco dias depois da in&ria a matriz de fibronectina está formada, possibilitando o depósito de colágeno logo abaio da camada basal da epiderme (Eigura :K).

2a terceira fase ou de matura!"o, o colágeno tipo ??? #ue é predominante na fase inicial do processo de cicatriza!"o e #ue vai sendo lentamente substituído pelo colágeno tipo ?, mais duradouro, persistindo por prazo #ue varia de cinco a sete anos.Z$M Para #ue toda essa cascata inflamatória se instale, o trauma provocado pela agulha deve atingir profundidade na pele de um a <mm, com preserva!"o da epiderme, #ue foi apenas perfurada e n"o removida.; +entenas de microlesões s"o criadas, resultando colunas de cole!"o de sangue na derme, acompanhadas de edema da área tratada e hemostasia praticamente imediata. A intensidade dessas rea!ões é proporcional ao comprimento da agulha utilizada no procedimento.

emplificando, a profundidade de :mm oferece hematoma #uase microscópico, en#uanto o resultante de uma de <mm é visível e pode persistir durante horas. Porém é necessário compreender #ue a agulha n"o penetra totalmente o processo de rolamento (Eigura 0).

stima$se #ue uma agulha de <mm de comprimento penetre apenas :,; a 0mm, ou se&a, aproimadamente ;1 a Z1@ de sua etens"o. Portanto, #uando o comprimento da agulha é de :mm o dano ficaria limitado ' derme superficial, e conse#uentemente a resposta inflamatória seria bem mais limitada do #ue a provocada por agulha de comprimento maior (Eigura <).

Características da t1cnica

O instrumento utilizado para a realiza!"o do microagulhamento é constituído por  um rolo de polietileno encravado por agulhas de a!o inoidável e estéreis, alinhadas simetricamente em fileiras perfazendo um total de :M1 unidades, em média, variando segundo o fabricante. O comprimento das agulhas se mantém ao longo de toda a estrutura do rolo e varia de 1,0;mm a 0,;mm de acordo com o modelo. +omumente a interven!"o sob anestesia local é bem tolerada com agulha #ue n"o ultrapasse :mm de comprimento. A partir desse tamanho recomenda$se blo#ueio anestésico complementado por anestesia infiltrativa. Ob&etivando o maior  conforto do paciente em situa!ões de prolongado tempo cirrgico e in&ria mais profunda recomenda$se anestesia local associada ' seda!"o. O microagulhamento é procedimento técnico$dependente, e a familiariza!"o com o aparelho usado e o domínio da técnica s"o fatores #ue influenciam diretamente o resultado final.:1 A press"o vertical eercida sobre o roller n"o deve ultrapassar  2, pois for!a superior poderá levar a danos em estruturas anat7micas mais profundas e mais dor #ue o esperado. Decomenda$se posicionar o aparelho entre os dedos indicador e polegar como se estivesse segurando um háshi  e controlar a

for!a eercida com o polegar. Os movimentos de vai e vem devem guiar$se por  padr"o uniforme de peté#uias em toda a área tratada. Para isso, entre dez e :;

passadas numa mesma dire!"o e pelo menos #uatro cruzamentos das áreas de rolagem parecem ser suficientes. 6eoricamente :; passadas permitem dano de 0;1$<11 punturasLcm0 (Eigura B).

O tempo de aparecimento do padr"o de peté#uias varia com a espessura da pele tratada e o comprimento da agulha escolhida. 9endo assim, a pele mais fina e froua, comumente fotoenvelhecida, apresentará padr"o uniforme de peté#uias mais precocemente do #ue a pele espessa e fibrosada, observada em pacientes com cicatrizes de acne, por eemplo. 9endo assim, a escolha do comprimento da agulha está na depend8ncia do tipo de pele a ser tratada e do ob&etivo final do procedimento. 2"o temos até o momento classifica!"o #ue relacione o comprimento da agulha dos aparelhos utilizados para microagulhamento com a profundidade do dano previsto com esse tratamento.

-789*+:-

2ossa proposta é estabelecer a rela!"o do comprimento da agulha utilizada com a profundidade do dano atingido utilizando nessa primeira etapa da nossa investiga!"o a pele de porco vivo, considerando$a modelo #ue se aproima da pele humana.

M;*-D-

Htilizamos na realiza!"o do eperimento aparelhos da marca /r.Doller[ (%oohan nterprise +O., T4eonggi$do, 9outh \orea), devidamente registrado na Anvisa (no 1M1111:) composto por :M0 agulhas de a!o inoidável dispostas em oito fileiras na etens"o do rolo de polietileno, esterilizado por raios Tama. A investiga!"o foi realizada em pele de porco vivo, o #ual foi submetido ' anestesia geral e mantido sob respira!"o assistida, no laboratório de +irurgia perimental da Hniversidade de 9"o Paulo sob aprova!"o do +omit8 de =tica.

 A regi"o lateral direita do dorso do animal foi dividida em faias em #ue o rolo de agulhas foi passado em movimentos de vai e vem durante dois ou tr8s minutos, utilizando$se rolos com agulhas de comprimentosF 1,;mm, :mm, :,;mm, 0mm e 0,;mm (Eigura ;). ?mediatamente após o procedimento uma amostra de cada área foi colhida utilizando$se bisturi e l-mina no ::, formalizada e encaminhada ao estudo histopatológico. As pe!as foram submetidas ao processamento histológico, sendo realizados microcortes de ;], #ue foram corados pela técnica de hematoilina e eosina, e avaliados ' microscopia óptica.

R9.3<*AD-.

O aspecto macroscópico da pele do porco após o tratamento (Eigura ;) &á sugere #ue o dano provocado pelo microagulhamento estabelece rela!"o de proporcionalidade com o comprimento da agulha utilizada. O eame microscópico nessa primeira fase (imediatamente após a in&ria) revelou predominantemente ectasia vascular com etravasamento de hemácias. 6al achado foi observado de forma superficial, acometendo a derme papilar na agulha de comprimento de 1,;mm (Eigura ), e estendeu$se ' derme reticular nas agulhas de maior  comprimento (Eigura Z). A #uantidade de hemorragia gerada foi também proporcional ao aumento do comprimento das agulhas. A epiderme encontrava$se aparentemente íntegra ' microscopia óptica, eceto pela presen!a do local da

passagem da agulha (Eigura ). 2enhuma das amostras apresentou les"o no tecido celular subcut-neo.

Classificação da intensidade da in0=ria provocada pelo microagulhamento  A partir dos resultados, os autores propõem classifica!"o da in&ria em leve,

moderada e profunda, relacionando$a ao comprimento da agulha e a sua capacidade de provocar o trauma plane&ado (>uadro :).

2a se#u8ncia, também propomos a rela!"o entre o tipo de in&ria e as indica!ões mais apropriadas descritas no #uadro 0.

D+.C3..5-

/essa forma consideramos, mediante nossa prática e avalia!"o da literatura disponível, #ue o microagulhamento pode ser utilizadoF

 A) +omo veiculador de ativos para re&uvenescimento como o retinol e a vitamina +. K) Para estímulo isolado no re&uvenescimento da face, melhorando a colora!"o, tetura e brilho da pele.

+) 2o tratamento da flacidez e atenua!"o de rugas, &á #ue favorece a produ!"o de colágeno proporcionando aumento de volume da área tratada ' custa desse estímulo.

/) 2a corre!"o de cicatrizes deprimidas distensíveis, onduladas e retráteis, bem como na melhoria de estrias recentes e antigas.

:antagens do microagulhamento

0 procedimento permite estímulo na produç#o de col+geno sem remover a

epiderme.

0 tempo de cicatri"aç#o  mais curto, e o risco de efeitos colaterais  redu"ido em

comparaç#o ao de tcnicas ablativas.

A pele se torna mais resistente e espessa, divergindo de tcnicas ablativas, em que o

tecido cicatricial resultante est+ mais su/eito ao fotodano.

3em sua indicaç#o ampliada a todos os tipos e cores de pele, bem como pode ser

utili"ada tambm em +reas de menor concentraç#o de glndulas seb+ceas.

Dai$o custo quando comparado ao de procedimentos que e$igem tecnologias com

alto investimento.

Desvantagens do microagulhamento

É procedimento tcnicoEdependente e e$ige treinamento.

$ige tempo de recuperaç#o caso se/a indicada in/!ria moderada a profunda.

$ige do mdico avaliaç#o criteriosa do paciente e proposta terap%utica compatível

com os resultados possíveis de ser alcançados, evitando falsas e$pectativas.

C-NC<3.5-

O microagulhamento é tratamento inovador e passível de ser utilizado para um amplo espectro de indica!ões #uando o ob&etivo é o estímulo da produ!"o de colágeno, funcionando como mais uma arma #ue compõe nosso arsenal terap8utico. 2osso ob&etivo com essa investiga!"o foi estabelecer rela!"o entre o comprimento da agulha utilizada no rolo e o dano provocado na pele, facilitando dessa maneira a escolha do instrumento nas diferentes indica!ões. O comportamento da pele humana #uando submetida ao microagulhamento é o ob&etivo da nossa próima investiga!"o, mas acreditamos #ue o modelo utilizado no presente estudo, a pele de porco vivo, nos oferece respostas a

#uestionamentos #ue até ent"o n"o haviam sido dadas em artigos científicos.  Acreditamos #ue nossos resultados ir"o contribuir com a boa utiliza!"o desse

instrumento #ue, #uando bem indicado, tem oferecido boa resposta terap8utica. +abe ao dermatologista realizar avalia!"o precisa da les"o a ser tratada e estar  tecnicamente preparado para conduzir o procedimento dentro dos preceitos recomendados.

No documento Microagulhamento capilar (páginas 42-49)

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