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3.5 COMPARAC¸ ˜AO DOS DADOS

Colhidos os dados da implementac¸ ˜ao da microrrede em bancada, realizada a modelagem, e feita a an ´alise computacional, foi feita a comparac¸ ˜ao dos conjuntos de dados, a fim de verificar qual ´e o erro existente entre os dois.

Alguns dados n ˜ao foram obtidos na implementac¸ ˜ao pr ´atica, como os dados das pot ˆencias reativas nas barras 1 e 2 e os ˆangulos das tens ˜oes nas tr ˆes barras, pois n ˜ao existiam os equipamentos necess ´arios para realizar as medidas, ou existiam em pequena quantidade, assim, ´e imposs´ıvel verificar qual ´e o erro entre esses dados e os obtidos atrav ´es da simulac¸ ˜ao.

Tabela 59: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 1

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,074 0,0728 1,62

VB3 0,6864 0,6673 2,78

FLUXO P13 0,073 0,07 4,11

FLUXO Q13 0,05 0,05 0,00

Fonte: Autoria pr ´opria.

Analisando os erros, ´e poss´ıvel ver que se encontram dentro da margem estabelecida, que era de 5%. Como nesse cen ´ario a configurac¸ ˜ao da rede ´e simples, era esperado que o erro fosse pequeno.

Na Tabela 60, foi realizada a comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 2.

Tabela 60: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 2

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,083 0,0841 1,33

VB3 0,8591 0,8272 3,71

FLUXO P13 0,077 0,0800 3,89

FLUXO Q13 0,067 0,0700 4,48

Fonte: Autoria pr ´opria.

Assim como no cen ´ario 1, o erro obtido est ´a dentro do especificado. A comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 3 foi feita na Tabela 61.

3.5 Comparac¸ ˜ao dos Dados 63

Tabela 61: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 3

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,120 0,1234 2,83

VB3 0,8045 0,7846 2,47

FLUXO P13 0,110 0,1200 9,09

FLUXO Q13 0,080 0,0900 12,50

Fonte: Autoria pr ´opria.

Nesse caso, o erro percentual entre os dados de fluxo de pot ˆencia ´e maior do que o estabelecido, entretanto, ao comparar os valores obtidos, vislumbra-se que est ˜ao bem pr ´oximos.

Na Tabela 62 est ˜ao os dados comparados do cen ´ario 4, assim como o erro obtido entre eles.

Tabela 62: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 4

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,196 0,1899 3,11

VB3 0,8636 0,8908 2,72

FLUXO P12 0,05 0,09 80,00

FLUXO P23 0,060 0,05 16,67

FLUXO P13 0,055 0,10 81,82

Fonte: Autoria pr ´opria.

Aqui, o erro observado entre os fluxos de pot ˆencia foi bem acima do es- perado. Isso ocorreu pois durante a operac¸ ˜ao do sistema, alguns watt´ımetros foram danificados, e assim, a leitura realizada nesse cen ´ario est ´a errada.

Para o cen ´ario de operac¸ ˜ao 5, os dados comparados est ˜ao na Tabela 63.

Tabela 63: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 5

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,105 0,1020 2,86

VB3 0,850 0,8178 3,80

3.5 Comparac¸ ˜ao dos Dados 64

Tabela 63: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 5 (continuac¸ ˜ao)

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

FLUXO Q13 0,100 0,11 10,00

Fonte: Autoria pr ´opria.

Nesse cen ´ario, novamente os erros dos fluxos de pot ˆencia est ˜ao acima do especificado, mas ao observar os valores, eles se encontram bem pr ´oximos.

Para o cen ´ario 6, foram comparados os dados na Tabela 64.

Tabela 64: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 6

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,150 0,1441 3,93

VB3 0,9091 0,8958 1,46

FLUXO P13 0,120 0,14 16,67

FLUXO Q13 0,200 0,17 15,00

Fonte: Autoria pr ´opria.

Nesse cen ´ario, os erros observados entre as pot ˆencia do gerador 1 e as tens ˜oes da barra 3 est ˜ao dentro do valor especificado, entretanto, para os fluxos de pot ˆencia, mesmo os valores obtidos nos dois conjuntos de dados sendo pr ´oximos, o erro foi maior que o esperado.

Na Tabela 65 est ˜ao os dados comparados do cen ´ario 7.

Tabela 65: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 7

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,165 0,1582 4,12

VB3 0,9045 0,9115 0,77

FLUXO P12 0,07 0,060 14,28

FLUXO P23 0,065 0,050 23,08

FLUXO P13 0,070 0,100 12,86

Fonte: Autoria pr ´opria.

3.5 Comparac¸ ˜ao dos Dados 65 acima do esperado.

Os dados comparados no cen ´ario 8 est ˜ao descritos a Tabela 66.

Tabela 66: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 8

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,120 0,1145 4,58

VB3 0,9318 0,8854 4,98

FLUXO P12 0,015 0,01 33,33

FLUXO P23 0,068 0,08 26,67

FLUXO P13 0,093 0,09 7,31

Fonte: Autoria pr ´opria.

O erro observado entre os fluxos de pot ˆencia das linhas de transmiss ˜ao est ˜ao acima do valor estipulado inicialmente, entretanto, os valores descritos est ˜ao bem pr ´oximos.

Na Tabela 67 est ˜ao os erros obtidos no cen ´ario 9.

Tabela 67: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 9

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

WG1 0,105 0,1061 1,05

VB3 0,9364 0,9048 3,37

FLUXO P12 0,008 0,01 25,00

FLUXO P23 0,085 0,09 5,88

FLUXO P13 0,080 0,10 25,00

Fonte: Autoria pr ´opria.

Aqui ´e poss´ıvel ver que mesmo o erro para os fluxos de pot ˆencia sendo maior que o esperado, os valor obtidos atrav ´es da simulac¸ ˜ao e da implementac¸ ˜ao pr ´atica est ˜ao pr ´oximos.

Na Tabela 68 est ˜ao os dados comparados para o ´ultimo cen ´ario.

Tabela 68: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 10

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

3.5 Comparac¸ ˜ao dos Dados 66

Tabela 68: Comparac¸ ˜ao dos dados do cen ´ario 10 (continuac¸ ˜ao)

Grandeza Implementac¸ ˜ao Simulac¸ ˜ao Erro (%)

VB3 0,9364 0,8911 4,84

FLUXO P12 0,025 -0,0145 42

FLUXO P23 0,194 0,23 18,56

FLUXO P13 0,126 0,23 82,54

Fonte: Autoria pr ´opria.

Em v ´arios casos o erro entre os fluxos de pot ˆencia ´e bem alto, chegando a quase 83% no cen ´ario 10. Esses altos erros s ˜ao observados nos casos onde a pot ˆencia ativa atinge um valor alto, o que deixa o sistema inst ´avel. Nessas situac¸ ˜oes, ´e atingido o limite de carregamento da rede. Dessa forma, a medic¸ ˜ao de valores exatos se torna dif´ıcil. Durante a operac¸ ˜ao do sistema, muitas vezes ocorreu o colapso de um dos geradores quando a pot ˆencia reativa atingia valores altos. Quando o sistema opera em uma condic¸ ˜ao onde s ˜ao observadas oscilac¸ ˜oes, a an ´alise pelo m ´etodo de Newton Raphson, que considera um sistema est ´atico, n ˜ao ´e mais suficiente, e assim se torna necess ´ario realizar a an ´alise utilizando um m ´etodo din ˆamico.

67 4 CONCLUS ˜AO

Ao analisar os dados obtidos na implementac¸ ˜ao e obtidos pelo m ´etodo de Newton Raphson, ´e poss´ıvel ver que o erro entre eles ´e pequeno, e que esse m ´etodo ´e confi ´avel para realizar a an ´alise do fluxo de pot ˆencia. Entretanto, ao trabalhar com dados obtidos na pr ´atica, deve-se sempre tomar o cuidado de verificar se os equipa- mentos de medic¸ ˜ao est ˜ao funcionando corretamente, antes e durante a operac¸ ˜ao da microrrede. Como os valores a serem mensurados est ˜ao, diversas vezes, acima dos suportados pelos equipamentos, estes podem ser danificados durante a operac¸ ˜ao, e a leitura de dados err ˆoneos pode prejudicar a posterior an ´alise dos dados. A correta alocac¸ ˜ao dos equipamentos tamb ´em pode contribuir para que o erro entre os dados pr ´aticos e simulados seja menor.

Comparando os m ´etodos de regulac¸ ˜ao de tens ˜ao, v ˆe-se que ao injetar pot ˆencia reativa `a rede fazendo o incremento da tens ˜ao de campo do gerador s´ıncrono, a compensac¸ ˜ao ´e mais satisfat ´oria e pode ser feita sempre que se observa a queda de tens ˜ao. J ´a ao utilizar o banco de capacitores, a regulac¸ ˜ao s ´o ´e poss´ıvel uma vez. Entretanto, ao incrementar at ´e valores elevados a pot ˆencia reativa do sistema, este se torna mais inst ´avel, e faltas ocorrem mais frequentemente, o que foi vislumbrado du- rante a operac¸ ˜ao do sistema. Assim, o interessante ´e sempre utilizar uma combinac¸ ˜ao dos dois m ´etodos, tomando o cuidado de nunca fornecer mais pot ˆencia reativa do que o sistema necessita, pois assim, a tens ˜ao vai se elevar acima do esperado e os gera- dores podem acelerar at ´e n´ıveis que podem danificar os equipamentos.

Ao implementar e operar uma microrrede, mesmo que de pequeno porte, ´e poss´ıvel vislumbrar todo o funcionamento do sistema, e como cada intervenc¸ ˜ao re- alizada pelo operador afeta toda a rede. Outro ponto extremamente importante ao realizar a implementac¸ ˜ao pr ´atica, ´e ver como os conceitos e teorias estudados du- rante a graduac¸ ˜ao, que muitas vezes s ˜ao vagos e abstratos, se aplicam `a situac¸ ˜oes reais. A microrrede implementada se comportou de acordo com o esperado em todos os cen ´arios estudados, entretanto, algumas vezes foram observadas faltas que foram causadas devido `a falta de conhecimento pr ´atico do operador. Na pr ´atica, situac¸ ˜oes inesperadas podem ocorrer, como um curto circuito ou a perda de sincronia dos gera- dores, e o operador deve estar preparado para realizar as conting ˆencias necess ´arias

4 Conclus ˜ao 68 para restabelecer o sistema, ou para deslig ´a-lo quando for necess ´ario.

Durante a operac¸ ˜ao da microrrede, foram observados diversos fen ˆomenos, como a instabilidade de tens ˜ao, onde as cargas oscilavam de acordo com as oscilac¸ ˜oes de tens ˜ao, a queda de tens ˜ao, que foi corrigida utilizando-se alguns m ´etodos j ´a descri- tos, a motorizac¸ ˜ao dos geradores, onde um dos geradores passa a consumir pot ˆencia do sistema ao inv ´es de fornecer e a sobrecarga dos geradores, que nesse momento aceleram de forma anormal e precisam ser desconectados. Alguns desses fen ˆomenos foram abordados de forma superficial neste trabalho, visto que as suas causas e efei- tos s ˜ao complexos e exigem um estudo mais aprofundado.

Uma das maiores dificuldades encontrada durante a operac¸ ˜ao foi o controle da microrrede, que nesse estudo foi feito de forma manual e com equipamentos de pouca precis ˜ao. Um controle autom ´atico tornaria a operac¸ ˜ao mais f ´acil e precisa, e o erro observado seria menor. Por outro lado, o controle manual ´e mais did ´atico, pois permite ao operador controlar cada componente da rede, e assim, criar os mais diversos cen ´arios pass´ıveis de estudo.

69 5 REFER ˆENCIAS BIBLIOGR ´AFICAS

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2013.

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71 AP ˆENDICE A - C ´ODIGO DESENVOLVIDO NO MATLAB

clc; clear all;

%Tipo 1- Carga 2- Tensão 3-Referência

%Barras num_barra Tipo Tensão Fase(graus) PGerada QGerada PCarga QCarga cap_paralelo

barra = [1 3 0.75 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 2 2 1.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 3 1 1.0 0.0 0.0 0.0 0.073 0.05 0.0];

%OrigemDestino Resistência Reatância Capacitância shunt % trechos = [ % 1 2 0.5362 0.4608 0.0 % 1 3 0.5274 0.4710 0.0 % 2 3 0.5329 0.4619 0.0 ]; trechos = [ 1 2 10^60 10^60 0.0 1 3 0.5274 0.4710 0.0 2 3 10^60 10^60 0.0 ];

% Determinação da dimensão das matrizes

[num_barras, colun1] = size(barra); [num_trechos , colun2] = size(trechos);

% Obtenção dos dados de barra

for k = 1:num_barras %Para resolver a letra c deve-se manualmente colocar a linha adicional

cod_barra(k) = barra(k,1); %Codificação da linha

tipo(k) = barra(k,2); %Indica tipo de barra: PQ, PV, ou Vteta

V(k) = barra(k,3); %Tensão na barra em pu

teta(k) = barra(k,4) * pi/180; %teta em radianos

Pesp_g(k) = barra(k,5); %Potência ativa especificada gerada

Qesp_g(k) = barra(k,6); %Potência reativa especificada gerada

Pesp_c(k) = barra(k,7); %Potência ativa especificada carga

Qesp_c(k) = barra(k,8); %Potência reativa especificada carga

Cap_paralelo(k) = barra(k,9); %Capacitor em paralelo com a barra

Pesp(k) = Pesp_g(k) - Pesp_c(k); %Potência ativa especificada (gerador - carga)

Qesp(k) = Qesp_g(k) - Qesp_c(k); %Potência reativa especificada (gerador - carga)

n_iteracoes(barra(k,1)) = k; %Número de iterações end

% Obtenção dos dados do trecho entre as barras for a = 1:num_trechos

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 72

barra_destino(a) = trechos(a,2); %Determina destino

r(a) = trechos(a,3); %Resitência

x(a) = trechos(a,4); %Reatância

bs(a) = trechos(a,5) / 2; %Montagem dos capacitores shunt no modelo pi

end

Y = zeros(num_barras,num_barras); %Cria um vetor de zeros para a admitancia com a dimensão do sistema

%Matriz de admitâncias for k = 1:num_barras

Y(k,k) = i*Cap_paralelo(k);

end

for a = 1:num_trechos %Montagem da matriz de admitâncias a partir dos dados fornecidos da linha e sistema

k = barra_origem(a); m = barra_destino(a); y(a) = 1/(r(a) + i*x(a));

Y(k,k) = Y(k,k) + y(a) + i*bs(a); Y(m,m) = Y(m,m) + y(a) + i*bs(a); Y(k,m) = Y(k,m) - y(a);

Y(m,k) = Y(m,k) - y(a);

end

G = real(Y); %Parte real de Y - matriz de condutâncias

B = imag(Y); %Parte imaginária de Y - matriz de susceptâncias

for k=1:3 for m=1:3

modY(k,m)=(sqrt(G(k,m)^2+B(k,m)^2)); %Cálculo do módulo de Y

end end for k=1:3 for m=1:3 if G(k,m)>0

faseY(k,m)=(atan(B(k,m)/G(k,m))); %Cálculo da fase de Y

else

faseY(k,m)=0; %Prevenção contra indeterminação no caso de divisão por zero

end

end end

v1p = ones(num_barras,1); %Cria uma matriz de uns com num_barras linhas e 1 coluna)

v1q = ones(num_barras,1); %Cria uma matriz de uns com num_barras linhas e 1 coluna)

v2p = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com num_barras linhas e 1 coluna)

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 73

v2q = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com num_barras linhas e 1 coluna)

v3p = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com num_barras linhas e 1 coluna)

v3q = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com num_barras linhas e 1 coluna)

deltaP = 10^-10; %Limite máximo para a condição

deltaQ = 10^-10; %Limite máximo para a condição

ite=0; %Inicializa a variável que será incrementada a cada iteração

max_ite=2; %Número máximo de iterações

while deltaP > 1e-2 || deltaQ > 1e-2 || ite<2

%Potências da carga calculada

for k=1:num_barras Pcalc_c(k) = G(k,k)*(V(k)^2); Qcalc_c(k) = -B(k,k)*(V(k)^2); end for a=1:num_trechos k = barra_origem(a); m = barra_destino(a);

g = real(y(a)); %condutância do trecho km

b = imag(y(a)); %susceptância do trecho km

%Cálculo das potências que fluem entre as barras

Pcalc_c(k) = Pcalc_c(k) + V(k)*V(m)*(-g*cos(teta(k) - teta(m))- b*sin(teta(k) - teta(m)));

Pcalc_c(m) = Pcalc_c(m) + V(k)*V(m)*(-g*cos(teta(k) - teta(m))+b*sin(teta(k) - teta(m)));

Qcalc_c(k) = Qcalc_c(k) + V(k)*V(m)*(-g*sin(teta(k) - teta(m))+b*cos(teta(k) - teta(m)));

Qcalc_c(m) = Qcalc_c(m) - V(k)*V(m)*(-g*sin(teta(k) - teta(m))- b*cos(teta(k) - teta(m)));

end

DELTA_P = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com o número de linhas do sistema e uma coluna

DELTA_Q = zeros(num_barras,1); %Cria uma matriz de zeros com o número de linhas do sistema e uma coluna

deltaP=0; %Coloca o a variável condicional igual a zero

deltaQ=0; %Coloca o a variável condicional igual a zero

contP=0; %Inicializa contador

contQ=0; %Inicializa contador

for k=1:num_barras Pprog(k)=(v1p(k)+v2p(k)*V(k)+v3p(k)*(V(k)^2))*Pesp(k); %dimensiona a matriz Qprog(k)=(v1q(k)+v2q(k)*V(k)+v3q(k)*(V(k)^2))*Qesp(k); %dimensiona a matriz

if tipo(k)~=3 %desconsidera a barra de oscilação

DELTA_P(k) = Pprog(k) - Pcalc_c(k);

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 74

deltaP=DELTA_P(k); contP=cod_barra(k); end

end

if tipo(k)<=1 %considera somente as barras de carga

DELTA_Q(k) = Qprog(k) - Qcalc_c(k);

if abs(DELTA_Q(k)) > deltaQ %Estabelece a tolerância

deltaQ=DELTA_Q(k); contQ=cod_barra(k); end end end

DELTA_PQ = [DELTA_P;DELTA_Q]; %Montagem da matriz de variações

if abs(deltaP)>1e-2 || abs(deltaQ)>1e-2 %Condição para cálculo da Jacobiana %Cálculo da Jacobiana %Jacobiana=| H | N | % | M | L |

H = zeros(num_barras,num_barras); %Cria as matrizes com suas dimensões

M = zeros(num_barras,num_barras); %Cria as matrizes com suas dimensões

N = zeros(num_barras,num_barras); %Cria as matrizes com suas dimensões

L = zeros(num_barras,num_barras); %Cria as matrizes com suas dimensões

%Cálculo das diagonais

for k=1:num_barras

H(k,k) = -Qcalc_c(k)-(V(k)^2)*B(k,k); if tipo(k)==3

H(k,k) = 10^15; %Válido para barra de oscilação (fase constante) end N(k,k) = (Pcalc_c(k)+(V(k)^2)*G(k,k))/V(k) - (v2p(k)+2*v3p(k)*V(k)*Pesp(k)); M(k,k) = Pcalc_c(k)-(V(k)^2)*G(k,k); L(k,k) = (Qcalc_c(k)-(V(k)^2)*B(k,k))/V(k) - (v2p(k)+2*v3p(k)*V(k)*Qesp(k));

if tipo(k)>=2 %Válido para barra de tensão e oscilação (fase constante) L(k,k)=10^15; end end for a=1:num_trechos k = barra_origem(a); m = barra_destino(a);

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 75

%Componentes de H (Derivada da potência ativa em relação aos ângulos) H(k,m) = H(k,m)+(V(k)^2)*(G(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))- B(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))); H(m,k) = H(m,k)+(V(k)*V(m)*(-G(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))- B(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))));

%Componentes de N (Derivada da potência ativa em relação às tensões) N(k,m) = N(k,m)+(V(k)*(G(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))+B(k,m)*sin(teta(k) - teta(m)))); N(m,k) = N(m,k)+(V(m)*(G(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))- B(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))));

%Componentes de M (Derivada da potência reativa em relação aos ângulos) M(k,m) = M(k,m)-V(k)*V(m)*(G(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))+B(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))); M(m,k) = M(m,k)-V(k)*V(m)*(G(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))- B(k,m)*sin(teta(k) - teta(m)));

%Componentes de L (Derivada da potência reativa em relação às tensões) L(k,m) = L(k,m)+V(k)*(G(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))- B(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))); L(m,k) = L(m,k)-V(m)*(G(k,m)*sin(teta(k) - teta(m))+B(k,m)*cos(teta(k) - teta(m))); end

Jacobiana = [ H N ; M L ]; %Estruturação da matriz Jacobiana

DELTA_V = inv(Jacobiana)*DELTA_PQ; %Cálculo da matriz de variação de V e teta

V = V + DELTA_V(num_barras+1:2*num_barras)'; %atualização das tensões

teta = teta + DELTA_V(1:num_barras)'; %atualização dos ângulos

ite = ite+1;

if ite>max_ite %Condição de limite de iterações (evitar loop infinito)

deltaP=0; deltaQ=0;

fprintf('Limite de iterações excedido'); end

end

end %fim while

%Resolução do segundo subsistema %Cálculo das potências

for k=1:num_barras

Pcalc_c(k) = G(k,k)*(V(k)^2); Qcalc_c(k) = -B(k,k)*(V(k)^2);

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 76 end for a=1:num_trechos k = barra_origem(a); m = barra_destino(a); g=real(y(a)); b=imag(y(a));

Pcalc_c(k) = Pcalc_c(k) + V(k)*V(m)*(-g*cos(teta(k) - teta(m))- b*sin(teta(k) - teta(m)));

Pcalc_c(m) = Pcalc_c(m) + V(k)*V(m)*(-g*cos(teta(k) - teta(m))+b*sin(teta(k) - teta(m)));

Qcalc_c(k) = Qcalc_c(k) + V(k)*V(m)*(-g*sin(teta(k) - teta(m))+b*cos(teta(k) - teta(m)));

Qcalc_c(m) = Qcalc_c(m) - V(k)*V(m)*(-g*sin(teta(k) - teta(m))- b*cos(teta(k) - teta(m))); end %Fluxo de potência for a=1:num_trechos k = barra_origem(a); m = barra_destino(a); g=real(y(a)); b=imag(y(a));

%Potência entre as barras

Pkm(a) = (V(k)^2)*g-V(k)*V(m)*(g*cos(teta(k) - teta(m))+b*sin(teta(k) - teta(m)));

Pmk(a) = (V(m)^2)*g-V(k)*V(m)*(g*cos(teta(k) - teta(m))- b*sin(teta(k) - teta(m)));

Qkm(a) = -(V(k)^2)*(b+bs(a))+V(k)*V(m)*(b*cos(teta(k) - teta(m))- g*sin(teta(k) - teta(m))); Qmk(a) = -(V(m)^2)*(b+bs(a))+V(k)*V(m)*(b*cos(teta(k) - teta(m))+g*sin(teta(k) - teta(m))); end % Resultados Obtidos

%Tensões, ângulos e potências

fprintf('\nNúmero de iterações\n'); ite

fprintf('\nTensões, ângulos e potências\n'); fprintf('\nResultados Obtidos\n');

fprintf('\nTensão nas barras (pu)\n'); V

Ap ˆendice A - c ´odigo desenvolvido no MatLab 77

fprintf('\nÂngulo teta em graus\n'); teta=teta*180/pi;

teta

fprintf('\nPotência ativa calculada (pu)\n'); Pcalc_c

fprintf('\nPotência reativa calculada (pu)\n'); Qcalc_c

%Fluxo de potência

fprintf('\nFluxo de Potência\n');

fprintf('\n De Para Pkm Qkm\n');

for a = 1:num_trechos

fprintf(' |%3d %6d %9.2f %8.2f

|\n',barra_origem(a),barra_destino(a),Pkm(a),Qkm(a))

78 AP ˆENDICE A - FOTOS DA IMPLEMENTAC¸ ˜AO PR ´ATICA DA MICORREDE

Figura 7: Conex ˜ao dos dispositivos de medic¸ ˜ao. Fonte: Autoria pr ´opria.

Figura 8: Conex ˜ao do gerador s´ıncrono com a m ´aquina cc. Fonte: Autoria pr ´opria.

Ap ˆendice A - Fotos da Implementac¸ ˜ao pr ´atica da micorrede 79

Figura 9: Conex ˜ao do gerador s´ıncrono com o motor de induc¸ ˜ao. Fonte: Autoria pr ´opria.

Figura 10: Equipamentos de medic¸ ˜ao da Barra 3. Fonte: Autoria pr ´opria.

Ap ˆendice A - Fotos da Implementac¸ ˜ao pr ´atica da micorrede 80

Figura 11: Microrrede completa implementada. Fonte: Autoria pr ´opria.

Ap ˆendice A - Fotos da Implementac¸ ˜ao pr ´atica da micorrede 81

Figura 12: Cargas conectadas na Microrrede. Fonte: Autoria pr ´opria.

Figura 13: Implementac¸ ˜ao das imped ˆancias das linhas de transmiss ˜ao. Fonte: Autoria pr ´opria.

Ap ˆendice A - Fotos da Implementac¸ ˜ao pr ´atica da micorrede 82

Figura 14: Instrumentos de medic¸ ˜ao e manobra. Fonte: Autoria pr ´opria.

Figura 15: Gerador s´ıncrono co. Fonte: Autoria pr ´opria.

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