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diferentes condic¸ ˜oes de irradi ˆancia e

temperatura

Conte ´udo

6.1 G=1000W/m2; Tc=50+273,15K . . . . 58 6.2 G=800W/m2; Tc=25+273,15K . . . . 65 6.3 G=600W/m2; Tc=25+273.15K . . . . 72 6.4 Conclus ˜oes . . . . 79

Como referido anteriormente, para concluir o escopo deste trabalho considera-se que o sistema fotovoltaico n ˜ao opera nas condic¸ ˜oes de refer ˆencia, ou seja, varia-se a irradi ˆancia incidente e a tem-peratura da c ´elula. O objetivo deste teste ´e verificar o efeito dessas variac¸ ˜oes nas grandezas el ´etricas da c ´elula, comparar o desempenho dos dois conversores desenvolvidos nos cap´ıtulos 3 e 4 nessas condic¸ ˜oes e analisar se as conclus ˜oes tiradas para as condic¸ ˜oes de refer ˆencia aqui se mant ˆem.

Com o objetivo de comparar o desempenho dos dois conversores sob diferentes condic¸ ˜oes de irradi ˆancia incidente e temperatura da c ´elula, na tabela 6.1 mostram-se, uma vez mais, os resultados obtidos nos cap´ıtulos 3 e 4, sob as condic¸ ˜oes de refer ˆencia:

Prede Rendimento, η Forward Tradicional Controlador n ˜ao Linear 232 W 93%

Forward Tradicional Controlador Linear 230 W 93%

Forward Modificado Controlador n ˜ao Linear 237 W 95%

Forward Modificado Controlador Linear 237 W 95%

Tabela 6.1: Comparac¸ ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, sob as condic¸ ˜oes de refer ˆencia, da pot ˆencia injetada

na rede e do rendimento para os dois conversores desenvolvidos

6.1 G=1000W/m

2

; T

c

=50+273,15K

O primeiro teste desenvolvido em condic¸ ˜oes que n ˜ao as de refer ˆencia, foi realizado variando ape-nas a temperatura, isto ´e, manteve-se a irradi ˆancia incidente de refer ˆencia G = Gr = 1000W/m2, e fez-se a temperatura da c ´elula igual a Tc= 50+273,15K.

6.1.1 Controlador n ˜ao Linear

Como nos cap´ıtulos anteriores comec¸ou-se a an ´alise pelas grandezas el ´etricas da entrada do conversor convencional. Uma vez que se aumentou a temperatura da c ´elula, a tens ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, vai diminuir significativamente, apresentando um valor m ´edio de 27,58V (diminuic¸ ˜ao de 11% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A corrente tamb ´em v ˆe o seu valor m ´edio reduzido, mas muito menos significativamente, fixando o seu valor em 8,0A (diminuic¸ ˜ao de 1% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A corrente de entrada do conversor CC-CC, presente na figura 6.3, tamb ´em v ˆe o seu valor m ´aximo reduzido para 18,5A, como expect ´avel.

Figura 6.1: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.2: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.3: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Para concluir a an ´alise das novas condic¸ ˜oes de simulac¸ ˜ao, para o conversor CC-CC tradicional, analisam-se as grandezas na sa´ıda. A tens ˜ao de sa´ıda continua com um valor m ´edio de 400V, uma vez que o controlador do inversor tem como tens ˜ao de refer ˆencia 400V. No entanto, a corrente de sa´ıda j ´a decresce ligeiramente, tendo o seu valor m ´edio reduzido para 0,51A (reduc¸ ˜ao de 12,1% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). Estas grandezas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.4: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.5: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

De seguida procede-se `a an ´alise das grandezas el ´etricas de entrada do conversor CC-CC su-gerido neste trabalho. Em relac¸ ˜ao ao conversor tradicional, a tens ˜ao aumentou 0,11% e a corrente diminuiu 0,11%, apresentando agora 27,61V e 7,98A, respetivamente, como valor m ´edio. A corrente de entrada do conversor CC-CC, permanece igual.

Figura 6.7: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.8: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

Ambas as grandezas el ´etricas da sa´ıda aumentaram ligeiramente, tendo a tens ˜ao e a corrente, respetivamente, valor m ´edio de 402,3V (aumento de 0,6%) e 0,52A (aumento de 1,96%). Estas grandezas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.10: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

6.1.2 Controlador Linear

Procede-se `a an ´alise das grandezas el ´etricas do conversor direto com o controlador linear, para comparar com os resultados obtidos em 3.5.2. A tens ˜ao de entrada e a corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico s ˜ao ondas cont´ınuas com valor m ´edio, respetivamente, de 27,68V (diminuic¸ ˜ao de 10,7% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia) e 7,96A (diminuic¸ ˜ao de 1,3% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A corrente de entrada do conversor CC-CC apresenta o mesmo andamento, no entanto como esperado v ˆe o seu valor m ´aximo diminu´ıdo.

Figura 6.11: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.13: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

As grandezas el ´etricas da sa´ıda para estas condic¸ ˜oes, tamb ´em apresentam um pequeno desvio em relac¸ ˜ao aos valores obtidos para o controlador n ˜ao linear. Desta forma, a tens ˜ao de sa´ıda apre-senta um valor m ´edio de 402V (desvio de 0,6%), enquanto que a corrente de sa´ıda apreapre-senta 0,51A (desvio de 0,1%). Ambas as ondas t ˆem o andamento esperado, isto ´e, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.14: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.15: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

De seguida procede-se `a an ´alise das grandezas el ´etricas do conversor direto sugerido neste trabalho, com o controlador linear, com o objetivo de comparar com os resultados supra expostos. As grandezas el ´etricas de entrada mant ˆem-se iguais.

Figura 6.16: Tens ˜ao de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.17: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador linear.

Figura 6.18: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Tal como no controlador n ˜ao linear, as grandezas el ´etricas da sa´ıda sofrem um aumento, sendo neste menos significativo. A tens ˜ao e a corrente de sa´ıda para o conversor CC-CC modificado apre-sentam um valor m ´edio de 402,5V (aumento de 0,12%) e 0,52A (aumento de 3%), respetivamente. Estas ondas continuam a apresentar o andamento esperado, uma vez que s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.19: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.20: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador linear.

6.2 G=800W/m

2

; T

c

=25+273,15K

O segundo teste desenvolvido neste cap´ıtulo foi realizado variando apenas a irradi ˆancia, isto ´e, fez-se a irradi ˆancia incidente igual a G = 800W/m2, e manteve-se a temperatura da c ´elula de re-fer ˆencia Tc= Tr

c = 25+273,15K.

6.2.1 Controlador n ˜ao Linear

Iniciou-se a an ´alise pelas grandezas el ´etricas da entrada do conversor convencional. Uma vez que se diminuiu a irradi ˆancia incidente, a tens ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, vai sofrer uma diminuic¸ ˜ao muito pouco significativa, apresentando um valor m ´edio de 30,28V (diminuic¸ ˜ao de 2,1% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A corrente tamb ´em v ˆe o seu valor m ´edio reduzido, mas de uma forma bem mais expressiva, ficando com o seu valor reduzido a 6,48A (diminuic¸ ˜ao de 19,9% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A corrente de entrada do conversor CC-CC, presente na figura 6.23, tamb ´em v ˆe o seu valor m ´aximo reduzido para 17A, como expect ´avel.

Figura 6.21: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.22: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.23: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Para concluir a an ´alise do conversor CC-CC tradicional, para estas condic¸ ˜oes de simulac¸ ˜ao, analisam-se as grandezas na sa´ıda. A tens ˜ao de sa´ıda continua com um valor m ´edio de 400V, uma vez que o controlador do inversor tem como tens ˜ao de refer ˆencia 400V. No entanto, a corrente de sa´ıda decresce abruptamente, tendo como valor m ´edio 0,45A (reduc¸ ˜ao de 22,4% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). Estas grandezas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensio-nado.

Figura 6.24: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.25: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Ap ´os o estudo do conversor convencional procede-se `a an ´alise das grandezas el ´etricas de en-trada do conversor CC-CC sugerido neste trabalho. Estas, em relac¸ ˜ao ao conversor tradicional, n ˜ao sofreram grandes alterac¸ ˜oes. A tens ˜ao aumentou 0,13% e a corrente diminuiu 0,08%, apresentando 30,32V e 6,47A, respetivamente, como valor m ´edio. A corrente de entrada do conversor CC-CC, permanece igual.

Figura 6.27: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.28: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

Novamente, quer a tens ˜ao quer a corrente de sa´ıda aumentaram ligeiramente, tendo como valor m ´edio 401,1V (aumento de 0,28%) e 0,47A (aumento de 3,3%), respetivamente. Estas grande-zas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.30: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

6.2.2 Controlador Linear

De seguida analisam-se as grandezas el ´etricas do conversor direto com o controlador linear. A tens ˜ao de entrada e a corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico s ˜ao ondas cont´ınuas com valor m ´edio de 30,37V (diminuic¸ ˜ao de 2% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia) e 6,46A (diminuic¸ ˜ao de 20% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia), respetivamente. A corrente de entrada do conversor CC-CC v ˆe o seu valor m ´aximo diminu´ıdo, mas apresenta o mesmo andamento.

Figura 6.31: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.33: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

Para estas condic¸ ˜oes, apenas a tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto, usando o controlador linear, difere ligeiramente do valor obtido para o controlador n ˜ao linear. Assim, a tens ˜ao de sa´ıda apresenta um valor m ´edio de 400,7V (desvio de 0,18%), enquanto que a corrente de sa´ıda apresenta 0,45A. Ambas as ondas t ˆem o andamento esperado, isto ´e, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.34: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.35: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

Para concluir, procede-se `a an ´alise das grandezas el ´etricas do conversor direto sugerido neste trabalho com o controlador linear, com o objetivo de comparar com os resultados atr ´as obtidos. As grandezas el ´etricas de entrada mant ˆem-se iguais `as do conversor convencional.

Figura 6.36: Tens ˜ao de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.37: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador linear.

Figura 6.38: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Uma vez mais, as grandezas el ´etricas da sa´ıda sofrem um aumento, apesar de pouco significativo. A tens ˜ao e a corrente de sa´ıda para o conversor CC-CC modificado apresentam um valor m ´edio de 401,1V (aumento de 0,1%) e 0,47A (aumento de 3,3%), respetivamente. Estes valores correspondem exatamente aos obtidos para o conversor CC-CC modificado com controlador n ˜ao linear.

Figura 6.39: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.40: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador linear.

6.3 G=600W/m

2

; T

c

=25+273.15K

Para concluir as simulac¸ ˜oes em condic¸ ˜oes que n ˜ao as de refer ˆencia, variou-se, uma vez mais, apenas a irradi ˆancia incidente, fazendo esta igual a G = 600W/m2e a temperatura da c ´elula de re-fer ˆencia Tc= Tr

c = 25+273,15K.

6.3.1 Controlador n ˜ao Linear

Comec¸ou-se a an ´alise pelas grandezas el ´etricas da entrada do conversor convencional. Como resultado da diminuic¸ ˜ao da irradi ˆancia incidente, a tens ˜ao e a corrente no ponto de m ´axima pot ˆencia v ˜ao decrescer. A tens ˜ao sofre apenas uma ligeira reduc¸ ˜ao, apresentando um valor m ´edio de 29,6V (diminuic¸ ˜ao de 4,3% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia), enquanto que a corrente diminui abruptamente, vendo o seu valor m ´edio ser reduzido a 4,84A (diminuic¸ ˜ao de 40,1% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). A figura 6.43 mostra a corrente de entrada do conversor CC-CC, que tem como valor m ´aximo 13A.

Figura 6.41: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.42: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.43: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Em relac¸ ˜ao `as grandezas de sa´ıda, a tens ˜ao de sa´ıda continua com um valor m ´edio de 400V, devido ao controlador do inversor, e a corrente decresce bastante, tendo o seu valor m ´edio reduzido para 0,33A (reduc¸ ˜ao de 44% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia). Estas grandezas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.44: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.45: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador n ˜ao linear.

Inicia-se agora o estudo do conversor CC-CC sugerido neste trabalho, para estas condic¸ ˜oes para comparar o seu desempenho com o conversor convencional. Em relac¸ ˜ao `as grandezas el ´etricas da entrada n ˜ao se apresentam alterac¸ ˜oes significativas.

Figura 6.47: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador n ˜ao linear.

Figura 6.48: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

Em relac¸ ˜ao `as grandezas el ´etricas da sa´ıda, apenas a corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico sofre alterac¸ ˜oes, aumentando o seu valor m ´edio para 0,34A (aumento de 4,6% em relac¸ ˜ao ao con-versor convencional). Estas grandezas continuam a apresentar o andamento esperado, ou seja, s ˜ao ondas cont´ınuas com um tremor m ´aximo inferior a 1% e 20%, respetivamente, como dimensionado.

Figura 6.50: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador n ˜ao linear.

6.3.2 Controlador Linear

Falta analisar o desempenho dos dois conversores para o controlador linear. Comec¸a-se pelo conversor convencional e pelas suas grandezas el ´etricas na entrada. A tens ˜ao de entrada e a cor-rente de sa´ıda do painel fotovoltaico s ˜ao ondas cont´ınuas com valor m ´edio de 29,67V (diminuic¸ ˜ao de 4,3% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia) e 4,84A (diminuic¸ ˜ao de 40,1% em relac¸ ˜ao `as condic¸ ˜oes de refer ˆencia), respetivamente. A corrente de entrada do conversor CC-CC v ˆe o seu valor m ´aximo diminu´ıdo, mas apresenta o mesmo andamento.

Figura 6.51: Tens ˜ao de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.53: Corrente de entrada do conversor direto convencional para o controlador linear.

As grandezas el ´etricas da sa´ıda para estas condic¸ ˜oes, s ˜ao praticamente iguais `as grandezas correspondentes do conversor que utiliza o controlador n ˜ao linear, isto ´e, a tens ˜ao e a corrente de sa´ıda apresentam um valor m ´edio de 400V e 0,33A.

Figura 6.54: Tens ˜ao de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

Figura 6.55: Corrente de sa´ıda do conversor direto convencional para o controlador linear.

Analisam-se as grandezas el ´etricas do conversor CC-CC sugerido neste trabalho, com o contro-lador linear, com o objetivo de comparar com os resultados anteriormente apresentados. Quer as grandezas el ´etricas de entrada, quer as grandezas el ´etricas de sa´ıda mant ˆem-se iguais em relac¸ ˜ao aos resultados obtidos com o controlador n ˜ao linear. Desta forma, a tens ˜ao e a corrente, no ponto de m ´axima pot ˆencia, apresentam um valor m ´edio de 29,67V e 4,84A, respetivamente, enquanto que a tens ˜ao e a corrente de sa´ıda t ˆem um valor m ´edio de 400V e 0,34A, respetivamente.

Figura 6.56: Tens ˜ao de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.57: Corrente de sa´ıda do painel fotovoltaico para o controlador linear.

Figura 6.58: Corrente de entrada do conversor direto modificado para o controlador linear.

Figura 6.60: Corrente de sa´ıda do conversor direto modificado para o controlador linear.

6.4 Conclus ˜oes

De seguida, apresentam-se para as diferentes condic¸ ˜oes aqui consideradas, tabelas com a pot ˆencia injetada na rede e o rendimento dos dois conversores desenvolvidos:

Prede Rendimento, η Forward Tradicional, Controlador n ˜ao Linear 204 W 93%

Forward Tradicional, Controlador Linear 203 W 93%

Forward Modificado, Controlador n ˜ao Linear 209 W 95%

Forward Modificado, Controlador Linear 209 W 95%

Tabela 6.2: Comparac¸ ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, sob G = Gr= 1000W/m2e Tc= 50+273,15K, da pot ˆencia injetada na rede e do rendimento para os dois conversores desenvolvidos

Prede Rendimento, η Forward Tradicional, Controlador n ˜ao Linear 180 W 93%

Forward Tradicional, Controlador Linear 180 W 93%

Forward Modificado, Controlador n ˜ao Linear 187 W 95%

Forward Modificado, Controlador Linear 187 W 95%

Tabela 6.3: Comparac¸ ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, sob G = 800W/m2e Tc= Tr

c = 25+273,15K, da pot ˆencia injetada na rede e do rendimento para os dois conversores desenvolvidos

Prede Rendimento, η Forward Tradicional, Controlador n ˜ao Linear 130 W 91%

Forward Tradicional, Controlador Linear 130 W 91%

Forward Modificado, Controlador n ˜ao Linear 136 W 95%

Forward Modificado, Controlador Linear 136 W 95%

Tabela 6.4: Comparac¸ ˜ao no ponto de m ´axima pot ˆencia, sob G = 600W/m2e Tc= Tr

c = 25+273,15K, da pot ˆencia injetada na rede e do rendimento para os dois conversores desenvolvidos

Como se observa, para todos os testes efetuados neste trabalho, o conversor CC-CC desen-volvido nesta dissertac¸ ˜ao apresenta um ganho energ ´etico relativamente significativo em relac¸ ˜ao ao conversor direto tradicional, sendo este ganho maior para condic¸ ˜oes com menor irradi ˆancia incidente. Desta forma, este trabalho cumpre os objetivos inicialmente delineados.

7

Conclus ˜oes

Conte ´udo

7.1 Conclus ˜oes . . . . 82 7.2 Trabalhos Futuros . . . . 82

7.1 Conclus ˜oes

Este trabalho focou-se na energia solar fotovoltaica tendo-se estudado dois conversores CC-CC: o direto convencional e o direto apresentado neste trabalho que cont ´em algumas modificac¸ ˜oes com o objetivo de melhorar o seu desempenho. Para garantir que o painel fotovoltaico opera no ponto de m ´axima pot ˆencia, foram desenvolvidos dois controladores: um controlador linear de corrente com controlo linear de tens ˜ao e um controlador n ˜ao linear de corrente com controlo linear de tens ˜ao. Por fim, concluiu-se que o conversor direto mostrado nesta dissertac¸ ˜ao tem um melhor rendimento que o tradicional, pelo que se concluiu que o modelo utilizado era adequado para o objetivo definido.

Para injetar a pot ˆencia na rede, dimensionou-se um inversor. Para cumprir os requisitos deste conversor CC-CA, foi necess ´ario desenvolver um controlador n ˜ao linear para a corrente de sa´ıda com controlo linear para a tens ˜ao de entrada. A corrente injetada na rede tem uma distorc¸ ˜ao harm ´onica total de 4,09 %, o que para aplicac¸ ˜oes de 250W se considera adequado.

Para as condic¸ ˜oes de refer ˆencia, o conversor CC-CC sugerido neste trabalho apresenta um au-mento de rendiau-mento de 2% em relac¸ ˜ao ao conversor direto convencional. Para determinar se o novo conversor continua a ser vantajoso em relac¸ ˜ao ao tradicional, para diferentes condic¸ ˜oes de ir-radi ˆancia incidente e temperatura da c ´elula, as duas topologias voltam a ser testadas em condic¸ ˜oes que n ˜ao as de refer ˆencia. O conversor direto desenvolvido ao longo deste trabalho tem sempre um rendimento superior, apresentando para Gr= 1000W/m2, Tc = 50 + 273, 15Ke G = 800W/m2, Tr

c = 25+273, 15Kum aumento de 2% e para G = 600W/m2, Tr

c = 25+273, 15Kum aumento de 4%.

Quanto aos dois controladores desenvolvidos para o conversor CC-CC, conclui-se que t ˆem um desempenho muito semelhante. O controlador n ˜ao linear apresenta um erro superior na tens ˜ao de entrada, enquanto que o controlador linear apresenta um erro superior na corrente de entrada. Para condic¸ ˜oes de refer ˆencia, estes valores s ˜ao, respetivamente, 0,26% e 0,15%.

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