TABELA DA TAXA DE LIXO
(Em UFMs)
Imóveis Edificados de Uso Exclusivamente Residencial
Faixas de áreas até 50m2 51 a 100m2 101 a 150m2 151 a 200m2 201 a 300m2 301 a 400m2 401 a 500m2 501 a 700m2 701 a 1000m2 1001 a 2000m2 2001 a 5000m2 mais de 5000m2 1ª D.F. 71,269 142,537 213,806 285,076 356,344 427,613 498,882 623,602 860,570 1.187,587 1.638,871 2.261,641 2ª D.F. 64,142 128,284 192,426 256,567 321,367 384,852 448,993 561,241 774,512 1.068,827 1.474,988 2.035,474 3ª D.F. 57,016 114,030 171,046 228,060 285,076 342,090 399,106 498,882 668,457 950,070 311,097 1.809,319
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LEI COMPLEMENTAR Nº 482
Altera as Leis Complementares nºs 07, de 1973, 48, de 1979, ... e a Lei nº 7.773, de 1996, revoga dispositivos das Leis Complementares nºs 07, de 1973, ... e 396, de 1996, e dá outras providências (concede incentivo para a manutenção da atividade agropecuária, preservação ambiental e histórico-cultural no Município; introduz correções no cadastro imobiliário do IPTU; entre outras disposições).
O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Ficam introduzidas as seguintes alterações na redação em vigor da Lei
Complementar nº 07, de 7 de dezembro de 1973, da Lei Complementar nº 48, de 28 de dezembro de 1979, da Lei Complementar nº 197, de 21 de março de 1989, e da Lei nº 7.773, de 21 de
março de 1996, como segue:
Incisos I ao XI consolidados nas respectivas leis complementares e leis ordinárias
Art. 2º - O benefício introduzido pelo inciso XVIII do art. 70 da Lei Complementar nº 7, de
7 de dezembro de 1973, e alterações, excepcionalmente, para o exercício de 2003, poderá ser requerido até 31 de julho de 2003.
Parágrafo único. A Secretaria Municipal da Fazenda poderá reconhecer de plano o
referido benefício no caso em que houver solicitação do contribuinte para enquadramento nas disposições do art. 1º da Lei Complementar nº 396, de 27 de dezembro de 1996, protocolizada até 31 de dezembro de 2002 e passível de deferimento.
Art. 3º - Será concedida remissão do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial
Urbana (IPTU) e da Taxa de Coleta de Lixo, para os exercícios de 2001 e 2002, aos imóveis tributados em decorrência dos arts. 26 e 27 da Lei Complementar nº 434, de 1º de dezembro de 1999 (Lei do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental), bem como para os imóveis enquadrados nos termos dos incisos XIX e XX do art. 70 da Lei Complementar nº 07, de 1973, e, para os anos de 1997 até 2002, aos imóveis enquadrados no § 4º do art. 5º da Lei Complementar nº 07, de 1973, inclusive àqueles utilizados para residência do proprietário ou de seus familiares.
Art. 4º - Para efeito de apuração e lançamento do IPTU, os imóveis integrantes das faces
de quarteirão listadas no Anexo I terão os mesmos preços unitários de metro quadrado de terreno de faces de quarteirão que apresentam características de localização semelhantes, ficando revisados os referidos preços conforme valores definidos igualmente no Anexo I desta Lei Complementar.
§ 1º - Para o cálculo do IPTU referente ao exercício de 2003, os preços unitários de metro quadrado de terreno, estabelecidos no Anexo I, serão corrigidos pela variação do Índice Geral de Preços de Mercado da Fundação Getúlio Vargas (IGP-M/FGV), considerando o período compreendido entre 1o de janeiro e 31 de dezembro de 2002.
§ 2º - Serão aplicados aos imóveis atingidos pelo disposto no “caput” deste artigo os mesmos critérios de correção e reajuste de área territorial previstos em regulamento vigente para apuração do valor venal e do lançamento do imposto empregados aos demais imóveis.
§ 3º - O imposto será lançado de forma gradual nos próximos 05 (cinco) exercícios fiscais, tomando como base o imposto lançado em 2002 reajustado na forma da Lei, acrescido da diferença entre este último valor e o decorrente da aplicação do disposto no “caput” deste artigo,
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sendo esta diferença multiplicada por 0,20 em 2003, por 0,40 em 2004, por 0,60 em 2005, por 0,80 em 2006 e integral em 2007.
Art. 5º410 Fica estendido aos proprietários de boxe comercial a exclusão da incidência de
Taxa de Lixo prevista para os proprietários de boxe residencial, devendo as referidas unidades ter matrícula individualizada.
Redação anterior: Art. 5º - VETADO.
Art. 6º - Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, especialmente o § 7º do art. 5º da Lei Complementar nº 7, de 1973, e alterações; a alínea “c” do inciso III e o § 6º do art. 16 da Lei Complementar nº 197, de 1989, tornando-se definitivas as reduções de alíquotas concedidas através do inciso III daquele artigo; e o art. 2º da Lei Complementar nº 396, de 27 de dezembro de 1996.
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, 26 de dezembro de 2002.
João Verle,
Prefeito.
Guilherme Barbosa,
Secretário Municipal de Obras e Viação.
Registre-se e publique-se.
Helena Bonumá,
Secretária do Governo Municipal.
DOPA 27.12.2002.
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DECRETO Nº 16.500, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2009.411
Regulamenta as Leis Complementares nos 7, de 7 de dezembro de 1973, no que diz respeito ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU); e 113, de 21 de dezembro de 1984, que institui a Taxa de Coleta de Lixo (TCL); e revoga os Decretos nos 5.815, de 30 de dezembro de 1976; e 14.265, de 11 de agosto de 2003.
O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no uso das atribuições que lhe confere o inc. II do art. 94 da Lei Orgânica do Município,
D E C R E T A :
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Este Decreto regulamenta a Lei Complementar nº 7, de 7 de dezembro de 1973,
na parte referente ao Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana e a Lei Complementar nº 113, de 21 de dezembro de 1984, que institui a Taxa de Coleta de Lixo.
Art. 2º Considera-se para efeitos deste regulamento:
I – IPTU: Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana; II – TCL: Taxa de Coleta de Lixo;
III – CF: Constituição Federal;
IV – CTN: Código Tributário Nacional (Lei Federal nº 5.172, de 25 de outubro de 1966); V – LOM: Lei Orgânica do Município;
VI – LCM: Lei Complementar Municipal;
VII – PDDUA: Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (Lei Complementar Municipal nº 434, de 1º de dezembro de 1999);
VIII – CGT: Célula de Gestão Tributária; IX – SMF: Secretaria Municipal da Fazenda; X – SPM: Secretaria do Planejamento Municipal; XI – SMAM: Secretaria Municipal do Meio Ambiente;
XII – SMIC: Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio; XIII – SMOV: Secretaria Municipal de Obras e Viação;
XIV – TART: Tribunal Administrativo de Recursos Tributários;
XV – Fisco: estrutura da SMF responsável pela orientação, fiscalização e arrecadação de tributos;
XVI – SELIC: taxa básica do Sistema Especial de Liquidação e Custódia do Banco Central do Brasil;
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XVII – UFM/UFMs: Unidade(s) Financeira(s) Municipal(is);
XVIII – carga geral: os lançamentos de IPTU e TCL realizados no início de cada exercício para todas as unidades imobiliárias tributáveis do cadastro imobiliário do Município, com base na situação cadastral de cada unidade em 31 de dezembro do exercício anterior; e
XIX – cargas complementares: os demais lançamentos de IPTU e/ou TCL, efetuados ao longo do exercício, resultantes de atualização cadastral, podendo abranger mais de um exercício.
TÍTULO II
DA OBRIGAÇÃO PRINCIPAL
CAPÍTULO I DA INCIDÊNCIA
Art. 3º O IPTU incide sobre a propriedade, a titularidade do domínio útil ou a posse a
qualquer título de imóvel localizado no perímetro urbano do Município de Porto Alegre.
Art. 4º A TCL incide sobre o imóvel localizado no Município de Porto Alegre e que seja
beneficiado, efetiva ou potencialmente, pelo serviço de coleta, remoção, transporte e destinação final de lixo.
Parágrafo único. Para efeitos de incidência e cobrança da TCL, considera-se beneficiado pelo serviço de coleta, remoção, transporte e destinação final de lixo, qualquer imóvel edificado ou não, inscrito no Cadastro Imobiliário do Município de modo individualizado, tais como, terreno ou lotes de terrenos, prédio ou edificação de qualquer tipo, que constitua unidade autônoma residencial, comercial, industrial, de prestação de serviço ou de qualquer natureza e destinação.
Art. 5º A incidência dos tributos independe do cumprimento de quaisquer outras
exigências legais, regulamentares ou administrativas, relativas ao imóvel, sem prejuízo das cominações cabíveis.
Art. 6º Para efeitos do IPTU, entende-se como zona urbana a definida em lei municipal,
observando o requisito mínimo da existência de melhoramentos indicados em pelo menos dois dos incisos seguintes, construídos e mantidos pelo Poder Público:
I – meio-fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; II – abastecimento de água;
III – sistema de esgotos sanitários;
IV – rede de iluminação pública, com ou sem posteamento para distribuição domiciliar; e V – escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de 3km (três quilômetros) do imóvel considerado.
CAPÍTULO II