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CAPÍTULO 2: BIOMASSA, PRODUÇÃO DE GRÃOS E

2 MATERIAL E MÉTODOS

3.4 Concentração e quantidade exportada de nutrientes nos

As concentrações de macronutrientes nos grãos de soja não variaram com as fontes e formas de aplicação de zinco (Tabela 10, APÊNDICE H), indicando que a adubação de base foi suficiente para o seu fornecimento. É também importante destacar que as quantidades de macronutrientes presentes em alguns tratamentos, certamente por serem baixas, não influenciaram os teores de macronutrientes nos grãos de soja.

Tabela 10 Concentrações de nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S) em grãos de soja (Glycine max L.) em diferentes alternativas de restituição de zinco (Sete Lagoas, MG)

Zinco aplicado N P K Ca Mg S Tratamento kg ha-1 ...g kg-1... TEST 0,00 70,5 a 6,0 a 17,0 a 2,4 a 2,3 a 3,2 a ZnSO4 3,00 71,8 a 6,3 a 17,5 a 2,4 a 2,3 a 3,3 a NPK + ZnSO4 5,25 71,3 a 6,0 a 17,3 a 2,3 a 2,3 a 3,3 a NPK + Zn 2,25 70,5 a 6,0 a 17,5 a 2,5 a 2,3 a 3,4 a NPK + Zn lan 2,25 72,3 a 6,1 a 17,2 a 2,2 a 2,3 a 3,3 a ZnO sem 0,04 69,8 a 6,0 a 17,3 a 2,3 a 2,2 a 3,3 a Broad Zn 0,11 71,8 a 6,1 a 17,0 a 2,5 a 2,2 a 3,2 a Broad Zn fol 0,27 69,0 a 6,4 a 17,8 a 2,3 a 2,4 a 3,4 a ZnSO4 fol 0,80 72,0 a 6,5 a 17,5 a 2,6 a 2,4 a 3,4 a Trad Zn 0,06 70,8 a 6,5 a 17,5 a 2,6 a 2,4 a 3,6 a Znitro 0,08 70,5 a 6,5 a 17,5 a 2,4 a 2,4 a 3,4 a Phyt Zn 0,40 70,3 a 6,4 a 18,0 a 2,3 a 2,5 a 3,4 a Phyt K 0,00 69,5 a 6,0 a 17,2 a 2,5 a 2,3 a 3,3 a Bioz 0,02 70,5 a 6,4 a 17,6 a 2,4 a 2,4 a 3,4 a Água 0,00 71,2 a 6,4 a 17,6 a 2,5 a 2,4 a 3,4 a Coquetel 2,81 69,5 a 6,3 a 17,6 a 2,5 a 2,4 a 3,5 a C.V.(%) 4,4 7,9 5,1 17,7 4,8 5,3

Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem estatisticamente entre si pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade

Na literatura existem relatos que apontam as interações antagônicas do zinco com o fósforo, potássio, cálcio e magnésio (ARAÚJO et al., 2003; MOREIRA et al., 2003; OLIVEIRA et al., 2003), fato que não foi observado nesse estudo. Nesse sentido, a aplicação de zinco em solos com teores adequados de macronutrientes parece não interferir nos teores dos mesmos nos grãos de soja. Assim, o efeito antagônico entre esses nutrientes pode ser observado em condições de desequilíbrio dos mesmos no solo.

Apenas as quantidades exportadas de cálcio através da colheita de grãos não variaram com a aplicação dos tratamentos nas plantas de soja (Tabela 11, APÊNDICE I). Como os teores de macronutrientes nos grãos de soja (Tabela

10) não variaram, as diferenças na exportação se devem às variações na produção de grãos de soja (Tabela 3).

Tabela 11 Conteúdo de nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg) e enxofre (S) exportado pelos grãos de soja (Glycine

max L.) em diferentes alternativas de restituição de zinco (Sete

Lagoas, MG) Zinco aplicado N P K Ca Mg S Tratamento kg ha-1 ...kg ha-1... TEST 0,00 152 b 13,0 b 36,8 b 5,3 a 5,0 b 7,0 b ZnSO4 3,00 175 a 15,8 a 42,8 b 6,0 a 5,8 b 7,8 b NPK + ZnSO4 5,25 192 a 16,0 a 46,8 a 6,0 a 6,0 a 8,5 a NPK + Zn 2,25 169 b 14,3 b 42,0 b 5,8 a 5,5 b 8,3 b NPK + Zn lan 2,25 177 a 15,0 b 42,0 b 5,5 a 5,8 b 8,0 b ZnO sem 0,04 149 b 12,5 b 36,8 b 5,0 a 4,8 b 7,0 b Broad Zn 0,11 160 b 13,8 b 38,3 b 5,5 a 4,8 b 7,3 b Broad Zn fol 0,27 185 a 17,3 a 48,0 a 6,3 a 6,3 a 9,3 a ZnSO4 fol 0,80 200 a 18,0 a 48,3 a 7,0 a 6,5 a 9,3 a Trad Zn 0,06 172 b 16,0 a 43,5 b 6,3 a 5,8 b 8,8 a Znitro 0,08 188 a 17,0 a 46,0 a 6,5 a 6,8 a 9,0 a Phyt Zn 0,40 157 b 14,3 b 40,0 b 5,0 a 5,5 b 7,5 b Phyt K 0,00 168 b 14,5 b 41,8 b 5,8 a 6,0 a 8,0 b Bioz 0,02 198 a 18,0 a 49,5 a 6,8 a 6,8 a 9,8 a Água 0,00 172 b 15,5 b 42,8 b 6,3 a 5,8 b 8,3 b Coquetel 2,81 143b 13,0 b 36,3 b 5,3 a 5,0 b 7,3 b C.V.(%) 10,9 13,1 11,4 21,0 11,7 12,6

Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem estatisticamente entre si pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade

O aumento de produtividade promove a retirada dos nutrientes do solo, e, nesse sentido, há necessidade de reposição dos nutrientes removidos da área de cultivo, a fim de evitar a redução das produtividades subsequentes e a degradação do solo. Entretanto, mesmo a partir da estimativa das quantidades exportadas, não se sabe ainda qual deve ser a variação nas doses a serem aplicadas em função dos tetos de produtividade das culturas (LOPES, 1999). A

observação da Tabela 11 permite concluir que em condições de campo, para o genótipo Valiosa, a sequência de exportação de macronutrientes foi: N > K > P > S > Ca= Mg, sequência essa, obtida também para a maioria das espécies (FAGERIA, 2001).

Os teores de micronutrientes encontrados nos grãos da soja não variaram com a aplicação das fontes de zinco em plantas de soja (Tabela 12, APÊNDICE J). Esse fato pode ter ocorrido em função de os teores de micronutrientes no solo já se encontrarem em níveis adequados, independentemente da aplicação dos tratamentos.

Tabela 12 Concentração de boro (B), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn) e zinco (Zn) em grãos de soja (Glycine max L.) em diferentes alternativas de restituição de zinco (Sete Lagoas, MG)

Tratamento Zinco aplicado B Cu Fe Mn Zn kg ha-1 ...mg kg-1... TEST 0,00 36,1 a 11,3 a 66,0 a 22,3 a 42,9 a ZnSO4 3,00 33,8 a 14,6 a 76,5 a 24,7 a 53,8 a NPK + ZnSO4 5,25 33,8 a 11,7 a 62,4 a 23,5 a 43,3 a NPK + Zn 2,25 31,9 a 12,5 a 70,5 a 26,0 a 47,8 a NPK + Zn lan 2,25 34,6 a 11,1 a 60,0 a 23,2 a 40,6 a ZnO sem 0,04 36,3 a 10,5 a 66,2 a 23,1 a 46,4 a Broad Zn 0,11 31,9 a 11,5 a 70,6 a 25,2 a 48,2 a Broad Zn fol 0,27 32,5 a 12,6 a 76,8 a 21,6 a 47,4 a ZnSO4 fol 0,80 34,4 a 12,7 a 72,9 a 24,1 a 40,6 a Trad Zn 0,06 35,0 a 12,9 a 70,6 a 22,8 a 43,7 a Znitro 0,08 35,7 a 14,4 a 65,2 a 23,7 a 51,4 a Phyt Zn 0,40 35,1 a 12,5 a 63,0 a 22,3 a 47,8 a Phyt K 0,00 34,2 a 11,5 a 70,6 a 23,3 a 40,1 a Bioz 0,02 34,5 a 13,4 a 70,3 a 23,2 a 48,2 a Água 0,00 33,7 a 12,3 a 67,9 a 23,6 a 42,5 a Coquetel 2,81 35,2 a 10,7 a 71,7 a 23,7 a 47,9 a C.V.(%) 8,1 13,7 9,4 7,6 14,6

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Mesmo com a ausência de diferenças nos teores dos micronutrientes nos grãos de soja (Tabela 12), observou-se um ligeiro incremento nos teores de zinco em alguns tratamentos em relação a TEST. Tais resultados podem indicar que as plantas de soja apresentam baixa mobilidade do micronutriente para os grãos, independente da quantidade aplicada. Isso pode estar associado aos teores altos encontrados nesse compartimento (SANTOS; ESTEFANEL, 1986; YAGI et al., 2006), os quais já estariam acima do nível crítico (MARSCHNER, 1995). Isto pode explicar que apesar da variação do zinco nas folhas, não houve variação nos teores nos grãos, o que sugere uma baixa mobilidade do zinco dos tecidos vegetais para os grãos de soja (TAIZ; ZEIGER, 2004).

Entretanto, são necessários estudos em longo prazo que possam ou não confirmar os resultados obtidos na primeira safra de soja. A avaliação continuada dos tratamentos possibilitará avaliar o efeito residual do zinco, principalmente na produção de grãos e na nutrição mineral da soja.

Nota-se que na Tabela 13 (APÊNDICE K), os valores são em g ha-1, quantidade que pode ser reposta por aplicações foliares ou via semente. As variações no conteúdo de micronutrientes acompanham as diferenças na produção de grãos (Tabela 3). Esta aplicação deve ser efetuada de forma criteriosa, pois foi observado pela EMBRAPA (2001) ausência de resposta da soja quanto à aplicação foliar de zinco na cultura da soja, podendo até reduzir a produtividade de grãos (FERNANDES et al., 2007).

Tabela 13 Conteúdo de boro (B), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn) e zinco (Zn) exportado em forma de grãos de soja (Glycine max L.) em diferentes alternativas de restituição de zinco (Sete Lagoas, MG) Tratamento Zinco aplicado B Cu Fe Mn Zn kg ha-1 ... g ha-1... TEST 0,00 78,8 b 24,3 b 143,3 b 48,3 b 93,5 b ZnSO4 3,00 83,0 b 35,8 a 187,8 a 60,3 a 132,8 a NPK + ZnSO4 5,25 91,5 a 31,5 a 169,8 b 63,3 a 117,3 a NPK + Zn 2,25 76,8 b 30,3 b 169,3 b 62,5 a 115,3 a NPK + Zn lan 2,25 85,0 b 27,3 b 147,3 b 57,0 b 100,3 b ZnO sem 0,04 78,0 b 22,5 b 141,3 b 49,3 b 100,3 b Broad Zn 0,11 71,8 b 25,5 b 158,3 b 56,3 b 107,5 b Broad Zn fol 0,27 87,3 b 33,8 a 206,3 a 58,0 b 127,5 a ZnSO4 fol 0,80 104,8 a 35,8 a 201,3 a 69,3 a 112,8 b Trad Zn 0,06 85,0 b 31,3 a 170,5 b 55,0 b 105,5 b Znitro 0,08 94,3 a 38,3 a 172,3 b 62,8 a 137,0 a Phyt Zn 0,40 79,0 b 28,3 b 141,3 b 50,0 b 108,8 b Phyt K 0,00 83,0 b 28,0 b 171,8 b 57,0 b 102,8 b Bioz 0,02 96,8 a 37,8 a 197,5 a 65,3 a 135,5 a Água 0,00 82,0 b 29,8 b 163,5 b 57,0 b 102,3 b Coquetel 2,81 72,8 b 22,0 b 149,0 b 49,0 b 98,8 b C.V.(%) 15,1 19,6 14,4 13,2 20,5

Médias seguidas pela mesma letra minúscula na coluna não diferem estatisticamente entre si pelo teste de Scott-Knott a 5% de probabilidade

No caso do zinco, os teores encontrados nos grãos de soja (Tabela 12) estavam acima do nível crítico (10 mg kg-1) estabelecido por Marschner (1995), o que indica uma baixa probabilidade de resposta da aplicação do micronutriente (BONNECARRÈRE et al., 2003). Mesmo assim, houve aumento na produção de grãos (Tabela 3) e consequentemente o aumento da exportação de micronutrientes. Mesmo em solos com teores de micronutrientes adequados é necessária a reposição do que foi removido a fim de não comprometer as safras sucessivas (GALRÃO, 2002; LOPES, 1999).

Apesar dos resultados encontrados nesse estudo, aqueles tratamentos que não apresentaram nesta etapa respostas à aplicação de zinco, podem

apresentar comportamento distinto em condições em que os teores de zinco estejam abaixo do nível crítico.

Uma vez que o trabalho terá continuidade na mesma área com culturas em sucessão, informações mais detalhadas certamente serão obtidas, inclusive considerando o efeito residual de alguns tratamentos de restituição de zinco e suas interações, permitindo que se avance no conhecimento da dinâmica do nutriente em áreas com alto nível tecnológico.

4 CONCLUSÕES

Mesmo com a disponibilidade inicial de zinco acima dos níveis críticos descritos na literatura, a soja apresentou resposta em produtividade aos tratamentos de restituição com o micronutriente.

As diferentes alternativas usadas para o fornecimento de zinco promoveram respostas distintas na produtividade da soja.

Em função de variações na composição dos tratamentos de restituição de zinco, os ganhos de produtividade podem estar relacionados a outros nutrientes presentes nas fontes de zinco.

A resposta em produtividade da soja não dependeu da quantidade aplicada de zinco, mas da estratégia de restituição do nutriente.

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YAGI, A. et al. Aplicação de zinco via sementes e seu efeito na germinação, nutrição e desenvolvimento inicial do sorgo. Pesquisa Agropecuária

APÊNDICE

APÊNDICE A Análise de variância da matéria seca da parte aérea de quatro plantas na época do florescimento (MSPA), matéria seca de 100 grãos (MCG), produção de grãos de soja (kg ha-1), matéria seca de hastes e vagens (MSHV) e matéria seca total (MST), submetidos a aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL MSPA MCG PG MSHV MST Tratamento 15 194** 2,91ns 331846** 28953ns 362536ns Resíduo 48 42 3,66 104663 476601 543586 Total 63 Média 70,80 17,31 3022,34 4839,69 7280,81 C.V.(%) 9,16 11,05 10,70 14,26 10,13 ns

e **: não significativo e significativo a 1% pelo teste F

APÊNDICE B Análise de variância da concentração de macronutrientes nas folhas de plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno em função da adubação com zinco (Sete Lagoas, MG) Quadrado médio Fontes de variação GL N P K Ca Mg S Tratamento 15 4,11ns 0,09ns 1,62ns 0,96ns 0,16ns 0,04ns Resíduo 48 5,81 0,09 1,65 0,81 0,19 0,03 Total 63 Média 41,20 3,01 15,59 12,70 4,23 2,66 C.V.(%) 5,85 9,76 8,24 7,11 10,26 6,54 ns

APÊNDICE C Análise de variância da concentração de micronutrientes nas folhas de plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno submetidos a aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL B Cu Fe Mn Zn Tratamento 15 11,12ns 0,70ns 277,15ns 42,36ns 844,93* Resíduo 48 33,00 0,80 206,81 47,67 34,89 Total 63 Média 45,36 8,29 90,78 48,35 36,95 C.V.(%) 12,66 10,82 15,84 14,28 15,99 ns

e *: não significativo e significativo a 5% pelo teste F

APÊNDICE D Análise de variância da concentração de macronutrientes em plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno em função da adubação com zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL N P K Ca Mg S Tratamento 15 4,23ns 0,06ns 7,01* 1,80ns 0,16ns 0,03ns Resíduo 48 3,03 0,11 2,79 2,47 0,25 0,04 Total 63 Média 27,50 2,40 15,42 13,80 4,37 2,17 C.V.(%) 6,33 13,55 10,83 11,41 11,34 8,86 ns

e *: não significativo e significativo a 5% pelo teste F

APÊNDICE E Análise de variância do conteúdo de macronutrientes em plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno em função da adubação com zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL N P K Ca Mg S Tratamento 15 0,17** 0,00ns 0,08** 0,04** 0,01* 0,00** Resíduo 48 0,05 0,00 0,02 0,01 0,00 0,00 Total 63 Média 1,95 0,17 1,09 0,97 0,31 0,15 C.V.(%) 11,75 20,36 12,21 12,27 15,52 13,40 ns

APÊNDICE F Análise de variância da concentração de micronutrientes em plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno submetidos a aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL B Cu Fe Mn Zn Tratamento 15 18,73ns 0,81ns 702,83ns 96,61ns 420,49** Resíduo 48 19,50 0,65 962,17 83,40 14,57 Total 63 Média 39,90 7,70 187,85 46,84 30,17 C.V.(%) 11,07 10,45 16,51 19,49 12,65 ns

e **: não significativo e significativo a 1% pelo teste F

APÊNDICE G Análise de variância do conteúdo de micronutrientes em plantas de soja (Glycine max L.) na época de florescimento pleno submetidos a aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL B Cu Fe Mn Zn Tratamento 15 0,45ns 0,01** 6,72ns 0,73ns 3,44** Resíduo 48 0,25 0,00 8,24 0,43 0,16 Total 63 Média 2,83 0,54 13,30 3,30 2,17 C.V.(%) 17,80 11,80 21,58 19,94 18,32 ns

e **: não significativo e significativo a 1% pelo teste F

APÊNDICE H Análise de variância da concentração de macronutrientes em grãos de soja (Glycine max L.) em função da adubação com zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL N P K Ca Mg S Tratamento 15 3,72ns 0,17ns 0,33ns 0,06ns 0,02ns 0,04ns Resíduo 48 9,75 0,24 0,79 0,18 0,01 0,03 Total 63 Média 70,29 6,23 17,45 2,41 2,33 3,35 C.V.(%) 4,42 7,88 5,09 17,68 4,77 5,27 ns

APÊNDICE I Análise de variância da quantidade de macronutrientes exportados pelos grãos de soja (Glycine max L.) em função da adubação com zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL N P K Ca Mg S Tratamento 15 1195** 12,3** 73,1** 1,47ns 1,65** 2,96** Resíduo 48 352,25 3,97 23,35 1,52 0,45 1,06 Total 63 Média 172,50 15,23 42,58 5,88 5,73 8,17 C.V.(%) 10,88 13,09 11,35 20,99 11,74 12,58 ns

e **: não significativo e significativo a 1% pelo teste F

APÊNDICE J Análise de variância da concentração de micronutrientes em grãos de soja (Glycine max L.) em função da aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL B Cu Fe Mn Zn Tratamento 15 9,62ns 5,74ns 91,32ns 4,91ns 58,77ns Resíduo 48 7,80 2,80 41,89 3,16 44,64 Total 63 Média 34,48 12,25 68,81 23,52 45,91 C.V.(%) 8,10 13,68 9,41 7,56 14,55 ns

: não significativo a 5% pelo teste F

APÊNDICE K Análise de variância da quantidade de micronutrientes exportados em forma de grãos de soja (Glycine max L.) em função da aplicação de diferentes fontes e formas de aplicação de zinco (Sete Lagoas, MG)

Quadrado médio Fontes de variação GL B Cu Fe Mn Zn Tratamento 15 317,03* 107,50** 1819,27** 143,73** 778,83* Resíduo 48 161,52 34,84 581,92 57,10 529,51 Total 63 Média 84,34 30,13 168,13 57,38 112,38 C.V.(%) 15,07 19,59 14,35 13,17 20,48 *

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