• Nenhum resultado encontrado

Estudos sobre estrutura de capital têm como objetivo compreender que determinantes explicam a estratégia de utilização das fontes de recurso de uma empresa (capital próprio e de terceiros). Kisgen (2006, 2009) propõe que o rating crédito, por ser uma proxy do risco de negócio dos ativos, identifica ao investidor todos os riscos inerentes àquela empresa. Este modelo, denominado CR-CS, é testado e comprova relações entre as categorias e graus de rating versus seu endividamento, crescimento e rentabilidade.

Com o objetivo de analisar as realizações de Kisgen (2006, 2009), Kemper e Rao (2013) porpõem a insersão de variáveis independentes que identifiquem o comportamento CR-CS das empresas norte-americanas. O objetivo deste trabalho é analisar a relação entre as categorias e graus de rating como uma fonte preditora de alterações na estrutura de capital das empresas brasileiras. A amostra final é composta por 74 companhias emissoras de debêntures - listadas em 31 de dezembro de 2016 – correspondendo a um painel desbalanceado de 685 observações. Os dados anuais são obtidos durante o período de dezembro de 2000 a dezembro de 2016, a partir das bases de dados Capital IQ e Bloomberg.

Em síntese, apesar da identificação de relações estatisticamente significativas, e de acordo com a teoria, entre NETDISS e AVD e Q, o mesmo não ocorre para a variável rating. Assim, conforme apresentado na Tabela 15, não há confirmação das hipóteses desse estudo, à semelhança dos resultados obtidos por Kemper e Rao (2013).

Tabela 15 – Síntese dos resultados

Hipóteses Comprovação desse estudo

Comprovação de Kemper e Rao (2013)

(H1) – Testa a sensibilidade das variáveis de

rating de crédito em relação à capacidade e à

vontade de a empresa acessar o mercado de capitais

Não comprovado Não comprovado

(H2) capacidade de captação, varia entre as diferentes categorias e graus de rating de crédito

Não comprovado Não comprovado (H3) sensibilidade das empresas que estão na

classificação de investimento e não investimento

Não comprovado Não comprovado (H4) Há mais alteração na estrutura de capital das

companhias com maiores oportunidades de crescimento

Conclui-se que o modelo CR – CS é aplicável às empresas que tenham acesso ao mercado de capitais de modo constante, mas não é tão relevante para empresas que precisam adequar seus custos marginais das dívidas. Conforme Kemper e Rao (2013), empresas e diretores financeiros não desconsideram as categorias e graus de ratings para sua política de estrutura de capital. Porém, pelos resultados esporádicos obtidos, não é conclusivo que as classificações creditícias são determinantes para a mensuração de uma estrutura de capital alvo da empresa.

Outro ponto a ressaltar é que existem mecanismos que a empresa pode utilizar para realinhar a sua estrutura de capital, como fusões, aquisições, spin-off de ativos, venda de ativos. Além disso, é possível reestruturar sua área operacional para melhorar ou manter sua classificação creditícia (categoria e grau de rating).

Além da característica do risco de negócio, que é intrínseco ao rating, o prazo é um fator determinante para sua qualificação. A avaliação da empresa pode ser mensurada por um rating de longo prazo - que estabelece relação com a capacidade de pagamento da companhia em um prazo superior a um ano - e de curto prazo, quando o prazo é inferior a um ano. No caso desse estudo, o rating analisado limita-se ao corporativo de longo prazo das companhias listadas na B3, cujas ações são negociadas em 2016.

Esse estudo limita-se a analisar o rating corporativo de longo prazo das empresas, não considerando os de curto prazo. Além disso, verifica-se sua relação com as variáveis de endividamento e necessidade de capital externo, sem examinar sua relação com os determinantes de estrutura de capital.

Para evolução desse estudo, sugere-se o uso de variáveis independentes operacionais (despesas administrativas, EV/EBITDA), visto que as empresas podem utilizar-se da demissão de funcionários para reduzir custos, financeiras (dívida líquida/EBITDA) ou outras métricas que estão mais próximas de identificar as estratégias propostas, averiguando a existência de relação com CR–CS.

Outra alternativa é utilizar o tempo das emissões da empresa, pois a mesma pode optar em utilizar-se de dívidas de longo prazo do que de curto prazo dependendo do comportamento

(mudança) de seu rating. Porm fim, a utilização das classificações de rating de outras agências é uma opção para a análise do comportamento CR-CS.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALTMAN, E. I., CAOUETTE, J. B., NARAYANAN, P. Managing credit risk: the next great

financial challenge. New York: John Wiley & Sons, 1998.

AMATO, J. D., FURFINE, C. H. Are credit ratings procyclical? Journal of Banking & Finance, v. 28, n. 11, p. 2641-2677, 2004.

BAKER, M., WURGLER, J. Market timing and capital structure. The Journal of Finance, v. 57, n. 1, p. 1-32, 2002.

BALTAGI, B. H. Econometric analysis of panel data. Berlin: Springer, 2013.

BASTOS, D. D., NAKAMURA, W. T., BASSO, L. F. C. Determinantes da estrutura de capital das companhias abertas na América Latina: um estudo empírico considerando fatores macroeconômicos e institucionais. Revista de Administração Mackenzie, v. 10, n. 6, p. 47- 77, 2009.

BERNARDO, H. P., IKEDA, R. H. O enigma dos dividendos e o risco sistemático. Revista Universo Contábil, v. 9, n. 1, p. 104-120, 2013.

BRIGHAM, E.F; EHRHARDT, M.S. Financial Management: Theory and Practice. 12 ed, Texas: Dryden Press, 2007.

BONE, R. B. Ratings soberanos e corporativos: O rompimento do teto soberano pela Petrobrás e REPSOL-YPF. 2004, 398 f. Tese (Doutorado em Economia) – Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004.

BONE, R. B., RIBEIRO, E. P. Conteúdo informacional dos ratings corporativos de empresas brasileiras, 1995-2007. In: Proceedings of the Brazilian Finance Meeting, 9., 2009, São Leopoldo. Anais.... São Leopoldo: SBFin, 2009.

BOOT, A. W. A., MILBOURN, T. T., SCHMEITS, A. Credit ratings as coordination mechanisms. Review of Financial Studies, v. 19, n. 1, p. 81-118, 2006.

BRADLEY, M., JARRELL, G. A., KIM, E. On the existence of an optimal capital structure: theory and evidence. The Journal of Finance, v. 39, n. 3, p. 857-878, 1984.

BRENNAN, M. J., SCHWARTZ, E. S. Optimal financial policy and firm valuation. The Journal of Finance, v. 39, n. 3, p. 593-607, 1984.

CALLEN, J. L. Estimating the cost of equity capital using tobin’s Q. The Engineer Economist. v. 33, n. 4, p. 349-358, 1988.

CAMERON, A. C., TRIVEDI, P. K. Microeconometrics using stata. Michigan: Stata press, 2009.

CANTOR, R., MANN, C. Analyzing the tradeoff between ratings accuracy and stability. The Journal of Fixed Income, v. 16, n. 4, p. 60-68, 2007.

CANTOR, R., PACKER, F. Differences of opinion and selection bias in the credit rating industry. Journal of Banking & Finance, v. 21, n. 10, p. 1395-1417, 1997.

CANTOR, R., PARKER, F. The credit rating industry. Quarterly Review, v. 19, n.2, p. 1-26, 1994.

CHIRINKO, R., SINGHA, A. R. Testing static tradeoff against pecking order models of capital structure: a critical comment. Journal of Financial Economics, v. 58, n. 3, p. 417-425, 2000. CHOU, T. Information content of credit ratings in pricing of future earnings. Review of Quantitative Finance and Accounting, v. 40, n. 2, p. 217-250, 2013.

CURSIO, J. D., BAEK, S. The influence of credit ratings on capital structure. 2016. Disponível em: <https://ssrn.com/abstract=2552922>. Acesso em: 10 abr. 2017.

DAMODARAN, A. Estimating risk parameters. World Bank. Working paper, 1999. Disponível em: < http://pages.stern.nyu.edu/~adamodar/pdfiles/papers/beta.pdf>. Acesso em 10 abr. 2016.

DAMODARAN, A. Finanças corporativas aplicadas: manual do usuário. Porto Alegre: Bookman, 2002.

DAMODARAN, A. Finanças corporativas: teoria e prática. Porto Alegre: Bookman, 2009. DEANGELO, H., MASULIS, R. W. Optimal capital structure under corporate and personal taxation. Journal of Financial Economics, v. 8, n. 1, p. 3-29, 1980.

DINARDO, J., JOHNSTON, J. Econometric methods. New York: McGraw-Hil, 1997. DUFF, A., EINIG, S. Credit rating quality: the perceptions of market participants and other interested parties. The British Accounting Review, v. 41, n. 3, p. 141-153, 2009.

DURAND, D. Costs of debt and equity funds for business: trends and problems of measurement. In: Conference on research in business finance. Cambridge: The National Bureau of Economic Research, 1952. p. 215-262, 1952. Disponível em: < http://www.nber.org/chapters/c4790.pdf >. Acesso em: 3 mar. 2016.

DURAND, D. The cost of capital, corporation finance, and the theory of investment: comment. The American Economic Review, v. 49, n. 4, p. 639-655, 1959.

FAMÁ, R., SILVA, E. S. Desempenho acionário e a estrutura de capital das companhias abertas brasileiras não financeiras. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE FINANÇAS, 10., 2005, São Paulo. Anais...São Paulo: SBFin, 2005. Disponível em: < http://bibliotecadigital.fgv.br/ocs/index.php/ebf/5EBF/paper/view/1406>. Acesso em: 03 mar. 2016.

FAMA, E. F., FRENCH, K. R. Testing trade-off and pecking order predictions about dividends and debt. Review of Financial Studies, v. 15, n. 1, p. 1-33, 2002.

FENSEN, M., MECHLIHG, W. Theory of the firm: managerial behavior, agency costs and capital structure. Journal of Financial Economics, v. 3, n. 4, p. 30-8, 1976.

FERRI, G., LIU, L. Do global credit rating agencies think globally? Journal of Banking and Finance, v. 25, n. 1, p. 115-148, 2002.

FLANNERY, M. J., RANGAN, K. P. Partial adjustment toward target capital structures. Journal of Financial Economics, v. 79, n. 3, p. 469-506, 2006.

FIGUEIREDO FILHO, Dalson et al. O que fazer e o que não fazer com a regressão: pressupostos e aplicações do modelo linear de mínimos quadrados ordinários (MQO). Revista Política Hoje, v. 20, n. 1, p. 44-99, 2011.

FICH RATINGS. Escala de rating de crédito. 2017. Disponível em: <https://www.fitchratings.com.br/pages/def_rtg_about?p=intro>. Acesso em: 13 ago. 2017. FRALETTI, P. B., EID JÚNIOR, W. A relevância do rating e de outros fatores na determinação do rendimento das debêntures emitidas no mercado brasileiro. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE FINANÇAS, 8., 2008. São Paulo. Anais... São Paulo: SBFin, 2008. Disponível em: <www.sbfin.org.br>. Acesso em: 10 fev. 2016.

GALAI, D., MASULIS, R. W. The option pricing model and the risk factor of stock. Journal of Financial Economics, v. 3, n. 1-2, p. 53-81, 1976.

GAUD, P., JANI E., HOESLI M., BENDER A. The capital structure of Swiss companies: an empirical analysis using dynamic panel data. European Financial Management, v. 11, n. 1, p. 51-69, 2005.

GRAHAM, J. R., HARVEY, C. R. The theory and practice of corporate finance: Evidence from the field. Journal of Financial Economics, v. 60, n. 2, p. 187-243, 2001.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas 2008.

GONÇALVES, M., HEIN, N., MICHELS, A. Determinantes da estrutura de capital das empresas do setor elétrico listadas na Bovespa. In: SIMPÓSIO DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO, LOGÍSTICA E OPERAÇÕES INTERNACIONAIS, 19., 2016, São Paulo.

Anais... São Paulo: FGV, 2016. Disponível em: <

http://www.simpoi.fgvsp.br/arquivo/2016/artigos/E2016_T00191_PCN53581.pdf>. Acesso em: 15 jun. 2016.

GORDON, M. J. Optimal investment and financing policy. The Journal of Finance, v. 18, n. 2, p. 264-272, 1963.

GREENE, W. H. Econometric analysis. New Jersey: Pearson Education India, 2003. GUJARATI, D. N., PORTER D. C. Econometria básica. São Paulo: Bookman, 2011.

HAIR, J., BABIN, B., MONEY, A. AND SAMOUEL, P. Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.

HAIR, B. J. B., ROLPH E. A., RONALD L. T., WILLIAM C. B. Análise multivariada de dados. Porto Alegre: Bookman, 2009.

HARRIS, M., RAVIV, A. The theory of capital structure. The Journal of Finance, v. 46, n. 1, p. 297-355, 1991.

HEIJ, C., FRANCES, P. H., KLOEK, T., BOER, T. Econometric methods with applications

in business and economics. Oxford: Oxford University Press, 2004.

HILL, R. C., GRIFFITHS, W. E., JUDGE, G. G. Econometria. São Paulo: Saraiva, 2003. JENSEN, M. C. Agency costs of free cash flow, corporate finance, and takeovers. The American Economic Review, v. 76, n. 2, p. 323-329, 1986.

JOHN, K., LYNCH, A. W., PURI, M. Credit ratings, collateral, and loan characteristics: Implications for yield. The Journal of Business, v. 76, n. 3, p. 371-409, 2003.

JOHNSON, R. A., WICHERN, D. W. Applied multuvariate statistical analysis. New Jersey: Person – Prentice Hall, 2002.

KAVESKI, I. D. S., HALL, R. J., DEGENHART, L., VOGT, M., HEIN, N. Determinantes da estrutura de capital das empresas brasileiras de capital aberto do agronegócio: um estudo a luz das teorias trade off e pecking order. Revista Economia & Gestão, v. 15, n. 41, p. 135-158, 2015.

KEMPER, K. J., RAO, R. P. Do credit ratings really affect capital structure? Financial Review, v. 48, n. 4, p. 573-595, 2013.

KENNEDY, P. A guide to econometrics. Cambridge: MIT press, 2003. v. 1.

KIM, E. H. A mean‐variance theory of optimal capital structure and corporate debt capacity. The Journal of Finance, v. 33, n. 1, p. 45-63, 1978.

KISGEN, D. J. Credit rating and capital structure. 2004. 122 f. Tese (Doutorado) – Universidade de Washington, Washington, 2004.

KISGEN, D. J. Credit ratings and capital structure. The Journal of Finance, v. 61, n. 3, p. 1035-1072, 2006.

KISGEN, D. J. The influence of credit ratings on corporate capital structure decisions. Journal of Applied Corporate Finance, v. 19, n. 3, p. 65-73, 2007.

KLOCK, M., THIES, C. F. A test of Stulz's overinvestment hypothesis. Financial Review, v. 30, n. 3, p. 387-398, 1995.

KRUEGER, J. S., LEWIS-BECK, M. S. Is ols dead? The Political Methodologist, v. 15, n. 2, p. 2-4, 2008.

LEARY, M. T., ROBERTS, M. R. Do firms rebalance their capital structures? The Journal of Finance, v. 60, n. 6, p. 2575-2619, 2005.

LELAND, H. E., PYLE, D. H. Informational asymmetries, financial structure, and financial intermediation. The Journal of Finance, v. 32, n. 2, p. 371-387, 1977.

LEWIS-BECK, M. S. Applied regression: an introduction. Beverly Hill: Sage Publications, 1980.

LI, Q., CHOW, Y. L., ONG, S. E. Do changes in credit ratings of REITS affect their capital structure decisions? Working Paper. Singapore, 2013. Diponível em: < http://www.ires.nus.edu.sg/workingpapers/IRES2013-012.pdf>. Acesso em: 16 mai. 2016. LI, J., SHIN, Y. S., MOORE, W. T. Reactions of Japanese markets to changes in credit ratings by global and local agencies. Journal of Banking & Finance, v. 30, n. 3, p. 1007-1021, 2006. LINTNER, J. The valuation of risk assets and the selection of risky investments in stock portfolios and capital budgets. The Review of Economics and Statistics, v, 47, n. 1, p. 13-37, 1965.

MACHADO, L. K. C., PRADO, J. W., VIEIRA, C. K., ANTONIALLI, L. M., SANTOS, A. C. A relevância da estrutura de capital no desempenho das firmas: uma análise multivariada das empresas brasileiras de capital aberto. Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade, v. 9, n. 4, p. 397-414, 2015.

MAGALHÃES, C. A. R. Determinantes da estrutura de capital das empresas cotadas no PSI-20. 2012. 44 f. Dissertação (Mestrado em Economia) – Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2012.

MALHOTRA, N. Pesquisa de marketing: foco na decisão. São Paulo: Pearson, 2010. MARTINS, D. R. S. C. The impact of credit ratings in the capital structure choice of firms. 2014. 25 f. Dissertação (Mestrado em Economia Monetária e Financeira) – Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade de Lisboa, Lisboa, 2014.

MATRAGRANO, D. D., BERNARDES, P., GONÇALVES, C. A. Governança corporativa e os determinantes da estrutura de capital em empresas brasileiras. Revista Economia & Gestão, v. 15, n. 41, p. 286-310, 2015.

MAY, A. D. The impact of bond rating changes on corporate bond prices: new evidence from the over the counter market. Journal of Banking & Finance, v. 34, n. 11, p. 2822-2836, 2010. MCCONNELL, J. J., SERVAES, H. Equity ownership and the two faces of debt. Journal of Financial Economics, v. 39, n. 1, p. 131-157, 1995.

MENDES, A. P. Teoria de agência aplicada à análise de relações entre os participantes dos processos de cooperação tecnológica universidade-empresa. 2001. 146 f. Tese (Doutorado em Administração) – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.

MILLON, M. H., THAKOR, A. V. Moral hazard and information sharing: a model of financial information gathering agencies. The Journal of Finance, v. 40, n. 5, p. 1403-1422, 1985. MINARDI, A. M. A. F., SANVICENTE, A. Z., ARTES, R. Determinação de rating de crédito de unidades de negócios visando estimar o custo de capital de terceiros. Working Paper. São Paulo: ENANPAD, 2006. Disponível em: < http://www.anpad.org.br/enanpad/2006/dwn/ enanpad2006-ficd-0266.pdf>; Acesso em 10 dez 2016.

MODIGLIANI, F., MILLER, M. H. The cost of capital, corporation finance and the theory of investment. The American Economic Review, v. 48, n. 3, p. 261-297, 1958.

MODIGLIANI, F., MILLER, M. H. The cost of capital, corporation finance, and the theory of investment: Reply. The American Economic Review, v. 49, n. 4, p. 655-669, 1959.

MODIGLIANI, F., MILLER, M. H. Corporate income taxes and the cost of capital: a correction. The American Economic Review, v. 53, n. 3, p. 433-443, 1963.

MOODY’S RATINGS. Metodologias. 2017. Disponível em:

<https://www.moodys.com/Pages/rr004_0.aspx?bd=042086&rd=042086%7C003006&ed=00 3&tb=0&po=0&sb=&sd=0&rdt=&rdtid=&lang=pt&cy=bra>. Acesso em: 13 ago. 2017. MOREIRA, M. M., PUGA, F. P. Como a indústria financia o seu crescimento – uma análise do Brasil pós-real. Revista de Economia Contemporânea, v. 5, n. especial, p. 35-67, 2001. MOSSIN, J. Equilibrium in a capital asset market. Econometrica: Journal of the econometric society, v. 34, n. 4, p. 768-783, 1966.

MYERS, S. C. Determinants of corporate borrowing. Journal of Financial Economics, v. 5, n. 2, p. 147-175, 1977.

MYERS, S. C. The capital structure puzzle. The Journal of Finance, v. 39, n. 3, p. 574-592, 1984.

MYERS, S. C., MAJLUF, N. S. Corporate financing and investment decisions when firms have information that investors do not have. Journal of Financial Economics, v. 13, n. 2, p. 187- 221, 1984.

MYERS, S. C. Capital structure. The Journal of Economic Perspectives, v. 15, n. 2, p. 81- 102, 2001.

NAKAMURA, W. T., MARTIN, D. M., FORTE, D., FILHO, A. F. C., COSTA, A. C. F., AMARAL, A. C. Determinantes de estrutura de capital no mercado brasileiro: análise de regressão com painel de dados no período 1999-2003. Revista Contabilidade & Finanças, v. 18, n. 44, p. 72-85, 2007.

NOSSA, V., KASSAI, S., KASSAI, J. R. A Teoria do agenciamento e a contabilidade. In: ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO, 24., 2000, Florianópolis. Anais... Florianópolis:

ANPAD, 2000. Disponível em:

<www.fucape.br/_.../Nossa%20Valcemiro%20%20%20%20%20,A%20teoria%20do%2>. Acesso em: 10 ago. 2016.

PATEL, S. A., SARKAR, A. Crises in developed and emerging stock markets. Financial Analysts Journal, v. 54, n. 6, p. 50-59, 1998.

PATTERSON, C. S. The cost of capital: theory and estimation. Westport: Greenwood Publishing Group, 1995.

RAJAN, R. G., ZINGALES, L. What do we know about capital structure? Some evidence from international data. The Journal of Finance, v. 50, n. 5, p. 1421-1460, 1995.

ROGERS, D., SILVA, W. M., NEDER, H. D., SILVA, P. R. Rating de crédito e estrutura de capital: evidências da América Latina. Revista Brasileira de Finanças, v. 11, n. 3, p. 311-341, 2013.

ROSS, S. A. The determination of financial structure: the incentive-signalling approach. The Bell Journal of Economics, v. 8, n. 1, p. 23-40, 1977.

ROSS, S. A, WESTERFIELD, R. W., JAFFE J. F. Administração financeira. São Paulo: Atlas, 2002.

SANT´ANA, C. F., SILVA, T. P. Fatores determinantes da estrutura de capital de empresas brasileiras de tecnologia. Journal of Information Systems and Technology Management, v. 12, n. 3, p. 687-708, 2015.

SERVAES, H., TUFANO, P. The theory and practice of corporate capital structure. Working

Paper. Global Survey of Corporate Financial Policies & Practices. Deutsche Bank, 2006.

Disponível em: < http://faculty.london.edu/hservaes/Corporate%20Capital%20Structure%20- %20Full%20Paper.pdf>. Acesso em: 10 mai. 2016.

SCHROEDER, R. G., CLARK, M. W., CATHEY, J. M. Financial accounting theory and

analysis. Danvers: John Wiley and Sons, 2010.

SHYAM-SUNDER, L., MYERS, S. C. Testing static tradeoff against pecking order models of capital structure. Journal of Financial Economics, v. 51, n. 2, p. 219-244, 1999.

SILVA, E. L., MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. Florianópolis: UFSC, 2005.

SILVA, J. P. Gestão e análise de risco de crédito. São Paulo: Atlas, 2000.

SHARPE, W. F. Capital asset prices: a theory of market equilibrium under conditions of risk. The Journal of Finance, n. 3, v. 19, p. 425-442, 1964.

SHARPE, W. F., ALEXANDER, G. J., BAILEY, S. C. Investiments. New Jersey: Prentice Hall, 1995.

SMART, S. B., GITMAN, L. J., MEGGINSON, W. L. Corporate finance. Ohio: Thomson South-Western, 2007.

STANDARD E POOR’S. Metodologia de rating corporativo. 2013. Disponível em:<http://www.standardandpoors.com/pt_LA/delegate/getPDF?articleId=1616968etype=CO MMENTSesubType=CRITERIA>. Acesso em: 10 abr. 2016.

STANDARD E POOR’S. Rating definitions and terminology. 2016. Disponível em: <https://www.standardandpoors.com/en_US/web/guest/article/-/view/sourceId/504352>. Acesso em: 10 abr. 2016.

TABACHNICK, B., FIDELL, L. Using multivariate analysis. Needham Heights: Allyn e Bacon, 2007.

TEIXEIRA, B. R., PRADO, M. F., SOUSA, K. C. R. Um estudo da teoria de Modigliani-Miller através do caso de empresas brasileiras: analisando a irrelevância da estrutura de capitais. FACEF Pesquisa-Desenvolvimento e Gestão, v. 14, n. 1, p. 67-79, 2011.

TITMAN, S., TSYPLAKOV, S. A dynamic model of optimal capital structure. Review of Finance, v. 11, n. 3, p. 401-451, 2007.

TITMAN, S., WESSELS, R. The determinants of capital structure choice. The Journal of Finance, v. 43, n. 1, p. 1-19, 1988.

VISHWANATH, S. R. Corporate finance: theory and practice. New Delhi: Response Books, 2007.

WHITE, G. I., SONDHI, A. C., FRIED, D. The analysis and use of financial statements. New York: John Wiley and Sons, 1994.

WOOLDRIDGE, J. M. Introductory econometrics. Ohio: Thomson South-Western, 2003. WOOLDRIDGE, J. M. Introductory econometrics: a modern approach. Canada: South- Western Cengage Learning, 2009.

ZHOU, C. Credit rating and corporate defaults. The Journal of Fixed Income, v. 11, n. 3, p. 30-40, 2001.

Documentos relacionados