• Nenhum resultado encontrado

CONCLUSÃO

No documento Rossano Cossul Gomes.pdf (páginas 90-166)

O presente trabalho caracterizou o perfil epidemiológico e sócio-demográfico dos usuários do NPTF e tais achados ratificam a maioria dos trabalhos desenvolvidos até o momento.108,109,110 Predominaram neste estudo pacientes idosos, da raça branca, católicos, em sua maioria homens, que tiveram, ao longo de sua vida, profissões braçais, atualmente encontrando-se aposentados, com baixo grau de escolaridade, com baixo nível econômico, predominando renda mensal entre 1 e 3 salários mínimos, em sua maioria provenientes e naturais do estado de São Paulo, com comorbidades comuns ao nível etário predominando HAS E DM, a maioria não tabagistas e não elitistas. A maioria dos pacientes apresentou lesões e estas prevaleceram nos membros inferiores com uma média de tempo longo desde o aparecimento das mesmas caracterizando um estado de cronicidade destas feridas, sendo que grande parte deles já foi submetido a procedimentos cirúrgicos para sua cura ou melhora, dentre estes o principal foi o desbridamento.

Acerca da doença, a descoberta através da manifestação de sinais remete ao diagnóstico tardio da mesma, o que prejudica em muito a evolução e o tratamento e é considerado um dos fatores de risco para o aparecimento de lesões e, ainda, pode ser uma das causa prováveis do atual estado de saúde dos pacientes do estudo.

Abordados quanto ás informações recebidas ao longo da vida sobre a hanseniase, envolvendo não apenas a doença mas também temas como prevenção e cuidados das lesões, uma minoria dos pacientes recebeu informações ou orientações, tornando o desconhecimento destes temas por parte dos pacientes outro motivo de suas mazelas atuais.

Com conhecimento restrito sobre a doença que foram acometidos previamente e que levou ao seu atual estado de saúde com a formação e perpetuação de feridas crônicas, muitos pacientes, por questões culturais, usando- se de conhecimentos de familiares, amigos, parentes e religiosos aderiram, por certos períodos, ao tratamento popular destas feridas com uso de ervas e produtos caseiros, prejudicando seu estado de saúde inclusive com risco de perda de membros e de suas vidas.

A estes pacientes, ao que parece, foi dedicado muito pouco, por parte das equipes que os assistiram ao longo dos anos, em relação á educação em saúde,

não sendo entregue nenhum material para os mesmo há muito tempo, nem sequer foram transmitidas informações básicas ou complementares a eles.

Através desta pesquisa pudemos constatar os fatores de risco associados ao aparecimento das lesões, sendo que, sem dúvida, a educação em hanseníase mostrou-se um dos maiores fatores determinantes para o aparecimentos e manutenção destas lesões.

Por meio dos dados apresentados, podemos inferir que a grande maioria dos pacientes, apesar de já possuírem algum grau de acometimento dermatológico, pois em sua maioria apresentam feridas crônicas, pode se beneficiar das práticas de autocuidados além de poder serem divulgadores destes conhecimentos. Baseado nesta constatação, através da elaboração da cartilha educativa nomeada de Manual de Autocuidados em Hanseníase, pretendemos, além de informá-los e atualizá-los sobre a hanseníase, a prevenção e o autocuidado em relação ás feridas e incapacidades, despertar cada vez mais o interesse e a participação destes pacientes em relação aos seus cuidados e ao seu tratamento, aumentando a adesão e estimulando cada vez mais o processo dialógico dentro e fora do NPTF. Tal cartilha deve contribuir no tratamento e na melhora da condição clínica destes pacientes.

Procurou-se, por meio do material educativo Manual de Autocuidados em Hanseníase, a sua contextualização dentro da realidade deste grupo, apresentação através de uma composição clara, exposição de objetivos definidos, inclusão de imagens e indicação para leituras complementares, entre outros recursos esclarecidos ao longo do texto. Esses elementos devem promover uma interação que possibilite condições ilimitadas para construir o conhecimento.

A educação em saúde foi e tem sido ineficaz neste grupo de pacientes quanto á prevenção das incapacidades e aos autocuidados, restringindo e limitando-se apenas ao tratamento e ao diagnóstico precoce e, quando muito, á hidratação da pele para estes pacientes, sendo que, na maioria das vezes, é dirigida a outro público alvo através das campanhas governamentais televisionadas e por meio de cartazes e folderes nas unidades básicas e hospitalares visando apenas á detecção e tratamento precoce da doença.

O perfil de educador, inerente a todo profissional de saúde, torna-se fundamental ainda mais quando observada tal situação, que vislumbra a educação como parte importante na construção da saúde deste grupo. Não existe prevenção,

tratamento e autocuidado sem educação, e esta é responsabilidade de toda equipe de saúde assistente e deve ser feita da maneira mais didática e acolhedora possível, o que possibilita a receptividade e segurança para o paciente contribuindo para sua auto-estima e minimizando os sentimentos de exclusão e incapacidade, tornando, de uma maneira geral, o paciente como um dos principais responsáveis pelo seu tratamento.

Após a efetiva implementação da cartilha, os benefícios da prevenção de incapacidades e com o autocuidado só serão verificáveis após passados alguns anos. Não se pode esperar que a prevenção de incapacidades e os autocuidados produzam resultados imediatos, embora qualquer prevenção ou redução de impedimentos será de grande benefício para os indivíduos e evitará que no futuro haja a necessidade de uma reabilitação potencialmente onerosa em todos os sentidos.139 Quando os pacientes chegam sem qualquer tipo de incapacidade, são monitorados e orientados durante todo o tratamento, têm uma grande chance de evitar o aparecimento de incapacidades quando realizam as ações propostas pelos profissionais que os acompanham, pois estes têm que utilizar estratégias para aumentar a aderência e envolvimento do paciente, tornando-o participante de seu tratamento. Pacientes que chegam ao serviço com diagnóstico tardio, em muitos casos apresentam lesões irreversíveis. Nestes, as medidas preventivas podem evitar o agravamento de danos decorrentes da lesão estabelecida e danos posteriores.

Conclui-se, portanto, que se necessita de um maior investimento na sensibilização e conscientização dos órgãos municipais e regionais de saúde em relação à priorização das ações básicas de diagnóstico e tratamento precoces, principalmente através de ações educativas, como a melhor forma de redução de incidência e da morbidade causadas pela doença. Além disso é necessário maior investimento na educação em saúde desta população, para que, através de uma melhor compreensão do processo saúde-doença, os mesmos sejam participantes ativos e responsáveis por seu tratamento ocasionando uma maior interação e relação com a equipe assistente diminuindo sobremaneira a carga psicossocial envolvida com a doença e suas repercussões.

A fim de melhorar a didática em relação á educação em saúde e o acompanhamento dos pacientes, a criação de um banco de dados fotográfico com registros rotineiros e constantes deu-se de maneira simples mas muito efetiva,

sendo que, através do mesmo, podemos acompanhar a evolução das feridas destes pacientes e demonstrar aos mesmos, de maneira prática, objetiva e visual, sua melhora evolutiva enfatizando que a incorporação das práticas e orientações e o acompanhamento da equipe é essencial para que isso ocorra. Tal banco de dados merece atenção especial como sendo um trabalho rotineiro, devendo ser alimentado constantemente para que não se torne instrumento meramente ilustrativo, tendo em vista sua importância em reforçar as atividades de educação em saúde realizadas e incorporadas pelos pacientes em suas práticas diárias. Durante a realização e criação do banco de dados pudemos notar o interesse e a participação de muitos pacientes em relação ao mesmo, sendo fonte de expectativa e esperança destes em relação ao seu tratamento e acompanhamento. Diante de tal fato, percebe-se o interesse dos pacientes em relação á sua saúde, sendo esta uma das etapas cruciais e primordiais na conquista de uma melhor educação em saúde: o interesse e a participação do próprio paciente neste processo.

Por fim, com todo o trabalho realizado, através do levantamento do perfil sócio-demográfico, da elaboração de material educativo e da criação de um banco de dados com registro fotográfico para os pacientes do NPTF, fica a sensação de que pude colaborar com a educação em saúde e com o tratamento destes pacientes, estimulando os mesmos a serem agentes participativos neste processo, fato de relevância fundamental para que o melhor tratamento seja estabelecido. Além disso, tal trabalho serviu como estímulo á toda equipe assistente, que notou que podemos melhorar cada vez mais o nosso trabalho e ressaltou a importância de sermos, como profissionais da saúde, educadores nestas questões, fato que por muitos havia sido esquecido, pois atinham-se apenas ao trabalho técnico realizado em suas funções.

REFERÊNCIAS

1. Grupo de Estudos de Feridas do Hospital das Clínicas da Universidade de Campinas. Manual de tratamento de feridas. 2ªed. Campinas: Hospital das Clínicas/UNICAMP; 2000.

2. Dantas Filho VP. Aspectos éticos do tratamento de feridas. In: Jorge AS, Dantas SRPE. Abordagem multiprofissional do tratamento de feridas. São Paulo:

Atheneu; 2003: 7-10.

3. Hess CT. Tratamento de feridas e úlceras. 4ªed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso; 2002.

4. Albuquerque ER, Alves EF. Análise da produçãoo bibliográfica sobre qualidade de vida de portadores de feridas crônicas. Rev Saúde Pesq. 2011;4(2):147-52.

5. Brasil. Ministério da Saúde. Guia para o controle da hanseníase. 3ªed. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.

6. Leaper D, Scott E, Melling A. The evidence base in wound healing. Nurs Stand. 2004;18 (24):73-4, 77.

7. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria nº3.125, de 7 de outubro de 2010. Aprova as Diretrizes para Vigilância, Atenção e Controle da Hanseníase. Brasília: Ministério da Saúde; 2010 [acesso em 11 out. 2014]. Disponível em:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2010/prt3125_07_10_2010.html 8. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Situação

epidemiológica da hanseníase no Brasil. Brasília: Programa Nacional de Controle da Hanseníase; 2008.

9. Organização Mundial da Saúde. Estratégia global aprimorada para redução adicional da carga da hanseníase: período do plano: 2011-2015. Brasília: Organização Mundial da Saúde; 2010.

10. Rinaldi A. The global campaign to eliminate leprosy. PLoS Med 2005;2 (12): 1222-5.

11. Rodrigues LC, Lockwood DNJ. Leprosy now: epidemiology, progress, challenges, and research gaps. Lancet Infect Dis. 2011;11:464-70.

12. Freitas CASL, Silva NAV, Ximenes NFRG,Albuquerque IMAN, Cunha ICKO. Consulta de enfermagem ao portador de hanseníase no território da Estratégia da Saúde da Família: percepções de enfermeiro e pacientes. Rev Bras Enferm. 2008;61(esp):757-63.

13. World Health Organization. Leprosy update, 2011. Wkly Epidemiol Rec. 2011;86:389-400.

14. World Health Organization. Global leprosy update. Wkly Epidemiol Rec. 2013;88:365-80.

15. Brasil. Ministério da Saúde. Saúde Brasil. 2004;(95).

16. Velloso AP, Andrade V. Hanseníase: curar para eliminar. Porto Alegre: Edição das autoras; 2002.

17. Fausto-Neto A. Percepções a cerca dos campos da saúde e da comunicação. In: Pitta AMR, organizadora. Saúde & comunicação: visibilidades e silêncios. São Paulo: Hucitec. 1995: 267-93.

18. Araújo IS, Cardoso J. Comunicação e saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2007. 19. Monteiro S, Vargas EP, organizadores. Educação, comunicação e tecnologia:

interfaces com o campo da saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2006.

20. Kelly-Santos A, Monteiro SS, Ribeiro APG. Collection of educational materials on Hansen’s disease: a tool for memory and communicative practices. Interface Comun Saúde Educ. 2010;14(32):37-51.

21. Souza AC, Colomé IC, Costa LE, Oliveira DL. Educação em saúde com grupos na comunidade: uma estratégia facilitadora da promoção da saúde. Rev

Gaúcha Enferm. 2005;26(2):147-53.

22. Miot H, Mendaçolli T, Costa S, Haddad G, Abbade L. Úlceras crônicas dos membros inferiores: avaliação pela fotografia digital. Rev Assoc Med Bras. 2009;55:145-8.

23. Calianno CA, Martin-Boyan A. When is it appropriate to photograph a patient’s wound? Adv Skin Wound Care. 2006;19 (6):304-6.

24. Miot H, Paixão M, Paschoal F. Fundamentos da fotografia digital em Dermatologia. An Bras Dermatol. 2006;81(2):174-80.

25. Vallarelli AFA. Critérios para submissão de fotografias. An Bras Dermatol. 2011;86:212-4.

26. Jopling WH, Mcdougall AC. Manual de hanseníase. 4ªed. Rio de Janeiro: Atheneu; 1991.

27. Brasil. Ministério da Saúde. Controle da hanseníase: uma proposta de integração ensino-serviço. Rio de Janeiro: DNDS/NUTES; 1989.

28. Monteiro YN. Hanseníase: história e poder no Estado de São Paulo. Hansen Int. 1987;12(1):1-7.

29. Melo CM, Santos JAC, Santos LAG. Dinâmica espaço-temporal da hanseníase no estado de Sergipe (2004-2010). Scire Salutis. 2011;1(2):23-34.

30. Richardus JH, Habbema JD. The impact of leprosy control on the transmission of M. leprae: is elimination being attained? Lepr Rev. 2007;78(4):330-7.

31. Miranzi SS, Pereira LH, Nunes AA. Perfil epidemiológico da hanseníase em um município brasileiro, no período de 2000 a 2006. Rev Soc Bras Med Trop. 2010;43(1):62-7.

32. Melão S, Blanco LF, Mounzer N, Veronezi CCD, Simões PW. Perfil epidemiológico dos pacientes com hanseníase do extremo sul de Santa Catarina, no período de 2001 a 2007. Rev Soc Bras Med Trop. 2011;44(1):79- 84.

33. Oliveira RF. Diabetes dia-a-dia: guia para o diabético, seus familiares, amigos e membros das equipes de saúde. Rio de Janeiro: Revinter; 2002.

34. Sampaio SAP, Rivitti AE. Dermatologia. São Paulo: Artes Médicas; 1998. 35. Grossi MAF. Estrutura e função da pele. In: Secretaria de Estado da Saúde de

Minas Gerais. Área Técnica de Hanseníase. Uma nova visão no tratamento de feridas. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais; 2000. 36. Santos VLCG; Brasil. Ministério da Saúde. Instituto para o Desenvolvimento da Saúde. Universidade de São Paulo. Manual de enfermagem: Programa Saúde da Família: alguns aspectos do tratamento de feridas no domicílio. Brasília: Ministério da Saúde; 2001. (Manual técnico)

37. Magalhães MB. Anatomia topográfica da pele. In: Borges EL, Saar SR,

Magalhães MB, Gomes FS, Lima VL, organizadores. Feridas: como tratar. 2ªed. Belo Horizonte: COOPMED; 2008: 15-30.

38. Jorge SA, Dantas SRPE. Abordagem multiprofissional do tratamento de feridas. São Paulo: Atheneu; 2003.

39. Gogia PP. Feridas: tratamento e cicatrização. Rio de Janeiro: Revinter; 2003. 40. Irion G. Feridas: novas abordagens, manejo clínico e atlas em cores. Rio de

Janeiro: Guanabara Koogan; 2005.

41. Cândido LC. Nova abordagem no tratamento de feridas. São Paulo: Editora da SENAC; 2001.

42. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual de condutas para úlceras neurotróficas e traumáticas. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.

43. Abreu ES, Marques ME. Histologia da pele normal. In: Jorge SA, Dantas SRPE, organizadores. Abordagem multiprofiossional do tratamento de feridas. São Paulo: Atheneu; 2003.

44. Declair V. Escara de decúbito: prevenção e tratamento. Nursing. 2002;53:5-6. 45. Isaac C, Ladeira PR, Rego FMP, Aldunate JCB, Ferreira MC. Processo de cura

46. Santos VLCG. Avanços tecnológicos no tratamento de feridas e algumas aplicações em domicílio. In: Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais. Área Técnica de Hanseníase. Uma nova visão no tratamento de feridas. Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais; 2000.

47. Meneghin PE, Vatimmo MFF. Fisiopatologia do processo cicatricial. In: Jorge SA, Dantas SRPE, organizadores. Abordagem multiprofiossional do tratamento de feridas. São Paulo: Atheneu; 2003.

48. Borges EL, Saar SR, Magalhães MB, Gomes FS, Lima VL, organizadores. Feridas: como tratar. 2ªed. Belo Horizonte: COOPMED; 2008.

49. Mandelbaum SH, Di Santis EP, Mandelbaum MHS. Cicatrização: conceitos atuais e recursos auxiliares. Parte I. Rev Dermatol. 2003;78(4):393-410. 50. Yamada BFA. Terapia tópica de feridas: limpeza e desbridamento. Rev Esc

Enferm USP. 1999;33(n. esp.):133-40.

51. Dealey C. Cuidando de feridas: um guia para as enfermeiras. 2ªed. São Paulo: Atheneu; 2001.

52. Silva, RCL, Figueiredo NMA, Meireles IB. Feridas: fundamentos e atualizações em enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis; 2007.

53. Souza DM, Santos VL. Úlceras por pressão e envelhecimento. Rev Estima. 2006;4:36-44.

54. Declair V, Pinheiro S. Novas considerações no tratamento de feridas. Rev Paul Enferm. 1998;17(1/3):25-38.

55. Garbino JA. Manejo clínico das diferentes formas de comprometimento da neuropatia hanseniana. Hansen Int. 1998;23(esp.):93-9.

56. Gonçalves A. Epidemiologia e controle da hanseníase no Brasil. Bol Ofic Sanit Panam. 1987;102(3):246-56.

57. Palande DD, VirmondM. Reabilitação social e cirurgia na hanseníase. Hansen Int. 2002;27(2):93-8.

58. Duerksen F. Reabilitação. In: Opromolla DVA, Baccarelli R, organizadores. Prevenção de incapacidades e reabilitação em hanseníase. Bauru: Instituto Lauro de Souza Lima; 2003: 3-4.

59. Virmond M, Vieth, H. Prevenção de incapacidades na hanseníase: uma análise crítica. Medicina. 1997;30:358-63.

60. Teixeira MJ. Fisiopatologia da dor neuropática. Rev Med (São Paulo). 1999;78(2 pt 1):53-84.

61. Garbino JA, Opromolla DVA. Fisiopatogenia das deficiências físicas na hanseníase. In: Opromolla DVA, Baccarelli R. Prevenção de incapacidades e reabilitação em hanseníase. Bauru: Instituto Lauro de Souza Lima; 2003.

62. Oliveira BGRB, Rodrigues ALS. Cicatrização de feridas cirúrgicas e crônicas. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2003;7:1:104-13.

63. Soares MT, Helene LMF. A prática da enfermagem em curativos de hansenianos em unidades de saúde da Direção Regional de Saúde XXIV. Hansen Int. 2004;29(1):28-36.

64. Pereira HLA, Ribeiro SL, Ciconelli RM, Fernandes AR. Avaliação por imagem do comprometimento osteoarticular e dos nervos periféricos na hanseníase. Rev Bras Reumatol. 2006;46(supl 1):30-5.

65. Magalhães HM, Duerksen F. Resultados da técnica cirúrgica de transferência do músculo fibular longo para dorsiflexão do péequino móvel da hanseníase. Hansen Int. 2001;26(2):99-104.

66. Marques CM, Moreira D, Almeida PN. Avaliação fisioterapêutica no tratamento de úlceras plantares em portadores de hanseníase: uma revisão bibliográfica. Hansen Int. 2003;28(2):145-50.

67. Duerksen F. A hanseníase e a neuropatia através da perspectiva de um cirurgião. Hansen Int. 2004;9(1):46-50.

68. Lehman LF. Úlceras neurotróficas: uma nova visão no tratamento das feridas. Belo Horizonte:Coordenadoria Estadual de Controle da Hanseníase; 1999. 69. Cristofolini L, Ogusku FE. A enfermagem na hanseníase. Salusvita.

1988;7(1):99-112.

70. Garbino JA, Stump P. Conceitos de deficiência e deformidade, incapacidade e invalidez. In: Opromolla DVA, Baccarelli R. Prevenção de incapacidades e reabilitação em hanseníase. Bauru: Instituto Lauro de Souza Lima; 2003.

71. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Área Técnica de Dermatologia Sanitária. Manual de prevenção de incapacidades. Brasília: Ministério da Saúde; 2001.

72. Brunner LS, Suddarth DS. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.

73. Andrade MN, Seward R, Melo JRC. Curativos. Rev Med Minas Gerais. 1992;2(4):228-36.

74. Abla LEF, Ishizuka MMA. Fisiopatologia das feridas. In: Ferreira LM. Manual de cirurgia plástica. São Paulo: Atheneu; 1995: 5-11.

75. Gomes FS. Tratamento das feridas crônicas com coberturas oclusivas: alteração qualitativa da microbiota [dissertação]. Belo Horizonte: Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais; 2001.

76. Oda RM. Manual de normas, rotinas e técnicas de curativos do ILSL. Bauru: Centro de Estudos Dr. Reynaldo Quagliato; 2004.

77. Coelho MCO, Rezende CM, Tenório AP. Contração de feridas após coberturas com substitutos temporários de pele. Ciênc Rural. 1999;29:297-303.

78. Poletti NAA. O cuidado de enfermagem a pacientes com feridas crônicas: a busca de evidências para a prática [dissertação]. Ribeirão Preto: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto; 2000.

79. Tayar G, Peterlini MAS, Pedreira MLG. Proposta de um algoritmo para seleção de coberturas, segundo o tipo de lesão aberta em crianças. Acta Paul Enferm. 2007;20(3):284-90.

80. Grippo ML, Fracolli LA. Avaliação de uma cartilha educativa de promoção ao cuidado da criança a partir da percepção da família sobre temas de saúde e cidadania. Rev Esc Enferm USP. 2008;42(3):430-6.

81. Souza AC, Colomé ICS, Costa LED, Oliveira DLLC. A educação em saúde com grupos na comunidade: uma estratégia facilitadora da promoção da saúde. Rev Gaúcha de Enferm. Porto Alegre/RS (2005) agosto. 26(02). 147-53.

82. Vasconcelos EM. Educação popular e atenção à saúde da família. São Paulo: Hucitec; 1999.

83. Pimenta DN, Leandro A, Schall VT. A estética do grotesco e a produção audiovisual para educação em saúde: segregação ou empatia? O caso da leishmaniose no Brasil. Cad Saúde Publ. 2007; 23(5):15-22.

84. Maciel MED. Educação em SAúde: conceitos e Propósitos. Cogitare Enferm 2009 Out/Dez; 14(4):773-6.

85. Albuquerque PC,Stotz EN. A educação popular na atenção básica à saúde no município: em busca da integralidade. Interf.-Comun. Saúde, Educ.

2004;8(15):259-74)

86. Valla VV. Educação popular, saúde comunitária e apoio social numa conjuntura de globalização. Cad Saúde Pública. 1999;15(2):7-14.

87. Souza IPMA, Jacobina RR. Educação em saúde e suas versões na história brasileira. Rev Baiana Saúde Pública. 2009;33(4):618-27.

88. Oliveira VLB, Landim FLP, Collares PM, Mesquita RB, Santos ZMSA. Modelo explicativo popular e profissional das mensagens de cartazes utilizados nas campanhas de saúde. Texto Contexto Enferm. 2007;16(2):287-93.

89. Moreira MF, Nóbrega MML, Silva MIT. Comunicação escrita: contribuição para

No documento Rossano Cossul Gomes.pdf (páginas 90-166)

Documentos relacionados