1. A injeção intratesticular de Infertile® foi eficiente em promover esterilização mesmo após utilização de terapia anti-inflamatória.
2. O emprego de anti-inflamatórios esteroidais (AIES) e não-esteroidais (AINES) por 7 dias pós-infiltração testicular podem ser utilizados no protocolo de esterilização química para reduzir os efeitos inflamatórios nos animais infiltrados.
3. O efeito anti-inflamatório prolongado da dexametasona interferiu na ação desejada do Infertile nos 15 primeiros dias®
4. As associações meloxicam/dipirona ou celocoxibe/dipirona são a terapia antiálgica e anti-inflamatória de eleição nos protocolos testados de esterilização química.
5. A injeção intratesticular de Infertile® foi eficiente em promover redução na concentração de testosterona plasmática.
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espaço intertubular (EIT). HE.
Figura 6B – Grupo DMSO: parênquima testicular. Túbulos seminíferos (TS) em secção transversal aumento do
espaço intertubular (EIT) com presença de debris celulares, células inflamatórias e vaso sanguíneo (seta). HE.
Figura 6C – Grupo dipirona: detalhe do túbulo seminífero (TS) em corte transversal. Espaço intertubular (EIT)
aumentado com presença de debris celulares. HE.
Figura 6D – Grupo celocoxibe: detalhe do túbulo seminífero (TS) em corte transversal. Observar espaço intertubular
(EIT) aumentado com presença de debris celulares e células inflamatórias. HE.
Figura 6E – Grupo meloxicam: parênquima testicular. Túbulo seminífero (TS) necrosado em secção transversal e
espaço intertubular (EIT) aumentado com presença de infiltrdo inflamatório e debris celulares (estrela). HE. Figura 6F – Grupo dexametasona: detalhe do túbulo seminífero (TS) e espaço intertubular (EIT) aumentado e com presença de vasos sanguíneos (estrelas). HE.
TS TS VII TS TS EIT EIT EIT EIT EIT TS A B C D E F 40 µm 40 µm 40 µm 40 µm 40 µm 200 µm
Figura 7 Fotomicrografias de testículos de ratos Wistar adultos submetidos à injeção intratesticular com gluconato de zinco, em dose única, e tratados com diferentes anti-inflamatórios durante sete dias e avaliados aos 15 dias.
Figura 7A – Grupo controle: detalhe do túbulo seminífero (TS) no estágio de VII do ciclo do epitélio seminífero e
espaço intertubular (EIT). HE.
Figura 7B – Grupo DMSO: túbulo seminífero (TS) degenerado com presença de célula gigante sincicial (cabeça de
seta) e vacuolização de Sertoli (seta preta). Observar espaço intertubular (EIT) aumentado com presença de vasos sanguíneos (estrela). HE.
Figura 7C – Grupo dipirona: túbulo seminífero (TS) necrosado em corte transversal. Há aumento do espaço
intertubular (EIT) com presença de infiltrado inflamatório (estrela).
Figura 7D – Grupo celocoxibe: detalhe de túbulos seminíferos (TS) contendo células germinativas em corte
transversal. (EIT). HE.
Figura 7E – Grupo meloxicam: parênquima testicular. Túbulo seminífero (TS) necrosado em secção transversal e
aumento do espaço intertubular (EIT) com presença de vasos sanguíneos. HE.
Figura 7F –Grupo dexametasona: detalhe do túbulo seminífero (TS) em corte transversal. Observar espaço
intertubular (EIT) ausência de infiltrado inflamatório. HE.
40 µm
40 µm
40 µm
40 µm 40 µm
Figura 8: Fotomicrografias de testículos de ratos Wistar adultos submetidos à injeção intratesticular com gluconato de zinco, em dose única, e tratados com diferentes anti-inflamatórios durante sete dias e avaliados aos 30 dias.
Figura 8A – Detalhe do túbulo seminífero (TS) no estágio de VII do ciclo do epitélio seminífero e espaço
intertubular (EIT) do grupo controle. HE.
Figura 8B – Parênquima testicular de animais do grupo tratado com dimetil sulfóxido (DMSO). Túbulos
seminíferos (TS) em secção transversal, aumento do espaço intertubular (EIT) com células sinciciais (seta). HE.
Figura 8C – Detalhe do túbulo seminífero (TS) necrosado em corte transversal do grupo tratado com dipirona
sódica. Espaço intertubular (EIT) aumentado com presença de infiltrado inflamatório e debris celulares (estrela). HE.
Figura 8D – Detalhe do túbulo seminífero (TS) necrosado em corte transversal do grupo tratado com celocoxibe.
Observar espaço intertubular (EIT) aumentado com presença de células inflamatórias e de debris celulares. HE.
Figura 8E – Parênquima testicular de animais do grupo tratado com meloxican. Túbulo seminífero (TS) necrosado
em secção transversal e espaço intertubular (EIT) com presença de vários vasos sanguíneos (estrela). HE.
Figura 8F – Detalhe do grupo tratado com dexametasona com túbulo seminífero (TS) necrosado com
polimorfonucleares intratubular (seta), (EIT) aumentado.
14 µm 40 µm
40 µm 40 µm
Figura 9- Fotomicrografias de epidídimos de ratos Wistar submetidos à injeção intratesticular com gluconato de zinco, em dose única, e tratados com diferentes anti-inflamatórios e avaliados após 7 dias após tratamento.
Figura 9A – Grupo controle: presença de grande volume de massa espermática ao longo dos ductos epididimários
(estrela). HE.
Figura 9B – Grupo DMSO: redução do diâmetro dos ductos, porém com preservação dos estereocílios (seta). HE. Figura 9C – Grupo dipirona: presença de grande número de macrófagos embebidos em material proteináceo
(setas). HE.
Figura 9D – Grupo celocoxibe: redução dos estereocílios na superfície dos ductos epididimários (seta) e infiltrado
inflamatório mononuclear discreto (estrela). HE.
Figura 9E – Grupo meloxicam: massa eosinofílica constituída por espermatozoides degenerados com debris
celulares (estrela). HE.
Figura 9F – Grupo dexametasona: hiperplasia de células musculares lisas (estrela). HE. 200 µm
40 µm
40 µm 40 µm
Figura 10- Fotomicrografias de epidídimos de ratos Wistar submetidos à injeção intratesticular com gluconato de zinco, em dose única, e tratados com diferentes anti-inflamatórios e avaliados após 15 dias após tratamento.
Figura 10A – Grupo controle: presença de grande volume de massa espermática ao longo dos ductos epididimários
(seta). HE.
Figura 10B – Grupo DMSO: massa eosinofílica constituída por espermatozoides degenerados com debris celulares
(estrela) e células germinativas necróticas (seta). HE.
Figura 10C – Grupo dipirona: atrofia dos ductos epididimários (seta) com infiltrado inflamatório mononuclear
discreto (estrela). HE.
Figura 10D – Grupo celocoxibe: discreto infiltrado inflamatório entre os ductos epididimários (estrela). HE. Figura 10E – Grupo meloxicam: transmigação epitelial de macrófagos (seta). HE.