Tendo em conta os objetivos propostos de avaliar os níveis de Satisfação com a Vida, Afeto Positivo e Afeto Negativo dos estudantes universitários em função da idade, do género e do envolvimento com a Prática Desportiva enquanto estudantes universitários, importa refletir sobre as implicações que as conclusões retiradas poderão ter no avanço do conhecimento existente e na sua melhor compreensão.
Implica também levantar algumas questões que importa ainda assim esclarecer no sentido de intervir junto dos estudantes universitários para a promoção e ou aumento dos seus índices de Bem-estar e de Prática Desportiva.
Conclusões
De modo geral foi possível verificar que os estudantes universitários que constituíram a amostra apresentavam níveis de Pratica Desportiva dentro dos parâmetros frequentemente referidos na literatura em estudos similares, ou seja baixos níveis de PD recomendada. Em função do género e da idade não apresentaram diferenças.
Em relação ao BES relacionado com o género e idade também não foram encontradas diferenças nos níveis de Satisfação com a Vida apresentando o género Masculino valores mais altos de Afeto Positivo e mais baixos de Afeto Negativo.
Da relação do BES com Prática Desportiva no género Feminino, observaram-se diferenças favoráveis no AP em quem praticava Desporto com maior regularidade, percebendo-se de igual modo similar tendência no género Masculino.
Sugestões
No caso concreto dos estudantes universitários, sabe-se que estes sentimentos estudados pela Psicologia Positiva estão relacionados com a conduta acadêmica, demonstrando-se que os acontecimentos nesta área particular estão associados a uma vida psicologicamente rica e saudável. Certas condições às quais estão expostos, relacionam-se diretamente com a felicidade e o Bem-estar Subjetivo, sendo portanto possível que mudanças planeadas no estilo e características de vida dos universitários possa e venha a influenciar os níveis de Bem-estar e felicidade e consequentemente determinar condutas acadêmicas mais desejáveis, evidenciando-se assim a Pratica Desportiva como primordial.
Por outro lado, parece ser pertinente analisar estes constructos mas tendo em conta outras variáveis, como a origem demográfica, o percurso académico, a eventualidade de ter visitado ou ter residido noutro país, a frequência universitária nomeadamente se em universidades públicas versus privadas, o rendimento familiar, o nível de escolaridade dos pais, o estado civil, os indicadores objetivos do nível socioeconômico do próprio aluno, até porque num grupo muito variado de amostragem os sujeitos podem ter experiências de vida muito díspares que possivelmente influenciam as avaliações do seu Bem- estar Subjetivo.
Parece importante também ter em conta que os dados deste estudo foram recolhidos num único momento e baseiam-se no método de pesquisa quantitativa. Afigurar-se assim que futuras investigações longitudinais devam ser realizadas com estudantes universitários ou mesmo com outras populações, relacionando as alterações de nível do BES, assim como outras questões associadas a esse mesmo Bem-Estar.
Compreende-se igualmente a partir desta análise que é importante aprofundar o facto de os homens (alunos) poderem sentir de uma forma diferente a passagem para a universidade comparativamente às mulheres e entender se tal razão se prende com o facto de poderem dispersar-se mais por
outras atividades, enquanto as mulheres por norma mais responsáveis e maduras mais cedo, não se desviam tanto.
Igualmente pertinente parece a questão do corpo, dos cuidados com a Saúde em geral, talvez mais evidentes na mulher jovem adulta do que no homem, para além de que nesta amostra em concreto, mais de metade são de um curso de Saúde. Esta variável, Curso, deverá também ser considerada em futuros estudos.
Assim, parece também fundamental investir numa revisão sistemática da literatura, numa maior interface com outras áreas do conhecimento e o desenvolvimento de mais e melhor investigação nesta área.
Consideração final
Em jeito de consideração final, de carácter mais pessoal, espero ter contribuído com mais conhecimento sobre este tema, não só para que cada sujeito perceba melhor o Bem-Estar, embora ainda que subjetivamente, como algo que pode ser aplicável nas diferentes vertentes das suas vidas, mas também para a ajuda a outros profissionais e investigadores no sentido de estabelecer prioridades, enriquecer e inovar intervenções junto das populações, mormente no estrato que me é particularmente querido - os estudantes universitários.
Parece também que, face ao exposto, vale a pena os estudantes universitários e todas as populações no geral, incluírem nas suas vidas a Prática Desportiva e o Desporto, que tanto amo, pela repercussão positiva que pode ter.
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