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4 – CONDIÇÕES AMBIENTAIS

No documento UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO UNINOVE (páginas 32-37)

4.1 – Situação Econômica

Diariamente são divulgadas notícias que tentam entender e interpretar a situação econômica do país, que na qual, anda em um verdadeiro desnível.Pois ao mesmo tempo em que o dólar estagnou em um preço, meramente, acessível para os executivos, simultaneamente os abalos de Brasília causam um efeito direto nas ações.

Mas usando como exemplo a bolsa do Estado de São Paulo, a reportagem escrita por Azevedo (2017) e publicada pela revista Exame no final do mês de agosto desse ano, a divulgação do programa de privatização de várias estatais como a Casa da Moeda e a Eletrobrás, elevaram o mercado de forma tão enorme que atingiu a marca de 76 mil pontos, a maior da história.

Esse efeito, mesmo que seja de uma forma indireta e que tenha um sentido distante até chegar ao valor de giro real da cidade, demostra que o consumidor em si está tendo mais oportunidades de compra e venda, fazendo com que o ciclo do capital fique sempre em ritmo constante, comprovando o aumento, também, do nível de satisfação.

4.2 – Situação Social

O tombo na produção brasileira de veículos, que baixou mais de 30% de 2013 em diante, dificulta a vida das montadoras. Mas os maiores estragos aparecem no elo mais frágil da cadeia automotiva: as lojas de autopeças e acessórios. Com menos encomendas e menos lucro, empresas fazem cortes drásticos no quadro de pessoal ou acordos para reduzir jornada de trabalho e salários. Ao mesmo tempo, cresce o número das que não conseguem pagar as contas em dia.

Segundo o Sindipeças, o faturamento de empresas varejistas do ramo de autopeças caiu 16% em 2016, em termos reais. No primeiro semestre deste ano, o recuo nominal foi de 13% – o que corresponde a uma queda real de 18%, se descontada a inflação medida pelo IGP-M.

O consumidor tem adiado a troca de seu veiculo o que gera a manutenção do carro e isso tem dado folego ao mercado de reposição. É o que parece dar alento aos vendedores de autopeças que atuam no mercado de reposição, eles estão sofrendo menos que os fornecedores das montadoras.

4.3 – Legislação

Segue a integra da lei:

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28- A, 28-B e 28-C da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, e nos artigos 41, 313-O e 313-P do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, expede a seguinte portaria:

Art. 1° - a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do imposto relativo às saídas subseqüentes das mercadorias arroladas no § 1º do artigo 313-O do RICMS, com destino a estabelecimento localizado em território paulista, será o preço praticado pelo sujeito passivo, incluídos os valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ao adquirente, acrescido do valor adicionado calculado mediante a multiplicação do preço praticado pelo Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST.

§ 1º - O Índice de Valor Adicionado Setorial - IVA-ST será:

1 - 26,50% (vinte e seis inteiros e cinqüenta centésimos por cento), tratando-se de saída de estabelecimento: (Redação dada ao item pela Portaria CAT-48/08, de 31-03-2008;

DOE 01-04-2008)

a) de fabricante de veículos automotores, para atender índice de fidelidade de compra de que trata o artigo 8º da Lei federal 6.729, de 28 de novembro de 1979;

b) de fabricante de veículos, máquinas e implementos agrícolas ou rodoviários, cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva, mediante contrato de fidelidade; (Redação dada à alínea pela Portaria CAT-135/08, de 31-10-2008; DOE 1º-11-2008;

efeitos a partir de 1º-11-2008)

b) de fabricante de veículos, máquinas e implementos agrícolas e rodoviários, cuja distribuição seja efetuada de forma exclusiva, mediante contrato de fidelidade.

c) atacadista de peças controlado por fabricante de veículo automotor, que opere exclusivamente junto aos concessionários integrantes da rede de distribuição do referido fabricante, mediante contrato de fidelidade; (Acrescentada a alínea pela Portaria CAT- 135/08, de 31-10-2008; DOE 1º-11-2008; efeitos a partir de 1º-11-2008)

1 - 26,50% (vinte e seis inteiros e cinqüenta centésimos por cento), tratando-se de saída de estabelecimento de fabricante de veículos automotores, para atender índice de fidelidade de compra de que trata o artigo 8º da Lei federal 6.729, de 28 de novembro de 1979; (Redação dada ao item pela Portaria CAT-45/08, de 28-03-2008; DOE 29-03- 2008)

1 - 26,50% (vinte e seis inteiros e cinqüenta centésimos por cento), tratando-se de saída de estabelecimento fabricante de veículos automotores, para atender índice de fidelidade de compra de que trata o artigo 8º da Lei federal 6.729, de 28 de novembro de 1979;

2 - 40% (quarenta por cento) nos demais casos.

§ 2º - na hipótese de entrada de mercadoria proveniente de outra unidade da Federação cuja saída interna seja tributada com alíquota superior a 12% (doze por cento), o estabelecimento destinatário paulista deverá utilizar o “IVA-ST ajustado”, calculado pela seguinte fórmula:

IVA-ST ajustado = [(1+IVA-ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra)] -1, onde:

1 - IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna, conforme previsto no caput;

2 - ALQinter é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente localizado em outra unidade da Federação;

3 - ALQintra é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado.

Art. 2º - O disposto nesta portaria aplica-se, também, no cálculo do imposto devido relativamente ao estoque de mercadorias existente em 31 de março de 2008, exceto o

“IVA-ST ajustado” previsto no § 2º do artigo 1º.

Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no período de 1º de abril de 2008 a 30 de junho de 2010. (Redação dada ao artigo pela Portaria CAT-21/10, de 11-02-2010; DOE 12-02-2010)

Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no

período de 1º de abril de 2008 a 31 de maio de 2010. (Redação dada ao artigo

pela Portaria CAT-188/09, de 22-09-2009; DOE 23-09-2009)

Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos no

período de 1º de abril de 2008 a 30 de setembro de 2009. (Redação dada ao artigo pela Portaria CAT-35/09, de 06-02-2009; DOE 07-02-2009)

Art. 3º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a

partir de de abril de 2008.

Portaria CAT - 35, de 6-2-2009

(DOE 07-02-2009)

Altera a Portaria CAT-32/08, de 20-3-2008, que estabelece a base de cálculo na saída de autopeças, a que se refere o artigo 313-P do Regulamento do ICMS

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto nos artigos 28- A, 28-B e 28-C da Lei 6.374/89, de 1º de março de 1989, e nos artigos 41, 313-O e 313- P do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000,

expede a seguinte portaria:

Art. 1° - Passa a vigorar com a redação que se segue o artigo 3º da Portaria CAT-32/08,

de 20 de março de 2008.

período de 1º de abril de 2008 a 30 de setembro de 2009.” (NR).

Art. 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

4.4 – Aspectos Culturais

A história do mercado de reposição de autopeças nasceu junto com a indústria automobilística. Na medida em que a frota de veículos ganhava as ruas, o mercado de reposição se estruturava e se profissionalizava para poder atender aos proprietários de automóveis com qualidade.

Segundo dados do balanço divulgado pela Associação da categoria, o segmento movimenta cerca de 90% da frota de veículos automotores e mais de R$ 90 bilhões por ano. São mais de 35 mil varejistas, 120 mil oficinas e 934 mil empregos diretos, responsáveis pela produção e comercialização de mais de 200 mil itens para 400 modelos de veículos.

Esses números demonstram a grandeza e a importância do segmento de reposição independente para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Nesse cenário, os estabelecimentos independentes de reposição, têm tudo para se destacar, já que conquistaram a confiança de seus clientes, possuem um relacionamento mais próximo com eles e podem oferecer um preço justo.

No documento UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO UNINOVE (páginas 32-37)

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