• Nenhum resultado encontrado

5.2 NÚCLEOS DE SENTIDO

5.2.4 Conhecimento dos Enfermeiros acerca do Acolhimento com Classificação de

Neste quarto Núcleo de Sentido é apresentado o conhecimento das enfermeiras acerca do ACR no contexto da PNH. Este Núcleo de Sentido foi formado a partir das seguintes unidades de registro e significação:

Quadro 8 – Unidades de registro e significação dos depoimentos das enfermeiras acerca do ACR no contexto da Política Nacional de Humanização – Cajazeiras, PB, 2016

Quantidade de sujeitos

Unidades de Registro Unidades de Significação

3 Prioridade no atendimento É o acolhimento do usuário de acordo com seu risco priorizando a urgência e emergência e abolindo o antigo sistema de atendimento por ordem de chegada.

1 Saber ouvir o usuário Que a verdadeira proposta do acolhimento é de saber ouvir a necessidade do usuário e assumir uma postura qualificada por parte de nós profissionais em atender a necessidade de cada paciente de forma holística.

1 Atendimento humanizado Atendimento humanizado; técnico; com direcionamento para o usuário.

1 Acolher com humanidade Acolhimento é procurar acolher com humanidade o usuário desde a sua chegada em qualquer instituição para que o mesmo tenha segurança e confiança em todos que ali prestam serviço.

1 Não respondeu

Fonte: elaborado pelas autoras

A estratégia proposta pela PNH objetiva o acolhimento de todos os usuários que procuram por atendimento no serviço, oferecendo uma escuta qualificada e a resolutividade dos problemas. Além disso, o acolhimento pressupõe uma atitude que o profissional deve adotar em todos os momentos durante o percurso do usuário dentro do serviço de atenção em saúde (BRASIL, 2013).

O ACR assume o direcionamento das ações, garantindo a integralidade, universalidade e a equidade na assistência. Reestabelece o fluxo de atendimentos com vistas às necessidades do usuário, modificando o antigo modelo de triagem excludente (FREITAS, 2015).

Nesse sentido, com base na leitura do material de análise desse estudo, percebeu-se que algumas enfermeiras definem o ACR apenas no contexto da prioridade do atendimento, enquanto outras o definem no contexto da humanização do atendimento. Essas definições quando analisadas isoladamente não atendem a proposta do ACR.

Em relação à definição do ACR como prioridade no atendimento verificam-se as seguintes falas:

É o acolhimento do usuário de acordo com seu risco priorizando a urgência e emergência e abolindo o antigo sistema de atendimento por ordem de chegada. (E1)

A classificação de risco é necessária, pois prioriza e agiliza os atendimentos mais urgentes, garantindo assim, maior resolutividade dos casos. (E4)

Esses achados corroboram com os resultados de uma pesquisa realizada em um Pronto Socorro de um hospital de ensino filantrópico de Curitiba, Paraná, em que foi evidenciado que os enfermeiros não compreendem o sentido geral do ACR e o restringe apenas à priorização do atendimento (ZEM; MOTEZELI; PERES, 2012).

Percebe-se que alguns enfermeiros não compreendem o ACR como um dispositivo para o desenvolvimento de práticas humanizadas, mas sim como um dispositivo técnico de ações programadas (ZENELATTO; DAL PAI, 2010). Como pode ser evidenciado no relato desta enfermeira:

(...) a gente as vezes deixa de dá prioridade no atendimento sem essa escala, a gente deixa de dá prioridade realmente quem tá precisando pra atender uma... uma pessoa que não tá... tão debilitada. Então eu acho assim, que depois que teve realmente a implantação, que a gente começou a estudar, que a gente viu classificação de risco, a gente viu que realmente é necessário, eu acho que... muito, muito importante, eu acho assim... depois que realmente o Ministério da Saúde implantou e a gente começo a estudar, a ver o que era prioridade, a ver o que era casos menos necessários de urgência e emergência a escala ficou muito mais do que uma escala simples que a gente estuda na faculdade. (E2)

A classificação de risco não deve ser trabalhada individualmente, é necessário que sua aplicação ocorra de forma concomitante com o acolhimento, pois estas em conjunto podem alcançar os objetivos propostos pela PNH. O acolhimento visa promover a humanização do atendimento, possibilitando melhorias tanto na assistência prestada como também na reorganização dos serviços de saúde (WEYKAMP et al., 2015).

Nesse sentido, e tratando o ACR com vista apenas no contexto da humanização do atendimento, as enfermeiras definem:

Acolhimento é procurar acolher com humanidade o usuário desde a sua chegada em qualquer instituição para que o mesmo tenha segurança e confiança em todos que ali prestam serviço. (E7)

(...) a verdadeira proposta do acolhimento é de saber ouvir a necessidade do usuário e assumir uma postura qualificada por parte de nós profissionais em atender a necessidade de cada paciente de forma holística. (E3)

Conforme evidenciado nas falas acima o acolhimento é uma forma de garantir a humanização do atendimento e qualificar o relacionamento entre profissionais e usuários do serviço, tratando a todos da mesma forma que gostaria que fossem tratados, com uma postura ética, respeitosa e profissional (OLIVEIRA; GUIMARÃES, 2013).

O ACR possibilita um processo de mudanças, que busca a transformação nas relações entre a equipe multiprofissional, usuários e os serviços de saúde com a finalidade de atender aos princípios do SUS, garantir mais resolutividade no atendimento e priorizar os usuários mais críticos tratando-os com dignidade e humanização (FEIJÓ, 2010).

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir dos resultados deste estudo pode-se inferir que a implantação do ACR no Hospital Universitário em estudo foi muito positiva e possibilitou o desenvolvimento de práticas assistenciais voltadas para a humanização do atendimento e a reorganização do fluxo, proporcionando uma atenção integral direcionada para o grau de risco ou sofrimento do paciente.

Percebe-se nas falas das participantes que as mudanças advindas da implantação trouxeram muitos benefícios para os usuários e instituição, no que tange à redução do tempo de espera, a garantia de atendimento imediato para os casos mais graves, o atendimento por prioridade e não mais por ordem de chegada e principalmente um acolhimento com vistas à humanização.

No entanto, embora sejam notórias essas conquistas, deve-se considerar que existem algumas limitações para que a operacionalização do ACR ocorra satisfatoriamente, dentre elas destaca-se à falta de conhecimento da população sobre a finalidade do ACR, a dificuldade em estabelecer a classificação de risco, principalmente a prioridade azul e a descontinuidade do serviço em relação ao referenciamento dos usuários para os serviços da atenção básica.

A dificuldade em estabelecer a prioridade azul está relacionada à resistência dos pais em aceitar a classificação, pois os mesmos se negam à ter que esperar ou então a se direcionar para uma unidade básica de saúde. Alguns pais chegam a agredir verbalmente os profissionais, gerando situações constrangedoras.

Neste sentido, surge a necessidade de reorganização da atenção básica, bem como, desenvolver práticas educativas voltadas para a informação da população sobre o ACR e um maior incentivo para a construção de redes entre os níveis de atenção, pois, embora estas ações já tenham sido preconizadas, não estão sendo eficazes para solucionar os problemas, visto que muitos atritos entre usuário e profissional ainda ocorrem em decorrência da falta de conhecimento da população sobre o ACR e a rejeição dos mesmos ao serem encaminhados para a atenção básica.

Cabe ao profissional de enfermagem, ou melhor, ao enfermeiro da triagem a responsabilidade de trabalhar a educação da população sobre o protocolo de classificação de risco, fornecendo orientações pertinentes sobre sua finalidade e funcionalidade dentro e fora da instituição, além de realizar um atendimento humanizado, garantir a resolutividade dos problemas do usuário e classificá-lo de acordo com o seu potencial de risco.

Os enfermeiros também necessitam se capacitar cada vez mais para atuarem com exatidão na classificação de risco e desenvolver um atendimento de acordo com o que está preconizado pela Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde.

É possível evidenciar, de acordo com os dados observados, que os enfermeiros não compreendem o sentido do ACR em sua totalidade, restringindo-o ora à prioridade no atendimento, ora ao atendimento humanizado. Essa política deve ser melhor compreendida para que os profissionais estejam embasados e possam desenvolvê-la com eficiência.

Algumas limitações foram encontradas para a realização deste estudo, sendo a principal, à dificuldade de adesão dos profissionais para realizarem a entrevista, pois inicialmente resistiram, porém, após os esclarecimentos aceitaram participar. Além da falta de tempo desses profissionais em pausar momentaneamente as suas atividades para participarem da entrevista. Outro fator limitante refere-se a questão das permutas realizadas entre eles, que dificultava o acesso aos profissionais.

Os resultados obtidos com essa pesquisa, se utilizados por trabalhadores e gestores, poderá subsidiar o desenvolvimento de estratégias para qualificar a operacionalização do protocolo de classificação de risco nos serviços. A partir dessa pesquisa surge a necessidade de desenvolver novos estudos que busquem conhecer os obstáculos encontrados na execução do ACR, pois os serviços de urgência e emergência são porta de entrada para o sistema de saúde e necessitam constantemente de avaliações para averiguar a qualidade da assistência prestada, uma vez que a demanda de atendimento é significativa e o ACR ainda não é totalmente compreendido por usuários e profissionais.

REFERÊNCIAS

ACOSTA, A. M.; DURO, C. L. M.; LIMA, M. A. D. S. Atividades do enfermeiro nos sistemas de triagem/classificação de risco nos serviços de urgência: revisão integrativa. Revista gaúcha de enfermagem, Porto Alegre, v. 33, n. 4, p. 181-190, dez. 2012.

ANZILIERO, F. Emprego do Sistema de Triagem de Manchester na Estratificação de Risco: Revisão de Literatura. 47f. Monografia (Escola de Enfermagem) -Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre – RS, 2011.

AZEVEDO, A.L.C.S. et al. Organização de serviços de emergência hospitalar: uma revisão integrativa de pesquisas. Rev. Eletr. Enf. [Internet], Ribeirão Preto, v. 12, n. 4, p. 736-745, 2010. Disponível em: <http://revistas.ufg.emnuvens.com.br/fen/article/view/6585/8497 >. Acesso em: 19 de abril de 2016.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 2009.

BEZERRA, F.N.; SILVA, T.M.; RAMOS, V.P. Estresse Ocupacional dos Enfermeiros de Urgência e Emergência: Revisão Integrativa da Literatura. Acta Paul Enferm, v. 25, n. 2, p. 151-6. Recife, 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-

21002012000900024&script=sci_arttext&tlng=pt>. Acesso em: 19 de Janeiro de 2016. BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção às urgências. Ministério da Saúde, Brasília: Ministério da Saúde, 2003. 228 p.: il. – (Série E. Legislação de Saúde) ______. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1988, com as alterações... Câmara dos Deputados. Biblioteca Digital

Câmara, ed. 35, p 116 – 117. Brasília, 2012.

______. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. Ministério da Saúde, 2 ed., 5 reimp. Brasília, 2010a.

______. Ministério da Saúde. Portaria Nº 1.600, de 7 de Julho de 2011. Seção 1, Diário Oficial da União. 2011. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1600_07_07_2011.html>.Acesso em 20 mar, 2016.

______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Ambiência. 2 ed. Brasília - DF: Ministério da Saúde, 2010b. ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS: acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 56 p. (Série B. Textos Básicos de Saúde).

______. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Humaniza SUS: Política Nacional de Humanização. Brasília - DF: Ministério da Saúde, 2004.

______. Ministério da Saúde. Rede Humaniza SUS. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Tiragem: 1ª edição – 1ª reimpressão – 2013.

CAVALCANTE, R. B. et al. Acolhimento com Classificação de Risco: Proposta de Humanização nos Serviços de Urgência. R. Enferm. Cent. O. Min. v. 2, n. 3, p. 428-437, 2012.

COFEN – Conselho Federal de Enfermagem. Legislação Básica para a Participação do enfermeiro na atividade de classificação de risco. Cofen – DF: Brasília, 2012.

COREN – Conselho Regional de Enfermagem. Legislação Básica para o Exercício profissional da Enfermagem. 3 ed. Coren-PB: João Pessoa, 2012.

COSTA, A.F.; ARAÚJO, D.V.; BARROS, W.C.T.S. O Trabalho do Enfermeiro no Setor de Urgência/Emergência Hospitalar. XIII Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e IX Encontro Latino Americano de Pós-Graduação. Anais. Universidade do Vale do Paraíba, 2008. Disponível em:

<http://www.inicepg.univap.br/cd/INIC_2009/anais/arquivos/RE_0047_0182_01.pdf >. Acesso em 19 mar, 2016.

DESCOVI, C.A. A prática do acolhimento com avaliação e classificação de risco em serviço de urgência e emergência. 32f. Monografia (Escola de Enfermagem) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre – RS, 2009.

DURO, L. M. et al. Percepção do enfermeiro sobre a classificação de risco em unidades de pronto atendimento. Revista Rene, Fortaleza, v. 15, n. 3, p. 447-454, maio/jun. 2014. DURO, C.L.M.; LIMA, M.A.D.S. O papel do Enfermeiro nos sistemas de triagem em Emergências: análise da literatura. Online Brazilian Journal of Nursing, v. 9, n. 3, 2010. Disponível em: <http://www.objnursing.uff.br/index.php/nursing/article/view/3132/718 >. Acesso em 15 mar, 2016.

FEIJÓ, V.B.E.R. Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco: análise da demanda atendida no Pronto Socorro de um Hospital Escola. 2010. 91f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal de Londrina, Londrina- PR, 2010.

FREITAS, F.F.B. et al. O papel do enfermeiro no serviço de acolhimento e classificação de risco no setor de urgência e emergência. Revista Interdisciplinar em Saúde, v. 2, n. 3, p. 314-333, 2015.

GALVÃO, J. Gerência de Serviço de Urgência e Emergência: Fortalezas e Fragilidades. Revista Enfermagem Integrada, v. 6, n. 2. Ipatinga: Unileste, 2013.

GODOY, F.S.F. Organização do trabalho em uma Unidade de Urgência: percepção dos enfermeiros a partir da implantação do acolhimento com avaliação e classificação de risco. 2010. 154f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2010.

GRANJA, G.F. et al. Equidade no Sistema de Saúde Brasileiro: uma teoria fundamentada em dados. Revista Baiana de Saúde Pública, v. 34, n. 1, p. 72-86, jan./mar. 2010.

GUSMÃO-FILHO, F.A.R.; CARVALHO, E.F.; JÚNIOR, J.L.A.C.A. Avaliação do grau de implantação do Programa de Qualificação da Atenção Hospitalar de Urgência (Qualisus). Ciência & Saúde Coletiva, v.15, supl. 1. Recife-PE, 2010. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232010000700032>. Acesso em: 10 mar, 2016.

HILSENDERGER, B.R.; NETH, C.; BELAVER, G.M. Avaliação do acolhimento com classificação de risco na percepção dos profissionais de enfermagem de um serviço de emergência hospitalar. 2010. 55f. Trabalho de Conclusão de Curso (Escola de Enfermagem) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis – SC, 2010.

INOUE, K.C. et al. Avaliação da qualidade da Classificação de Risco nos Serviços de Emergência. Acta Paul Enferm, v. 28, n. 5, p. 420-5, 2015.

KING, I.N. The qualitative research interview. In: SYMON, G.; CASSEL, C. (Eds.) Qualitative methods in organization research – a practice guide. London: Sage, 1995. p. 15-36.

LIMA NETO, A.V. Humanização e Acolhimento em Emergência Hospitalar: Fatores condicionantes sob o olhar dos enfermeiros. J. res.: fundam. care. online, v. 4, n. 4, p. 519- 28, 2013.

LOPES, J.B. Enfermeiro na Classificação de Risco em Serviços de Emergência: Revisão integrativa. 36f. Trabalho de Conclusão de Curso (Escola de Enfermagem) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto alegre – RS, 2011.

LOPES, M.J.M.; LEAL, S.M.C. A feminização persistente na qualificação profissional da enfermagem brasileira. Cadernos pagu (24), p.105-125, Jan/Jun 2005,

MACHADO, S. Desafios e possibilidades da triagem na emergência. 42f. Monografia (Especialização). Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2011.

MATTOSINHO, M.M.S. et al. Mundo do trabalho: alguns aspectos vivenciados pelos profissionais recém-formados em enfermagem. Acta Paul Enferm, v. 23, n. 4, p. 466-71, 2010.

MINAYO, M.C.S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1994.

MONTEZELI, J.H. O Trabalho do Enfermeiro no Pronto-Socorro: Uma análise na perspectiva das competências gerenciais. 135f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba – PR, 2009.

NASCIMENTO, E.R.P. et al. Acolhimento com classificação de risco: avaliação dos

profissionais de enfermagem de um serviço de emergência. Rev. Eletr. Enf. [Internet], v. 13, n.4, p. 597-603, Out/Dez, 2011. Disponível em:

<https://www.fen.ufg.br/fen_revista/v13/n4/pdf/v13n4a02.pdf>. Acesso em: 08 de Abril de 2016.

NASCIMENTO, E.R.P. et al. Ambiência de uma emergência hospitalar para o cuidado ao idoso: percepção dos profissionais de enfermagem. Escola Anna Nery Revista de

Enfermagem, Florianópolis, v. 19, n. 2, p. 338-342, Abr/Jun 2015.

OBLITAS, F.Y.M. et al. O papel da enfermagem no controle da tuberculose: uma discussão sob a perspectiva da equidade. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 18, n. 1, [09 telas], jan-fev 2010.

OLIVEIRA, D.A.; GUIMARÃES, J.P. A Importância do Acolhimento com Classificação de Risco nos Serviços de Emergência. Caderno Saúde e Desenvolvimento, v. 2, n. 2, jan/jun, 2013.

OLIVEIRA, G.N. et al. Acolhimento com avaliação e classificação de risco: concordância entre os enfermeiros e o protocolo institucional. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 21, n. 2, [07 telas], Ribeirão Preto, mar/abr, 2013. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S010411692013000200500&script=sci_arttext&tlng=p t >. Acesso em; 18 abr, 2016.

OLIVEIRA, M.M. Como fazer pesquisa qualitativa. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

PAI, D.D.; LAUTERT, L. Sofrimento no Trabalho de Enfermagem: Reflexos do “Discurso Vazio” no Acolhimento com Classificação de Risco. Esc. Anna Nery, v. 15, n. 13, p. 524- 530, jul/set, 2011. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-81452011000300012 >. Acesso em: 17 mar, 2016.

PINTO, P.S. Aplicação do Sistema de Triagem de Manchester pelo Enfermeiro: valores, conceitos e significados. 96 fls. Dissertação. Universidade Federal de Juiz de Fora. 2015. PLANO OPERATIVO ASSISTENCIAL CONTRATUALIZAÇÃO, 2013. Ministério da Educação. Universidade Federal de Campina Grande. Hospital Universitário Júlio Bandeira. 2013.

RELATÓRIO DE DIMENSIONAMENTO DE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS, 2014. Diretoria de Atenção à Saúde. EBSERH, Hospitais Universitários Federais. Brasília, 30 de outubro de 2014.

ROSSANEIS, M.A. et al. Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco em Hospital Público de Médio Porte e a Responsabilidade da Atenção Básica. UNOPAR Cient. Ciênc. Biol. Saúde, v. 13, n. 3, p. 169-74, 2011.

SANTOS, M.A. Acolhimento com classificação de risco: Um fio guia da administração em emergência. Revista Saúde e Desenvolvimento, v. 6, n. 3, jul/dez 2014.

SANTOS FILHO, L.A.M. Revisão sistemática do Sistema de Triagem de Manchester na estratificação de risco. 2013, 28fls. Monografia. Universidade Federal da Bahia, Salvador: 2013.

SHIROMA, L.M.B.; PIRES, D.E.P. Classificação de risco em emergências par as/os enfermeiras/os. Rev. Enfermagem em Foco, v. 2, n. 1, p. 14-17, 2011.

SILVA, F.F; MORAES, S.T; RIBEIRO, J.A. Estratégias utilizadas pelo enfermeiro na assistência ao paciente grave na unidade de urgência e emergência. Enfermagem Revista, 2015.

SILVA, R.C.; FERREIRA, M.A. Características dos enfermeiros de uma unidade tecnológica: Implicações para o cuidado de enfermagem. Rev Bras Enferm, v. 64, n. 1, p. 98-105, 2011. SOUZA, C.C. et al. Classificação de risco em pronto-socorro: concordância entre um

protocolo institucional brasileiro e Manchester. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 19, n. 1, [08 telas]. Divinópolis –MG, jan-fev 2011.

TOLEDO, A.D. Acurácia de Enfermeiros na Classificação de Risco em Unidade de Pronto Socorro de um Hospital Municipal de Belo Horizonte. 136f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte – MG, 2009.

WEYKAMP, J.M. et al. Acolhimento com classificação de risco nos serviços de urgência e emergência: aplicabilidade na enfermagem. Revista Rene, v. 16, n. 3, p. 327-36, 2015. ZEM, K.K.S.; MONTEZELI, J.H.; PERES, A.M. Acolhimento com Classificação de risco: Concepção de enfermeiros de um pronto socorro. Revista. Rene, v. 13, n. 4, p. 899-908, 2012.

ZENELATTO, D.M.; DAL PAI, D. Práticas de Acolhimento no serviço de emergência: A Perspectiva dos profissionais de enfermagem. Cienc. Cuid. Saúde, v. 9, n. 2, p. 358-365, Abr/Jun, 2010.

ANEXOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

UNIDADE ACADÊMICA DE ENFERMAGEM CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

ANEXO A - TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO PESQUISADOR RESPONSÁVEL

Eu, Kennia Sibelly Marques de Abrantes, professora da Universidade Federal de Campina Grande, responsabilizo-me pela orientação de Esther Dias Pedrosa, discente do curso de graduação em enfermagem, no desenvolvimento do projeto de pesquisa intitulado “Acolhimento com Classificação de Risco: percepção de Enfermeiros que atuam em um Hospital Universitário no alto sertão paraibano” Assegurando que não haverá desistência de minha parte que acarrete em prejuízo para o término das atividades desenvolvidas no trabalho de conclusão de curso – TCC pela discente.

Declaro estar ciente e comprometo-me em assegurar que sejam cumpridos os preceitos éticos previsto na resolução 466\12 do conselho Nacional de saúde e demais documentos complementares.

Responsabilizo-me, também, pelo cumprimento da Resolução 01/2009 do Colegiado do Curso de Enfermagem, pelos prazos estipulados junto à disciplina TCC, e pelo zelo com o projeto de pesquisa no sentido de manutenção da privacidade e sigilo das informações, resguardo da segurança e bem estar dos participantes nela recrutados, pelo resultado obtido e posterior divulgação no meio acadêmico e cientifico, pela comunicação ao Comitê de Ética sobre qualquer alteração no projeto ou ocorrência de eventos adversos que impliquem no cancelamento da pesquisa, bem como arquivamento durante 5 (cinco) anos, após o término da pesquisa, de uma das vias do termo de consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) assinado por cada participante recrutado, durante a execução da mesma.

Cajazeiras-PB, 18 de abril de 2016. Profa. Dra. Kennia Sibelly Marques de Abrantes

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

UNIDADE ACADÊMICA DE ENFERMAGEM CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

ANEXO B - TERMO DE COMPROMISSO E RESPONSABILIDADE DO PESQUISADOR PARTICIPANTE

Eu, Esther Dias Pedrosa, aluna do curso de Enfermagem da Universidade Federal de

Documentos relacionados