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7. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O mapeamento tafonômico executado neste trabalho revelou a existência de assembleias parautóctones no Afloramento Rio Capivari, Grupo Itararé, Bacia do Paraná (SP). Estas, por sua vez, formaram-se a partir de acumulações sazonais em locais de baixa energia de fluxo, apontada pela distribuição e orientação preferencial dos espécimes em cada patamar fossilífero estudado na localidade. Os dados palinológicos obtidos por Callegari (2001) sugerem influência marinha, possivelmente pela localização do sistema deposicional nas bordas de um lago ou delta, e também sugerem a idade do final do Asseliano ao início do Sakmariano.

A assembleia do Rio Capivari assemelha-se morfologicamente e estratigraficamente à paleoflora encontrada em Cerquilho (SP), Afloramento Sítio Toca do Índio. No entanto, o padrão de venação das gangamopterídeas do Rio Capivari parece ser ligeiramente mais primitivo. O mesmo pode ser constatado em relação a outras tafofloras do Gondwana, sugerindo-se que o Rio Capivari represente uma das ocorrências mais antigas da Flora de

Glossopteris. A ausência de Glossopteris, baixa diversidade e tamanho pequeno das folhas,

leva ao pressuposto de que a flora do Rio Capivari se assemelha mais àquelas do Andar Talchir da Índia (Sakmariano), o qual está situado logo acima dos últimos depósitos glaciais.

A espécie mais abundante é Gangamopteris obovatta, porém os macrofitofósseis preservados, em si, não parecem fundamentar interpretações paleoecológicas e paleoclimáticas muito consistentes devido a diversidade relativamente baixa da assembleia (Spicer, 1989; Greenwood, 1991). Contudo o tamanho pequeno das folhas poderiam ser evidências de clima frio e o próprio fato da ocorrência estar localizada abaixo dos últimos depósitos glaciais parece constituir uma prova de que as condições climáticas eram provavelmente bastante frias, mesmo que a vegetação tenha se desenvolvido durante uma fase interglacial.

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