O propósito deste estudo foi investigar as relações entre bem-estar no trabalho, capital psicológico e intenção de rotatividade. Pode-se concluir que o objetivo geral e os específicos foram todos atingidos.
As quatro hipóteses formuladas foram colocadas sobre teste e todas integralmente confirmadas. Foram observadas correlações significativas negativas e positivas entre todas as variáveis do modelo. O teste do modelo revelou como capital psicológico (variável moderadora) afeta a força da relação entre bem-estar no trabalho (variável independente) e intenção de rotatividade (variável dependente).
Entretanto, faz-se necessário analisar com prudência, os fortes indícios apresentados neste estudo, do papel do capital psicológico como moderador, nas futuras investigações nas relações com outras variáveis do comportamento organizacional. Esta precaução é devido ao capital psicológico ser um tema novo na literatura brasileira que necessita de mais pesquisas, sobretudo na construção e validação de instrumentos.
Com base na literatura apresentada nas seções anteriores, o conceito de intenção de rotatividade é um indicador eficaz para se julgar um docente no ensino superior, no seu pensamento, planejamento e vontade de deixar a universidade que trabalha. Assim, entendê-la e controlá-la é crucial para manter talentos, preocupação que incomoda os profissionais de gestão de pessoas.
A promoção do bem-estar no ambiente de trabalho parece ser altamente exequível, ou seja, pode perfeitamente ser realizada. Porém, camuflada pela competitividade que se constituiu no centro das preocupações nas universidades, quando deixaram sua natureza social e de caráter essencialmente pedagógico, aproximando-se das estratégias do mundo coorporativo e mercantilizaram o ensino superior no Brasil.
Surge na literatura internacional o conceito de capital psicológico como uma relevante perspectiva à pesquisa de temas em gestão empresarial de pessoas. Suas características e estrutura abrangentes podem contribuir no desenvolvimento e treinamento dos recursos humanos nas organizações, que por sua vez podem
reverter em um recurso a ser usado na acirrada competitividade do mercado educacional.
O estudo contribui com o campo de investigação do comportamento organizacional, ao apresentar aspectos supostamente inéditos. Pontos positivos foram revelados no teste do modelo como entendimento da função importante do capital psicológico como moderador na relação entre as dimensões de bem-estar no trabalho e intenção de rotatividade.
Observou-ser que quanto mais o professor se compromete com a escola menos ele pensa em sair dela, ou seja, os professores ao perceberem que a sua universidade se preocupa com o seu bem-estar no trabalho, tendem a desenvolver níveis maiores de comprometimento afetivo com a mesma. Assim, o bom preditor de intenção de rotatividade é o comprometimento organizacional afetivo por ter a maior força de predição.
As contribuições deste estudo se explicam tendo em vista que foi explicitada uma aparente lacuna na revisão teórica da literatura nacional pela ausência de pesquisas que investigassem as relações entre capital psicológico, seja como conceito integral ou em suas dimensões isoladas e intenção de rotatividade. Além disso, o presente trabalho produziu resultados semelhantes aos de outros estudos com professores, independente do contexto educacional.
Deste modo, por meio destas novas contribuições sugere-se a área de recursos humanos pesquisarem as características próprias que foram identificadas nos professores para elaboração de processos adequados às suas necessidades específicas com o objetivo de manter seus talentos por meio da promoção de bem- estar no trabalho. Pode-se observar que os níveis de satisfação no trabalho podem ser fortalecidos de acordo com as políticas de gestão de pessoas da universidade pesquisada.
Destaca-se que a aplicabilidade de tais contribuições poderia orientar as políticas de gestão de pessoas e têm o firme propósito de esclarecer e atenuar a intenção de rotatividades de forma eficaz, garantindo a qualidade do corpo docente, favorecendo na competitividade e consequentemente, minimizando os custos gerados pela rotatividade de pessoal – turnover. Portanto, se a universidade quiser manter seus docentes sem planos de sair deverá agir para que eles estejam comprometidos afetivamente com ela.
Antes de finalizar, deficiências desta pesquisa devem ser apontadas. O fato do autor deste trabalho lecionar na faculdade pesquisada pode ter constrangido alguns professores e os levado a não responder com sinceridade o instrumento de pesquisa, inclusive, alguns docentes, se negaram a respondê-lo. Este pressuposto se fundamenta na constatação empírica da baixa intenção de rotatividade dos professores, apesar dos índices apurados às dimensões de bem-estar no trabalho estarem ao redor do ponto médio da escala de respostas, ou seja, indiferentes.
Entretanto, devido a carência demonstrada de estudos na literatura brasileira, a consistência e coerência dos resultados deste trabalho sinalizaram para uma linha de pesquisa no Brasil com resultados consolidados sobre esta investigação do emprego moderador de capital psicológico na relação entre bem-estar no trabalho e intenção de rotatividade. Este estudo, portanto, pode levar a novas pesquisas que busquem ampliar o conhecimento sobre capital psicológico dos profissionais da educação e suas possíveis influências em variáveis que promovam bem-estar no trabalho e desempenho destes educadores brasileiros.
Finalmente, destaca-se a importância de dar continuidade às pesquisas com professores universitários. Contudo, sugere-se para melhor conhecer o tema e validar os resultados desta pesquisa que outras categorias profissionais sejam estudadas na busca por evidências acerca do uso de capital psicológico como variável moderadora na relação entre as dimensões do bem-estar no trabalho e intenção de rotatividade. Também seria oportuno apresentar uma agenda de pesquisas com professores do ensino superior nas universidades públicas estaduais e federais, bem como em outros municípios brasileiros.
Este trabalho teve como objetivo primordial contribuir à área de pesquisa do campo do comportamento organizacional, ampliando os conhecimentos sobre o fenômeno que vem incomodando sobremaneira a gestão de pessoas: a intenção de rotatividade.
REFERÊNCIAS
ALI SHAH, I.; FAKHR, Z.; AHMAD, M. S.; ZAMAN, K. Measuring push, pull and personal factors affecting turnover intention: a case of university teachers in
Pakistan. REBS - Review of Economic and Business Studies. Romania,v. 3, n. 1, pp. 167-192, junho de 2010.
ARAUJO. "Notícias do Mundo Corporativo". Turnover nos EUA, mais um desafio para empresas americanas. Corporativa Review Disponível em:
http://corporativareview.com.br/noticias-do-mundo-corporativo/turnover-nos-eua Acessado em 11 e 16/08/2011.
AVEY James et al.Meta-Analysis of the Impact of Positive Psychological Capital on Employee Attitudes, Behaviors, and Performance. Human Resource Development Quarterly, v. 22, n 2, 2011.
AVEY, James et al. Impact of positive psychological capital on employee well-being over time. Journal of Occupational Health Psychology, v. 15, n 1, ,pp. 17-28, janeiro de 2010.
BANDURA, A. Self-efficacy: The exercise of control. New York: Freeman, 1997.
BARBOSA, T. S. Os impactos do balanço emocional, otimismo e percepções de suportes sobre bem-estar no trabalho de agentes comunitários da saúde. Dissertação de Mestrado. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo: Metodista, 2010.
BARON, R. M.; KENNY, D. A. The moderator-mediator variable distinction in
social psychological research: Conceptual, strategic, and statistical
considerations. Journal of Personality & Social Psychology, n 51, pp.1173–1182, 1986.
BERTARELLO, Nelson. Emprego e democracia nas Instituições Particulares de Ensino Superior no Brasil. Revista O Professor. Publicação do Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano. ano V – nº 14. p. 14, 2010.
BISQUERRA, R.; SARRIERA, J. C.; MARTINEZ, F. Introdução à estatística:
BOURDIEU, Pierre. Sur Ia télévision. Paris, Liber Éditions, 1997. (Trad. Portuguesa: Sobre a Televisão. Celta, 1997).
BRADBURN, N. M. The Structure of Psychological Well-Being. Chicago: Aldine Publishing, 1969.
BRASHEAR, T. G.; MANOLIS, C.; BROOKS, C. M.The effects of control, trust, and justice on salesperson turnover. Journal of Business Research, n 58, pp. 241-249, 2005.
CAPECCE, V. R. - Bem estar no trabalho e otimismo em estudantes
trabalhadores. Dissertação (Mestrado em Psicologia da Saúde) – Faculdade de Saúde da Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2009.
CAPES – Portal de Periódicos. Disponível em:
http://www.periodicos.capes.gov.br/ Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
CAPES – Banco de Teses. Brasília. Disponível em:
http://www.capes.gov.br/servicos/banco-de-teses .vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
CAPES – Banco de Teses e Dissertações. Brasília. Disponível em:
http://www.capes.gov.br/avaliacao/cadastro-de-discentes/teses-e-dissertacoes Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
CAPES – Qualis Periódicos Científicos. Lista completa. Ano de referência 2008. Brasília. Disponível em:
http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaListaCompletaPeriodicos.faces Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
CAVAZOTTE, F. S. C. N.; OLIVEIRA, L. B. ; MIRANDA, L. C. - Desigualdade de gênero no trabalho: reflexos nas atitudes das mulheres e em sua intenção de deixar a empresa. RAUSP., São Paulo, v.45, n.1, pp.70-83, jan./fev./mar de 2010.
CHANG, E. Career Commitment as a Complex Moderator of Organizational Commitment and Turnover Intention. Human Relations, v. 52, n. 10, p. 1257-1278, 1999.
CHIUZI, R. M. (2006). As dimensões da organização positiva e seus impactos sobre o bem-estar dos trabalhadores. Dissertação de Mestrado. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, Metodista, 2006.
CSIKSZENTMIHALYI, M. Implications of a systems perspective for the study of creativity. Em R. J. Sternberg (Org.), Handbook of creativity (pp. 313-335). New York: Cambridge. University Press, 1999.
COHEN, A.. The relationship between commitment forms and work outcomes: A comparison of three models. Human Relations. The Tavistock Institute. SAGE Publications. London, Thousand Oaks CA. n. 53 (3), pp. 387-417, 2000.
COLQUITT, J.A. On the dimensionality of organizational justice: a construct validation of a measure. Journal of Applied Psychology, v.86, n.3, pp.386-400, junho de 2001.
DAMÁSIO, A.R. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DICKTER, D. N.; ROZNOWSKI, M.; HARRISON, D. A. Temporal tempering: an event history analysis of the process of voluntary turnover. Journal of Applied Psychology, v.81, n.6, p.705-716, dez. 1996.
DIENER, E. Subjective well-being. Psychological Bulletin, v.95, pp. 542-575, 1984.
EGAN, T. M.; YANG, B.; BARTLETT, K. R. (2004). The effects of organizational learning culture and job satisfaction on motivation to transfer learning and turnover intention. Human Resource Development Quarterly, 15 (3), pp.279-301, 2004.
FERRAZ, C. R. A. Bem-estar no trabalho: estudo com uma amostra de professores. Trabalho de conclusão de curso - Faculdade de Psicologia e Fonoaudiologia, Universidade Metodista de São Paulo, 2006.
FERRAZ, C. R. A. - Percepção de suporte social e bem-estar no trabalho: um estudo com Professores. Dissertação (Mestrado) - Universidade Metodista de São Paulo. Faculdade de Psicologia e Fonoaudiologia, Curso de Pós Graduação em Psicologia da Saúde – São Bernardo do Campo, Metodista, 2009.
FERREIRA, M. L. C. BISI; SIQUEIRA, M. M. M. Antecedentes de intenção de rotatividade: estudo de um modelo psicossocial. Organizações em contexto, Ano 1, n. 2, dezembro de 2005.
FERREIRA, M. L. C. BISI. Antecedentes de intenção de rotatividade: estudo de um modelo psicossocial. Dissertação de Mestrado. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, Metodista, 2001.
FORMENTI, Lígia; PARAGUASSÚ, Lisandra. Com nota baixa, 25% dos cursos superiores perdem crédito estudantil. O Estado de São Paulo. São Paulo. Disponível em:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110114/not_imp666011,0.php Em 14/01/2011.
FREDICKSON, B.L. What good are positive emotions? Review of General Psychology, 2, pp. 300-319, 1998.
FREDICKSON, B.L. Extracting meaning from past affective experiences: the importance of peacks, ends, and specific emotions. Cognitions and Emotion, 14, pp. 577-606, 2000.
FREDICKSON, B.L. The role of positive emotions in positive psychology: the broadenand-build theory of positive emotions. American Psychologist, 56, pp. 218-226, 2001.
GOMIDE Jr, S. Antecedentes e consequentes das percepções de justiça no trabalho. Brasília, Tese (Doutorado) – Universidade de Brasília, 1999.
GOMIDE Jr., S.; NAVES, M. M., PINTO Jr.; H.; SILVA, J. Construtos
macrossistemicos: A cultura determina a eficacia organizacional? [Resumos]. Em: Sociedade Brasileira de Psicologia (Org.), Resumos da XXX Reunião Anual (pp. 74-75). Brasília, 2000.
GONDIM, S. M. G.; SIQUEIRA, M. M. M. Emoções e afetos no trabalho. In: ZANELLI, J.; BORGES-ANDRADE, J.; BASTOS, A.V.B. (Orgs.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. São Paulo: Artmed, pp. 207-236, 2004.
HAIR JR, Joseph F. et al. Tradução RIBEIRO, Lene Belon. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em Administração. Porto Alegre: Bookman, 2005.
HAMEL, G.; VALIKANGAS, L. The quest for resilience. Harvard Business Review, 81(9), 52, 2003.
INEP – Censo da educação Superior. Disponível em:
http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/relatorio_tecnico.htm . Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Dados do CENSO 2010. Disponível em:
http://www.ibge.gov.br/censo2010/dados_divulgados/index.php?uf=35 Acessado em 19/01/2011.
JUSTINO, Sofia; SANTOS, Joana. Inteligência Emocional, Conflito Trabalho- Família/Família-Trabalho e Satisfação com a Vida. VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia Universidade do Minho, Portugal, 2010.
LI, Xingyun. An Economic Analysis on the Turnover of College Teachers. Education and Economy. (4): p36, 2005.
LOCKE, E.A. The nature and causes of job satisfaction. In M.P. Dunnette (Ed), Handbook of I/O Psychology, (pp.1294 -1349), Chicago: Hand-McNally, 1976.
LODAHL, T.M.; KEJNER, M. The definition and measurement of job involvement. Journal of Applied Psychology, 49, pp. 23-33, 1965.
LOPES, V. R. O papel do suporte social no trabalho e resiliência no
aparecimento de burnout – um estudo com bombeiros militares. Dissertação de Mestrado. Instituto de Psicologia, Universidade Federal de Uberlândia, 2010.
LUTHANS, F. Positive organizational behavior: Developing and managing psychological stregths. Academy of Management Executive, 16, 57-72, 2002a.
LUTHANS, F.The need for and meaning of positive organizational behavior. Journal of Organizational Behavior, 23, 695-706, 2002b.
LUTHANS, F.; AVOLIO, B. Authentic Leadership Development. In K.Cameron, J. Dutton & R. Quinn (Eds.), Positive Organizational Scholarship: Foundations of a new discipline, 241-258. San Francisco: Berrett-Koeller, 2003.
LUTHANS, F. et al.The psychological capital of Chinese workers: Exploring the relationship with performance. Management and Organization Review, 1 (2), pp. 247-269, 2005.
LUTHANS, F.; YOUSSEF, C. Human, social, and now positive psychological capital management: Investing in people for competitive advantage.
Organizational Dynamics, 33 (2), pp. 143-160, 2004.
LUTHANS, F.; YOUSSEF, C; AVOLIO, B. Psychological Capital. Developing the Human Competitive Edge. New York: Oxford University Press, 2007.
LUTHANS, F.; LUTHANS, Kyle W.; LUTHANS, Brett C.- Positive psychological capital: Beyond human and social capital. Business Horizons 47/1 – pp. 45-50, 2004.
LUTHANS, F.; YOUSSEF, Carolyn M. - Emerging Positive Organizational Behavior. Journal of Management, v. 33, n. 3, , pp. 321-349, junho de 2007.
LUTHANS, F. et al. - The mediating role of psychological capital in the
supportive organizational climate - employee performance relationship. Journal
of Organizational Behavior.J. Organiz. Behav. 29, pp. 219–238, 2008.
MARTINS, Maria do Carmo F. Materiais do Programa de Pós-Graduação em Adm. da UMESP, Área de concentração: Gestão de Organizações, Linha de pesquisa: Gestão de Pessoas e Organizações, Disciplina: Comportamento Organizacional. São Bernardo do Campo, Metodista, 2009.
MARTINS, M. C. F. et al. Escala de Capital Psicológico: adaptação brasileira da ECP-12. II Congresso Luso-Brasileiro de Psicologia da Saúde e I Congresso Ibero- Americano de Psicologia da Saúde. Anais. São Bernardo do Campo – SP, 2011.
MASSETO, Marcos T. – Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus, 2003.
MATHIEU, J.E.; ZAJAC, D.M. (A review and meta-analysis of the antecedents, correlates, and consequences of organizational commitment. Psychological Bulletin, 108, pp. 171-194, 1990.
MEC - Ministério da Educação – A educação brasileira a caminho da qualidade. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=9585&catid =211 . Acessado em 08 e 09/01/2011.
MELEIRO, A. R.; SIQUEIRA, M. M. M. Os impactos do suporte do supervisor e de estilos de liderança sobre bem-estar no trabalho. XXIX ENANPAD textos completos. Brasília. CD-ROM, EOR-B 992, 2005.
MINTZBERG, Henry; LAMPEL, Joseph. Reflecting on the Strategy Process. Sloam Management Review, pp. 21-30, spring 1999
MOWDAY, R. T.; PORTER, L. W.; STEERS, R. M. Employee-organization
linkages: The psychology of commitment, absenteeism, and turnover. New York:
Academic Press, 1982.
MOWDAY, R. T.; STEERS, R. M.; PORTER, L. W. (1979). The measurement of
organizational commitment. Journal of Vocational Behavior, 14, pp. 224-227, 1979 MOWDAY, R. T. Reflections on the study and relevance of organizational
commitment. Human Resource Management Review, v. 8, n. 4, pp. 387-401, 1998.
NASCIMENTO, S. H.As relações entre inteligência emocional e bem-estar no trabalho. Dissertação de Mestrado. Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, Metodista, 2006.
PAGE, Liam F.; DONOHUE, Ross. Positive psychological capital: a preliminary exploration of the construct. Monash University – Business and Economics. Working Paper, outubro de 2004.
PEREIRA, C. C. P. – Relações entre Configurações de poder, prazer e sofrimento no trabalho e intenção de rotatividade: estudo de caso numa empresa de tele-atendimento. 2006. 79 f. Dissertação de Mestrado. Instituto de Psicologia. Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2006.
PETERSON, S. J.; LUTHANS, F. The positive impact and development of
hopeful leaders. Leadership & Organization Development Journal, 24(1), pp. 26-31, 2003.
RAMLALL, S. (2003). Managing employee retention as a strategy for increasing organizational competitiveness. Applied H. R. M. Research, 8 (2), pp. 63-72, 2003.
REGO, Américo; PINA e CUNHA Miguel. Gestão em Portugal: das fraquezas às forças; Dirigir: A revista para chefias e quadros; Gestão de projetos; n. 106; Lisboa – Portugal - Universidade de Aveiro; Universidade Nova de Lisboa; br./Mai./Jun./2009.
REGO, Armênio; SOUTO, Solange; PINA E CUNHA, Miguel. Espiritualidade nas organizações, positividade e desempenho. Comportamento Oganizacional e Gestão. v. 13, n 1,pp. 7-36, 2007.
RYFF, C. D. Happiness is everything, or is it? Explorations on the meanings of psychological well-being. Journal of Personality and Social Psychology, v. 57, n. 6, pp.1069-1081, 1989.
SALANOVA, Marisa. Organizaciones saludables. In: VÁZQUEZ, Carmelo e HERVÁS, Gonzalo. Psicología Positiva Aplicada. Bilbao: Editorial Desclée de Brouwer, 2008.
SELIGMAN, M. E. P.; CSIKSZENTMIHALYI, M. Positive Psychology: An introduction. American. Psychologist, 55 (1), pp. 5-14, 2000.
SHELDON, K. M.; KING, L. Why positive psychology is necessary. American Psychologist, 56 (3), pp. 216-217, 2001.
SCHEPMAN, S. B.; RICHMOND, L. Employee expectations and motivation: An application from the "learned helplessness" paradigm. Journal of American Academy of Business, Cambridge, 3(1/2), p. 405, 2003.
SIEGEL, Sidney. - Estatística não-paramétrica para as ciências do comportamento. Porto Alegre: Artmed; 2006.
SILVA, Kélia L. A. B. - Impacto dos Valores Organizacionais e da Satisfação no Trabalho na Intenção de Rotatividade. Dissertação de Mestrado. Instituto de Psicologia. Universidade Federal de Uberlândia – M. G., 2007.
SIQUEIRA, M.M.M.; GOMIDE Jr, S.; MOURA, O. I. & MARQUES, T. M. Um modelo pós--cognitivo para intenção de rotatividade: antecedentes afetivos e
cognitivos [Resumo], XXVI Congresso Interamericano de Psicologia. São Paulo, 1997.
SIQUEIRA, M.M.M. Bem-estar no Trabalho. In Cruz, José P., Jesus, Saul Neves & Nunes, Cristina (Coords.). Coleção ENSAIO – 5. Textiverso. Viseu – Portugal, 2009.
SIQUEIRA, M. M. M.; PADOVAM, V. A. R. - Bases Teóricas de Bem-Estar
Subjetivo, Bem-Estar Psicológico e Bem-estar no trabalho. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, Vol. 24 n. 2, pp. 201-209, 2008.
SIQUEIRA, M. M. M. e cols. – Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SIQUEIRA, M. M. M.; GOMIDE JR, S. J. - Vínculos do trabalhador com o trabalho e com a organização. Em: J. C. Zanelli, J. E. Borges-Andrade & A . V. B. Bastos (Orgs.) Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. (pp. 300-330). Porto Alegre: Artmed, 2004.
SIQUEIRA, M.M.M. Antecedentes de comportamentos de cidadania
organizacional: análise de um modelo pós-cognitivo. Tese de doutorado não publicada, Universidade de Brasília, Brasília, 1995.
SIQUEIRA, M.M.M. Proposição e Análise de um Modelo para
Comportamentos de Cidadania Organizacional.RAC – Revista de Administração
Contemporânea. Vol. 7 - Edição Especial. Curitiba, pp. 165-184, 2003. SIQUEIRA, M. Comprometimento organizacional afetivo, calculativo e normativo:evidências acerca da validade discriminante de três medidas brasileiras. Anais do ENANPAD, cor. 520. Campinas, 2001.
SIQUEIRA, M.M.M.; PADOVAM, V.A.R.; CHIUZI, R.M. Bem-estar subjetivo e bem- estar no trabalho. In M.M.M. Siqueira, Jesus, S.N. & Barros, V.O. (Orgs.),
Psicologia da saúde: teoria e pesquisa. São Bernardo do Campo: Editora Metodista, pp. 287-300, 2007.
SIQUEIRA, M. M. M.; PEREIRA, S. E. F. N. Análise de um modelo afetivo para intenção de sair da organização. Revista da SPTM, 4 (6), pp. 48-57, 2001.
SOUZA, C. M.; REIS, J. D.; SIQUEIRA, M. M. M. As relações entre bem-estar no trabalho e intenção de rotatividade. Caderno de resumo do IV Seminário de Pesquisa Gibest: grupo interinstitucional de pesquisa de bem-estar, suporte social e trabalho. Uberlândia- MG, 2006.
SPECTOR, Paul E. Industrial and organizational psychology: research and practice. 5ª ed.. Editora Saraiva, 2007.
STAW, Barry M. (1980) – Rationality and justification in organizational life. In: B. M. Staw & L. L. Cummings (eds.). Research in Organizational Behavior - Vol.2, pp. 45-80. Greenwich. CT: JAI press, 1980.
STAW, Barry M. - Organizational Behavior: A review and reformulation of the field's outcome variables - Annual Review of Psychology, 35, p. 627-66, 1984.
STEERS, R. M.; MOWDAY, R. T. Employee turnover and post-decision
accommodation processes. Research in Organizational Behavior, v. 3, p. 235-281, 1981.
TABACHINICK, B. G.; FIDELL, L. S. Using Multivariate Statistics, Fourth Edition, Allyn and Bacon, 2001.
TAMBOSI Filho, Elmo. Materiais do Programa de Pós-Graduação em Adm. da UMESP, Área de concentração: Gestão de Organizações, Linha de pesquisa: Gestão de Pessoas e Organizações, Disciplina: Oficina sobre “O Texto Acadêmico, Pesquisa e Publicação”. São Bernardo do Campo: Metodista, 2010.
TIRADENTES, Aparecida. A educação no novo milênio. Revista O Professor. Publicação do Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano. Ano V – n. 14. pp. 12 – 13, 2010.
TORRES, J. M. B. C. P. Qualidade de vida no trabalho (QVT) e intenção de turnover: efeito preditor de dimensões de QVT na intenção de turnover. Dissertação (Mestrado Integrado em Psicologia) - Universidade de Lisboa. Faculdade de Psicologia. Secção de Psicologia dos Recursos Humanos e das Organizações – Lisboa, Portugal, 2010.
UMESP – Universidade Metodista de São Paulo. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações. Disponível em:
http://ibict.metodista.br/tedeSimplificado/tde_busca/index.php . Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.
UMESP – Universidade Metodista de São Paulo. Normas para a elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos – 2010. Disponível em:
http://www.metodista.br/biblioteca/normas-para-a-elaboracao-e-apresentacao-de- trabalhos-academicos-2010 . Vários acessos em janeiro e fevereiro de 2011.