• Nenhum resultado encontrado

Considerações

No documento 3581_2013_0_14.pdf (3.331Mb) (páginas 153-159)

Referências internacionais

Os casos internacionais aqui apresentados apresentam nos ajudaram a balizar e contextualizar as experiências nacionais apresentadas a seguir.

Motivados por diferentes iniciativas, é notável em ambos a melhora significativa tanto no espaço público e no parque edificado dos conjuntos abordados. As grandes diferenças referem-se aos processos e a motivação das iniciativas de desenvolvimento dos conjuntos históricos.

O caso de Quito, conhecido mundialmente por ser um dos primeiros casos de centro histórico classificado como Patrimônio Mundial da Humanidade. Ali, através de um Plano de Gestão coordenado por agência local e supervisionado de perto pela UNESCO, de forma que, na medida do possível, as atividades e tradições da população local foi considerada como parte do Plano de Gestão do Patrimônio. Destaca-se, nesse caso, a importância da meticulosidade do processo de elaboração, implantação gestão do plano, que tratou não apenas do patrimônio edificado, mas do desenvolvimento local, tenso sido apoiado e financiado por atores em escala internacional (UNESCO, BID, entre outros). A multiplicidade de atores locais e internacionais, a presença do Instituto Metropolitano do Patrimônio, com relativa autonomia para coordenação e gestão do processo, apoiado por amplo aparato legal, foi uma das razões de seu sucesso imediato, mesmo que limitado no tempo.

Já em Santiago e o caso do bairro Universitário - uma operação urbana em um bairro histórico – percebemos a importância do Plano de Desenvolvimento Urbanístico como uma forma de guiar a atuação dos atores privados, responsáveis pelo financiamento da operação, recuperando o Patrimônio edificado, dotando-o de uso economicamente viável. Aqui, também a presença de atores locais, no caso da CORDESAN e da Corporación Universitaria de Santiago, garantem, mediante a centralização da articulação de diferentes atores e agendas, a implantação e gestão do Plano inicial.

Entendemos que esses podem ser casos importantes e de referência no tocante ao entendimento das experiências brasileiras, na medida em que apresentam distintas motivações, modelos de financiamento e gestão, mostrando-nos interessantes resultados formais da aplicação de políticas de planejamento e gestão do Patrimônio Cultural em sua escala urbana.

Estudos de caso nacionais

A primeira vista causa estranheza a similaridade das avaliações dos atores em relação à sustentabilidade dos centros históricos muito diferentes quanto às dimensões geográfica, social, econômica e patrimonial. Esse resultado contradiz a mística acadêmica de que “cada caso é um caso” especialmente em contextos políticos locais diferentes.

Deve-se lembrar que desde o início dos anos 1990, ocorreu uma “fertilização cruzada” entre as gestões desses centros por meio de trocas intensas e contínuas de experiências e avaliações, materializadas em seminários, literatura especializada e de divulgação, movimento de especialistas e gestores implantação de programas federais de financiamento das revitalização, como o Prodetur e o Monumenta e os da Caixa Econômica Federal e do Ministério das Cidades, favorecendo o feedback dos processo de implantação e, mais importante o aprendizado pela experiência e a discussão.

Não menos importante foi o papel do Banco Inter-Americano de Desenvolvimento que foi financiador de parte dos processos de revitalização de todos os centros históricos analisados. O banco foi responsável por uma nova cultura de projeto e gestão que foi disseminada por todo os sistemas de planejamento e controle da administração pública local desses centros. Este movimento parece configurar a criação de novos nichos para investimentos imobiliários: áreas bem equipadas com degradação do quadro construído.

Essa hipótese é reforçada na análise das gestões dos processos nos estudos de casos. Ocorreram poucas variações nos ‘estilos’ das gestões, como pode ser inferido da análise dos indicadores realizada acima.

Todas essas hipóteses reforçam a ideia de que o planejamento e a gestão de centros históricos no Brasil assumem uma faceta diferente da cultura do planejamento e da gestão urbana até então presente. O fator da “vontade política” parece perder força face a maior organização dos atores e das gestões públicas específicas dos processos localizados espacialmente, que investem a na negociação, no feedback e na continuidade de propósitos estratégicos da revitalização, dentro de novos desenhos urbanos.Entretanto a gentrificação ainda é quase constante.

A semelhança dos indicadores dos processos e dos resultados das avaliações não indicam que exista uma “formula” básica que permita a replicabilidade dos processos para alcançar bons ou maus resultados. Entretanto, os resultados ainda parciais da pesquisa indicam os processos de revitalização ou reabilitação de centros históricos no Brasil andam por caminhos bem semelhantes e a partir disso podemos encontrar estratégias para formulação de melhores políticas urbanas.

5. Referências

Teórico

Baer, Willian C. 1997. General plan evaluation criteria: An approach to making better plans. Journal of the American Planning Association, 63, n. 3, 329 – 344.

Barros Silva, P. L.; Melo, M. A. B. 2000. O Processo de implementação de políticas públicas no Brasil: Características e determinantes da avaliação de programas e projetos. NEPP/UNICAMP, Caderno 48.

Botelho, T. R. 2005. Revitalização de centros urbanos no Brasil: uma análise comparativa das experiências de Vitória, Fortaleza e São Luís. EURE (Santiago), 31 n.93.

Duarte, T. 2009. A possibilidade da investigação a 3: reflexões sobre triangulação (metodológica). CIES e- WORKING PAPER [ON LINE], 60. Disponível em: http://www.cies.iscte.pt/destaques/documents/CIES- WP60_Duarte_003.pdf [acesso em novembro 2014].

Hodge, G. 2001. Metadata made simpler. Bethesda: NISO Press.

Yin, R. K. 2005. Estudo de Caso: Planejamento e métodos, Porto Alegre, Bookman. Pawlak, Z. 2002. Rough sets and intelligent data analysis, Information Sciences, 147, 1–12.

Thuraisingham M., Bhavani 1999. Data mining: Technologies techniques, tools and trends, Boca Raton, CRC Press.

Vieira, N. M. 2007. Gestão de sítios históricos: A transformação dos valores culturais e econômicos em programas de revitalização em áreas históricas, Recife, Editora Universitária UFPE.

Zancheti, S. M.; Somekh N. 2014. Avaliação de grandes projetos urbanos: Notas metodológicas sobre a análise de casos brasileiros. In: Anais do III Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo: Arquitetura, cidade e projeto: uma construção coletiva, São Paulo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, CD-Rom.

1º Encontro Luso-Brasileiro de Reabilitação Urbana Lisboa. 1995, Carta de Lisboa Sobre a Reabilitação Urbana, Lisboa.

Santiago

CAIRES, Carla de Barros. Arquitetura contemporânea e a requalificação do sítio consolidado: o conjunto edificado do Campus da Universidade Diego Portales, Santiago do Chile. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2013.

PAVLICK, Mariana. Políticas para recuperação de áreas centrais em cidades latino-americanas. Estudos de caso: São Paulo, Santiago do Chile e Buenos Aires. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Universidade São Paulo, São Paulo, 2010

SALINERO, Maria Elena Barraza. Recuperación del Centros Históricos a partir del uso universitário. El Barrio Universitario de Santiago como Campus Urbano Abierto. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Pontificia Universidad Catolica de Chile, Santiago, 2007.

ZANCHETI, Silvio M. Financiamento da regeneração de áreas urbanas patrimoniais na América Latina. Recife, CECI Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada, 2011.

SITES CONSULTADOS

http://web.archive.org/web/20080613131824/http://www.arquiform.cl/Arquiform/Barrio%20Universitario.ht ml.

http://chilexplora.com/chilexplora/panorama/entornos/metropolitana/avrepublica/tour.html

Quito

ARIZAGA, Dora G. Em busqueda de um desarollo integral para el Centro histórico de Quito: propuestas y acciones. In: BARROS, César; ARAUJO, Evelyne L. Reabilitação urbana de centralidades metropolitanas: reflexões e experiências na América Latina do século 21. Recife: Prefeitura da Cidade do Recife, 2006, pp. 67-79. DIRECCIÓN Metropolitana de Territorio y Vivienda. Centro Hisórico de Quito, Plan Especial. Quito, DMQ, 2003. IADB – Inter-American Development Bank. City Development. Experiences in the preservation of ten world heritage sites. Washington, IADB, 2011

ICOMOS. Advisory Mission Report on the City of Quito 21-26 oct. 2013. ICOMOS, jan. 2014. (missão e relatório produzido pela arq. María Rebeca Medina).

IMP - Instituto Metropolitano de Patrimonio. Plan de Gestion Integral del Centro Historico de Quito 2014-2022. Quito, IMP, 2014. (versão preliminar)

ROJAS, Eduardo. Volver al Centro. Washington, Inter-American Development Bank, Washington, 2004, CECI, Recife, 2001.

SECRETARIA de Territorio, habitat y Vivienda. Plan Metropolitano de Ordenamiento Territorial – 2012-2022. Quito, DMQ, 2012.

ZANCHETI, Silvio M. Financiamento e Regeneração de Áreas Urbanas Patrimoniais na América Latina. Recife, CECI, 2011.

Rio de Janeiro

Acervo de Estadão. "Distrito Cultural da Lapa sai do papel". Publicado em 10/09/2014. Disponível em <http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,distritoculturaldalapasaidopapel,20010910p8570>. Acesso em 26/11/2014.

Acervo de O Globo. “Elevado da Perimetral foi inaugurado duas vezes: por JK, em 1960, e Geisel, em 1978”. Publicado em 16/7/2014. Disponível em http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/elevado-da-perimetral-foi- inaugurado-duas-vezes-por-jk-em-1960-geisel-em-1978-1-13279735#ixzz3LQVPzbA5. Última visualização em 9/12/14.

Acervo de O Globo. “Elevado da Perimetral foi inaugurado duas vezes: por JK, em 1960, e Geisel, em 1978”. Publicado em 16/7/2014. Disponível em http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/elevado-da-perimetral- foi-inaugurado-duas-vezes-por-jk-em-1960-geisel-em-1978-1-13279735#ixzz3LQVPzbA5. Última visualização em 9/12/14.

ALCANTARA, D. . Abordagem experiencial e revitalização de centros históricos: os casos do Corredor Cultural no Rio de Janeiro e do Gaslamp Quarter em San Diego. 2008. 288 f. Tese (Doutorado em Ciências em Arquitetura) - Programa de Pós-graduação em Arquitetura, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2008. ANDREATTA, Verena; CHIAVARI, Maria Pace; REGO, Helena.. O Rio de Janeiro e a sua orla: história, projetos e identidade carioca. COLEÇÃO ESTUDOS CARIOCAS SMU/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro , Rio de Janeiro, 2009. BONDUKI, Nabil. Intervenções Urbanas na Recuperação de Centros Históricos. Brasília, Iphan/Programa Monumenta, 2010.

ARANTES, O. B. F. ; VAINER, C. ; MARICATO, E. . A cidade do pensamento único: Desmanchando consensos. Petrópolis: Vozes, 2000.

BRANDÃO, J. P. M. . A Revitalização da Lapa: Cultura e Patrimônio na Construção do Espaço Público do Rio de Janeiro. In: Rogério Proença Leite; Eder Claudio Malta Souza. (Org.). Cidades e Patrimônios Culturais. Investigações para a iniciação à pesquisa.. 1ªed.São Cristóvão: Editora UFS, 2013, v. , p. 281-303.

COLCHETE FILHO, Antonio. Praça XV: projetos do espaço público. Rio de Janeiro: 7Letras: FAPERJ, 2008. DOMINGUES, Luís Carlos Soares Madeira. Projeto urbano e planejamento: o caso do Rio Cidade. 1999. 147 f. Dissertação (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) - Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 1999.

FAJARDO, Washington e RIBEIRO, Paulo Eduardo Vidal Leite. Porto Maravilha. Revista do Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro. Ano II, número 1. Julho de 2012.

FRENKEL, Denise Beer. A revitalização urbana e as viagens a pé: uma propostas de procedimento auxiliar na anáise de projetos. 2008. 295 f. Dissertação (Mestrado em Ciências em Engenharia de Transportes) - COPPE , Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2008.

GARRO, J. A. A. . Uma escuta sobre o Programa Monumenta na Praça Tiradentes do Rio de Janeiro. 2011. 196 f. Dissertação (Mestrado em Urbanismo) – Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2011.

GRUPO SANTANDER BRASIL. Grupo Santander Brasil patrocina restauração dos Arcos da Lapa no Rio de

Janeiro. Disponível em:

<http://www.santander.com.br/document/wps/institucional_sala_press_janeiro10_021.pdf>Acesso em 02/10/2014

GUTERMAN, B. C. . Cidade-produto, bairro-marca: como a Lapa está se tornando o mais carioca dos bairros. 2012. 126 f. Tese (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2012.

JEUDY, Henri Pierre; JACQUES, Paola Berenstein. Corpos e cenários urbanos: territórios urbanos e políticas culturais . Salvador: EDUFBA, 2006. 177 p.

LAGE, Janaina. Lapa, no Rio, tem primeiro lançamento imobiliário em 30 anos. Folha Online, São Paulo,

publicado em 10/11/2005. Disponível em

<http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u102295.shtml> . Acesso em 15/12/2014

LEAL, Luiz Paulo. Desafios para a Requalificação da Região Portuária do Rio de Janeiro: Desfazendo os estigmas sociais e a segregação Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro – PROURB/FAU-UFRJ.. Simpósio Temático Anparq, 2010.

MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO. PROSPECTO DE REGISTRO (“PROSPECTO”) DA OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO. 14 de junho de 2012. MACEDO, M. A. M. Projeto Corredor Cultural: um projeto de preservação para a área central do Rio de Janeiro (1979-1993). 2004. 206 f. Dissertação (Mestrado) - Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos. 2004.

MAGALHÃES, R. A. M. . Preservação e requalificação do centro do Rio nas décadas de 1980 e 1990: A construção de um objetivo difuso. 2002. Disponível em <https://theurbanearth.files.wordpress.com/2009/01/preservacao-e- requalificacao-do-centro-do-rio.pdf>. Acesso em 11/09/2014.

MONTEIRO, J. C. C. S. . Habitação na área central do Rio de Janeiro: Reflexões críticas a partir do Programa Novas Alternativas. 2011. 173 f. Tese (Mestrado em Planejamento Urbano e Regional) - Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional, Universidade Ferderal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2011.

MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO. PROSPECTO DE REGISTRO (“PROSPECTO”) DA OPERAÇÃO URBANA CONSORCIADA DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO. 14 de junho de 2012. NOGUEIRA, Italo e FRANCO, Luiza. Rio quer frear revitalização corporativa de área do porto. Jornal Folha de São Paulo, 27 de novembro de 2014.

OLIVEIRA, E. F.. Revitalização dos centros urbanos: a luta pelo direito à cidade. 2009. 131f. Dissertação (Mestrado em Políticas Públicas e Formação Humana) – Faculdade de Educação, Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.

PEREIRA, T. A.. Renovação urbana da Lapa no limiar do séc. XXI, Cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Apresentação no Reecuentro de Saberes Territoriales Latinoamericanos. Peru, 2013.

_______ . Revitalização dos centros urbanos: intervenção público-privada na distribuição socio-espacial da população e movimentos sociais de contestação, in <http://www.abep.org.br/?q=publicacoes/anais/anais-2008- sess%C3%B5es-de-p%C3%B4steres>. Acesso em 04/12/2014

_______ . Projeto Rio Cidade: intervenção urbanística, planejamento urbano e restrição à cidadania na cidade do Rio de Janeiro. . Apresentação no X Coloquio Internacional de Geocrítica DIEZ AÑOS DE CAMBIOS EN EL MUNDO, EN LA GEOGRAFÍA Y EN LAS CIENCIAS SOCIALES, 1999-2008. Barcelona, 26-30 de mayo de 2008.

PINHEIRO, A. I. F. (2002). Aprendendo com o Patrimônio. In: OLIVEIRA, Lucia Lippi. Cidade: História e Desafios. Rio de Janeiro, FGV, CNPQ, p.141-155.

PINHEIRO, Eloísa Petti. DOIS CENTROS, DUAS POLÍTICAS, DOIS RESULTADOS. Universidade Federal da Bahia, Brasil. Apresentação no X Coloquio Internacional de Geocrítica DIEZ AÑOS DE CAMBIOS EN EL MUNDO, EN LA GEOGRAFÍA Y EN LAS CIENCIAS SOCIALES, 1999-2008. Barcelona, 26 - 30 de mayo de 2008

SILVEIRA, C. B. . O entrelaçamento urbano-cultural : centralidade e memória na cidade do Rio de Janeiro. 2004. 329 f. Tese (Doutorado em Planejamento Urbano e Regional) – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano Regional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2004.

SOARES, Eliana Miranda Araújo da Silva. MOREIRA, Fernando Diniz. Preservação do patrimônio cultural e reabilitação urbana: o caso da zona portuária da cidade do Rio de Janeiro. Da Vinci, Curitiba, v. 4 , n. 1, p. 101-

120, 2007, p. 109). Disponível em

ural%20e%20reabilita%C3%A7%C3%A3o%20urbana%20o%20caso%20da%20zona%20portu%C3%A1ria%20 da%20cidade%20do%20Rio%20de%20Janeiro.pdf>. Acesso em 26/11/2014.

SOUZA, R. F. D. . Um guia informativo dos cursos e oficinas artísticas e culturais da Lapa – Rio de Janeiro. 2012. 167 f.Dissertação (Mestrado em Bens Culturais e Projetos Sociais) - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais, Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. 2012.

VILAS BOAS, V. P. . As Memórias e Suas Permanências na Cidade: a Lapa como estudo de caso. 2012. (Apresentação de Trabalho/Seminário). Disponível em...

XAVIER, Priscilla Oliveira. Do porto ao Porto Maravilha: considerações sobre os discursos que (re)criam a cidade. Dissertação apresentada ao Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. 2012.

São Paulo

CASTRO, Luiz Guilherme Rivera. São Paulo e sua área central: Planos, Políticas e Programas Recentes. São Paulo: Pós, junho de 2013.

Empresa Municipal de Urbanização – EMURB. Caminhos para o centro: estratégias de desenvolvimento para a região central de São Paulo - fotografia de Cristiano Mascaro - São Paulo: 2004.

PÓLIS/CARE. Controle social de políticas públicas: O financiamento do BID para a reabilitação do Centro de São Paulo. São Paulo: PÓLIS, maio de 2008.

PMSP. Apresentação do Projeto Nova Luz, junho 2011.

MOTISUKI, Daniela. Reabilitação de Áreas Centrais: Antagonismo e Ambiguidades do programa paulistano. Tese. São Paulo: USP, 2008.

NOBRE, E. A. C. (2009). Políticas urbanas para o Centro de São Paulo: reabilitação ou renovação? Avaliação das propostas da Prefeitura do Município de São Paulo de 1970 a 2004. Pós. Revista do Programa de Pós- Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP, São Paulo, n. 25, p. 214-231, 2009.

SOMEKH, Nadia.Projetos Urbanos e Estatuto da Cidade: limites e possibilidades. Arquitextos, São Paulo, 097.00, Vitruvius, 2008. Disponível em http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/09.097/131, Acesso em 20 mai. 2014.

No documento 3581_2013_0_14.pdf (3.331Mb) (páginas 153-159)

Documentos relacionados