11. MATRIZ CURRICULAR
11.3 Conteúdo Programático das Disciplinas dos Eixos Temáticos
CAMPUS CURSO DISCIPLINA
CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL INTRODUÇÃO AS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
1º SEMESTRE CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 34H EFCPP001 2018 Ana Paula Donicht Fernandes Carga Horária Teórica: 30 Carga Horária Prática: 4 Carga Horária Total: 34
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Apresentar fundamentos teóricos, históricos e metodológicos que marcaram e marcam as ciências agrárias e, ainda, construir referências sócio-técnicas que possam contribuir para práticas profissionais reflexivas, metódicas e adequadas à realidade rural do Brasil e da Amazônia.
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A Instituição de Ensino e os cursos de ciências agrárias. Ciência e conhecimento científico. As origens da agricultura: domesticação das plantas e animais e o desenvolvimento da sociedade. Institucionalização das ciências agrárias no Brasil e na Amazônia. Fundamentação dos princípios éticos. O papel do profissional das ciências Agrárias no ensino, pesquisa, extensão, corporações privadas e organizações sociais.BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COELHO, F. M. G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e métodos. Viçosa: Editora da UFV, 2005. 139p.
DEAN, W. A botânica e a política imperial: a introdução e a domesticação de plantas no Brasil. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 4, n. 8, 199. p. 216-228.
MAZOYER, M., 1933- História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea Marcel Mazoyer, Laurence Roudart; [tradução de Cláudia F. Falluh Balduino Ferreira]. – São Paulo: Editora UNESP; Brasília, DF: NEAD, 2010. Disponível online.
PARCHEN, C. A. O exercício profissional de ciências agrárias. Rev. Acad., Curitiba, v. 5, n. 1, p. 85-90, jan./mar. 2007.
SEVILLA G.; GONZALES, M de. A evolução do conceito de campesinato. Editora Expressão Popular, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, J. A. Agronomia entre a teoria e a ação. Revista de Educação Agrícola Superior, Brasília - ABEAS, vol. 18. n.2, 2000. p. 7-13.
ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. Expressão Popular. 3 ed. 400 p. 2012.
AQUINO, A.M. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. EMBRAPA. 517 P. 2005.
BROSE, M. (Org) Metodologia participativa: uma introdução a 29 instrumentos. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2001.
CHABOUSSOU, F. Plantas doentes pelo uso de agrotóxicos: novas bases de uma prevenção contra doenças e parasitas – a teoria da trofobiose. São Paulo: Expressão Popular, 2006.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 9 ed. Tradução de Rosisca Darcy de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988/2013. 93p. (O Mundo, Hoje, 24).
MACHADO, L.C.P. Pastoreio racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Expressão Popular. 2010.
RIBEIRO, D. O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. Companhia das Letras – 1995. São Paulo. 2ª edição.
RODRIGUES, C. M. Gênese e evolução da pesquisa agropecuária no Brasil: da instalação da corte portuguesa ao início da república. Cadernos de difusão de tecnologia, Brasília. v. 4, n. 1, jan./abr., 1987. p. 21-38.
YEGANIANTZ, L.; MACÊDO, M. M. C. O desafio da ética agrícola. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v.17, n.3, p.125-146, set./dez. 2000.
CAMPUS CURSO DISCIPLINA
CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL INTRODUÇÃO À ATIVIDADE PROFISSIONAL
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CARGA HORÁRIASEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA
34H EFCPP002 2018 Ana Paula D. Fernandes
Henderson Gonçalves Nobre Carga Horária Teórica: 24 Carga Horária Prática: 10 Carga Horária Total: 34
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Proporcionar aos alunos informações de relevância à atuação do profissional de Engenharia Florestal.
EMENTA
Histórico da Engenharia Florestal. A Engenharia Florestal e a atuação profissional. Formação básica do engenheiro florestal. Ética profissional e empresarial. Legislação profissional. Organizações de classe e sistema CONFEA/CREA. Conceitos básicos e aplicações das principais áreas da engenharia florestal. Conhecer as áreas de formação e de atuação do Engenheiro Florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROSE, M. (org) Metodologia participativa: uma introdução a 29 instrumentos. Editora Tomo Editorial, Porto Alegre, 2001.
COELHO, F. M. G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e métodos. Viçosa: Editora da UFV, 2005. 139p.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 5 ed. Editora Guanabara Koogan. 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA. Lei Federal 5194/66. Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências. Disponível em: www.confea.org.br.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 9 ed. Tradução de Rosisca Darcy de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. 93p. (O Mundo, Hoje, 24).
FURTADO, R.; FURTADO, E. A intervenção participativa dos atores: uma metodologia de capacitação para o desenvolvimento sustentável. Brasília: Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), 2000. 179p.
GOODMAN, D.; SORJ, B.; WILKINSON, J. Da lavoura às biotecnologias. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1990.
MAZOYER, M., 1933- História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea Marcel Mazoyer, Laurence Roudart; [tradução de Cláudia F. Falluh Balduino Ferreira]. – São Paulo: Editora UNESP; Brasília, DF: NEAD, 2010.
RIBEIRO, DARCY. O Povo Brasileiro: A formação e o sentido do Brasil. Companhia das Letras – 1995. São Paulo. 2ª edição.
SOARES, M.S. Ética e exercício profissional. ABEAS. 189 p. 2000.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENGENHEIROS FLORESTAIS. Legislação Profissional Relativa ao Engenheiro Florestal. Disponível em: <www.sbef.org.br>
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CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL ZOOLOGIA GERAL 1° SEMESTRE
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CARGA HORÁRIASEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA
68H EFCPP003 2018 César França Braga
Francisco José Sosa-Duque Carga Horária Teórica: 50 Carga Horária Prática: 18 Carga Horária Total: 68
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Apresentar características gerais de animais de interesse florestal que servirão como embasamento a aplicabilidade no meio produtivo.
EMENTA
Sistemática: nomenclatura zoológica. Noções do código internacional de nomenclatura zoológica. Taxonomia: considerações gerais, graus taxonômicos, publicações em taxonomia. Sistema de Reinos e Domínios. Características que embasam a classificação. Reino Protista: características gerais, relações evolutivas com o reino animal e importância agropecuária. Reino Animalia: características morfofisiológicas, embriológicas e comportamentais que identificam os animais. Filos Playtelminthes, Nematoda. Mollusca, Anellida, Arthropoda, Chordata. Características gerais, importância, classificação, morfofisiologia comparada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados (2a Ed). Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2007.
BARNES, R. Zoologia dos Invertebrados. Editora Roca. 7a edição. 2005.
HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; KEEN, S.L.; EISENHOUER, D.J.; LARSON, A; LASSON, H. Princípios integrados de zoologia (16ª. Ed). Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2016. PECHENIK, J.A. Biologia Dos Invertebrados. 7ª Ed. Amgh Editora. 2016.
FRANSOZO, A.; NEGREIROS-FRANSOZO, M.L. Zoologia Dos Invertebrados. 1° edição. Roca – Brasil. 2016.
PANTOJA, S. Filogenética - Primeiros Passos. Technical Books. 2016. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARITIO, L.B. Atlas de zoologia (vertebrados). 1987.
RIDLEY, M. Evolução. 3ª Ed. Editora ArtMed. 2006.
RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2 edição. Serie manuais práticos em biologia. Editora Holos. 2006.
PAPAVERO, N. Fundamentos Práticos da Taxonomia Zoológica (2ª Ed). Editora da Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 1994.
STORER et al. Zoologia Geral. 6ª ed., ED. NACIONAL, São Paulo. 1986.
MOORE, J. An Introduction to the Invertebrates. Cambridge University Press, 2006. VILLELA, M.M.; PERINI, V.R. Glossário de Zoologia. Ed. Atheneu – SP. 2014.
MARGULIS, L; SCHWARTZ, K. V. Cinco Reinos. Um Guia Ilustrado dos Filos da Vida na Terra. 3ª ed. Guanabara-Koogan, RJ. 2001.
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CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL ZOOLOGIA APLICADA 1° SEMESTRE
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CARGA HORÁRIASEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA
51H EFCPP004 2018 César França Braga
Francisco José Sosa-Duque Carga Horária Teórica: 40 Carga Horária Prática: 11 Carga Horária Total: 51
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Oportunizar aos estudantes informações teóricas e práticas sobre a importância dos animais no ecossistema florestal e dar subsídios para uma visão dinâmica das relações entre animais, homem e meio-ambiente.
EMENTA
Taxonomia e manejo de pragas; características das populações; dinâmica de populações; conceito de praga; tipos de danos; métodos de controle; noções de toxicologia de defensivos; principais grupos de animais de interesse florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARNES, R. Zoologia dos Invertebrados. Editora Roca. 7a edição. 1995. CANTARELLI, E.B. Entomologia florestal aplicada. UFSM. 256 P. 2014.
COSTA, E. C.; d’AVI A, M.; CANTARE I, E.B. Entomologia Florestal. 3. ed. rev. e ampl. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2014. 256p. : il.
DEL CLARO, K.; TOREZAN-SILINGARDI, H. M. T. et al. Ecologia das interações plantas-animais: uma abordagem ecológico-evolutiva. Kleber Del Claro e Helena M. Torezan-Silingardi (organizadores). 1. ed., Rio de Janeiro: Technical Books, 2012. 336p. : il. color.
GALLO, D. et al. 2002. Entomologia Agrícola. FEALQ, São Paulo. 920 p. : il. color.
SILVA da, N. M.; ADAIME, R.; ZUCCHI, R. A. et al. Pragas agrícolas e florestais na Amazônia. Editores técnicos Neliton Marques da Silva, Ricardo Adaime e Roberto Antônio Zucchi. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2016. 1. ed. 608p. : il.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, C.N. Controle biológico da vassoura-de-bruxa do cacaueiro: passado e presente. 28 p. 2011.
BERTI FILHO, E. et al. Manual de Pragas em Florestas: Cupins ou térmitas. Evôneo Berti Filho coord. Viçosa, MG: IPEF/SIF, 1993. 56p., V3. : il.
BUENO, V.H.P. Controle biológico de pragas: produção massal e controle de qualidade. UFLA. 429 P. 2009.
CAETANO, F. H.; JAFFÉ, K.; ZARA, F. J. Formigas: biologia e anatomia. Ed. Gráfica e Editora Topázio. 131p.
CONSTATINO, R. Resumos: XXV Congresso Brasileiro de Zoologia. SBZ, 2004. GIORDANO, J. C.; GALHARDI, M. C. Controle integrado de pragas. Ed. SBCTA. 2003.
HICKMAN JUNIOR, C.P. Princípios integrados de Zoologia. Editora Guanabara Koogan. 2004. INSTITUTO EVANDRO CHAGAS MS/SVS). Atlas de culicídeos na Amazônia brasileira: Características específicas de insetos hematófagos da família Culicidae. Maria de Nazaré de O. Segura e Francisco C. Castro (organizadores). Belém PA: Instituto Evandro Chagas – Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, 2007. 71p. : il. color.
LIMA, A.F. Dicionário de pragas e praguicidas: aspectos legais-toxilógicos e recomendações técnicas. 126 p. 1987.
PEDROSA-MACEDO, J. H. et al. Manual de Pragas em Florestas: Pragas florestais do sul do Brasil. José H. Pedrosa-Macedo coord. Viçosa, MG: IPEF/SIF, 1993. 112p., V2. : il.
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STORER et al. Zoologia Geral. 6ª ed., ED. NACIONAL, São Paulo. 2005.ZANUNCIO, J. C. et al. Manual de Pragas em Florestas: Lepidoptera desfolhadores de eucalipto: biologia, ecologia e controle. José Cola Zanuncio coord. Viçosa, MG: IPEF/SIF, 1993. 140p., V1. : il.
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CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
1° SEMESTRE CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 68H EFCPP005 2018 Wanderson Cunha Pereira
Braulio Breno Vasconcelos Maia Carga Horária Teórica: 68 Carga Horária Prática: 0 Carga Horária Total: 68
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Transmitir os fundamentos do cálculo diferencial e integral de forma aplicada as ciências agrárias.
EMENTA
Equações do 1º e 2º grau, funções, limites de uma função, taxa de variação, derivadas, regra da cadeia, integral indefinida e definida, técnicas de integração.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIDORIZZI, H. Um Curso de Cálculo (4 Volumes). Rio de Janeiro: LTC, 2001.
HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações/ Laurence D. Hoffmann, Gerald L. Bradley: Tradução e Revisão Técnica Ronaldo Sérgio de Biasi. Rio de Janeiro: LTC, 2014. JAMES, S.. Cálculo: volume I/ James Stewart; Tradução Técnica Antonio Carlos Moretti, Antonio Carlos Gilli Martins. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica (2 Volumes). Harbra, 1994. MUNEM, MUSTAFA A. FOULIS, DAVID J. Cálculo. V. 1. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTON, H. Cálculo: volume I. Bookman. 1151 p. 2014.
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável: v 1. LTC. 311 P. 2013/2015.
BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral – Volume I. São Paulo: MAKRON Books, 1999. GONÇALVES, M.F.M. Cálculo A. Makron books.
IEZZI, G. Fundamentos de Matemática Elementar, 1: Conjuntos e Funções. 8ª Ed. São Paulo: Atual, 2004.
IEZZI, G. G. Fundamentos de Matemática Elementar, 8: Limites, Derivadas, Noção de Integral. 6ª Ed. São Paulo: Atual, 2005.
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica: volume 2. Pearson MAKRON Books. 807 p. 1988.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica/Earl W. Swokowski; tradução Alfredo Alves de Faria; Revisão Técnica Victor Hugo Teixeira, Antonio Gabriel da Silva. São Paulo: McGraww-Hill do Brasil, 1983.
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CAMPUS CURSO DISCIPLINA
CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL ÁLGEBRA LINEAR 1° SEMESTRE CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 51H EFCPP006 2018 Maura da Silva Costa Furtado
Wanderson Cunha Pereira Carga Horária Teórica: 51 Carga Horária Prática: 0 Carga Horária Total: 51
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Compreender e aplicar os fundamentos do cálculo matricial e resolução de sistemas lineares voltados à ciências agrárias.
EMENTA Matrizes, Vetores, Determinantes e Sistemas lineares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear Contemporânea. Porto Alegra: Bookman, 2003. KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à Álgebra Linear: com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
LAY, David C. Álgebra Linear e suas Aplicações. Tradução Ricardo Camelier, Valéria de Magalhães Iório. 2ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1997.
SHIFRIN, T. Álgebra Linear: uma abordagem geométrica/Theodore Shifrin, Malcolm R. Adams; Tradução Maria Cristina Varriale, Vilmar Trevisan. 2ª Ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALLIOLI, C. A. Álgebra Linear e Aplicações/ Carlos A. Callioli, Hygino H. Domingues, Roberto C. F. Costa. 6ª Ed. Reformulada, Atual, 1998.
BEAN, S. E. P. C., KOZAKEVICH, D. N. Álgebra Linear I. 2ª Ed. Florianópolis: UFSC/EAD/ CED/CFM, 2011. Disponível em: < http://mtm.grad.ufsc.br/files/2014/04/%C3%81lgebra-Linear-I.pdf>
BOLDRINI, J. L. Álgebra Linear/José Luiz Boldrini [et. al]. 3ª Ed. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980.
POOLE, D. Álgebra linear. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. LIPCHUTZ, S. Álgebra Linear. 3ª Ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1997. SANTOS, T. J. P. Álgebra Linear. Bahia: SOMESB/FTC/EAD.
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CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL FÍSICA 1° SEMESTRE
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CARGA HORÁRIASEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 68H EFCPP007 2018 Braulio Breno Vasconcelos Maia Raimundo Thiago Lima da Silva Carga Horária Teórica: 51 Carga Horária Prática: 17 Carga Horária Total: 68
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizam as relações entre eles e aplicá-los em resolução de problemas.
EMENTA
Cinemática. Dinâmica. Conservação de energia. Sistemas de partículas. Rotação e rolamento. Fluidos. Temperatura. Conceito de temperatura. Calor. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Ondas e radioatividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Física 1. 5ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2003/2013, v. 1. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Física 2. 5ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2003/2013, v. 2. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Física 3. 5ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2004/2013, v. 3. HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos da Física: Óptica e Física Moderna. 8ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2010/2011, v. 4.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Gravitação, ondas e termodinâmica. 8ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2010/2011, v. 2.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Mecânica. 8ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2010/2011, v. 1.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II: Termodinâmica e Ondas.. 12. ed. São Paulo: Pearson, Addison Wesley, 2008. v. 2.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. 5ª ed., Rio de Janeiro, LTC, 2006.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 5ª ed., Rio de Janeiro, LTC, 2009/2013. v.1.
TREFIL, J.; HAZEN, R. M. Física viva: uma introdução a física conceitual. Rio de Janeiro, LTC, 2006, v. 3.
TREFIL, J.; HAZEN, R. M. Física viva: uma introdução a física conceitual. Rio de Janeiro, LTC, 2006, v. 2.
TREFIL, J.; HAZEN, R. M. Física viva: uma introdução a física conceitual. Rio de Janeiro, LTC, 2006, v. 1.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAVES, A. S. Física: Mecânica. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Ed, 2001. v.1.
HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Eletromagnetismo. 8ª ed.. Rio de Janeiro, LTC, 2010/2011, v. 3.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4ª Ed. São Paulo, EDITORA EDGARD BLUCHER, 2002.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. 5ª ed., Rio de Janeiro, LTC, 2006.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 5ª ed., Rio de Janeiro, LTC, 2009/2013. v.1.
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Paulo, Addison Wesley, 2003.CAMPUS CURSO DISCIPLINA
CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA
1° SEMESTRE CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 51H EFCPP008 2018 Elenilce Reis Farias Peixoto Carga Horária Teórica: 34 Carga Horária Prática: 17 Carga Horária Total: 51
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Desenvolver a competência textual-discursiva, visando à leitura, à compreensão e à produção de textos técnicos e científicos de forma crítica, analítica e reflexiva.
EMENTA
Compreensão, produção e circulação de textos orais e escritos da esfera acadêmica e profissional: seminário, resenha, artigo. Mecanismos de textualização e de argumentação dos gêneros acadêmicos e técnicos. Tópicos gramaticais. Coesão e coerência. Revisão textual. Elaboração de textos argumentativos, considerando a linguagem técnico-científica e aspectos linguísticogramaticais aplicados ao texto em seus diversos gêneros. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos (ABNT).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABDON, I. de N. S.; PESSOA, F. C. da C. Compreensão e produção de textos. Belém: EDUFPA, 2008. v. 4.
ANDRADE, M. M. de; HENRIQUES, A. Língua Portuguesa: Noções Básicas para Cursos Superiores. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
AQUINO, R. Gramática Objetiva da Língua Portuguesa. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. BAGNO, M. A norma oculta. Língua $ Poder na Sociedade Brasileira. São Paulo. Parábola Editorial, 2003.
BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. 37. Ed. Rio de janeiro: Lucerna, 2004. CUNHA, A. L. A.; PESSOA, F. C. da C. Estudos da Enunciação. Belém: EDUFPA, 2007.
CUNHA, C.; CINTRA, L. Gramática do português contemporâneo. 6.ed. Rio de Janeiro: Lexicon Informática, 2013.
FEITOSA, V. C. Redação de Textos Científicos. Campinas, SP: Papirus, 1991.
FIORIN, J. L; SAVIOLI F P. Para entender o texto: leitura e redação. 16ª. Ed. São Paulo: Ática, s/d.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. São Paulo: Loyola, 2005.
FULGÊNCIO, L. LIBERATO, Y. G. Como facilitar a Leitura. São Paulo: Contexto, 2002. GUIMARÃES, E. A Articulação do Texto. São Paulo: São Paulo: Ática, 2000.
GUIMARÃES, T de C. Comunicação e Linguagem. São Paulo: Pearson, 2012. INFANTE, U. Textos: leituras e escritas. São Paulo: Ática, 2000.
_______________. Curso de Gramática: aplicada aos textos. São Paulo: Scipione, 2005.
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Contexto: 2014.__________________ . O texto e a construção dos sentidos. 10.ed. São Paulo: Contexto, 2014.
__________________ . TRAVAGLIA, L. C. A Coerência Textual. 18.ed. São Paulo: Ática, 2014. __________________ . Coesão e Coerência Textual. São Paulo: Ática, 2003.
__________________ . Argumentação e Linguagem. 13 ed. São Paulo: Cortez, 2011.
__________________ . Desvendando os Segredos do Texto. 7 ed. São Paulo: Cortez, 2011. KOCH, I. V; TRAVAGLIA, L. C. Texto e Coerência. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MARTINS, D. S. ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental: de acordo com as normas da ABNT. 28. Ed. – São Paulo: Atlas, 2009.
MARTINS, M. H. O que é Leitura. 19. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
MEDEIROS, J. B. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4. ed. – São Paulo: Atlas, 2000.
_______________. Português instrumental: Contém Técnicas de Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 9. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
NADÓLSKIS, H. Comunicação Redacional. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
NUNES, M. M. Redação eficaz: como produzir textos objetivos. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 2000.
OLIVEIRA, Jorge Leite de. Texto acadêmico: Técnicas de redação e pesquisa científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
PLATÂO, F. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1998.
SAVIOLI, F. P.; FIORIN, J. L. Para entender o texto: Leitura e redação. 16ª edição. São Paulo: Ática, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6021: Informação e Documentação – Publicação periódica científica impressa - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 9p. _______________. NBR 6022: Informação e Documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa- Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 5p.
_______________. NBR 6023: Informação e Documentação – Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p.
_______________. NBR 6024: Informação e Documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 3p.
_______________. NBR 6027: Informação e Documentação – Sumário - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 2p.
_______________. NBR 6028: Informação e Documentação – Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 2p.
_______________. NBR 6029: Informação e Documentação – Livros e folhetos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 9p.
_______________. NBR 10520: Informação e Documentação – Citações em documentos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p.
_______________. NBR 14724: Informação e Documentação – Trabalhos acadêmicos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 9p.
FARACO, C. A. e TEZZA, C. Prática de Texto para Estudantes Universitários. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992.
MARCONI, E. M. L. M. de A. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2010. MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. e ABREU –TARDELLI, L.S. (ORGS). Resenha. São Paulo Parábola, 2008.
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CAPITÃO POÇO ENGENHARIA FLORESTAL METODOLOGIA CIENTÍFICA 1° SEMESTRE
CARGA HORÁRIA
SEMESTRAL CÓDIGO REVISÃO COORDENADOR DA DISCIPLINA 51H EFCPP009 2018 Almir Pantoja Rodrigues Carga Horária Teórica: 34 Carga Horária Prática: 17 Carga Horária Total: 51
OBJETIVOS DA DISCIPLINA
Instrumentalizar os alunos com os fundamentos da construção do conhecimento científico, levando-os a entender a lógica da pesquisa científica para elaboração, desenvolvimento e execução de trabalhos acadêmicos e projetos, visando aquisição de hábitos e atitudes com fundamentação científica.
EMENTA
Fundamentos epistemológicos e operacionais da pesquisa científica. Ciência e conhecimento: conceitos básicos. Nascimento da ciência moderna: o método científico. Evolução do conhecimento e do pensamento social. Conceito de verdade científica. A ciência contemporânea e o desafio da complexidade. A investigação científica: lógica, linguagem técnicas e métodos. Características e tipos de pesquisa. Projeto de pesquisa. A investigação científica como prática social. Normas para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos (ABNT).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
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RODRIGUES, A. de J. Metodologia Científica: completo e essencial para a vida universitária.