Zimermann; Adriano Tony Ramos
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Sistema tegumentar
2- Sistema nervoso 3- Sistema circulatório 4- Sistema hemocitopoiético 5- Sistema respiratório 6- Sistema urinário 7- Sistema digestivo
8- Sistema genital masculino 9- Sistema genital feminino 10- Sistema endócrino 11- Sistema sensorial
Serão realizadas:
* Aulas expositivas em quadro verde, giz e data show.
* Aulas práticas com uso de lâminas histológicas, microscópios e projeções de imagens em data show. * Nas aulas práticas os alunos precisarão fazer desenhos representativos das estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão trazer impressos o roteiro da aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco. Os roteiros e a folha de desenhos serão previamente enviados pelo professor via moodle. Todo o desenho será corrigido pelo professor ao final de cada aula.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento em laboratório.
* Após 10 (dez) minutos do inicio da aula não será permitida a entrada do aluno em sala de aula ou laboratório.
.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas provas práticas individuais (cada prova teórica valendo cinco pontos e cada prova prática valendo três pontos) e duas avaliações do caderno de desenhos (valendo dois pontos cada). O somatório das notas das quatro provas e do caderno de desenhos somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois que resultarão na média final do aluno.
O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC. Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA TEÓRICAS (no. de aulas) 19/3 Introdução à disciplina (02)
20/3 Sistema circulatório (02)
26/3 Sistema circulatório – prática turmas A e B (02) 27/3 Sistema digestório I (02)
2/4 Sistema digestório I – prática turmas A e B (02) 3/4 Sistema digestório II (02)
9/4 Sistema digestório II - prática turmas A e B (02) 10/4 Sistema digestório III (02)
16/4 Sistema digestório III - prática turmas A e B (02) 17/4 Sistema urinário (02)
23/4 Sistema urinário - prática turmas A e B (02) 24/4 Sistema respiratório (02)
30/4 Sistema respiratório – prática turmas A e B (02) 1/5 Feriado
7/5 Estudo de lâminas (02)* 8/5 PROVA I TEÓRICA (02)
14/5 PROVA I PRÁTICA turmas A e B (02) 15/5 Sistema reprodutor masculino (02)
Curitibanos – Santa Catarina
Data:21 de maio de 2014 __________________________ Página 3 22/5 Sistema reprodutor feminino (02)
28/5 Sistema reprodutor feminino - prática turmas A e B (02) 29/1 Sistema endócrino I (02)
4/6 Sistema endócrino I - prática turmas A e B (02) 5/6 Sistema endócrino II (02)
11/6 Sistema endócrino II - prática turmas A e B (02) 12/6 Reservado para atividades extra-curriculares 12-25/6 Estudo dirigido Sistema Nervoso (02) 18/6 Estudo de lâminas (02)*
19/6 Feriado
25/6 Sistema nervoso - prática turmas A e B (02) 25/6-3/7 Atividade via moodle Sistema Nervoso (02) 26/6 Sistema linfóide (02)
2/7 Sistema linfoide - prática turmas A e B (02) 3/7 Sistema tegumentar (02)
9/7 Sistema tegumentar - prática turmas A e B (02) 10/7 Olho (02)
16/7 Olho - prática turmas A e B (02) 17/7 Orelha (02)
23/7 PROVA II PRÁTICA turmas A e B (02) 24/7 PROVA II TEÓRICA (02)
* no horário programado para estudo de lâminas
X. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. (28 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
KIERSZENBAUM, A. L. Histologia e Biologia Celular – Uma introdução a patologia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
SAMUELSON, D. A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
Bibliografia complementar:
ALBERTS, B., et al. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. (20 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
BACHA Jr., W. J.; BACHA, L. M. Atlas colorido de Histologia Veterinária. 2. ed. Roca, 2003. (04 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
EURELL J. A., FRAPIER, B. L. Histologia Veterinária de Dellmann. 6. ed. São Paulo: Manole, 2012. (10 exemplares na biblioteca do Campus Curitibanos).
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
134) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69, Res. 017/Cun/97).
135) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res. 017/Cun/97.
136) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
137) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será
encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data e horário fixados pelo professor ministrante.
138) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
139) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
140) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Francielli Cordeiro
Zimermann; Adriano Tony Ramos
__________________________
Diretor Acadêmico
Aprovado na Reunião do Colegiado do Curso em 02 de abril de 2014
Curitibanos – Santa Catarina
Data:21 de maio de 2014 __________________________ Página 1
PLANO DE ENSINO
SEMESTRE 2014-1
I. INFORMAÇÕES GERAIS Código da
disciplina
Nome da disciplina Total de aulas semestrais CBV7607 - Patologia Veterinária Geral 2 teóricos, 2 práticos Professor(es) Responsável(is)
Adriano Tony Ramos; Francielli Cordeiro Zimermann II. REQUISITOS:
CBV7110
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA 552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Mecanismos básicos de doenças nos animais domésticos: degeneração, necrose e gangrena, distúrbios dos pigmentos, distúrbios do metabolismo, distúrbios circulatórios, inflamação, distúrbios do crescimento e neoplasia. Alterações pós-mortais. Colheita, conservação e processamento de tecidos.
V. OBJETIVOS Objetivos Gerais:
Fornecer ao aluno informações que o habilite ao reconhecimento de alterações celulares e teciduais, que ocorrem nas principais doenças dos animais domésticos, servindo de embasamento para compreensão de disciplinas futuras como Patologia Veterinária Especial.
Objetivos Específicos:
* Adquirir conhecimento sobre as técnicas de necropsia.
* Fornecer embasamento para a identificação de lesões macroscópicas.
* Aprender a identificar as principais alteração celulares e teciduais fornecendo base para a compreensão das doenças animais.
* Construir uma base sólida para compreensão de disciplinas futuras do curso de Medicina Veterinária.
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1- Mecanismos básicos de doenças nos animais domésticos. 2- Degeneração.
3- Necrose e gangrena. 4- Distúrbios dos pigmentos. 5- Distúrbios do metabolismo. 6- Distúrbios circulatórios. 7- Inflamação.
8- Distúrbios do crescimento e neoplasia. 9- Alterações pós-mortais.
10- Colheita, conservação e processamento de tecidos.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA Serão realizadas:
* Aulas práticas com uso de lâminas histopatológicas, microscópios e projeções de imagens em data show. * Aulas práticas de necropsia de animais. Nas aulas práticas de necropsia os alunos serão solicitados a realizar relatórios. É obrigatório uso de jaleco com calça comprida ou macacão e calçados fechados (de preferência bota de borracha).
* Nas aulas práticas de lâminas os alunos precisarão fazer desenhos representativos das estruturas estudadas em aula. Para isso, os alunos deverão trazer impressos o roteiro da aula prática, folhas de desenho, lápis de cor e jaleco. Os roteiros e a folha de desenhos serão previamente enviados pelo professor via moodle. Todo o desenho será corrigido pelo professor ao final de cada aula.
* É imprescindível o cumprimento das normas de boas práticas de comportamento em laboratório.
* Após 10 (dez) minutos do início da aula não será permitida a entrada do aluno em sala de aula ou laboratório.
.
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de duas provas teóricas, duas provas práticas individuais (cada prova teórica valendo cinco pontos e cada prova prática valendo três pontos), uma avaliação do caderno de desenhos (valendo dois pontos), e avaliação de seminários (valendo dois pontos). O somatório das notas de todas as avaliações somarão no máximo 20 pontos que serão divididos por dois e resultarão na média final do aluno.
O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações igual ou superior a seis vírgulas zero (6,0) será considerado aprovado.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC. Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS CONTEÚDO AULA TEÓRICAS (no. de aulas) 17/3 Introdução/ técnica de necropsia (02)
20/3 Aula prática (02)
24/3 Distúrbios do metabolismo (degenerações) (02) 27/3 Aula prática (02) 31/3 Calcificações e Concreções (02) 3/4 Aula prática (02) 7/4 Pigmentos (02) 10/4 Aula prática (02) 14/4 Distúrbios do crescimento (02) 17/4 Aula prática (02) 21/4 Feriado 24/4 Alterações pós mortais (02) 28/4 Não lesões (02) 1/5 Feriado 5/5 Necrose e apoptose (02) 8/5 Aula prática (02) 12/5 Prova Teórica I (02) 15/5 Prova Prática I (02)
Curitibanos – Santa Catarina
Data:21 de maio de 2014 __________________________ Página 3 19/5 Alterações circulatórias (02) 22/5 Aula prática (02) 26/5 Alterações circulatórias (02) 29/5 Aula prática (02) 2/6 Inflamação aguda (02) 5/6 Aula prática (02) 9/6 Inflamação crônica (02)
12/6 Reservado para atividades extra-classe (02) 16/6 Reparo tecidual (02)
19/6 Feriado
23/6 Reservado para atividades extra-classe (02) 26/6 Aula prática (02)
30/6 Imunopatologia (02) 3/7 Aula prática (02) 7/7 Neoplasias (02)
7-17/7 Estudo dirigido Neoplasias (via moodle) (02) 10/7 Aula prática (02) 14/7 Prova Teórica II (02) 17/7 Prova Prática II (02) 21/7 Seminário (02) 24/7 Seminário (02) X. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica
-CHEVILLE, N. F. Introdução à Patologia Veterinária. 3. ed. Barueri: Manole, 2009.
-McGAVIN, M. D.; ZACHARY, J. F. Bases da Patologia em Veterinária. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
-WERNER, P. R. Patologia Geral Veterinária Aplicada. 1. ed. São Paulo: Roca, 2010. Bibliografia complementar:
-DIJK, J. E. Van. Atlas colorido de patologia veterinária. 2. ed. Editora: Elsevier, 2008.
-PIRES, M. A.; TRAVASSOS, F. S.; GÄRTNER, F. Atlas de Patologia Veterinária – Biopatologia. Lisboa: Lidel, 2004.
-RASKIN, R. E.; MEYER, D. J. Atlas de Citologia de Cães e Gatos. São Paulo: Roca, 2003. -RUBIN, E.; GORSTEIN, F.; RUBIN, R.; SCHWARTING, R.; STRAYER, D. Patologia – Bases Clinicopatológicas da Medicina. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
X. OBSERVAÇÕES GERAIS
141) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69, Res. 017/Cun/97).
142) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res. 017/Cun/97.
143) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
144) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data e horário fixados pelo professor ministrante.
145) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
146) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
147) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.