2. Escolha sob Incerteza
3. Teoria da Produção e do Custo 4. Estruturas de Mercado
5. Teoria do Equilíbrio Geral
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno a compreensão do funcionamento dos mercados, do comportamento dos agentes econômicos e das condições de equilíbrio a partir do referencial teórico neoclássico.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas, com uso de projetor.
AVALIAÇÃO
Atividades de aula diárias - composta por resolução de exercícios, exposição de conteúdos, soluções de caso, entre outros -, formarão a nota da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BESANKO, D. et al. A economia da estratégia. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
BESANKO, D.; BRAEUTIGAM, R. R. Microeconomia: uma abordagem completa. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
KREPS, David M. Microeconomics for managers. New York: Norton, 2004.
PINDYCK, R. S.; RUBENFELD, D. L. Microeconomia. 8. ed. São Paulo: Person, 2014.
SPROULE, Robert. An argument for the use of the square-root functional form in teaching undergraduate microeconomics. International Review of Economics Education, [s. l.], v. 20, p. 37-45, Sept. 2015.
TUBARO, Paola. Microeconomics: history of international encyclopedia of the social &
behavioral sciences. 2nded. [S. l.: s. n.], 2015.
VARIAN, H. R. Microeconomic analysis. 3rd ed. New York: Norton & Company, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRICLEY, James A.; SMITH, Clifford W.; ZIMMERMANN, Jerold L. Managerial economics and organizational architecture. Boston: McGraw-Hill, 2004.
EATON, B. C.; EATON D. F. Microeconomia. São Paulo: Saraiva, 1999.
FIANI, Ronaldo. Teoria dos jogos. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
JEHLE, Geoffrey A.; RENY, Philip J. Advanced microeconomic theory. 2nd ed. New York:
Addison Wesley, 2000.
KREPS, D. M. A course in microeconomic theory. New York: Harvester, 1990.
MANSFIELD, Edwin; YORE, Gary. Microeconomia. São Paulo: Saraiva, 2006.
MAS-COLELL, A.; WHINSTON, M. D.; GREEN, J. R. Microeconomic theory. New York:
Oxford University, 1995.
PERLOFF, Jeffrey M. Microeconomics: theory and applications with calculus. 3rd ed. [S. l.]:
Prentice Hall, 2014.
THOMPSON, Arthur A. Microeconomia da firma. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
VARIAN, H. R. Microeconomia: princípios básicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Seminário de Pesquisa
Carga horária total: 15h Créditos: 01
Código da disciplina: 108523
Professor: Prof. Dr. Carlos Alberto Diehl; Prof. Dr. Roberto Decourt.
EMENTA
Temas relacionados ao planejamento, à estruturação e à elaboração de relatórios de pesquisas científicas, especialmente aqueles referentes a dissertações de mestrado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEUREN, Ilse M. (org.). Como elaborar trabalhos monográficos em contabilidade: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo:
Prentice Hall Brasil, 2006.
COLLIS, J.; HUSSEY, R. Pesquisa em administração: um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.
FREUND, John E.; SIMON, Gary A. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. 11. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina Andrade de. Metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina Andrade de. Metodologia do trabalho científico.
7. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia pra estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da. Metodologia da pesquisa aplicada à contabilidade. 2.
ed. São Paulo: Atlas, 2006.
SILVA, E. L.; MENEZES, E. M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 3.
ed. Florianópolis: UFSC/ PPGEP/ LED, 2001.
IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Teoria Avançada da Contabilidade Carga horária total: 45h
Créditos: 03
Código da disciplina:108535 Professor: Prof. Dr. Ernani Ott
EMENTA
A disciplina aborda: metodologia positiva e normativa em contabilidade; metodologia institucional e social; método sociológico aplicado à contabilidade; método histórico; escolhas contábeis; informação contábil e mercado de capitais; relevância das informações contábeis;
teoria da divulgação voluntária; teoria de recursos e capacidades.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Teoria Positiva e Teoria Normativa. Processo Contábil (reconhecimento, mensuração e evidenciação), Propriedades da Informação Contábil, Teoria Contábil e Pesquisa Científica, Contabilidade e o Ambiente Institucional, Contabilidade e Incentivos Econômicos. Tópicos Contemporâneos na Pesquisa em Contabilidade.
Os conteúdos a serem trabalhados correspondem aos que constam na Ementa, a saber:
Teoria Positiva e Teoria Normativa da Contabilidade
O Processo Contábil (reconhecimento, mensuração e evidenciação)
Teoria da Divulgação Voluntária
Propriedades da Informação Contábil
Teoria Contábil e Pesquisa Científica em Contabilidade
Contabilidade e o Ambiente Institucional
Contabilidade e Incentivos Econômicos
Tópicos Contemporâneos na Pesquisa em Contabilidade
OBJETIVOS
Habilidades: desenvolver capacitação para compreender os fundamentos e efeitos decorrentes de informações disponibilizadas aos usuários do ponto de vista da teoria positiva e normativa da contabilidade; do processo contábil e da teoria da divulgação voluntária. Compreender as propriedades da informação contábil; as implicações da contabilidade considerando o ambiente institucional; os incentivos econômicos associados à evidenciação contábil. Discutir no âmbito da teoria contábil a pesquisa científica em contabilidade; e tópicos contemporâneos na pesquisa em contabilidade.
Competências: realizar pesquisas em contabilidade; elaborar artigos científicos relacionados com os temas tratados na disciplina; organizar conteúdos para docência na graduação e em pós-graduação.
METODOLOGIA
Os temas que compõem o Conteúdo Programático serão distribuídos entre os alunos (grupos) que deverão preparar as apresentações correspondentes, considerando os seguintes critérios:
o Todos os grupos deverão disponibilizar as suas apresentações até dois dias antes da data da primeira apresentação, tanto para o professor como para os colegas.
o Após a apresentação de cada tema será designado um aluno para fazer uma apreciação crítica, após o que serão efetuadas discussões com a participação de todos os alunos.
Os grupos deverão elaborar um artigo científico relacionado com o tema trabalhado, seguindo as regras para submissão de trabalhos ao congresso da ANPCONT.
o Os artigos farão parte da avaliação da disciplina, devendo ser entregues no último dia de aula. Após a sua avaliação poderão ser efetuadas complementações visando encaminhamento para congresso e posterior publicação em periódico. Como se tratam de artigos científicos, necessariamente deverão conter estudo empírico.
AVALIAÇÃO
A avaliação da atividade obedecerá aos seguintes critérios e ponderações:
5. Assiduidade e pontualidade nas aulas ... 10%
6. Desenvolvimento e apresentação dos temas... 40%
7. Contribuições aos trabalhos dos colegas ... 10%
8. Desempenho individual em aula... 15%
9. Desenvolvimento do artigo... 25%
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOPES, Alexsandro Broedel; IUDÍCIBUS, Sérgio de (coord.). Teoria avançada da contabilidade. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
LOPES, Alexsandro Broedel; MARTINS, Eliseu. Teoria da contabilidade: uma nova abordagem. São Paulo: Atlas, 2005.
MARTINS, Eliseu. Normativismo e/ou positivismo em contabilidade: qual o futuro? Revista de Contabilidade e Finanças - FIPECAFI, [s. l.], v. 3, n. 39, 2005.
MARTINS, Orleans Silva; ARAÚJO, Antônio Maria Henri Beyle de; NIYAMA, Jorge Katsumi. Uma discussão conceitual e contemporânea sobre a teoria da mensuração e sua relação com a contabilidade. Administração: Ensino e Pesquisa, Rio de Janeiro, v. 12, n. 3, p.
501-528, jul./ago. 2011.
NIYAMA, Jorge Katsumi (org.). Teoria avançada da contabilidade. São Paulo: Atlas, 2014.
SINHA, Suyash Kamal. Positive accounting theory: a critique. The Icfai University Journal of Accounting Research, [s. l.], v. 7, n. 4, 2008.
WATTS, R. L; ZIMMERMN, J. L. Positive accounting theory: a ten year perspective. The Accounting Review, [s. l.], v. 65, Jan 1990.
WATTS, R., ZIMMERMAN, J. Positive accounting theory. Englewood Cliffs, NJ: Prentice Hall, 1986.
WILLIAMS, Paul F. The myth of rigorous accounting research. Accounting Horizons.
American Accounting Association, [s. l.], v. 28, n. 4, 2014, p. 869-887, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAMBERS, R. J. positive accounting theory and the pa cult. Abacus, [s. l.], v. 29, n. 1, 1993.
COLAUTO, Romualdo Douglas; ALMEIDA, Veronica Eberle de. Teoria institucional
associada à contabilidade gerencial: estudo bibliométrico 2009-2012. Revista Ciências Sociais em Perspectiva, [s. l.], v. 12, n. 22, 1º sem. 2013.
DYCKMAN, Thomas R.; ZEFF, Stephen A. Some methodological deficiencies in empirical research articles in accounting. Accounting Horizons. American Accounting Association, [s.
l.], v. 28, n. 3, 2014, p. 695-712.
FIELDS, T. T.; LYS, T. Z.; VINCENT, L. Empirical research on accounting choive. Journal of Accounting and Economics, [s. l.], v. 31, n. 1/3, p. 255-307, 2001.
FUGLISTER, Jayne; MEETING, David; ROSEN, Etzmun. Instructional case: the qualitative characteristics of accounting information and SFAS n.96. Issues in Accounting Education, [s.
l.], v. 4, n. 2, Fall, 1989.
HENDRIKSEN, Eldon S.; VAN BREDA, Michael F. Teoria da contabilidade. São Paulo:
Atlas, 1999.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; RIBEIRO FILHO, José Francisco; LOPES, Jorge E. de;
PEDERNEIRAS, Marcleide M. Macêdo. Uma reflexão sobre a contabilidade: caminhando por trilhas da “teoría tradicional e teoría crítica”. BASE – Revista de Administração e
Contabilidade da Unisinos, [s. l.], v. 8, n. 4, p. 274-285, out./dez. 2011.
JEANJEAN, Thomas; RAMIREZ, Carlos. Back to the origins of positive theories: a contribution to an analysis of paradigm changes in accounting research. Accounting in Europe, [s. l.], v. 6, n. 1, p. 107-126, 2009.
MOURA, Fábio Viana de; DIAS FILHOS, José Maria. Pesquisa em contabilidade, teoria institucional e análise de conteúdo – interfaces e sinergias. In: ENCONTRO DA ANPAD, 34., 2010, Rio de Janeiro. Anais [...]. Rio de Janeiro: ANPAD, 2010. Meio Digital.
POPPER, Karl R. A lógica da pesquisa científica. 5. ed. São Paulo: Cultrix, 2007.
SPESSATTO, Giseli; BEZERRA, Francisco A. Utilização das abordagens positiva e normativa nas pesquisas em contabilidade. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CUSTOS, 15., 2008, Curitiba. Anais [...]. Curitiba: CBC, 2008. Meio Digital.
VICKREY, D. W. Is accounting a measurement discipline? The Accounting Review, [s. l.], v.
45, n. 4, p. 731-742, 1970.
WOLK, Harry I.; DODD, James L.; ROZYCKI, John J. Accounting theory: conceptual issues in a political and economic environment. 7. ed. California: Sage, 2008.
IDENTIFICAÇÃO
Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis Disciplina: Teorias Aplicadas em Controladoria e Finanças Carga horária total: 45h
Créditos: 03
Código da disciplina: 108522
Professor: Profa. Dra. Clea Beatriz Macagnan
EMENTA
Estudo das teorias: Institucional, Custos de Transação e de Agencia, enfocando os seguintes aspectos: os antecedentes diretos da teoria que provocaram seu surgimento; problema de pesquisa; núcleo firme/paradigmas; objeto de análise; diferenças de seu programa antecedente e principais autores.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O conteúdo desenvolvido compreende estudo sobre as seguintes teorias:
Teoria Institucional, Teoria Custos de Transação e Teoria de Agencia.
Entendimento sobre antecedentes diretos da teoria que provocaram seu surgimento.
Problema de pesquisa das referidas teorias.
Núcleo firme/paradigmas teorias revisadas.
Entendimento sobre o que é objeto de análise de cada uma das teorias estudadas.
Conhecer diferenças entre as teorias estudadas e principais autores.
AVALIAÇÃO
Farão parte da avaliação os seguintes instrumentos:
participação em forma de seminários (20%);
trabalhos extraclasse (40%);
produção de artigo (40%).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AKERLOF, George. The market for lemons: quality uncertainty and market mechanism. The Quarterly Journal of Economics, Oxford, v. 84, n. 3, p. 488-500, 1970.
ALCHIAN, Demsetz. Production, information costs, and economic organization. The American Economic Review, Pittsburgh, v. 62, p. 777-795, 1972.
COASE, Ronald. The nature of the firm. Economica, Niteroi, v. 4, p. 386-405, 1937.
DEMSETZ, Harold. The firm in economic theory: a quiet revolution. American Economic Review, Pittsburgh, v. 87, n. 2, p. 426-29, 1987.
JENSEN, Michael; MECKLING, William. Theory of the firm: managerial behavior, agency costs and ownership structure. The Journal of Financial Economics, Bingley, v. 3, p. 305-360, 1976.
NORTH, Douglass C. Institutions, institutional change and economic performance.
Cambridge: Cambridge University, 1990.
STIGLITZ, Joseph. The contributions of the economics of information to twentieth century economics. The Quarterly Journal of Economics, Oxford, v. 4, n. 3, p. 1441-1478, 2000.
VEBLEN, Thorstein. Teoría de la clase ociosa. Ciudad de México: Fondo de Cultura Económica, 1971.
WILLIAMSON, Oliver. Markets and hierarchies: analysis and antitrust implications. New York: Free, 1975.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARROW, K.; HAHN, F. Notes on sequence economies, transaction costs, and uncertainty.
Journal of Economic Theory, Bingley, v. 86, n. 2, p. 203-218, 1999.
ARROW, Kenneth. Uncertainty and the welfare economics of medical care. The American Economic Review, Pittsburgh, v. 53, p. 941-973, 1963.
COASE, Ronald. The new institutional economics. American Economic Review, Pittsburgh, v. 88, n. 2, p. 72-74, 1998.
COASE, Ronald. The problem of social cost. Journal of Law and Economics, Chicago, v. 3, p. 1-44, 1960.
COMMONS, John. Institutional economics. American Economic Review, Pittsburgh, v. 21, p.
648-657, 1931.
DEMSETZ, Harold. Ownership and control: a review. International Journal of the Economics of Business, Abingdon, v. 3, p. 107-112, 1996.
FAMA, E. Agency problems and the theory of the firm. Journal of Political Economy, Chicago, n. 88, p. 288-307, 1990.
FAMA, E.; JENSEN, M. Separation of ownership and control. Journal of Law and Economics, Chicago, v. 26, n. 2, p. 301-326, 1983.
JENSEN, Michael; MECKLING, William. The nature of man. Journal of Applied Corporate Finance, Amsterdam, v. 7, p. 4-19, 1994.
MITCHELL, Wesley C. Types of economic theory from mercantilism to institutionalism.
New York: Augustus M. Kelley, 1969.
WILLIAMSON, Oliver. E. Transaction costs economics: the international library of critical writings in economics. London: Edward Elgar, 1995. v. 1-2.
WILLIAMSON, Oliver. The economic institutions of capitalism: firms, markets and relational contracting. New York: Free, 1985.
WILLIAMSON, Oliver. Transaction cost economics: the governance of contractual relations.
The Journal of Law and Economics, Chicago, v. 22, p. 233-261, 1979.
WILLIAMSON, Oliver; WINTER, S. The nature of the firm. Oxford: Oxford University, 1991.