NÃO (alterar apenas o cronograma) I. INFORMAÇÕES GERAIS
VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidade I: Sistema Gastrointestinal
Unidade II: Sistema Respiratório Unidade III: Sistema Tegumentar Unidade IV: Sistema Locomotor Unidade V: Sistema Nervoso Unidade VI: Sistema Oftálmico Unidade VII: Sistema Cardiovascular
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS DE CURITIBANOS
CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS RODOVIA ULYSSES GABOARDI KM 3 - CURITIBANOS - SC CEP 89520-000 – CAIXA POSTAL 101 - TELEFONE (48) 3721-4166
Unidade VIII: Sistema Urinário Unidade IX: Neonatologia
Unidade X: Atendimento clínico de rotina em consultório, clínica ou Hospital Veterinário, bem como atendimento clínico realizado a campo.
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA • Aulas teóricas expositivas e dialogadas;
• Aulas práticas em animais em propriedades rurais, com visitas técnicas no entorno de Curitibanos e/ou Fazendas UFSC;
• Discussão de casos clínicos; Resolução de situações problemas • Exercícios individuais e em grupos; aulas práticas externas • Projetor Multimídia; Quadro negro; Acesso à Internet;
Informações sobre Horários de atendimento extraclasse e monitorias: Presencial sala do professor: Quarta-feira 13:30-17:10; via email
Para acessar os horários de atendimento do(s) monitor(es) da disciplina (caso haja monitores alocados) acesse
https://moni.sistemas.ufsc.br/
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Duas avaliações escritas parciais e individuais.
B) Apresentação de seminários em grupo a ser definido na aula de apresentação da disciplina.
As datas das avaliações encontram-se no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme os pesos das avaliações descritos abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das atividades da disciplina. A Saber:
• Cada avaliação escrita parcial (AEP) terá peso 4.0 • A apresentação do seminário (AS) terá peso 2.0 • Média = AEP1 (4.0) + AEP2 (4.0) +AS (2.0) = 10.0
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica definidas pelo Colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA
DIA/MÊS A ordem do conteúdo pode mudar de acordo com a necessidade Março
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Avaliação clínica e tratamento médico na síndrome cólica Teórica 10 Aula Prática Prática
16 Principais manifestações clínicas de cólica e suas abordagens terapêuticas Teórica 17 Aula Prática Prática
23 Peritonite / Endotoxemia / Laminite Teórica 24 Aula Prática Prática
30 Avaliação clínica e principais afecções do sistema respiratório superior e inferior Teórica 31 Aula Prática Prática
Abril
06 Principais afecções infecciosas do sistema respiratório Teórica 07 Aula Prática Prática
13 Principais afecções dermatológicas de origem alérgica e infecciosa Teórica Aula Prática Prática
20 Principais afecções dermatológicas de origem tumoral Teórica Aula Prática Prática
27 Prova 1 Teórica 28 Aula Prática Prática Maio
04 Exame clínico do sistema locomotor Teórica 05 Aula Prática Prática
11 Doenças ortopédicas do desenvolvimento Teórica 12 Aula Prática Prática
18 Doença articular degenerativa e artrite séptica Teórica 19 Aula Prática Prática
25 Síndrome do navicular, tendinites, desmites e rabdomiólise Teórica 26 Aula Prática Prática
Junho
01 Principais afecções do sistema nervoso Teórica 02 Aula Prática Prática
22 Principais afecções do sistema oftálmico, urinário e cardiovascular Teórica 23 Aula Prática – apresentação de seminários Teórica/Prática
29 Neonatologia equina Teórica
30 Aula Prática – apresentação de seminários Teórico/Prática Julho
06 Prova 2 Teórica
X. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica
1 RADOSTITS, Otto M.; GAY, Clive C. et al. Clínica veterinária: um tratado de doenças dos bovinos, ovinos, suínos, caprinos. 9. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
Guanabara Koogan. 2000. 3 THOMASIAN, A. Enfermidades dos Cavalos. Ed. Roca, 4ª Ed, 2005.
Bibliografia complementar:
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2 CASSASNOVAS AYUD E ABENIA. A Exploração Clínica do Cavalo, Editora Medvet, 2014 3 HENDRICKSON, DEAN A. – Cuidado de ferimentos – para veterinários de eqüinos – Editora Roca. 200p.
4 JODY ROCKETT, SUSANNA BOSTED. Procedimentos Clínicos Veterinários na Prática de Grandes Animais, Editora: Cengage Learning, 2012
5 RIET CORREA, F. Doenças dos Ruminantes e Eqüinos. São Paulo: Varela 2001 2 vol. 6 STASHAK T. S. Claudicação em equinos segundo Adams. 5ª Ed. São Paulo: Roca. 2014 7 Artigos disponibilizados no email da turma e/ou xerox
X.
OBSERVAÇÕES GERAIS120) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69, Res. 017/Cun/97).
121) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res. 017/Cun/97.
122) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
123) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data e horário fixados pelo professor ministrante.
124) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
125) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
126) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
__________________________
Prof(a/s). Dr(a/s). Marcos da Silva Azevedo
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PLANO DE ENSINO
I. INFORMAÇÕES GERAISCódigo da disciplina
Nome da disciplina Equivalências Total de aulas semestrais CBV7713 Obstetrícia Veterinária ou
Currículo de M. Veterinária 2012.2: 0
2 teóricos, 2 práticos Professor(es) Responsável(is) Departamento Marcos da Silva Azevedo, Giuliano Moraes Figueiró, Luiz Caian Stolf BSU
II. REQUISITOS:
Currículo de M. Veterinária 2012.2: CBV7608 EH; CBV7714 EH; CBV7715 III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA 552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Fisiopatologia da gestação, parto e puerpério. Diagnóstico e prognóstico obstétrico, medidas para a preparação ao auxílio obstétrico, técnicas de auxílio ao parto, indução artificial ao parto, terapêutica e técnicas cirúrgicas aplicadas a obstetrícia veterinária.
V. OBJETIVOS
Os objetivos da disciplina deverão esclarecer basicamente a contribuição que a mesma oferece à formação do profissional, ou seja, a relação da disciplina com o curso. (Res003/CEPE/84) Objetivos Gerais:
Ao final do curso, o acadêmico deverá ser capaz de diagnosticar as principais afecções da gestação, parto e puerpério de forma a propor o tratamento mais adequado e prognóstico esperado frente ao quadro. Objetivos Específicos:
• Conhecer o processo de determinação e desenvolvimento da gestação; • Conhecer o processo de desencadeamento do parto;
• Conhecer as fases do parto;
• Conhecer as condições necessárias para um parto eutócico;
• Conhecer as principais manobras e equipamentos para auxílio obstétrico; • Ter condições de efetuar o diagnóstico de um parto distócico;
• Ter condições de efetuar a correção de alterações obstétricas;
• Ter condições de identificar, tratar e restabelecer a capacidade reprodutiva da fêmea; • Ter condições de realizar atendimento neonatal em animais de pequeno e grande porte; VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE I: Fisiologia da gestação UNIDADE II: Patologia da gestação UNIDADE III: Parto fisiológico UNIDADE IV: Parto patológico UNIDADE V: Cesariana UNIDADE VI: Fetotomia
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UNIDADE VII: Puerpério fisiológico UNIDADE VIII: Puerpério patológico UNIDADE IX: Abortamento terapêutico
VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
Informação indisponível no programa da disciplina dos semestres anteriores, solicite ao professor da disciplina que preencha todos os campos do formulários
Informações sobre Horários de atendimento extraclasse e monitorias: Presencial sala do professor: Quarta-feira 13:30-17:10; via email
Para acessar os horários de atendimento do(s) monitor(es) da disciplina (caso haja monitores alocados) acesse
https://moni.sistemas.ufsc.br/
VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação do desempenho de cada aluno dar-se-á através da realização de: A) Duas avaliações escritas parciais e individuais.
B) Apresentação de seminários em grupo a ser definido na aula de apresentação da disciplina.
As datas das avaliações encontram-se no cronograma de atividades da disciplina. Será considerado aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme os pesos das avaliações descritos abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, de 75% das atividades da disciplina. A Saber:
• Cada avaliação escrita parcial (AEP) terá peso 4.0 • A apresentação do seminário (AS) terá peso 2.0 • Média = AEP1 (4.0) + AEP2 (4.0) +AS (2.0) = 10.0
O estudante que perder uma avaliação, por motivo devidamente justificado, poderá refazê-la, após requerer nova avaliação. Os estudantes deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Não haverá recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica definidas pelo Colegiado, para as quais a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/9730.
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o cálculo abaixo, e que tenha frequência, no mínimo, 75 % das atividades da disciplina.
Os alunos que faltarem à (s) prova(s) deverão proceder de acordo com a legislação vigente na UFSC.
Recuperação:
A concessão de recuperação final em disciplinas de caráter prático que envolvam atividades de laboratório ou clínica não é obrigatória. Nestas disciplinas a possibilidade de nova avaliação ficará a critério do respectivo Colegiado de Curso, conforme previsto no Art. 70 da Resolução n. 17/CUN/97.
IX. CRONOGRAMA Março
07 Fisiologia da gestação Teórica 07 Prática
14 Fisiologia da gestação Teórica 14 Prática
21 Patologia da gestação Teórica 21 Prática
28 Patologia da gestação Teórica 28 Prática
Abril
04 Parto fisiológico Teórica 04 Prática
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11 Parto patológico Teórica 11 Prática
18 Parto patológico Teórica 18 Prática 25 Avaliação I Teórica 25 Prática Maio 02 Cesariana Teórica 02 Prática 09 Cesariana Teórica 09 Prática 16 Fetotomia Teórica 16 Prática
23 Puerpério fisiológico Teórica 23 Prática
30 Puerpério patológico Teórica 30 Prática
Junho
13 Puerpério patológico Teórica 13 Prática
20 Abortamento terapêutico Teórica 20 Prática
27 Avaliação II Teórica 27 Prática
Julho
04 AVALIAÇÃO FINAL - EXAME Teórica
X. BIBLIOGRAFIA Bibliografia básica
HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7. ed. Editora: Manole, 2004. JACKSON, G. G. P. Obstetrícia veterinária. 2. ed. Editora: Roca, 2005.
NASCIMENTO, E. F.; SANTOS, R. L. Patologia da Reprodução Dos Animais Domésticos. 3. ed. Editora: Guanabara Koogan, 2011.
PRESTES, N. C.; LANDIM-ALVARENGA, F. Medicina Veterinária - Obstetrícia Veterinária. 1. ed. Editora: Guanabara Koogan, 2006.
Bibliografia complementar:
ENGLAND, G.; HEIMENDAHL, A. Manual of canine and feline reproduction and neonatology. 2. ed. Blackwell Scientific Pub, 2010.
NEILL, J. D. Physiology of Reproduction. 3. ed. Elsevier, 2006. Vol. 1 e Vol. 2.
YOUNGQUIST, R.; THRELFALL, W. Current therapy in large animal theriogenology. 2. ed. Editora: Elsevier, 2006.
SORRIBAS, C. Manual de Emergências e Afeccões Freguentes do Aparelho Reprodutor em Cães. 1. ed. Editora: MedVet, 2009.
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X.
OBSERVAÇÕES GERAIS127) A frequência às aulas da disciplina é obrigatória, ficando nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% das mesmas (parágrafo 2º art. 69, Res. 017/Cun/97).
128) Ao aluno que não comparecer às provas ou não apresentar trabalhos no prazo estabelecido será atribuída nota 0 (zero), conforme parágrafo 4º, art. 70, Res. 017/Cun/97.
129) Havendo discordância quanto ao valor atribuído à avaliação, o aluno poderá formalizar pedido de revisão de prova dentro do prazo de prazo de 2 (DOIS) dias úteis, contadas a partir da divulgação do resultado.
130) O aluno que, por motivo de força maior e plenamente justificado, deixar de realizar as provas previstas no plano de ensino deverá formalizar pedido de avaliação à Diretoria Acadêmica, dentro do prazo de 3 (TRÊS) dias úteis, recebendo provisoriamente a menção I (caput, artigo 74, Res. 017/Cun/97). Cessado o motivo que impediu a realização da avaliação, o aluno, se autorizado pela Diretoria Acadêmica, deverá fazê-la quando, então, tratando-se de nota final, será encaminhada ao Departamento de Administração Escolar - DAE, pela Secretaria Acadêmica (parágrafo 1º, art. 74, Res. 017/Cun/97).Observação: O julgamento do motivo que impediu a realização de qualquer uma das provas não é do professor ministrante. No caso da presente disciplina cabe à Diretoria Acadêmica efetuar o julgamento e, se assim entender, autorizar por escrito que o professor ministrante realize outra avaliação. A avaliação substituta será efetuada em data e horário fixados pelo professor ministrante.
131) Prescreve o parágrafo 2º do art. 70 da Res. 017/Cun/97: O aluno com frequência suficiente (FS) e média das notas de avaliações do semestre entre 3,0 (três) e 5,5 (cinco vírgula cinco) terá direito a uma nova avaliação no final do semestre.
132) Prescreve o parágrafo 3º do artigo 71 da Res. 017/Cun/97: O aluno enquadrado no caso anterior (previsto pelo parágrafo 2º do art. 70) terá sua nota final calculada através da média aritmética entre a média das notas das avaliações parciais e a nota obtida na avaliação estabelecida no citado parágrafo.
133) Conforme o art. 59 da lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e o artigo Art. 27. do decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999 as instituições de ensino superior deverão oferecer adaptações de provas e os apoios necessários, previamente solicitados pelo aluno portador de deficiência, inclusive tempo adicional para realização das provas, conforme as características da deficiência. A pessoa interessada na obtenção do benefício, juntando prova de sua condição, deverá requerê-lo junto à Diretoria Acadêmica, que determinará as providências a serem cumpridas.
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PLANO DE ENSINO
I. INFORMAÇÕES GERAISCódigo da disciplina
Nome da disciplina Equivalências Total de aulas semestrais CNS7716 Extensão Rural ou Currículo de M. Veterinária 2012.2: AGC7716 Currículo de E. Florestal 2014.1: AGC7716 Currículo de Agronomia 2014.1: AGC7716 2 teóricos
Professor(es) Responsável(is) Departamento
Andréia Nunes Sá Brito CNS
II. REQUISITOS:
Currículo de M. Veterinária 2012.2: CNS7215 Currículo de E. Florestal 2014.1: CNS7409 Currículo de Agronomia 2014.1: CNS7409
III. CURSO(s) PARA O(s) QUAL (is) A DISCIPLINA É OFERECIDA 552 Medicina Veterinária
IV. EMENTA
Caracterização do meio rural e da Extensão rural no Brasil: história e bases teóricas sob uma visão crítica. Revolução verde e modernização da agricultura. Perfil e prática extensionistas. Extensão rural e sistemas locais de conhecimento e inovação: prática dialógica, comunicação e metodologia. Modelos pedagógicos, métodos e técnicas sociais em extensão rural. Planejamento da ação extensionista. Estado, centralização e descentralização: extensão e pesquisa agropecuária. Política Nacional de Assistência técnica e Extensão Rural, novas instâncias participativas, desafios e perspectivas.
V. OBJETIVOS Objetivos Gerais:
- Possibilitar ao aluno uma melhor compreensão da assistência técnica e da extensão rural pública governamental como parte de um projeto político, vinculando essa dinâmica com os modelos políticos e econômicos hegemônicos ao longo da história recente até a atualidade.
- Entender a vinculação das práticas utilizadas pela Extensão com as práticas de assistência técnica no primeiro setor (prefeituras municipais, governações, entidades de pesquisa e extensão), no segundo setor (ou de “fomento” de empresas privadas e grandes cooperativas), seja no terceiro setor (ONG,
associações).
- Desenvolver competências para a elaboração, implementação e avaliação de processos e/ou projetos de extensão rural, no contexto das políticas públicas nacional e estadual (Santa Catarina) vigentes.
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Introdução à extensão rural (Leitura); Historia e trajetória da Extensão rural no mundo e no Brasil; Modernização da agricultura; Mudança de paradigma científico, complexidade; Introdução ao pensamento sistêmico; Principios pedagógicos de Ater ; Diagnóstico rural participativo; Metodologias de extensão rural VII. METODOLOGIA DE ENSINO / DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA
As aulas serão em sua maior parte dialogadas e participativas utilizando-se como recursos, o quadro negro, o data show. Bem como exercícios em grupo e análise coletiva.
Trabalho em grupo desenvolvido ao longo do semestre incluindo um seminário final e 2 saídas a campo com trabalho final como resultado
A apresentação do resultado de trabalho em grupo por sessão também compõe a estratégia de aprendizagem e trocas de informações entre os alunos. Pesquisas a campo. Leitura e resenhas críticas de livros e artigos como forma de avaliar o trabalho e compreensão individual dos conteúdos.
Palestras com visitantes e/ou visitas de conhecimento serão utilizadas dentro do possível e viável a executar.
A assiduidade às aulas é obrigatória e recomendável. Porém, nos casos de falta, sugere-se o contato com colega(s) e/ou ministrante para tomar ciência do que foi ministrado, de eventual material distribuído, etc. Informações sobre Horários de atendimento extraclasse e monitorias:
Para acessar os horários de atendimento do(s) monitor(es) da disciplina (caso haja monitores alocados) acesse
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VIII. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Encontro 1 Apresentação da disciplina e definições conjuntas com a turma sobre avaliação Encontro 2 Industrialização da Agropecuária Brasileira;
Encontro 3 Extensão Rural e Modernização Conservadora; Encontro 4 Saída a campo;
Encontro 5 Conceitos acerca do Desenvolvimento das Sociedades;
Encontro 6 Releitura do Rural: Multifuncionalidade e Educação do Campo; Encontro 7 Enfoque Sistêmico na Extensão Rural;
Encontro 8 Princípios pedagógicos da ATER;
Encontro 9 Extensão ou Comunicação? (estudo da publicação de Paulo Freire) Encontro 10 Metodologias Tradicionais em Extensão Rural;
Encontro 11 Preparação de Evento;
Encontro 12 Metodologias Participativas de Extensão Rural; Encontro 13 Apresentação de Trabalhos I
Encontro 14 Apresentação de Trabalhos II
Encontro 15 Dia de Campo (preparado pela turma) Encontro 16 Prova
Encontro 17 Conversa com extensionista Encontro 18 Recuperação
Será considerado aprovado o aluno que obtiver média final igual ou superior a seis vírgula zero (6,0), conforme o