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2. Características do projeto a ser contemplado pelo Programa Atenção Integral

2.4. Coordenador especialista do projeto

2.2. Tipos de projeto

A Instituição proponente além de apresentar a proposta de projeto relacionada a uma das Linhas de Ação indicadas no Portal de Projetos deverá relacionar a proposta a um tipo de projeto também indicado no Anexo 01.

2.3. Coordenador técnico do projeto

Todos os projetos deverão obrigatoriamente apresentar uma Coordenação Técnica. As principais funções do Coordenador Técnico do Projeto são:

Gerenciar o convênio a ser firmado entre a proponente e o Instituo Ronald McDonald, assegurando seu cumprimento;

Apresentar as Prestações de Contas, conforme regras e prazos firmados em convênio;

Detectar, registrar e submeter ao Instituto Ronald McDonald quaisquer alterações necessárias no cronograma de atividades previstas no Projeto;

Ser a referência principal do projeto junto ao Instituto Ronald McDonald;

Garantir o registro claro e preciso de todas as informações necessárias para o acompanhamento do projeto;

Garantir a confiabilidade e a integridade dos dados informados no Portal de Projetos.

2.4. Coordenador especialista do projeto

Para projetos das Linhas de Ação A, B (apenas projetos de construção e reforma) e D, a proponente deverá apresentar um Coordenador Especialista que deve demonstrar especialização na área do projeto apresentado, tendo como principal atribuição a responsabilidade por seu conteúdo técnico- científico. No caso de projetos de construção e reforma de grande porte das Linhas de Ação A e B, será necessário apresentar um engenheiro ou arquiteto como Coordenador Especialista, que será o responsável juntamente com a Coordenação Técnica pelo preenchimento do Relatório Técnico.

Observações:

É possível haver mais de um Coordenador Especialista;

O Coordenador Especialista pode acumular a função de Coordenador Técnico.

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3.1. Para linha de ação A deverão ser seguidos os seguintes critérios e documentações

Para Serviços Existentes:

Demonstrar ter habilitação para procedimentos de alta complexidade em oncologia pediátrica (ou hematologia pediátrica): Portaria do Ministério da Saúde, demonstrando a habilitação do hospital para atendimento a serviço de alta complexidade ou através do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), atendendo aos critérios da Portaria MS/SAS 140/14 (ou outra Portaria que venha complementá-la ou substituí-la).

Em caso de expansão quantitativa da prestação de serviços, demonstrar:

Relatório, com o aval do responsável pelo serviço, contemplando: Oferta insuficiente de assistência, mediante a utilização dos critérios preconizados pela Portaria MS/SAS 140/14 (ou outra Portaria que venha complementá-la ou substituí-la): Dados epidemiológicos da região que demonstre necessidade de expansão; Características da área de abrangência vinculada ao serviço (População, quantidade de municípios, distância média, serviços SUS disponíveis e etc.);

Demonstrar articulação com o Gestor SUS local através de Declaração de apoio ao Projeto da Secretaria de Saúde Municipal ou Estadual.

Para Novos Serviços:

Apresentar proposta de habilitação do serviço para ampliação da rede de alta complexidade aprovada pelos Gestores SUS: Ata da reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) com a aprovação do serviço ou declarações das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde, assegurando o compromisso com o novo serviço.

Para Todos os Serviços (Novos ou Existentes):

Apresentar como a Instituição compõem e participa do fluxo da Rede de Atenção Oncológica da região/localidade de acordo com modelo de documento fornecido pelo Instituto Ronald McDonald (Anexo 7);

Demonstrar a existência de equipe multidisciplinar oncológica mínima, contando com

CRITÉRIOS E DOCUMENTAÇÕES

PROGRAMA ATENÇÃO INTEGRAL

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3.2. Para linha de ação B deverão ser seguidos os seguintes critérios e documentações

Para construção ou ampliação de Casa Ronald McDonald e Espaço da Família Ronald McDonald

Apresentar o Estudo de Viabilidade em modelo fornecido pelo Instituto Ronald McDonald e validado pela equipe do Hospital de referência, contendo as seguintes informações: características da área de abrangência vinculada ao serviço (população, quantidade de municípios, distância média, serviços SUS disponíveis e etc.); informações sobre o público a ser atendido pela instituição (quantidade, cidade de origem, etc.).

Para reforma de ambientes específicos de Casa Ronald McDonald e Espaço da Família Ronald McDonald

Enviar projeto arquitetônico, levantamento fotográfico, orçamento da construtora, cronograma da obra e currículo do Coordenador Especialista com formação em Engenharia ou Arquitetura.

Critérios e documentações

oncologista pediátrico, hematologista pediátrico e cirurgião pediátrico - de acordo com o perfil do serviço - e com titulações reconhecidas pelas respectivas Sociedades Científicas ou certificado de residência médica na especialidade: Na submissão da proposta do projeto no Portal de Projetos informar o nome, especialidade e número do credenciamento no conselho profissional para pelo menos um profissional de cada especialidade e anexar o arquivo digitalizado das titulações reconhecidas pelas respectivas Sociedades Científicas ou certificado de residência médica na especialidade;

Para projetos que sejam executados nas dependências de uma instituição diferente da proponente, será necessário o envio de declaração de concordância desta instituição (instituição anuente);

Para projetos de construção e reforma de ambiente será necessário o envio de projeto arquitetônico, levantamento fotográfico, orçamento da construtora, cronograma da obra e currículo do Coordenador Especialista com formação em Engenharia ou Arquitetura.

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3.3. Para linha de ação C deverão ser seguidos os seguintes critérios e documentações

Para projetos que sejam executados nas dependências de uma instituição diferente da proponente, será necessário o envio de declaração de concordância desta instituição

(instituição anuente).

3.4. Para linha de ação D deverão ser seguidos os seguintes critérios e documentações

Demonstrar ser ou estar associada à instituição científica, de ensino ou de voluntariado, pública ou privada sem fins lucrativos, com conhecimento e experiência na área técnica do projeto;

No caso de estar associada a instituições parceiras, apresentar convênio ou declaração de instituição científica, de ensino ou de voluntariado, pública ou privada sem fins lucrativos, com conhecimento e experiência na área técnica do projeto;

O Coordenador Especialista do Projeto deve demonstrar especialização na área do projeto apresentado através do currículo;

Para projetos que sejam executados nas dependências de uma instituição diferente da proponente, será necessário o envio de declaração de concordância desta instituição

(instituição anuente).

Critérios e documentações

Para todas as instituições

Apresentar como a Instituição participa do fluxo e compõem a Rede de Atenção Oncológica da região/localidade de acordo com modelo de document fornecido pelo Instituto Ronald McDonald (Anexo 7);

Habilitação do hospital parceiro para atendimento ao serviço de alta complexidade: Portaria do Ministério da Saúde, demonstrando a habilitação do hospital para atendimento a serviço de alta complexidade ou através do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), atendendo aos critérios da Portaria MS/SAS 140/14(ou outra Portaria que venha complementá-la ou substituí-complementá-la);

Para projetos que sejam executados nas dependências de uma instituição diferente da proponente, será necessário o envio de declaração de concordância desta instituição

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As possibilidades de auxílio financeiro são definidas segundo a Linha de Ação do projeto, conforme apresentado no Anexo 1. No entanto, há duas despesas que, independente da linha ação ou tipo de projeto, não são apoiáveis. São elas:

Aquisição de medicamentos quimioterápicos;

Despesas de ações de captação de recursos, campanhas de marketing e ferramentas de comunicação institucional, exceto materiais de comunicação sobre visibilidade específica do projeto, indicados nos itens 4.1 e 4.2 ‘Despesas apoiáveis’.

DESPESAS APOIÁVEIS E NÃO APOIÁVEIS

PROGRAMA ATENÇÃO INTEGRAL

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4.1. Projetos de custeio de hospitais

Despesas Apoiáveis:

Pagamento de pessoal técnico e/ou especializado; Contas de consumo (luz, água, telefone, gás etc.); Manutenção preventiva e corretiva de equipamentos;

Aquisição de materiais de uso de laboratórios, sala de cirurgia, ambulatórios etc.; Aquisição de materiais de limpeza e higiene para o hospital e para os pacientes; Aquisição de medicamentos não quimioterápicos, auxiliares do tratamento;

Despesas de manutenção de serviços de lavanderia, portaria, limpeza e outros serviços terceirizados relevantes para a operação do hospital;

Despesas com exames laboratoriais não realizados no próprio hospital;

Seguro de Responsabilidade Civil - exclusivo para hospitais que operam o Espaço da Família Ronald McDonald;

Materiais de comunicação sobre visibilidade específica do projeto, tais como adesivagem de veículo, banner, estandarte, outdoor, placa, selo, tapume etc.

Despesas não apoiáveis:

Despesas com benefícios de pessoal contratado: vale refeição, vale transporte, convênio médico, seguro de vida;

Aquisição de medicamentos quimioterápicos;

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4.2. Projetos de custeio de instituições de apoio

Despesas Apoiáveis:

Contas de consumo (luz, água, telefone, gás etc.); Manutenção preventiva e corretiva de equipamentos;

Aquisição de materiais de limpeza e higiene para a operação;

Despesas de manutenção de serviços de lavanderia, limpeza e outros serviços terceirizados relevantes para a operação;

Materiais de comunicação sobre visibilidade específica do projeto, tais como adesivagem de veículo, banner, estandarte, outdoor, placa, selo, tapume etc.

Despesas não apoiáveis

Produção de material de comunicação institucional e/ou visibilidade.

4.3. Projetos de custeio de casas de apoio

Somente serão aceitas as despesas do plano de contas (Cronograma Físico Financeiro - Custeio de Casa de Apoio) específico para esse tipo de projeto.

Despesas apoiáveis e não apoiáveis

4.4. Projetos de custeio de Espaços da Família Ronald McDonald

Despesas Apoiáveis:

Pessoal, encargos e férias (100%);

Manutenção (10% do valor investido pelo Instituto Ronald McDonald em mobília);

Atividades para estimular o trabalho dos voluntários (10% do valor total a ser investido nesse Projeto) o equivalente à soma dos itens A e B

*

0,1.

Despesas não apoiáveis (contrapartida do Hospital)

Luz;

Aquisição de uniformes;

Despesas com correios e malotes; Despesas com emissão de laudos;

Locação ou manutenção de software de gestão; Taxas e impostos do hospital.

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Despesas apoiáveis e não apoiáveis

Água; Limpeza; Segurança;

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A avaliação das propostas de projetos será realizada em duas Etapas: Pré-qualificação/avaliação da documentação básica e,

Avaliação do mérito (Anexo 2).

O não atendimento de quaisquer das exigências especificadas neste Edital ou das pendências identificadas na análise da documentação implicará na desclassificação da proposta.

PROCESSO DE SELEÇÃO

PROGRAMA ATENÇÃO INTEGRAL

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5.1. Pré-qualificação

Esta Etapa é eliminatória e consistirá na avaliação da documentação básica, entregue até a data limite estabelecida no item 4.4, conforme os requisitos (item 2) e demais documentos (item 3). As instituições proponentes selecionadas nessa etapa passarão automaticamente para a fase seguinte da avaliação.

Durante esta etapa, o Instituto Ronald McDonald realizará análise preliminar do projeto de forma a solicitar às Instituições Proponentes, quando for o caso, adequação às especificações contidas neste Edital.

5.2. Avaliação do mérito

Esta Etapa é de caráter classificatório e consiste na avaliação das propostas selecionadas na etapa anterior pelos membros da Equipe do Instituto Ronald McDonald e de seus Conselhos Científico e Executivo. Os critérios para análise e seleção das propostas estão relacionados no Anexo 2.

5.3. Seleção de propostas

Serão selecionadas as propostas de projetos que, de acordo com os critérios estabelecidos no

Anexo 2, obtiverem os melhores resultados. Em caso de empate, a decisão ficará a critério do Conselho Científico do Instituto Ronald McDonald.

A seleção de uma proposta de projeto implica na sua indicação a financiamento através de uma

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Processo de seleção

5.4. Cronograma

ou mais campanhas promovidas pelo Instituto Ronald McDonald. O financiamento estará sujeito às regras da campanha em questão, inclusive com variação do valor a ser destinado ao projeto. A divulgação se dará da seguinte forma: no caso dos projetos selecionados, o resultado será divulgado às proponentes e publicado no site www.instituto-ronald.org.br, no caso dos projetos não selecionados, o resultado será endereçado somente à proponente.

Entre o lançamento do Edital e a data limite para recebimento das propostas, a equipe de Projetos do Instituto Ronald McDonald estará à disposição para prestar apoio às instituições na elaboração das propostas.

Evento Data

Lançamento do Edital 08/12/2016

01/02/2017 Divulgação do resultado da avaliação das propostas

Data limite para apresentação da proposta

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A partir do presente Edital 2016/Carteira de Projetos 2017, as instituições que submeterem propostas e receberem apoio do Instituto Ronald McDonald assinarão um novo modelo contratual a ser celebrado entre o Instituto e a Instituição Proponente.

Convênio – que estabelece

Objeto da parceria (estabelecimento de ações conjuntas alinhadas às premissas do Instituto para atender demandas prioritárias de cada região e desta forma contribuir para o aumento dos índices de cura);

Condições gerais da parceria com a instituição; Obrigações e contrapartidas gerais;

Formas de acompanhamento da execução dos custos; Cláusulas de visibilidade.

Convênios acessórios - Vinculados a um projeto específico e que estabelecem

Contrapartida específica para a utilização do recurso; Prazo de execução do projeto;

Encerram-se com a execução do projeto (entrega da contrapartida).

PROCEDIMENTO DE CONTRATAÇÃO

PROGRAMA ATENÇÃO INTEGRAL

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PROGRAMA

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1.1. Objetivo geral

O Programa Diagnóstico Precoce tem por objetivo contribuir para a identificação precoce do câncer em crianças e adolescentes, de forma a reduzir o tempo entre o aparecimento de sinais e sintomas e o diagnóstico em um serviço especializado, favorecendo o aumento da probabilidade de cura.

1.2. Objetivos específicos

Financiar projetos de capacitação com foco nas equipes do programa Estratégia de Saúde da Família (ESF), podendo considerar médicos do Sistema Único Saúde (SUS), para a promoção do diagnóstico precoce de câncer em crianças e adolescentes;

Contribuir para a organização da Rede de Atenção Oncológica nas regiões onde os projetos serão executados.

OBJETIVOS

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Objetivos

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A Instituição proponente deverá apresentar o projeto de acordo com roteiro e o Formulário para Apresentação dos Projetos - FAP (Anexo 5).

Público-alvo: Profissionais das equipes de Saúde da Família, podendo também considerar os médicos do SUS que atendam crianças e adolescentes, desde que estejam na área de abrangência do projeto ou se constituam como referência para o atendimento de crianças e adolescentes residentes nos territórios vinculados às Equipes de Saúde da Família. Não poderão ser capacitadas equipes da ESF destituídas do profissional médico. Poderão ser também incluídos os profissionais que atuam no Sistema de Regulação.

Área de abrangência: A área de abrangência do projeto refere-se ao território onde atuam as equipes de Saúde da Família e os médicos do SUS que serão envolvidos na capacitação. O projeto poderá ser desenvolvido em âmbito municipal, regional (envolvendo mais de um município) ou estadual. O projeto poderá ser implantado em município/região diferente da sede da Instituição Proponente, desde que observadas todas as condições previstas neste Edital.

Articulação institucional: O projeto deverá contemplar ações que incluam discussões com as esferas de gestão da área de abrangência, que tenham por objetivo a melhoria da organização da Rede de Atenção Oncológica. A proposta de projeto deverá ser apresentada previamente ao gestor SUS da área de abrangência.

CARACTERÍSTICAS DO PROJETO A SER

CONTEMPLADO PELO PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE

PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE

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ATENÇÃO

Para as instituições que já participaram do Programa Diagnóstico Precoce, a definição do número de profissionais a serem capacitados que será apresentado na proposta

do presente Edital, deve ser acordado com o Instituto Ronald McDonald, pois será

calculado com base no percentual histórico do número de profissionais capacitados pela instituição em projetos anteriores x o número de profissionais que ela propõe

capacitar.

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Características do projeto a ser contemplado pelo Programa Diagnóstico Precoce

2.1. Coordenador técnico do projeto

Todos os projetos deverão obrigatoriamente apresentar uma Coordenação Técnica. As principais funções do Coordenador Técnico do Projeto são:

Gerenciar o convênio a ser firmado entre a proponente e o IRM, assegurando seu cumprimento; Apresentar as Prestações de Contas, conforme regras e prazos firmados em convênio;

Coordenar e supervisionar o processo de capacitação;

Acompanhar o processo de avaliação de resultados do Programa, no que diz respeito ao projeto que está sob a sua coordenação, utilizando sistematicamente os relatórios disponibilizados pelo Portal do Programa;

Detectar, registrar e submeter ao IRM, através de formulário padrão (modelo IRM), quaisquer alterações necessárias nas atividades previstas no Projeto;

Representar o projeto em todas as reuniões específicas convocadas pelo IRM; Ser a referência principal do projeto junto ao IRM;

Garantir o registro claro e preciso de todas as informações necessárias para o acompanhamento do processo de capacitação e de avaliação, incluindo a digitação de dados nas ferramentas disponibilizadas pelo IRM, atendendo aos prazos estabelecidos pelo Instituto.

2.2. Coordenador científico do projeto

Todos os projetos deverão obrigatoriamente apresentar uma Coordenação Científica. O coordenador científico deverá ser médico com especialização em oncologia pediátrica. A principal função do Coordenador Científico do Projeto é a responsabilidade pela capacitação, em especial pelo conteúdo técnico no que diz respeito às questões relacionadas à oncologia pediátrica, ressaltando o acompanhamento dos resultados da capacitação.

2.3. Instituições parceiras - gestores do SUS

A Instituição Proponente deverá demonstrar articulação com o(s) Gestor(es) responsável pela área de abrangência do projeto, através da apresentação do documento formal da instância SUS responsável pela área de abrangência do projeto (item 6 Tabela Resumo - Critérios e documentação).

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Características do projeto a ser contemplado pelo Programa Diagnóstico Precoce

2.4. Prazo de execução do projeto

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CRITÉRIOS E DOCUMENTAÇÕES

PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE

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3.1. Instituição Proponente

Demonstrar articulação com o Gestor do SUS responsável pela área de abrangência do projeto: Apresentar documento formal da Secretaria de Saúde Municipal ou Estadual, responsável pela(s) área(s) de abrangência do projeto, dando ciência do conteúdo do Projeto e descrevendo, de forma sucinta, a natureza de sua participação. É imprescindível que o documento formal contenha a anuência do(s) Gestor(es) da área de abrangência (secretário(a) municipal de saúde) sobre a liberação dos profissionais que irão participar da capacitação.

No caso do projeto contemplar mais de um município, deverá ser apresentado o documento formal do gestor de cada município envolvido.

3.2. Coordenador técnico

Apresentar currículo do Coordenador Técnico, contendo a experiência profissional (experiência em coordenação ou participação de projetos na área), instituição a qual está vinculado e principais funções exercidas na instituição.

3.3. Coordenador científico

O coordenador científico deverá ser médico com especialização em oncologia pediátrica e apresentar Currículo Lattes e cópias (digitalizadas) das titulações reconhecidas pelas respectivas Sociedades Científicas ou certificado de residência médica na especialidade.

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4.1. Despesas prioritárias

Passagens nacionais do corpo docente (aéreas e terrestres);

Diárias do corpo docente (hospedagem com diária completa e traslados); Deslocamentos do corpo docente (transporte e combustível);

Alimentação do corpo docente;

Pagamento de hora aula (valor máximo independente de titulação e formação profissional: R$120,00 / hora);

Pagamento de coordenação técnica (valor máximo por projeto / por mês: R$ 1.600,00), limitado ao tempo de execução do projeto;

Pagamento de coordenação científica (valor máximo por projeto / por mês: R$ 1.600,00) , limitado ao tempo de execução do projeto;

Contratação de profissionais de apoio administrativo (valor máximo por projeto: R$ 10,00 / aluno);

Contratação de digitador (valor máximo por projeto: R$ 10,00 / aluno);

Materiais de comunicação sobre visibilidade específica do projeto, tais como, banner, estandarte, outdoor, placa, selo etc;

DESPESAS APOIÁVEIS

PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE

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As despesas que serão apoiadas pelo IRM se dividem em duas categorias, a saber: Despesas prioritárias;

Despesas com menor prioridade – que deverão ser justificadas e serão apoiadas a partir de uma análise do escopo do projeto e da sua pertinência para a realização das atividades propostas.

ATENÇÃO

Para alguns itens de despesa foram estabelecidos valores máximos e que constam no

item 4.1

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Despesas para participação dos Coordenadores Técnico e Científico do Projeto nos (dois) Workshops do Programa Diagnóstico Precoce que o Instituto Ronald McDonald promove anualmente.

4.2. Despesas com menor prioridade (a instituição proponente deverá buscar parcerias locais)

Deslocamento do corpo discente; Alimentação do corpo discente; Coffee-Break;

Imprensa e divulgação;

Locação de instalação física (salas e auditórios);

Locação de equipamentos (aluguel de equipamentos audiovisuais como projetores, telas de projeção, computador multimídia, etc.);

Serviços de gravação; Serviço de reprografia; Serviço de correio;

Material de consumo (canetas, cadernos, folhas, etc.); Material permanente.

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Material de capacitação

MATERIAL DE CAPACITAÇÃO

PROGRAMA DIAGNÓSTICO PRECOCE

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O Instituto Ronald McDonald elaborou, em conjunto com o Instituto Nacional de Câncer (INCA) e a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), um material de apoio para a capacitação que será distribuído aos projetos apoiados. Este material está disponível para download no site do Instituto Ronald McDonald:

http://institutoronald.org.br/wp-content/uploads/2015/07/diagnostico_ precoce_cancer_

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