VII- Propostas e Perspectivas
1- Cultura do conflito
A Frente Polisário tem um outro aspecto a rever no plano da cultura marroquina, o que se refere ao processo da resolução da questão do
49Ativista separatista sarauí Aminatou Haidar, (1966 ou 1967-) convidada pelo Parlamento espanhol, dirigindo um discurso que incita a violência, as ameaças francas contra o Marrocos. https://sahara-question.com/fr/actualites/madrid-aminatou-haidar-menace-maroc-d%E2%80%99attaques-arm%C3%A9es
conflito sem prolongá-lo por mais décadas. Todas as gerações passadas entenderam o contexto no qual foi o conflito artificial em torno do Saara marroquino. O Marrocos tem a preocupação em como afastar a ilusão da Frente que dificulta ainda mais o conflito artificial como o caso do grupo da “mãe corvo”, relativo ao Caribe ou a Cuba, o que significa que os marroquinos não podem esperar que os políticos e os associados liberassem o povo das verdadeiras questões existenciais em torno da paz, da segurança e da estabilidade socioeconômicas e políticas.
Referendo ao ativista, Mohammed Ould Sidi Mouloud Salma, que desafiou o sistema da Polisário e da Argélia, quando ele se engajou na defesa dos direitos humanos, denunciando a instrumentalização da frente Polisário pela Argélia. O resultado tem sido preso e torturado nos campos de Tindouf, sudeste de Argélia, graças aos planos das manobras da politicagem e das influências dos países aliados da Argélia.
O Brasil constitui um exemplo no continente Americano, onde os livros sobre a Frente e o Saara marroquino explicam o dilema, pretexto para envolver o plano estratégico das ações da Argélia e da causa de autodeterminação do povo saranino.
Em 2013, as publicações no Brasil em torno do Saara ocidental interessam apenas a questão dos direitos humanos. A Frente publica livros subjetivos, através de manobras ilícitas do adversário, enquanto o Marrocos se mostra objetivo nas negociações, sem as condições prévias para impedir os sarauís dos campos de Tindouf, presos em Argélia, os quais enfrentam a discrição do pensamento e da cultura separatista.
Entre os anos 2011 e 2013, diferentes livros foram publicados a exemplo de “Nem paz nem guerra, Três Décadas de Conflito no Saara Ocidental, e “Semente da Primavera. A Revolta Saraui que inspirou o Mundo Árabe”, todos levantam a polêmica em torno de
uma cultura do discurso separatista e da discriminação racial. O que se manobra para o plano de autodeterminação e do referendo em torno de uma questão irrealizável que não enxerga a não ser uma cultura da discriminação e da violência, contidas nos planos da Argélia e da Frente Polisário.
* Pensamento fragmentado
O pensamento sobre a questão sarauí leva a pensar sobre os novos movimentos sociais, fragmentados e que se limitam a uma ação inconsciente da política de um grupo separatista, fundado de forma errada e instável. Tudo isso se insere numa controvérsia do grupo da Polisário e da Argélia.
O Brasil escolhido pelo movimento da Polisário é por ser uma terra que atira os ativistas dos direitos humanos, onde se propaga uma cultura radical da Polisário junto aos partidos da esquerda e da doutrina separatista, bem como junto aos ativistas e às associações, os mais vulneráveis, as quais dependem dos recursos financeiros.
A questão é porque o Brasil não se comporta diferente, diante dos ativistas separatistas da Polisário?
O Brasil foi um dos mercados mais importante como espaço cultural, o livro ocupa mais de 90%, mais uma razão para a tese separatista da Frente Polisário encontra o caminho onde tem um respaldo em torno do sofrimento do povo saranianos, o que faz do povo brasileiro um dos simpatizantes da questão do Saara marroquino, sem uma contribuição concreta a favor dos planos do desenvolvimento das províncias do sul do reino.
A Frente Polisário, perante tudo isso, faz dos saranianos um meio pelo qual ela instrumentaliza os detidos dos campos de Tindouf, em torno do pensamento cultural hassani, de um patrimônio do povo marroquinos. O que continua a chamar a atenção do povo
brasileiro, foram os planos suspeitos e as manobras mentirosas, que a Argélia e a Frente defendem no seu plano de autodeterminação.
Diante disso, a Argélia e a Frente polisário preferiram a propaganda separatista em torno das redes sociais e das posições de seus planos hegemônicos. O que foi denunciado em nível da Comissão Europeia e das organizações de direitos humanos, bem como nas instituições internacionais de caridade. Bem como dos planos da distribuição e do paradoxo que envolve estes planos diante do comportamento do polisário e dos homens políticos, os que utilizam os relatórios dos organismos da instituição do Fórum e dos Presidentes dos Poderes Legislativos da América Central e do Caribe (FOPREL ). Eles denunciam assim o enriquecimento ilícito dos líderes da polisário e dos generais da Argélia.
* Denunciação
A Frente Polisário, como movimento separatista, tem por objetivo levar uma causa que não a pertence, ele defende um plano em torno de uma vítima camuflada. Seus contatos com os governos e os universitários dependem da cultura do conflito, o que dissimula a verdadeira face dos países da América Latina, aqueles que criam o impasse neste dossiê que não atende às decisões a não ser unilaterais do plano argelino e da polisário.
A Argélia evita um enfrentamento direto com o Marrocos, o que levanta a interrogação sobre as manobras do Twitter do Chris Coleman, o qual deflagrou os planos camuflados do Saara e do Departamento ministerial dos Negócios Estrangeiros do Rasd, e bem como dos ativistas do polisário, bem como suas decisões externas em torno dos países latino-americanos. Os jornalistas do pensamento liberal, ativos no mercado da publicação se mostraram a favor da integridade territorial de Marrocos, porque a Frente Polisário e a Argélia não representam os laços nem o interesse do povo detido nos campos, bem como da dominação e do
enriquecimento ilícito econômico e financeiro. O que o Polisário não consegue assimilar junto aos países latino-americanos. E o Marrocos defende o censo dos Sarauís dos campos, na Argélia.
Bem como o registro para resgatar o passado e os laços das tribos saranianas.
Esta estratégia é considerada como uma prática, acerca do pensamento seletivo da Frente no Brasil ou no México, por exemplo existem trabalhos realizados sobre a cultura do reconhecimento, associado aos favores dos traficantes de drogas e do extremistas da Frente, o que provoca às vezes os grupos marginalizados. Onde o Polisário envolve muitas abordagens propagandistas que revelam a controvérsia do reconhecimento do Rasd em muitos países da América Latina.
*Comunicação e cooperação internacional
A propaganda durante a ´Guerra Fria´ foi sabiamente utilizada pelos EUA e a URSS para influenciar os seus próprios cidadãos e as nações do Terceiro Mundo. Uma vez a frente da Polisário se tornou um instrumento na mão de alguns partidos e líderes, com ajuda da Argélia, que provoca uma guerra de informação.
Manobras pelas quais os separatistas da polisário desafiam o Marrocos, bem como os organismos internacionais e a comunidade internacional que defendem a integridade territorial de Marrocos, e a manipulação do povo sarauí detido nos campos de Tindouf, sudeste da Argélia, através de uma propaganda oriunda de novas tecnologias de informação e da mídia.
O Marrocos, ao contrário do passado, se posicionou hoje no cenário internacional, participando efetivamente no debate internacional, reagindo e comunicando ao adversários da causa nacional, mantendo uma postura positiva, promovindo a cultura marroquina nas línguas vivas, sobre a proposta de autonomia, nos fóruns, nas redes e nos jornais, bem como nos sites da rede internet, como o
site do Corcas.com, bem como nos sites oficiais e da diplomacia paralela.
O deputado Cleber Verde50, do Maranhã, afiliado ao Partido PRB, apresentou uma iniciativa, 30 de Maio de 2017, diriginda ao Ministério das Relações exteriores, cujo objetivo apoiar a proposta de Marrocos de autonomia para o Saara marroquino no quadro da ONU, ressaltando as relações de cooperação, comerciais e econômicas. Seja uma proposta do Brasil que visa a destacar o papel de Marrocos, cuja política governamental reconhecida como a quinta potência africana, e um portão estratégico do Brasil para Africa, Europa e Oriente Medio.
* Ser neutro e nocivo
O polisário, obra da Argélia, continua a ter um comportamento descrédito por parte dos saranianos, porque escondem os atos falsos do referendo da autodeterminação, o que faz da consulta em torno do plano de autodeterminação para os saranianos detidos nos campos de Tindouf, sudeste da Argélia. Estes países da América Latina continuam a apoiar o pensamento da posição a favor dos campos de Tindouf, sudeste da Argélia, mas a pergunta é por quê?
O Marrocos tem preocupado com uma certa dupla linguagem. O que afeta a legalidade da justa causa do Saara marroquino. Razão pela qual os países latino americanos não devem ficar preso às tentativas das manobras mentirosas dos separatistas que aproveitam os fatos como a destituição dos presidentes do PMDB e do PT, para procurar novos caminhos, em torno da visão dos adversários da época da junta militar dos anos 60.
50 http://cleberverde.blogspot.com.br/2015/09/deputado-cleber-verde-recebe-embaixador.html
O que foi dissuadido em 2016, mas a estratégia do Rei Mohammed VI de Marrocos assegura a diplomacia do reino para denunciar as manobras do movimento separatista da Frente do polisário, bem como da dupla mensagem na cimeira Marrocos países do Golfo, em Riad, na Arábia Saudita. Onde o rei de Marrocos mandou mensagens para os países aliados de Marrocos e na América Latina, em torno da historia da paz para frustrar as estruturas criminosas e extremistas dos separatistas em América Latina e na África.