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Tabela 3: Classificação Científica de Curcuma longa L.

Curcuma longa, vulgarmente designada por turmérico, açafrão-da-índia ou gengibre amarelo, é uma planta perene da família do gengibre cujo rizoma é largamente utilizado no sudoeste asiático quer na culinária quer para fins medicinais, através da prática da medicina Ayurveda. (27,57,72)

Alguns estudos indicam que o consumo de curcuma no dia-a-dia através da alimentação é mais benéfico do que a sua utilização como suplemento alimentar, o que poderá explicar a baixa incidência da doença de Parkinson na Índia. (10,34,73)

Componentes

Curcuma longa é constituída por um grupo de compostos denominados curcuminóides que englobam a curcumina (curcumina I, 4%), a demetoxicurcumina (curcumina II) e a bisdemetoxicurcumina (curcumina III). (21,55,74)

Reino Plantae

40 O principal composto ativo extraído de Curcuma longa, é a curcumina I, um polifenol, também designado por diferuloilmetano (C21H20O6), que confere uma cor amarelada ao açafrão. (16,27,57)

(37)

Propriedades

Esta substância ativa tem a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, atingindo o sistema nervosos central, onde exerce a sua capacidade neuro protetora, daí que seja considerada para o tratamento experimental da doença de Parkinson.

Os meios pelos quais a curcumina executa a sua neuroprotecção incluem a atividade:

anti-inflamatória, antioxidante e anti-apoptótica. (16,57,75)

Atividade Anti-Inflamatória

A curcumina reduz os níveis da proteína fibrilar ácida da glia, a qual indica o nível de ativação e proliferação dos astrócitos aquando da lesão cerebral. Logo, este é um indicador da diminuição da ativação dos astrócitos, e consequente minimização da secreção de citocinas e mediadores pró-inflamatórios.

Figura 6: Estrutura Química da Curcumina

41 O fator nuclear kappa B, os níveis da interleucina 1b e do fator de necrose tumoral alfa, envolvidos na resposta inflamatória, são então suprimidos pela ação desta substância ativa.

(31,37,51,75)

Atividade Antioxidante

É dada uma especial relevância à capacidade antioxidante da curcumina, uma vez que esta aumenta os níveis de dopamina no corpo estriado e protege a substância nigra pars compacta nos modelos experimentais da doença de Parkinson.

Esta atividade é executada através:

• da redução intracelular da acumulação de espécies reativas de oxigénio e de óxido nítrico, de modo dependente da dose;

• do aumento da expressão da superóxido dismutase e da glutationa, antioxidantes endógenos e, consequente redução do stress oxidativo;

• da quelação dos iões metálicos, cobre e ferro, o que permite restaurar a ação das enzimas reparadoras do DNA que reparam os danos oxidativos do DNA. (51,72,74,75)

Atividade Anti-Apoptótica

Estudos demonstraram que o tratamento com curcumina exerce um efeito neuro protetor pela redução da apoptose neuronal, através do restabelecimento do equilíbrio entre as proteínas apoptóticas, com diminuição das proteínas pró-apoptóticas (Bax e Bad) e aumento das proteínas anti-apoptóticas (Bcl-2). (75)

42 Para além do referido previamente, este composto exerce um complexo mecanismo de regulação da apoptose através da inibição da expressão genética do p53, da caspase 3 e da caspase 9 e da inibição da fosforilação da cinase c-Jun N-terminal.

Este efeito da curcumina restaura a viabilidade celular de modo dependente da dose.

(51,72,75)

Estudos indicam que a curcumina não é tóxica, mesmo quando administrada em doses elevadas, no entanto, devido à sua má absorção e metabolismo rápido a sua biodisponibilidade é reduzida. (16,76)

A administração de curcumina evita a agregação da alfa-sinucleína, a perda dos neurónios dopaminérgicos, o aumento do nível da tirosina hidroxilase e o aumento do nível da dopamina no corpo estriado, o que comprova a sua ação neuro-protetora e reforça, o seu potencial como fármaco na terapêutica da doença de Parkinson. (51,69,73,75)

43

Conclusão

A doença de Parkinson é uma patologia muito complexa e apesar das suas características serem bem conhecidas, a etiologia, a patogénese e os múltiplos mecanismos neurodegenerativos que a envolvem não estão completamente esclarecidos, o que nos permite afirmar que existem muitas incertezas na comunidade científica relativamente a esta doença neurodegenerativa.

A tendência crescente para o aumento da prevalência da doença de Parkinson a nível mundial, faz com que sejam necessárias mais investigações, uma vez que um melhor entendimento dos fatores referidos permite a descoberta e desenvolvimento de novos alvos e terapêuticas e, consequentemente, um tratamento mais direcionado.

Contrariamente ao que ocorre com os tratamentos farmacológicos já existentes as novas terapêuticas devem assegurar a gestão dos sintomas motores e não motores, melhorando a qualidade de vida dos doentes, bem como devem modificar a progressão da doença.

Para determinar estes efeitos é imperativo identificar biomarcadores adequados para monitorizar a progressão da doença e determinar o sucesso da terapêutica.

A revisão bibliográfica de Camellia sinensis, de Ginkgo biloba e de Curcuma longa permite determinar que estas plantas medicinais e os seus extratos, apesar de possuírem uma constituição diferente, têm um efeito neuro-protetivo e neuro-regenerador, através de processos biológicos idênticos, tanto in vitro como in vivo, daí que lhes seja associado um elevado potencial no tratamento a doença de Parkinson.

Concluindo, estas plantas e respetivos componentes poderão ser candidatos promissores para futuras investigações, contudo devem ser alvo de exploração adicional de modo a melhorar a sua biodisponibilidade, identificar a dose ótima, evitando a toxicidade para, posteriormente, serem incorporadas em ensaios clínicos.

Os ensaios clínicos permitem validar os benefícios, a segurança, a eficácia e a reprodutibilidade do tratamento com estas plantas medicinais para que possam ser aplicadas, futuramente, na prática clínica em humanos, com o menor risco possível.

44 A terapia combinada, com a associação de Camellia sinensis, de Ginkgo biloba ou de Curcuma longa à terapia convencional, revela um efeito sinergético com elevado potencial, dado que reduz os sintomas da doença de Parkinson, como também reduz a dose e os efeitos adversos associados aos medicamentos convencionais, ao mesmo tempo que os seus efeitos neuro-protetores são maximizados. Todavia é necessária pesquisa adicional para determinar a existência de interações entre estas terapias, qual o seu efeito a longo prazo e se desenvolvem tolerância, tal como ocorre com os tratamentos que conhecemos.

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