6 MATERIAIS E MÉTODOS
7.2 EFLORESCÊNCIA E PRESENÇA DE FUNGOS
7.3.1 M ÉTODO DO ESPECTROFOTÔMETRO COM ESFERA INTEGRADORA
7.3.1.1 CURVAS ESPECTROFOTOMÉTRICAS DE ABSORTÂNCIA
Nos Gráficos 1 a 13, são apresentadas as curvas espectrais de refletância medida da telha nova, carbonatada, carbonatada e com efeito simultâneo da eflorescência, e com fungos, por amostra, e comparativamente ao espectro solar tomado como padrão pela ASTM E903 – 12 (2012).
Juntamente às curvas de refletância, são apresentados os resultados da refletância média por região do espectro solar, obtidas a partir da refletância já ajustada ao espectro solar padrão.
Gráfico 1 – Refletância da amostra de telha N1 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N1 Ultravioleta 25,1
Visível 30,4 Infravermelho 29,3
Gráfico 2 – Refletância da amostra de telha N2 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N2 Ultravioleta 24,0
Visível 29,7 Infravermelho 29,8
Total 29,6
Gráfico 3 – Refletância da amostra de telha N3 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N3 Ultravioleta 23,0
Visível 29,6 Infravermelho 29,2
Gráfico 4 – Refletância da amostra de telha C1 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C1 Ultravioleta 31,4
Visível 39,7 Infravermelho 38,2
Total 38,9
Gráfico 5 – Refletância da amostra de telha C2 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C2 Ultravioleta 35,2
Visível 41,8 Infravermelho 39,7
Gráfico 6 – Refletância da amostra de telha C3 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C3 Ultravioleta 35,0
Visível 42,5 Infravermelho 40,3
Total 41,3
Gráfico 7 – Refletância da amostra de telha C4 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C4 Ultravioleta 35,7
Visível 42,2 Infravermelho 40,1
Gráfico 8 – Refletância da amostra de telha C5 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C5 Ultravioleta 37,5
Visível 42,2 Infravermelho 39,2
Total 40,7
Gráfico 9 – Refletância da amostra de telha C6 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C6 Ultravioleta 35,3
Visível 38,6 Infravermelho 36,5
Gráfico 10 – Refletância da amostra de telha F1 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F1 Ultravioleta 10,5
Visível 14,1 Infravermelho 25,1
Total 19,0
Gráfico 11 – Refletância da amostra de telha F2 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F2 Ultravioleta 14,1
Visível 17,5 Infravermelho 22,2
Gráfico 12 – Refletância da amostra de telha F3 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F3 Ultravioleta 14,2
Visível 17,0 Infravermelho 20,4
Total 18,5
Gráfico 13 – Refletância da amostra de telha F4 e curva do espectro solar padrão.
Refletância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F4 Ultravioleta 8,9
Visível 11,9 Infravermelho 19,1
A partir das refletâncias médias ajustadas, calcularam-se as curvas de absortância espectral, que representa o comportamento térmico da telha nova, carbonatada e com fungos, ilustrados nos Gráficos 14 a 29.
As maiores diferenças entre Absortâncias Medidas encontram-se na região do espectro que corresponde à luz visível. Todavia, também se observa diferenças em menor intensidade na faixa do infravermelho (>780nm até 1,3µm), onde a telha envelhecida com presença de fungos atinge picos de absortância 96,5%. A região do infravermelho é a aquela onde se concentra a maior parte da energia e responsável pelos ganhos de calor do material. Quando um elemento construtivo absorve aproximadamente toda a radiação solar que sobre ele incide, representa um agente prejudicial ao conforto térmico do usuário, pois essa energia converter-se-á em radiação de onda longa, aquecendo os ambientes imediatamente abaixo do elemento construtivo.
Gráfico 14 – Absortância da amostra de telha N1.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N1 Ultravioleta 74,9
Visível 69,6 Infravermelho 70,7
Total 70,2
Gráfico 15 – Absortância da amostra de telha N2.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N2 Ultravioleta 76,0
Visível 70,3 Infravermelho 70,2
Total 70,4
Gráfico 16 – Absortância da amostra de telha N3.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: N3 Ultravioleta 77,0
Visível 70,4 Infravermelho 70,8
Gráfico 17 – Absortância média da telha nova.
Absortância ajustada média por faixa do espectro N1; N2; N3 Ultravioleta 75,95
Visível 70,09 Infravermelho 70,58 Total 70,45 Gráfico 18 – Absortância da amostra de telha C1.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C1 Ultravioleta 68,6
Visível 60,3 Infravermelho 61,8
Gráfico 19 – Absortância da amostra de telha C2.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C2 Ultravioleta 64,8
Visível 58,2 Infravermelho 60,3
Total 59,3
Gráfico 20 – Absortância da amostra de telha C3.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C3 Ultravioleta 65,0
Visível 57,5 Infravermelho 59,7
Gráfico 21 – Absortância da amostra de telha C4.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C4 Ultravioleta 64,3
Visível 57,8 Infravermelho 59,9
Total 58,9
Gráfico 22 – Absortância da amostra de telha C5.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C5 Ultravioleta 62,5
Visível 57,8 Infravermelho 60,8
Gráfico 23 – Absortância da amostra de telha C6.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: C6 Ultravioleta 64,7
Visível 61,4 Infravermelho 63,5
Total 62,5
Gráfico 24 – Absortância média da telha carbonatada.
Absortância ajustada média por faixa do espectro C1;C2;C3;C4;C5;C6 Ultravioleta 64,99
Visível 58,82
Infravermelho 61,00
Gráfico 25 – Absortância da amostra de telha F1.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F1 Ultravioleta 89,5
Visível 85,9 Infravermelho 74,9
Total 81,0
Gráfico 26 – Absortância da amostra de telha F2.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F2 Ultravioleta 85,9
Visível 82,5 Infravermelho 77,8
Gráfico 27 – Absortância da amostra de telha F3.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F3 Ultravioleta 85,8
Visível 83,0 Infravermelho 79,6
Total 81,5
Gráfico 28 – Absortância da amostra de telha F4.
Absortância ajustada média por faixa do espectro Amostra: F4 Ultravioleta 91,1
Visível 88,1 Infravermelho 80,9
Gráfico 29 – Absortância média da telha com fungos.
Absortância ajustada média por faixa do espectro F1;F2;F3;F4 Ultravioleta 88,09
Visível 84,85 Infravermelho 78,30
Total 81,96
O Gráfico 30 sintetiza os resultados de absortância espectral ajustada e medida das telhas objetos desta pesquisa.
Em todas as faixas do espectro, a telha carbonatada apresentou os melhores resultados de absortância, inferindo-se que tal fato proceda da diminuição da porosidade e do deslocamento de substâncias alcalinas para as extremidades do material, clareando a superfície e refletindo a radiação solar, com maior eficácia na faixa da radiação visível.
G ráf ico 30 - S ínt es e do co m por ta m en to té rm ico das t el ha s.