4. APRESENTAÇÃO, ANÁLISE E TRIANGULAÇÃO DOS RESULTADOS
4.1 PERFIL DA EMPRESA ESTUDADA
4.2.2.1 Da Pergunta 1
4.2.2 Apresentação dos Resultados (Estados Unidos)
O objetivo proposto é o de verificar se a forma de criação do CSC está alinhada com
os objetivos traçados em sua concepção.
4.2.2.1 Da Pergunta 1
Q1: O ERP integrado possui o desempenho necessário para os trabalhos desenvolvidos
no CSC?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 03-04).
4.2.2.2 Da Pergunta 2
Q2: Considero que o ERP integrado é um facilitador para a execução das atividades do
CSC?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 5-6).
4.2.2.3 Da Pergunta 3
Q3: O ERP integrado aumenta a produtividade do CSC?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 07-08).
4.2.2.4 Análise Referente ao Desempenho do ERP Integrado.
As questões de 1 a 3 referem-se ao desempenho do ERP integrado segundo as
respostas em concordância dadas, o que mostra que a implantação do CSC está alinhada com
o objetivo proposto em sua concepção.
Segundo o Portal do ERP (2016), os benefícios trazidos por um ERP que funciona em
perfeitas condições são:
Aumento na eficiência do uso da capacidade instalada;
Blindagem contra fraudes e furtos;
Redução de erros;
Eliminação de retrabalho;
Melhor proximidade e conhecimento sobre os clientes (CRM);
Informação precisa e segura, sincronizada em tempo real com as operações da
empresa;
Padronização dos processos em todas as áreas, com integração e uniformidade;
Redução de despesas administrativas, gerais e de vendas
Redução em custos de materiais;
Redução do ciclo de venda;
Redução do lead time de produção e entrega;
Diminuição de impressão em papel;
Eliminação de erros de sincronização entre diferentes sistemas;
Controle sobre processos de negócios que envolvem diferentes departamentos;
Segurança da informação através da definição de permissões de acesso e log de
alterações;
Facilitação do aprendizado do negócio e da construção de visões comuns;
Favorecimento do desenvolvimento, da implantação e da utilização de Sistemas de
Gestão da Qualidade (SGQs) e adequação às normas, tais como ISO e outras.
4.2.2.5 Da Pergunta 4
Q4: Em linhas gerais, o CSC atende as demandas previstas no contrato de prestação de
serviços com o Brasil?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 09-10).
4.2.2.6 Da Pergunta 5
Q5: Os problemas identificados por erro transacional no CSC estão dentro da
normalidade do negócio?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 11-12).
4.2.2.7 Da Pergunta 6
Q6: Existe muita dependência dos funcionários, no Brasil, para execução das
atividades transacionais do CSC?
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 13-14).
4.2.2.8 Análise Referente ao Desempenho das Atividades Transacionais
As questões de 4 a 6 referem-se ao desempenho na execução das atividades
transacionais levadas para o CSC. Com base nos dados obtidos, concluímos que existe um
consenso entre as respostas dadas pelos funcionários participantes da pesquisa no que tange
ao sucesso na execução das atividades transacionais emigradas ao CSC, conforme definido
em sua concepção, porém, ainda existe uma forte dependência dos funcionários da filial
brasileira para a sua conclusão e execução.
Esse grupo está ligado às atividades transacionais de finanças e de contabilidade
relacionadas no quadro localizado na página seguinte.
Figura 11: Processos terceirizados.
4.2.2.9 Da pergunta 7
Q7: Considero frequente a comunicação com o Brasil para discutir problemas
transacionais?
Figura 12: Resultado da pesquisa referente a 7° questão.
4.2.2.10 Da Pergunta 8
Q8: O fluxo de informações Brasil-CSC segue os critérios previamente definidos na
sua concepção?
Figura 13: Resultado da pesquisa referente a 8° questão.
4.2.2.11 Da Pergunta 9
Q9: A língua não interfere na comunicação efetiva entre o CSC e o Brasil?
Figura 14: Resultado da pesquisa referente a 9° questão.
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 19-20).
4.2.2.12 Análise Referente à Comunicação e à Interação com o Brasil
As questões de 7 a 9 referem-se ao desempenho na comunicação e na interação com a filiar da empresa no Brasil. Com base nas respostas obtidas, é perceptível que a língua não interfere na
comunicação, uma vez que o fluxo de informações segue, em linhas gerais, o fluxo definido na concepção do CSC, contudo, ainda existe uma forte comunicação com a sede da empresa no Brasil para discussão de problemas transacionais executados no CSC.
4.2.2.13 Da Pergunta 10
Q10: Considera que houve uma melhoria na qualidade dos serviços desenvolvidos
pós-implantação do CSC?
Figura 15: Resultado da pesquisa referente a 10° questão.
4.2.2.14 Da Pergunta 11
Q11: Os serviços prestados pelo CSC são desenvolvidos com maior agilidade e
qualidade?
Figura 16: Resultado da pesquisa referente a 11° questão.
4.2.2.15 Da Pergunta 12
Q12: A agilidade e a qualidade nos serviços prestados pelo CSC são notáveis aos
clientes internos no Brasil?
Figura 17: Resultado da pesquisa referente a 12° questão.
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 25-26).
4.2.2.16 Análise Referente à Melhoria nos Níveis de Serviços
As questões de 10 a 12 referem-se à melhoria nos níveis de serviços oferecidos. A
partir das respostas obtidas, podemos considerar, de modo geral, que houve uma melhoria no
serviço prestado devido à emigração para o CSC.
Segundo Porter (1989), anteriormente citado nesse estudo, a melhoria constatada no
desempenho das atividades de suporte tem um elo fundamental com as atividades de valor nas
organizações.
4.2.2.17 Da Pergunta 13
Q13: Considera que os controles executados pelo CSC estão alinhados com as
políticas internas?
Figura 18: Resultado da pesquisa referente a 13° questão.
4.2.2.18 Da Pergunta 14
Q14: Após a criação do CSC, o nível de qualidade nas análises financeira e contábil
aumentaram substancialmente?
Figura 19: Resultado da pesquisa referente a 14° questão.
4.2.2.19 Da Pergunta 15
Q15: O CSC apoia os controles e as análises executados no Brasil?
Figura 20: Resultado da pesquisa referente a 15° questão.
Fonte: SurveyMonkey (2016, p. 31-32).
4.2.2.20 Análise Referente ao Aumento dos Controles e Análises
As questões de 13 a 15 referem-se ao aumento dos controles e das análises. Podemos
considerar, de forma geral, que houve uma melhoria no aumento dos controles e das análises
com a implantação dos CSCs.
4.2.2.21 Conclusão Geral sobre o Desempenho do CSC
Com base nas respostas apresentadas pelos três sujeitos participantes da pesquisa,
verificamos que o CSC atende os critérios previamente definidos na sua concepção. Contudo,
melhorias, tais como, maior autonomia e maior independência da empresa, no Brasil, deverão
ser desenvolvidas nos próximos anos.
Conforme TOTVS (2015) destaca a governança e o controle dos processos
transacionais como um dos principais pontos para construção do modelo ideal de Centro de
Serviços Compartilhados. Assim, considerando que o CSC base deste estudo foi recentemente
implantado no final do ano de 2014 e comparamos com as respostas obtidas, podemos
verificar, a partir disso, que a empresa está dentro dos padrões aceitáveis e normais.
4.2.3 Apresentação dos Resultados (Brasil)
4.2.3.1 Da Pergunta 1
Q1: Quais evoluções podemos considerar nas informações para as tomadas de
decisão?
Gerente Operacional: com a implantação do CSC, a equipe local ficou muito mais
dedicada em fazer análises gerenciais, deixando de fazer as atividades transacionais. Isso
facilitou muito na visão do negócio para as tomadas de decisão, fazendo um comparativo do
real versus o planejado com informações muito mais confiáveis, e com foco na atividade de
análise de resultado.
Controller Operacional: Após a implantação do CSC, todos os analistas, de forma
geral, conseguem compreender melhor as informações por conta do tempo disponível hoje.
Os analistas, em termos de velocidade, melhoram um pouco, mas não houve grandes
mudanças para as tomadas de decisão. O CSC não influenciou tanto nas nossas tomadas de
decisão.
Analista Contábil/Report Sênior: Acredita que não houve mudanças.
Controller Financeiro/Contábil: Facilidade nas tomadas de decisão, foco no
negócio, na padronização e na rapidez da informação através da SLA elaborada junto ao CSC.
Especialista Contábil: Com o CSC, as análises possuem mais tempo para apoio nas
tomadas de decisão, pois os trabalhos se voltaram apenas para as análises, ganhando, assim,
mais tempo e qualidade em todo o processo.
Analista Financeiro Sênior: A principal evolução foi a padronização das
informações. Mediante essas informações, temos mais tempo para ajudar a equipe da gestão
financeira nas tomadas de decisão junto aos bancos, clientes e fornecedores.
Analista Contábil Pleno: Pós-implantação, todos os analistas, de forma geral,
conseguem analisar as informações com mais eficiência devido ao tempo disponível.
4.2.3.2 Da Pergunta 2
Q2: Como a contabilidade atua na condução e na prospecção do negócio?
Gerente Operacional: Com a implantação do CSC, criou-se uma grande
oportunidade para a revisão dos processos e do fluxo que são finalizados em quase a sua
totalidade na contabilidade. Foi o momento oportuno para a revisão do plano de contas,
principalmente, para as empresas que estão sediadas em mais de um país. Um dos principais
ganhos para a empresa, no Brasil, é o foco na análise dos resultados, o que evita um pouco as
atividades transacionais.
Com a implantação do CSC, a equipe da contabilidade, no Brasil, hoje, tem muito
mais proximidade do negócio, o que possibilita a ela atuar analisando o negócio, tais como,
desvios de informações ou até mesmo, com base nas informações gerenciais, apoiar o
negócio. No passado, a contabilidade ficava muito mais envolvida no processo transacional,
por isso não tinha muito tempo para se comprometer ou para se envolver com o negócio
diretamente.
Controller Operacional: No geral, a contabilidade é a base de esclarecimentos sobre
resultado e custo, e de informações para a gestão de tomadas de decisão. Com a criação do
CSC, neste ponto, houve pouca influência, pois, às vezes, temos que fazer algumas correções
por questões de localização (EUA) devido a problemas de entendimento sobre o negócio
brasileiro.
Analista Contábil/Report Sênior: A contabilidade local, após a implantação do CSC,
continua sendo referência nas tomadas de decisão a partir da análise final dos números e das
variações.
Controller Financeiro/Contábil: A contabilidade passou a ter um papel de análise e
de apoio aos departamentos, o que gera informações precisas e variadas sobre os principais
KPIs do negócio.
Especialista Contábil: A contabilidade atua na melhoria dos processos antes
existentes, podendo antecipar-se na solução dos problemas em algumas situações.
Analista Financeiro Sênior: A contabilidade ajuda, principalmente, em suas análises
contábeis, mostrando para o financeiro qualquer problema ou melhoria que possa afetar o
resultado da empresa por meio da utilização das funcionalidades do novo ERP.
Analista Contábil Pleno: A contabilidade local, de uma forma geral, continua sendo
responsável por todos os números da contabilidade, assim, com relação a essa pergunta, não
ocorreram alterações.
4.2.3.3 Da Pergunta 3
Q3: Na sua opinião, podemos considerar a gerência operacional como uma melhoria
no apoio?
Gerente Operacional: Todas as áreas que tiveram as suas atividades transacionais
emigradas para o CSC tiveram mais tempo para apoiar o negócio com foco na gestão
financeira do mesmo.
Controller Operacional: De modo geral, podemos considerar a gerência operacional
como uma melhoria no apoio.
Analista Contábil/Report Sênior: Não houve mudança no tratamento com a gerência
operacional.
Controller Financeiro/Contábil: Houve uma melhoria significativa, pois as
informações ficaram mais precisas, baseadas em volumes, preços e rentabilidade dos
principais KPIs gerados para as tomadas de decisão.
Especialista Contábil: Atualmente, consegue-se verificar melhor o "custo efetivo"
devido ao tempo hábil para analisar e, consequentemente, apoiar melhor a gerência nas
tomadas de decisão.
Analista Financeiro Sênior: Eventualmente, surgem alguns problemas internos e
externos. A contabilidade, através de relatórios provenientes no ERP, consegue mitigar a
origem dos problemas, o que dá maior suporte à gerência operacional.
Analista Contábil Pleno: Ocorreu uma melhoria no apoio à gerência operacional
devido à emigração das atividades transacionais para o CSC. Todos os analistas dispõem de
mais tempo para atender a demanda com um foco mais analítico.
4.2.3.4 Da Pergunta 4
Q4: Quais atividades são executadas pós-implantação do CSC?
As pessoas que fariam as análises, no passado (antes da implantação), continuam
fazendo as análises da mesma maneira, o que mostra que a implantação não trouxe benefícios
de fato. Antes da implantação, havia 10 pessoas trabalhando com isso, sendo duas focadas nas
análises e oito focadas em questões transacionais. Após implantação do Shared, essas oito
pessoas foram transferidas para o Shared, ficando apenas duas pessoas no local. O que se
pretendeu, na realidade, com essa movimentação, foi uma redução de custos, embora possa
ser uma visão distorcida. Falando de inventário, o sistema usado antes da implantação não
tinha um módulo de inventário, por isso, o módulo do Inventory passou a ser usado. Além
disso, todas as atividades de controle, no Brasil, geram a informação para que esta seja
enviada para a matriz em Miami. Lá, os dados são incluídos no sistema ERP (Oracle), o que
provoca, muitas vezes, redundância nas atividades.
Controller Operacional: Conciliação em geral (bancos, AR, etc.).
Analista Contábil/Report Sênior: As atividades se tornaram mais analíticas, mas é
prestado mais auxilio ao CSC, o qual ficou com a parte transacional do negócio.
Controller Financeiro/Contábil: Análise de variações, conciliações, validação dos
KPIs e fornecimento das informações à diretoria de forma mais rápida até o fechamento ou
pré-fechamento.
Especialista Contábil: Melhoria na qualidade das análises contábeis, por meio da
utilização do novo ERP integrado.
Analista Financeiro Sênior: Atualmente, o foco principal é a análise e o
acompanhamento financeiro e contábil para a identificação prévia dos problemas, o que apoia
o CSC com uma maior proximidade com fornecedores, bancos e clientes.
Analista Contábil Pleno: Análise contábil com maior qualidade devido ao foco
analítico e não operacional.
4.2.3.5 Análise Referente ao Desempenho da Contabilidade Gerencial
As questões de 1 a 4 referem-se ao desempenho da contabilidade gerencial. As
respostas dadas pelos profissionais envolvidos na pesquisa mostram concordância quanto ao
alinhamento das atividades com o objetivo proposto na concepção do CSC.
Figura 21: Resultado obtido referente ao desempenho da contabilidade gerencial.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
Com base nos resultados obtidos, tivemos 18 avaliações favoráveis, nove neutras e
uma negativa. Assim, podemos observar melhorias nos serviços de contabilidade prestados
localmente devido ao maior tempo desprendido com as análises dos resultados.
Consequentemente, há um aumento na segurança e na conformidade das informações
contábeis registradas. Contudo, nenhum novo controle ou relatório gerencial foi desenvolvido,
com exceção do modulo de Inventory, disponibilizado pelo próprio ERP.
Ludícibus (1998, p. 22) define o seguinte ponto sobre os relatórios fornecidos pela
contabilidade gerencial:
[...] todos os procedimentos contábeis e financeiros ligados ao orçamento empresarial, ao planejamento empresarial, aos fornecimentos de informes contábeis e financeiros para decisão entre cursos de ação alternativos, recaem sem sombra de dúvida, no campo da contabilidade gerencial.
Assim, a contabilidade gerencial possui cada vez mais um lugar importante dentro das
organizações devido ao aumento da concorrência e à escassez de recursos disponíveis. Ela
tem contribuído para as constantes mudanças na gestão dos negócios. Desse modo, as
informações são fundamentais na medida em que os diretores identifiquem benefícios e
ameaças que os cenários econômico e financeiro possam trazer ao negócio.
Para De Mauro e Brito (2011), existe uma significância em relação à inovação com o
crescimento do faturamento, mas não da lucratividade, o que confirma os dados obtidos de
outros estudos efetuados sobre esse assunto.
Assim, com base na experiência profissional do autor dessa dissertação em empresas
que implantaram o CSC, e em consonância com a revisão literária feita nesse estudo, alguns
relatórios poderiam ser adicionados à rotina da contabilidade local, trazendo os principais
temas de mercado e a sua visão contábil a partir das seguintes informações:
- Executive Summary: Apresentação com os cinco tópicos mais relevantes que
aconteceram durante o mês, indicando mercado, principais ações internas e iniciativas;
- DRE por produto e Consolidado vs Ano Anterior, Budget e Fcst. com algumas das
seguinte melhorias possíveis de implementação:
1) Receita Financeira proveniente do Float Operacional estar alocada acima do EBIT
devido ao caixa gerado, mediante aplicação dos recursos advindos do seu caixa. Essa ação
poderá ser aproveitada na unidade de negócio referente ao abastecimento de cartões para
celular, onde o recebimento do cliente, em dinheiro ou em crédito disponibilizado no celular e
em meio virtual, gera, assim, Float para a aplicação financeira de baixo risco, como exemplo,
CDB.
2) Acompanhamento do volume de negócio transportado ou transacionado no mês.
Exemplo:
Figura 22: DRE modelo.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
Adicionalmente, será necessário um controle de fluxo de caixa operacional, conforme
o modelo desenvolvido abaixo, o qual separa o Float operacional da manutenção do negócio.
2016 A 2017 B 2017 A
Krbl Krbl Krbl Kbrl % Kbrl %
Total Volume Negocio 1.200.000 1.400.000 1.210.000 +10.000 +0,8% -190.000 -13,6%
Operating Revenue with IV 65.000 63.000 58.000 -7.000 -10,8% -5.000 -7,9%
Take-Up Rate 5,5% 4,8% 4,7% -0,84pt -0,12pt
Total Operating Revenue 65.000 63.000 58.000 -7.000 -10,8% -5.000 -7,9%
% IV 5,51% 4,78% 4,67% -0,84pt -0,12pt Financial Revenue 5.000 6.000 4.500 -500 -10,0% -1.500 -25,0% % IV 0,4% 0,5% 0,4% -0,06pt -0,09pt Total Revenue 70.000 69.000 62.500 -7.500 -10,7% -6.500 -9,4% % IV 5,93% 5,24% 5,03% -0,90pt -0,21pt Cost of Sales (7.800) (9.000) (5.500) +2.300 -29,5% +3.500 -38,9% % Revenue -11,1% -13,0% -8,8% +2,34pt +4,24pt Payroll Expenses (6.000) (9.769) (8.951) -2.951 +49,2% +818 -8,4% % Revenue -8,6% -14,2% -14,3% -5,75pt -0,16pt IT Costs (1.092) (1.500) (780) +313 -28,6% +720 -48,0% % Revenue -1,6% -2,2% -1,2% +0,31pt +0,93pt Other Charges (13.964) (10.000) (14.000) -36 +0,3% -4.000 +40,0% % Revenue -19,9% -14,5% -22,4% -2,45pt -7,91pt
Total Operating Charges (28.856) (30.269) (29.230) -374 +1,3% +1.039 -3,4%
% Revenue -41,2% -43,9% -46,8% -5,55pt -2,90pt EBITDA 41.144 38.731 33.270 -7.874 -19,1% -5.461 -14,1% % Revenue 58,8% 56,1% 53,2% -5,55pt -2,90pt Amortization (1.000) (1.000) (1.000) +0 +0,0% +0 +0,0% % Revenue -1,4% -1,4% -1,6% -0,17pt -0,15pt EBIT 40.144 37.731 32.270 -7.874 -19,6% -5.461 -14,5% MTD 2017 A vs 2016 A 2017 A vs 2017 B Published
Figura 23: Modelo para análise de fluxo de caixa.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
Partindo da premissa de que a conta de clientes nas empresas de transporte de valores
é uma das mais representativas, o controle de DSO é fundamental. Portanto, sugere-se, nesse
estudo, a elaboração do demonstrativo abaixo referente aos 12 últimos meses.
Floating Impact Financial Cost
(-) Sales payterm - 45.000.000 - 427.138 (-) Overdue 24.224.735 229.940 Bradesco Santos 14.000.000 132.887 Bradesco RIO 6.000.000 56.952 ITAU 9.234.646 87.655 BB 3.029.583 28.757 Topasio - 56.488.963 - 536.191 (-) Prepaid - 25.000.000 - 237.299 (+) Trade 24.016.217 227.961 Other 121.759.048 2.206.536 TOTAL 100.000.000 2.000.000
May Avg. Balance Financial Revenue
Y2015 500.000.000 5.000.000
Y2016 600.000.000 7.000.000
Figura 24: Modelo para análise de DSO.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
- Receita proveniente dos clientes públicos e dos clientes privados.
- Top 10 clientes que a empresa ganhou, e Top 10 clientes que a empresa perdeu.
Figura 25: Modelo para análise dos clientes.
- Principais projetos desenvolvidos e/ou em andamento no país, face à tecnologia
desenvolvida internamente para evitar assaltos e roubos.
- Licitações em andamento, considerando-se que grande parte dos clientes é pública.
- Controle de headcounts por ser a maior linha do resultado.
Figura 26: Modelo para análise de headcounts.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
- Controle do preço e do consumo do combustível devido ao alto custo nesta linha
quando associado ao segmento de frota.
Feb'17 x Dec'16
Feb'17R x
Dec'17B JAN 17
Emp. 3rd Party Emp. 3rd Party Emp. 3rd Party HC HC Avg Salary
General Management 5 - 5 - 5 - - - (20) Compliance & Bacen 1 - 1 - 1 - - - (41) HR 6 - 6 - 6 - - - (4) Finance 22 - 25 - 24 - 3 1 (5) Product 3 - 2 - 5 - - 1 (3) (38) IT 10 - 10 - 10 - - - (29)
TOTAL Back Office 47 - 49 - 51 - 2 (2) (14)
-
-Marketing 7 - 6 - 6 - - 1 - (30) Sales Team 21 - 19 - 13 - (2) 6 (11) Relationship & Services 13 - 15 - 12 - 2 3 (18)
TOTAL Sales 41 - 40 - 31 - - 1 9 (17)
TOTAL 88 - 89 - 82 - 1 7 (15)
DEC 16 FEV 17 Dec'17 Budget
Figura 27: Modelo para análise de preços dos combustíveis.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
Figura 28: Modelo para análise dos litros consumidos.
Fonte: Elaborado pelo Autor (2017).
Complementarmente, face à melhoria trazida pelo ERP Oracle, sugere-se a
implantação do “Quadrante mágico”, funcionalidade que permite ao usuário extrair relatórios
gerenciais, como DRE e balanço, com rapidez, segurança e facilidade, por possuir uma
Litros Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
2015 200 223 234 211 200 180 190 195 171 165 185 199 2.353 2016 223 246 257 234 180 203 222 218 194 188 208 222 2.595 2017 158 189 200 547 120 140 160 180 200 220 240 260 280
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
2015 2016 2017