CAPÍTULO 5. ENSAIO DE METODOLOGIAS DE ANÁLISE QUANTITATIVA
5.5. DA QUANTI-QUALIFICAÇÃO AO CONTEXTO
As considerações que se irão realizar em seguida, partem do princípio fictício que se tinham conseguido reunir todas as condições para que se tornasse possível um considerável aumento da capacidade estatística a nível mundial.
Para que tal fosse possível,
especialmente ao nível da obtenção de um consenso mundial sobre a necessidade urgente de uma mudança de atitude perante os factos.
O primeiro obstáculo ultrapassado, foi o reconhecimento de
dos países, havendo no entanto ainda casos pontuais por resolver, ao nível de governos legitimamente aceites, ou não, pelas suas populações. No entanto, as barreiras externas criadas contra estas formas de poder desajustadas
nova consciência dos seus governados, vão diminuindo gradualmente o número de casos não alinhados. De facto, não se pretende que a sobera
colocada em causa, salvo nos casos em que algumas das declaradamente atentatória aos princípios
declarados na “carta dos deveres sociais e ambientais, deliberada a nível mundial, estando neles incluídos, à partida, a
obrigação de transparência,
particularmente em assuntos que dizem respeito ao interesse global.
Por outro lado, o esforço tecnológico limpo e a gestão dos recursos e sua
reutilização são reconhecidamente
valorizados nas trocas comerciais. Em particular o problema da energia está a ser gradualmente resolvido especialmente através da fonte contínua e inesgotável dos fluidos oceânicos.
Um segundo obstáculo ultrapassado que
surgiu desta problemática, e
consequentemente lhe serviu de suporte, foi o reconhecimento da idoneidade e independência do organismo coordenador multidisciplinar (CCG), assim como das instituições científicas (
hierarquizadas por áreas do conhecimento e por graus de especialização, lhe servem de base.
Após um período de experimentação rectificação do modelo de análise realizado in locu ao nível das mais diversificadas USEEs, o sistema de recolha de dados torna se homogéneo, sistemático no tempo e no espaço falta de capacidade estatística
O sistema funciona num ciclo de recolha politicas, levantamento de dados… .
QUALIFICAÇÃO AO CONTEXTO
As considerações que se irão realizar em seguida, partem do princípio fictício que se tinham conseguido reunir todas as condições para que se tornasse possível um considerável aumento da capacidade estatística a nível mundial.
Para que tal fosse possível, foi necessário começar por ultrapassar uma série de obstáculos, especialmente ao nível da obtenção de um consenso mundial sobre a necessidade urgente de uma mudança de atitude perante os factos.
O primeiro obstáculo ultrapassado, foi o reconhecimento desta situação pela generalidade dos países, havendo no entanto ainda casos pontuais por resolver, ao nível de governos legitimamente aceites, ou não, pelas suas populações. No entanto, as barreiras externas criadas contra estas formas de poder desajustadas do novo paradigma, assim como uma nova consciência dos seus governados, vão diminuindo gradualmente o número de casos não alinhados. De facto, não se pretende que a soberania e a cultura dos países seja colocada em causa, salvo nos casos em que algumas das
declaradamente atentatória aos princípios declarados na “carta dos deveres sociais e ambientais, deliberada a nível mundial, estando neles incluídos, à partida, a
obrigação de transparência,
particularmente em assuntos que dizem to ao interesse global.
Por outro lado, o esforço tecnológico limpo e a gestão dos recursos e sua
reutilização são reconhecidamente
valorizados nas trocas comerciais. Em particular o problema da energia está a ser gradualmente resolvido especialmente és da fonte contínua e inesgotável Um segundo obstáculo ultrapassado que
surgiu desta problemática, e
consequentemente lhe serviu de suporte, foi o reconhecimento da idoneidade e independência do organismo coordenador ), assim como das instituições científicas (CIE) que, hierarquizadas por áreas do conhecimento e por graus de especialização, lhe servem período de experimentação e do modelo de análise realizado as mais diversificadas , o sistema de recolha de dados torna-
sistemático no tempo e no espaço, conseguindo-se ultrapassar o problema da pacidade estatística existente ao nível mundial.
O sistema funciona num ciclo de recolha de dados, seu processamento, aplicação de politicas, levantamento de dados… .
Ilustração 53: Aplicação do IBESE em contexto Específico As considerações que se irão realizar em seguida, partem do princípio fictício que se tinham conseguido reunir todas as condições para que se tornasse possível um considerável foi necessário começar por ultrapassar uma série de obstáculos, especialmente ao nível da obtenção de um consenso mundial sobre a necessidade urgente sta situação pela generalidade dos países, havendo no entanto ainda casos pontuais por resolver, ao nível de governos legitimamente aceites, ou não, pelas suas populações. No entanto, as barreiras externas do novo paradigma, assim como uma nova consciência dos seus governados, vão diminuindo gradualmente o número de casos nia e a cultura dos países seja suas atitudes sejam
ultrapassar o problema da cessamento, aplicação de : Aplicação do IBESE em contexto Específico
Uma representação rotativa115 doCCGao nível de cada USEE (suportada ou não pelo poder local ou regional) encarrega-se da recolha de dados. Foram seleccionadas três fontes de informação que se julgam representar três intervenientes capazes de transmitir os indicadores em falta à realização do IBESE. Inquéritos dirigidos aos media (CE)e ao poder legitimado ou não pela vontade civil, e sondagens orientadas ao “poder” da própria sociedade civil. Com estas três fontes, pretende-se detectar fenómenos de convergência ou divergência de opinião, face à realidade sócio-espacial vivida por cada USEE. Esta informação é enviada directamente para a CCG, onde todos os dados são processados, cruzados com os dados obtidos por outras instituições, e classificados qualitativa ou quantitativamente. Neste intercâmbio, para além de ser possível complementar de uma forma mútua o conhecimento entre instituições, surge também o aconselhamento político ao nível nacional para resolução dos seus problemas locais mais prioritários, com necessidade, ou não, de ajuda ou cooperação externa. O ciclo repete-se com o levantamento dos resultados da aplicação das intervenções, sua análise e consequente aconselhamento na rectificação ou manutenção das políticas ou, se caso disso, envio de relatórios de incumprimento ao nível social ou ambiental para o organismo judicial116que possui na sua dependência a força militar internacional.
Não nos querendo nem devendo perder mais por áreas ficcionais, não conseguimos deixar, no entanto, de as referenciar por se julgarem ser assuntos de capital importância para que, juntamente com outras medidas e abrangência global, seja mais viável a criação de consensos, assim como, para que o combate ao “terrorismo” nas suas mais diversas vertentes, se encontre verdadeiramente legitimado.
Feito este exercício, iremos finalizar o nosso trabalho apresentando algumas considerações que poderão ter importância, quando se pretende que a capacidade estatística permita conjugar as potencialidade e os estrangulamentos entre USEEs de países considerados desenvolvidos e subdesenvolvidos, e a partir daí rentabilizar de um modo mais eficaz e justo, as potencialidades de cada uma delas em particular através de políticas de parceria. Exemplificamos este objectivo com a apresentação de um estudo comparado entre dois países de características muito díspares. A escolha dos indicadores apresentados foi realizada de modo a fazer representar factores que apesar de julgados pertinentes, não foram incluídos no IBESE provisório, devido ao facto de não ter sido possível convertê-los na escala por nós estabelecida117. Deste modo são apresentados dados sobre o comportamento dos países em investimentos sociais, tecnológicos, etc. Por outro lado, faz-se referência a alguns indicadores agrários, por se considerar o Sector Primário, o motor de arranque necessário à generalidade das sociedades, não se podendo conceber qualquer tipo de desenvolvimento sem que, primeiro, estejam garantidas todas as suas necessidades nutricionais.
115Todas as equipas humanas daCCGsão internacionais, remodeladas e recolocadas todos os anos de um modo
aleatório. Objectivos, estrutura, linhas de funcionamento simples e claras tentam limitar ao mínimo a fraude.
116Que tal como o
CCG funciona e delibera de um modo livre de qualquer tipo de pressão, onde cada país
representa um voto, independente da contribuição militar ou outra, que eventualmente disponibilize para o que se considerou ser o “bem comum”.
117Os seus valores, máximo, médio e mínimo são variáveis segundo as necessidades do país. O que é positivo
SWE MOZ CE05 - Repartição da Despesa: Pública e Privada - 2002-2006
(% do PIB Nacional)
CE06 - Despesa Pública Corrente por Nível de Ensino - 2002-2005 (% do PIB referente à Educação)
CE07 - Importação – Exportação de Bens e Serviços - 2005 (% do PIB Nacional)
CE08 – Exportação de Produtos: Matérias Primas; Manufacturados; Alta Tecnologia - 2005 (% das exportações de Mercadorias)
CE09 - Produtos Agrícolas: Importação – Exportação - 2004 (% do PIB referente às Exportações)
CE10 - PIB Agrícola - 2004 (% do PIB Nacional)
Ilustração 54: Comportamento Económico - Estudo comparado 7,4 3,7 7,7 1,4 1,5 0,0 0 2 4 6 8 10 Educação Investigação Saúde Pub. Saúde Priv. Militar Dívida 3,7 2,7 1,3 0,8 1,4 0 1 2 3 4 Educação Investigação Saúde Pub. Saúde Priv. Militar Dívida 34,0 38,0 28,0 0 10 20 30 40 Primário Secundário Superior 70,0 17,0 13,0 0 20 40 60 80 Primário Secundário Superior 49,0 41,0 8,0 0 20 40 60 Exp. Imp. Balanço 33,0 42,0 -9,0 -20 0 20 40 60 Exp. Imp. Balanço 15,0 79,0 16,7 0 20 40 60 80 100 Prima Manufact A. Tec. 89,0 7,0 7,5 0 20 40 60 80 100 Prima Manufact A. Tec. 2,7 6,7 0 2 4 6 8 Exp. Agri. Imp. Agri. 12,4 20,2 0 5 10 15 20 25 Exp. Agri. Imp. Agri. 58,2 0 20 40 60 80 PIB Agri. 31,6 0 10 20 30 40 PIB Agri.
Refer.: 5 CE Despesa Anos Vários Bibliog.: Vários
Indicador.: Repartição da Despesa: Pública e Privada Unidades % do PIB Nacional
REf. Sub-Indicador Anos de Referencia Bibliografia Fonte de dados Original
5A Educação 2002 - 2005* (PNUD, 2007 p. 296) UNESCO 2007b
5B I&D 2000 - 2005* (PNUD, 2007 p. 275) Banco Mundial 2007b
5C Saúde Pública 2004 (PNUD, 2007 p. 296) Banco Mundial 2007b
5D Saúde Privada 2004 (PNUD, 2007 p. 249) Banco Mundial 2007b
5F Divida 2005 (PNUD, 2007 p. 296) Banco Mundial 2007b
5E Militar 2005 - 2006* https://www.cia.gov/library/publications/the-world- factbook/rankorder/2034rank.html
*Os dados referem- se ao ano mais recente disponível durante o período indicado.
Refer.: 6 CE Despesa Anos 20022005* – Bibliog.: (PNUD, 2007 p. 267)
Indicador.: Despesa Pública Corrente por Nível de Ensino Fonte Origem UNESCO 2007b
REf. Sub-Indicador Unidades % do PIB referente à Educação
6A Pré-Primário e Primário
*Os dados referem-se ao ano mais recente disponível durante o período indicado. 6B Secundário
6C Superior
Refer.: 7 CE Comércio Anos 2005 Bibliog.: (PNUD, 2007 p. 287)
Indicador.: Importação/Exportação de Bens e Serviços Fonte Origem Banco Mundial 2007b
REf. Sub-Indicador Unidades % do PIB Nacional
7A Importação 7B Exportação 7C Balanço
Refer.: 8 CE Comércio Anos 2005 Bibliog.: (PNUD, 2007 p. 287) Indicador.: Exportação de Produtos Fonte Origem Banco Mundial 2007b
REf. Sub-Indicador Unidades % das exportações de mercadorias
8A Primários As exportações de produtos primários incluem as exportações de matérias em bruto para a agricultura, alimentos, combustíveis, minérios e metais de acordo com a Classificação Internacional Normalizada para Comércio (SITC) da ONU
8B Manufacturados 8C Alta-Tecnologia
Refer.: 9 CE Comércio Anos 2004 Bibliog.: (FAO, 2007 p. 185)
Indicador.: Produtos Agrícolas: Importação/Exportação Unidades % do PIB referente àsexportações
9A Importação http://www.fao.org/es/ess/fr/sitemap.asp
ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/010/a1200f/a1200f00.pdf em 08/07/2008 9B Exportação
Refer.: 10 CE Comércio Anos 2004 Bibliog.: (FAO, 2007 p. 195)
Indicador.: PIB Agrícola Unidades % do PIB Nacional
SWE MOZ AA01 - Crianças com Peso Deficiente (% de crianças) - 1998-2005
AA02 - Sub-Nutrição (% da população) - 2002-2005
AA03 - Produtos Alimentares: Importação – Exportação (% do total agrícola) - 2004
AA04 – Terra Cultivável (% do total da área) - 2005 AA05 - Terra Irrigada (% da terra cultivável) - 2003
AA06 - Força de Trabalho Agrícola (% do total da força de trabalho) - ?
AA07 – CPI - Índice de Produção Vegetal (%) 2004 AA08 – LPI - Índice de Produção Animal (%) 2004
Ilustração 55: Alimentação e Agricultura – Estudo comparado 2,5 4 0 2 4 6 Sub-nutr. Pes. Defic. 44 15 0 20 40 60 Sub-nutr. Pes. Defic. 71,7 85,9 60 70 80 90 Exp. Alim. Imp. Alim. 58,0 37,0 0 50 100 Exp. Alim. Imp. Alim. 3 6,59 4,3 0 5 10 F. T. Agri. Terra Aráv. Terra Irrig. 80,3 5,55 2,58 0 50 100 F. T. Agri. Terra Aráv. Terra Irrig. 105,9 97,1 90 95 100 105 110 CPI LPI 107,4 101,1 95 100 105 110 CPI LPI
Refer.: 01 AA Sub-Nutric. Dados: 2002-2004* Bibliog.: (PNUD, 2007 p. 253)
Indicador.: Sub-Nutrição Fonte Dados FAO 2007 Unidades %
*Os dados referem- se à média para os anos indicados.
Refer.: 02 AA Peso Def. Dados: 1998-2005* Bibliog.: (PNUD, 2007 p. 253) Indicador.: Crianças com peso deficiente Fonte Dados UNICEF 2006 Unidades % *Os dados referem- se ao ano mais recente disponível durante o período indicado.
Refer.: 03 AA Comércio Dados: 2004 Bibliog.: (FAO, 2007 p. 190)
Indicador.: Produtos Alimentares: Importação/Exportação Unidades % do Total Agrícola Fonte
Dados http://www.fao.org/es/ess/fr/sitemap.aspftp://ftp.fao.org/docrep/fao/010/a1200f/a1200f00.pdf em 08/07/2008
Refer.: 04 AA Espaço Dados: 2005 Bibliog.: (NationMaster, 2008)
Indicador.: Terra Cultivável Unidades % do Total
Fonte
Dados http://www.nationmaster.com/graph/agr_agr_lan_of_lan_are-agriculture-agricultural-land-of-areaWorld Development Indicators database em 18/12/2008 Arable land includes land defined by the FAO as land under temporary crops (double-cropped areas are counted once), temporary meadows for mowing or for pasture, land under market or kitchen gardens, and land temporarily fallow. Land abandoned as a result of shifting cultivation is excluded.
Refer.: 05 AA Tecnologia Dados: 2003 Bibliog.: (NationMaster, 2008)
Indicador.: Terra Irrigada Unidades % da área de cultivo
Fonte
dados http://www.nationmaster.com/graph/agr_irr_lan_of_cro-agriculture-irrigated-land-of-croplandWorld Development Indicators database em 18/12/2008 Irrigated land refers to areas purposely provided with water, including land irrigated by controlled flooding. Cropland refers to arable land and permanent cropland.
Refer.: 06 AA Força Trab. Dados: ? Bibliog.: (NationMaster, 2008)
Indicador.: Força de Trabalho Agrícola Unidades % da força de trabalho Total
Fonte dados
http://www.nationmaster.com/graph/agr_lab_sha-agriculture-labor-share World Resources Institute
Agriculturallaboras a percent of totallabor force. Agriculturallaboras a percentage of the totallabor forceis calculated by WRI by dividing the number ofagriculturalworkers by the total number of workers in thelabor force. Agriculturallaborfor
Refer.: 07 AA CPI Dados: 2004 Bibliog.: (NationMaster, 2008)
Indicador.: Índice de Produção Vegetal Unidades %
Fonte dados
http://www.nationmaster.com/graph/agr_cro_pro_ind-agriculture-crop-production-index World Development Indicators database
Crop production index shows agricultural production for each year relative to the base period 1999-2001. It includes all crops except fodder crops. Regional and income group aggregates for the FAO's production indexes are calculated from the underlying values in international dollars, normalized to the base period 1999-2001.
Refer.: 08 AA LPI Dados: 2004 Bibliog.: (NationMaster, 2008)
Indicador.: Índice de Produção Animal Unidades %
Fonte
dados http://www.nationmaster.com/graph/agr_liv_pro_ind-agriculture-livestock-production-indexWorld Development Indicators database
Livestock production index includes meat and milk from all sources, dairy products such as cheese, and eggs, honey, raw silk, wool, and hides and skins.
Entrando um pouco no campo da ficção, a partir do momento em que estão bem definidas as potencialidades e os estrangulamentos das USEEs, um programa informático conjuga os dados e estabelece possíveis parcerias, com a respectiva probabilidade de êxito, sendo dada especial atenção ao estabelecimento prioritário de capacidades dos países se aproximarem o máximo possível da auto-suficiência alimentar, tendo como condição a prática eficiente do controlo de natalidade que mais se ajuste à sua estabilidade.
Estando a caracterização sócio-espacial das USEEs realizada, falta conhecer o que motiva a conduta existente nas suas populações e no sistema político que bem as deveria servir.
Para isso é necessário inquirir sobre essas opiniões. A Divisão Estatística das Nações Unidas, permite-nos ter uma ideia do trabalho desenvolvido por cada país ao nível da elaboração de questionários estatísticos, demográficos e sociais118, sendo notória a grande heterogeneidade de critérios utilizados.
Como já atrás foi referido, seria necessário a elaboração de questionários estandardizados dirigidos aos órgãos do poder e comunicação social, e sondagens à sociedade civil. Pretende- se através deles qualificar a motivação do poder e a motivação social e a partir dela inferir situações de convergência ou divergência de opiniões e atitudes.
Debroçando-nos mais em concreto sobre a elaboração de sondagens públicas simples e concisas, apresentam-se em seguida algumas considerações sobre uma possivel aplicação dos seus resultados, na “afinação” final do IBESE.
Deste modo, a sondagem estaria dividida em três partes.
A primeira seria composta por perguntas sobre: o agregado familiar e o seu espaço, o tipo de religião professada, o grau de instrução, formação profissional e trabalho.
Na segunda seria feita uma auscultação à opinião sobre o funcionamento ou ausência das infra-estruturas sociais, fruto do investimento público ou privado, servindo estes dados para um confronto com a caracterização já realizada no IBESE provisório, respeitante aos factores analisados na sua componente de Desenvolvimento Social. Estas respostas poderiam ter um tipo de resposta situado entre uma escala de valores qualitativa de Muito bom; Bom; Suficiente; Mau; Muito mau, com a possibilidade de poderem vir a ser posteriormente convertida numa escala numérica.
Na terceira parte, procurar-se-ia indagar sobre as faltas, os anseios, os medos ou as motivações das populações. As respostas seriam realizadas pela colocação por ordem de prioridade. (por exemplo três factores). Todo este processo seria facilitado se fosse desenvolvido um processo de comunicação universal, sendo a imagem provavelmente o sistema mais eficaz como complemento da língua.
Qualitativo
Quantitativo Tendência* Valor adaptado àescala do IBESE Língua SinaléticaUniversal
Muito bom 5 Para manterPara descer 18,320
Bom 4 Para manterPara subir
Para descer 16,7 15 13,3
Suficiente 3 Para manterPara subir
Para descer 11,7 10 8,3
Mau 2 Para manterPara subir
Para descer 6,7 5 3,3
Muito Mau 1 Para manterPara subir 1,70
Ilustração 56: Adaptação dos resultados qualitativos à escala do IBESE
118