Differential Assessment of Autism and Other
DAADD REDUZIDO
Sujeito 1 –TID-SOE AUTISMO AUTISMO
Sujeito 2 –TID-SOE SR AUTISMO
Sujeito 3 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 4 SA SA SA
Sujeito 5 AUTISMO SA SA
Sujeito 6 A ESCLARECER AUTISMO AUTISMO
Sujeito 7 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 8 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 9 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 10 A ESCLARECER AUTISMO TID-SOE
Sujeito 11 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 12 AUTISMO AUTISMO TID-SOE
Sujeito 13 AUTISMO SR TID-SOE
Sujeito 14 A ESCLARECER SR TID-SOE
Sujeito 15 A ESCLARECER SR TID-SOE
Sendo: SR – Síndrome de RETT; TID – SOE - Transtorno Invasivo do Desenvolvimento sem outras especificações, DIAGN MED – Diagnóstico Médico.
A comparação entre os diagnósticos atribuídos pelos instrumentos (DAADD e DAADD reduzido) para os sujeitos do G2 foi semelhante ao G; os três sujeitos com diagnósticos de SR pelo DAADD original tiveram pontuação para Autismo no instrumento reduzido e os sujeitos com diagnósticos médicos a esclarecer ou de TID–SOE tiveram pontuação para Autismo também na proposta do instrumento reduzido (Quadro 3.2).
Quadro 3.2 – Comparação dos diagnósticos entre os instrumentos, G2.
DIAGN
MÉDICO DAADD
DAADD REDUZIDO
Sujeito 1 TID - SOE AUTISMO AUTISMO
Sujeito 2 A
ESCLARECER SR AUTISMO
Sujeito 3 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 4 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 5 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 6 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 7 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 8 A
ESCLARECER AUTISMO AUTISMO
Sujeito 9 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 10 AUTISMO SR AUTISMO
Sujeito 11 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 12 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 13 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 14 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 15 AUTISMO SR AUTISMO
Sendo: SR – Síndrome de RETT; TID – SOE - Transtorno Invasivo do Desenvolvimento sem outras especificações, DIAGN MED – Diagnóstico Médico.
Os sujeitos do G3, 2 que tinham diagnósticos médicos de Autismo tiveram pontuação para SA tanto no DAADD original quanto no reduzido, assim como um sujeito com diagnóstico médico de TID–SOE e um com diagnóstico a esclarecer. Além disso, um sujeito com diagnóstico médico de TID–SOE teve pontuação para autismo em ambos os instrumentos. Na comparação entre o instrumento do DAADD original e o reduzido as patologias foram totalmente concordantes no G3 (Quadro 3.3).
Quadro 3.3 – Comparação dos diagnósticos entre os instrumentos, G3.
DIAGN MÉDICO DAADD DAADD REDUZIDO Sujeito 1 AUTISMO SA SA
Sujeito 2 TID - SOE SA SA
Sujeito 4 AUTISMO SA SA
Sujeito 5 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 6 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 7 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 8 A
ESCLARECER SA SA
Sujeito 9 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 10 TID - SOE AUTISMO AUTISMO
Sujeito 11 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 12 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 13 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 14 AUTISMO AUTISMO AUTISMO
Sujeito 15 SA SA SA
3.5 Discussão
O conceito proposto por Lord & Risi, 2001 de que o distúrbio típico Autismo, estaria no centro de um círculo, enquanto as outras patologias do Espectro iriam de afastando conforme fossem diminuindo a severidade dos sintomas e das áreas afetadas mostra a importância de um diagnostico diferencial para as crianças diagnosticadas com DEA.
Na tentativa de uniformizar o diagnóstico devido à falta de marcador genético característico levou alguns autores a criarem listas de verificação, questionários e escalas de avaliação (Schwartzman, 1993).
A posposta de um instrumento reduzido do Differential Assessment of Autism and Other Developmental Disorders para uso clinico com maior praticidade e facilidade colaboraria para delinear o processo terapêutico por meio das alterações encontradas, alem de ajudar num processo de diagnóstico diferencial. Esse processo adquire relevância operacional quando se considera os dados epidemiológicos atuais.
O instrumento reduzido mostrou-se eficiente, havendo mudança apenas na proporção das possibilidades de respostas, por isso as porcentagens também foram alteradas (proporcionalmente, em relação aos três diagnósticos - Autismo, SA e TID- SOE), o que evidencia que o instrumento reduzido pode ser ainda mais representativo para a população estudada.
Os diagnósticos diferenciais para esta população, atribuídos pelos instrumentos original e reduzido, foram compatíveis para todos os grupos, com exceção dos sujeitos que segundo o instrumento original tiveram pontuação para SR, que foi excluída no instrumento reduzido. Todos eles tiveram pontuação para Autismo ou TID-SOE, o que confirma esses diagnósticos, uma vez que nenhum teve pontuação para SA, a que mais destoa nos DEA por seus portadores terem o inicio da fala e geralmente a função cognitiva não atrasadas (Miller, 2004) e a que seria mais diferente da síndrome de Rett.
Conclusão
A presente pesquisa teve três estudos que procuraram identificar características afim de encontrar os diagnósticos diferencias dentro do Espectro do Autismo.
O instrumento DAADD mostrou-se útil para um diagnóstico diferencial dentro dos DEA para crianças a partir de 4 anos.
Por meio da aplicação do DAADD pode-se perceber que, quanto mais nova a criança, maior é a dificuldade para caracterização do quadro; conforme a idade aumenta, esta dificuldade diminui sendo a diferenciação dentro do espectro mais eficaz para indivíduos mais velhos, já que, conforme o aumento da idade aumentam as exigências de linguagem, evidenciando as características específicas da linguagem com diferenças entre os diagnósticos.
O diagnóstico precoce é de grande importância para o delineamento dos procedimentos terapêuticos para crianças incluídas no espectro do autismo. A identificação das características específicas são essenciais para o sucesso da escolha dos programas terapêuticos, porém, o DAADD evidencia a dificuldade em observar essa diferença em crianças mais novas, podendo assim levantar a hipótese de que o instrumento é menos eficiente para crianças mais novas, concordando com a hipótese trazida no primeiro estudo.
A hipótese de que seria possível identificar pontos mais evidentes tanto no DAADD (linguagem, pragmática, sensorial, motora, física e comportamental) quanto no ABC (sensorial, relacionamentos, uso do corpo e de objetos, linguagem, e habilidades sociais) também foi confirmada. Quando associados os dois instrumentos (ABC e DAADD) podemos observar que, para o G2 e o G3, quanto maior a probabilidade no ABC para o diagnóstico no espectro do autismo há, também, um maior número de diagnósticos no espectro do autismo pelo DAADD. Indicando que, a dificuldade encontrada no ABC para diagnosticar não é encontrada no DAADD. Como todos os indivíduos desta pesquisa são pertencentes aos DEA, o uso dos protocolos pode favorecer a diferenciação e não apenas atuar como auxiliar de diagnóstico.
Verificando a existência de comportamentos característicos de diferentes quadros incluídos nos DEA identificados segundo o DAADD e o ABC pode-se perceber que o instrumento DAADD mostrou-se eficiente para o diagnóstico no espectro do autismo na comparação dos resultados apresentados no ABC pelo mesmo grupo de sujeitos, uma vez que o diagnóstico de Autismo foi o mais prevalente na classificação alta probabilidade do ABC para as idades de 4 a 8 anos.
Por fim, recomenda-se o uso complementar dos dois instrumentos já que o ABC traz apenas uma probabilidade diagnóstica e o DAADD diferencia a criança já diagnosticada entre as possibilidades dentro do Espectro do Autismo e algumas não incluídas nele.
A posposta de uma versão reduzida do DAADD para uso clínico com maior praticidade e facilidade colaboraria para delinear o processo terapêutico por meio das alterações encontradas, alem de ajudar num processo de diagnóstico diferencial. O Estudo III confirma a hipótese de que a proposta de um instrumento reduzido e adaptado, para a população estudada, a partir do DAADD seria útil para uso clínico.
A exclusão das patologias não incluídas nos DEA para a composição do instrumento reduzido e a exclusão das questões que tiveram menos de 40% ocorrência nas respostas do instrumento original, fez com que a proposta do questionário DAADD reduzido fosse mais específico para a população estudada e com aplicação mais rápida, o que responde às sugestões de alguns autores a respeito da necessidade da utilização de instrumentos para a triagem dos problemas comportamentais e alterações das habilidades para um mais eficiente processo terapêutico.
Outros estudos, com outros distúrbios do desenvolvimento (como RM e PC) podem confirmar a utilidade e a especificidade do DAADD e de sua versão reduzida. Além disso, a ausência de estudos publicados relatando a utilização desse instrumento dificultam o cotejamento desses resultados com os de outros pesquisadores, o que não diminui a relevância deste estudo pois a necessidade de identificação de instrumentos aplicáveis pelo fonoaudiólogo na realidade nacional é nítida.
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