Artigo 8º - Compete ao Coordenador Geral da CEANC:
a) Administrar a Central Analítica de Combustí- veis – CEANC – dentro de princípios éticos, democráti- cos e socialmente referenciados, previstos no Estatuto da UFMT;
b) Planejar estrategicamente as atividades da CE- ANC, de forma participativa e dinâmica, considerando as políticas nacionais de P&D, as demandas institucionais, tanto nacionais como regionais;
c) Coordenar as atividades Técnicas e Administra- tivas dentro de uma visão global e integradora dos recur- sos humanos, materiais e econômicos disponíveis na CEANC;
d) Coordenar o programa de gestão da qualidade do laboratório;
e) Gerenciar o processo contínuo de renovação pessoal e organizacional, habilitando a CEANC a desen- volver e implementar novas metodologias analíticas e responder as demandas das instituições parceiras;
f) Encaminhar mensalmente ao representante legal da instituição conveniada-parceira, relatório das ativida- des desenvolvidas pela CEANC quando previstas no cronograma do convênio assinado;
g) Representar a CEANC junto aos colegiados da UFMT em suas reuniões, sempre que convocado;
h) Representar a CEANC/UFMT junto às institui- ções parceiras em reuniões e comitês técnicos, sempre que necessário;
i) Convocar reuniões, assinar convênios e encami- nhar documentos e solicitações;
j) Organizar, prover recursos e administrar as compras de materiais de consumo e permanentes previs- tos no planejamento estratégico (ações de curto, médio e longo prazo);
k) Decidir, juntamente com a equipe técnica e ad- ministrativa, o perfil profissional (competência geral, capacidades profissionais técnicas) e as responsabilidades dos colaboradores a serem contratados para a CEANC.
Artigo 9º- Compete ao Coordenador Técnico da CEANC:
a) Planejar, dirigir e supervisionar as atividades analíticas desenvolvidas na CEANC de acordo com as boas práticas de laboratório;
b) Elaborar, juntamente com os técnicos de labora- tório e estagiários, os procedimentos técnicos para cada ensaio ou operação realizado pelo laboratório, segundo as normas da ABNT ou da ASTM regulamentares;
c) Elaborar em conjunto com a Coordenação Ge- ral, programa de controle de qualidade intralaboratorial, definindo as medidas corretoras necessárias;
d) Implementar programa de habilitação /treinamento para estagiários e técnicos de laboratório recém admitidos pela CEANC;
e)-Supervisionar a qualidade dos resultados analí- ticos diários, estabelecendo rotinas para confirmar e apro- var as situações de “não-conformidade”;
f)-Acompanhar, juntamente com membros da e- quipe técnica, a montagem de novos equipamentos, colo- cando-os oportunamente em serviço segundo manuais de operação elaborados pelo fabricante;
g)-Responsabilizar-se pela manutenção de equi- pamentos do laboratório mediante estudo de seus manuais técnicos e avaliação do registro de suas horas de uso;
h) Sugerir à coordenação geral o perfil dos profis- sionais e as responsabilidades dos colaboradores a serem contratados para o laboratório da CEANC;
i) Elaborar e encaminhar mensalmente à Coorde- nação Geral, relatório das atividades desenvolvidas no laboratório e previstas em cronogramas de convênios assinados pela CEANC/UFMT;
j) Encaminhar `Coordenação Geral e ou Coordena- ção Administrativa sugestões, reclamações e/ou reivindi- cações de técnicos de laboratório e estagiários da CE- ANC;
k) Zelar pela qualidade dos serviços, pela ordem e limpeza do laboratório, qualidade das relações humanas entre técnicos de laboratório e estagiários da CEANC.
Artigo 10º- Compete ao Coordenador de Informá- tica e Banco de Dados:
a) Coordenar os bancos de dados nos programas ou projetos específicos de cada convênio, garantindo a qualidade e segurança;
b) Substituir o Coordenador Técnico em sua au- sência ou impedimento;
c) Elaborar, implantar e responsabilizar-se pela qualidade e segurança dos bancos de dados, informando à Coordenação Geral as inovações metodológicas implan- tadas;
d) manter-se atualizado e em condições de opinar sobre todas as atividades técnicas e analíticas da CEANC;
e) No caso de atividades de monitoramento contí- nuo, realizar os sorteios dos pontos de amostragens e estabelecer controle de coletas.
Artigo 11º- A Coordenação de Administração Fi- nanceira/RH da CEANC será exercida por profissional da área social ou administrativa com especialização ou expe- riência comprovada e terá como responsabilidade:
a) Coordenar as atividades administrativas da CE- ANC, como realizar compras, organização de pessoal, eventos, oficinas ou treinamento de equipe;
b) Implementação das leis trabalhistas, planos de cargos e salários, planos e benefícios sociais bem como representação junto à CLT, quando for o caso;
c) Organizar as contas bancárias relativas às ativi- dades da CEANC, mediante interação com o Instituto ou Fundação de Apoio conveniada;
d) Elaborar folha de pagamento da equipe da CE- ANC e encaminhá-la, após ciência da Coordenação Geral, para o Departamento Financeiro do Instituto ou Fundação de Apoio conveniada, para provimento;
e) Planejar e executar a seleção de recursos huma- nos p-ara a CEANC, ouvindo as sugestões dos perfis dos profissionais das demais coordenações e após autorização da Coordenação Geral;
f) Promover reuniões e palestras que busquem a melhoria, competência, eficiência e satisfação da equipe da CEANC como um todo;
g) Receber reclamações/reivindicações do pessoal e buscar soluções ou encaminhá-las à Coordenação Geral;
h) Manter constante diálogo e troca de informa- ções com toda a equipe da CEANC.
CAPITULO V
DO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃOA DAS ATIVIDADES
Artigo 12º- A CEANC deverá apresentar ao Cole- giado de Departamento de Química, relatório anual das atividades desenvolvidas.
Parágrafo Único – A elaboração do relatório será de responsabilidade do Coordenador Geral que enviará uma cópia para o Colegiado de Departamento para proce- der à análise e, após aprovação o encaminhará à Congre- gação do ICET para referendar.
CAPÍTULO VI
Artigo 13º - Os casos omissos e a dúvidas na apli- cação do presente Regimento serão julgadas pelo Colegi- ado de Departamento de Química e encaminhadas para referendo da Congregação do ICET.
SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO UNI- VERSITÁRIO, em Cuiabá, 18 de abril de 2007. Paulo Speller – Presidente.
RESOLUÇÃO CONSUNI N.º 03 18 DE ABRIL DE 2007
Designar o Conselheiro Edson Conceição de Cam- pos Moraes para compor o Conselho de Moradia Estudan- til
O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNI- VERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e
CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.004973/07-0, 05/07-CONSUNI;
CONSIDERANDO a decisão da Plenária em ses- são realizada no dia 18 de abril de 2007;
RESOLVE:
Art. 1.°- Designar para compor o Conselho de Mo- radia Estudantil, o Conselheiro Edson Conceição de Campos Moraes, com representante do Conselho Univer- sitário da Universidade Federal de Mato Grosso, com mandato de 01 (um) ano a contar desta data.
Art. 2.°- Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando-se as disposições em contrário.
SALA DE SESSÕES DO CONSELHO UNIVER- SITÁRIO, em Cuiabá, 18 de abril de 2007. - Paulo Spel- ler - Presidente Do Consuni.
RESOLUÇÃO CONSUNI N.º 04 18 de ABRIL DE 2007
Dispõe sobre a execução do programa de auxílio alimentação aos estudantes da UFMT.
O CONSELHO UNIVERSITARIO DA UNI- VERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e
CONSIDERANDO a importância de se adotar medidas que favoreçam a permanência do estudante na universidade;
CONSIDERANDO a necessidade de se normatizar a concessão desse auxílio;
CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.006755/07-0, 07/07-CONSUNI;
CONSIDERANDO ainda a decisão do plenário em sessão realizada no dia 18 de abril de 2007;
R E S O L V E:
Artigo 1º. Aprovar as normas para execução do auxílio alimentação na Universidade Federal de Mato Grosso composta por 7 capítulos distribuídos em 15 arti- gos, que com esta Resolução é publicada.
Artigo 2º. Esta Resolução entra em vigor nesta da- ta, revogadas as disposições em contrário.
SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO UNI- VERSITÁRIO, em Cuiabá, 18 de abril de2007. Paulo Speller – Presidente.
NORMAS PARA EXECUÇÃO DO PROGRAMA DE AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO NA UNIVERSIDADE FE-
DERAL DE MATO GROSSO
CAPÍTULO I
DO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO
Artigo 1°. As presentes normas fixam as diretrizes para a execução do Programa de Auxílio Alimentação, na Universidade Federal de Mato Grosso.
Artigo 2°. O Auxílio Alimentação visa apoiar a permanência dos alunos na Universidade, através do re- passe mensal de valor correspondente ao almoço e ao jantar no Restaurante Universitário.
Parágrafo único. Para os estudantes dos Campi da UFMT que não contam com a estrutura de Restaurante Universitário o valor será referenciado a partir das condi- ções específicas de cada Campus.
Artigo 3°. O Auxílio Alimentação será administra- do pela Coordenação de Articulação com Estudantes de Graduação e Pós-Graduação – CARE/PROVIVAS.
CAPÍTULO II DA NATUREZA
Artigo 4°. O Auxílio Alimentação tem como prin- cípio o atendimento dos estudantes com necessidade de suporte financeiro, tendo em vista a sua condição sócio- econômica.
Parágrafo único. O número limite e o valor do be- nefício de que trata o caput será definido em consonância com a disponibilidade orçamentária da UFMT.
CAPÍTULO III
DA CONCESSÃO DO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO Artigo 5º. Serão contemplados com o auxílio ali- mentação os estudantes de graduação e de pós-graduação strictu sensu regularmente matriculados e comprovada- mente de baixa renda, mediante estudo de sua situação sócio-econômica realizado pela CARE/PROVIVAS, a partir de critérios gerais definidos pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis - FONAPRACE.
§ 1°. Os interessados deverão requerer suas inscri- ções no período definido previamente e constante do calendário escolar e submeter-se a um processo de sele- ção, sob a Coordenação da CARE/PROVIVAS.
§ 2°. A relação de documentos e critérios de sele- ção serão amplamente divulgados e organizados pela CARE/PROVIVAS.
Artigo 6º. A seleção dos candidatos será realizada pela CARE, com base nas informações apresentadas pelo candidato, em formulário específico, devidamente com- provadas.
Artigo 7º. Terão prioridade para obtenção do Auxí- lio Alimentação, pela ordem:
a) Os moradores da Casa do Estudante Universi- tário – CEU;
b) Estudantes matriculados em cursos de período integral;
c) Estudantes de graduação e pós-graduação stric- tu sensuem geral.
Artigo 8º. Para concessão do benefício, serão con- siderados os seguintes critérios:
I- estar regularmente matriculado em um dos cur- sos de graduação ou pós-graduação strictu sen- su da UFMT;
II- ser comprovadamente estudante de baixa ren- da;
III- estar matriculado dentro do período máximo de integralização do curso.
Artigo 9º. A concessão do auxílio dar-se-á após o período de seleção dos inscritos.
§ 1º. Os estudantes que não se apresentarem a CARE no prazo máximo de 10 (dez) dias após a divulga- ção do resultado da seleção para efetivação do benefício terão o benefício cancelado.
§ 2º. Existindo vagas remanescentes em função do cancelamento referido no § 1º, estas serão preenchidas pelos candidatos selecionados e não habilitados na pri- meira seleção.
CAPÍTULO IV
DAS CONDIÇÕES PARA A CONCESSÃO DO AUXÍLIO ALIMENTAÇÃO
Artigo 10. A duração do benefício será de, no má- ximo, 04 (quatro) semestres letivos (dezesseis meses), restritos aos períodos de aulas, com exceção dos morado- res da CEU.
§ 1º. Após cada semestre de concessão, o estudante deverá solicitar renovação dentro do prazo previsto, caso contrário, será automaticamente desligado do Programa.
§ 3º. Para continuar com o benefício, será feita a revisão/atualização da situação do(a) aluno(a) em relação aos critérios exigidos na seleção observando-se, princi- palmente, o desempenho acadêmico.
§ 4º. O desempenho acadêmico exigido será: a – aprovação num total de 85% (oitenta e cinco) por cento do número médio de créditos dentre as discipli- nas do currículo do seu curso, por semestre/ano letivo;
b - matrícula semestral/anual em número de disci- plinas que permita o término do curso dentro do período previsto;
c – ausência de reprovação por falta, salvo em caso de força maior, devidamente justificado e aprovado pela CARE.
CAPÍTULO V