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de simulações interativas baseadas em computadores

No documento o Talibii: Uma Analise (páginas 37-39)

ou na internet, que ajudam

as pessoas ocidentais a ver

pela perspectiva árabe.

O ponto principal é que as pessoas ocidentais, que consideram as ações dos árabes inapropriadas, desonestas ou infantis, parecem arrogantes e desrespeitosas. Quando as pessoas ocidentais deixam de acomodar as diferenças culturais, a cooperação e eficácia sofrem.

até hoje, o treinamento cultural proporcionado pelas Forças armadas tem enfatizado os costumes e comportamentos necessários para criar impressões positivas, formar relações e evitar ofensas. essas habilidades são necessárias, mas não suficientes. O pessoal militar também precisa de uma apreciação das diferenças de auto-conceito, sociais e cognitivas que atrapalham a colaboração e prejudicam as operações de combate. as pessoas ocidentais devem ser capazes de decifrar, antecipar e acomodar as palavras e ações de seus sócios ou oponentes árabes. Uma maneira para proporcionar familiarização e sensibilização necessárias é por meio de simulações interativas baseadas em computadores ou na internet, que ajudam as

pessoas ocidentais a ver pela perspectiva árabe. Os cenários podem proporcionar experiência guiada para a colaboração, negociação e acordo multinacionais. Tal treinamento pode melhor preparar os militares para os ambientes multinacionais, ou no mínimo, pode permitir

erros sem conseqüências negativas.31

O s p a í s e s d o O r i e n t e m é d i o á r a b e permanecerão importantes para o Ocidente em um futuro previsível, como aliados ou adversários. as diferenças ocidental-árabes apresentadas aqui podem impedir interações. a descrição das diferenças é o primeiro passo para capturar a superioridade moral psico- cultural. O treinamento deve transcender as regras e procedimentos para que os militares possam ver os eventos por meio de uma lente cultural árabe. Como as pessoas dos eUa estão adquirindo a fluência de interpretar o intento e prever as reações, podemos esperar pela melhora na comunicação, previsão, trabalho em equipe e na eficácia final.MR

1. SCALES, Robert H., “Clausewitz and World War IV,” Armed Forces Journal (2006), disponível em: www.armedforcesjournal.com/2006/07/1866019.

2. McHUGH, Anna Pongonis, “Elaboration of the Cultural Lens Model” (Relatório final preparado sob o subcontrato Nº. 11026-9093-0200 Sytronics, Inc., sob o Principal Contrato: F33615-98-D-6000 para o Laboratório de Pesquisa da Força Aérea/HECA, Fairborn, Ohio: Klein Associates Inc., 2004).

3. O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, “Arab Fund for Econo- mic and Social Development,” em Arab Human Development Report 2002: Creating Opportunities for Future Generations (New York: United Nations Publications: United Nations Development Programme, Arab Fund for Economic and Social Develop- ment, 2002). A partir daqui referido como PDNU.

4. KLEIN, Helen Altman, “Cognition in Natural Settings: The Cultural Lens Model,” em Cultural Ergonomics: Advances in Human Performance and Cognitive Engineering, editor KAPLAN, Michael (Boston: Elsevier JAI, 2004), pp. 249-80; e KLEIN, Helen Altman, PONGONIS, Anna e KLEIN, Gary, “Cultural Barriers to Multinational C2 Decision Making” (document apresentado no Simpósio de

Pesquisa e Tecnologia de Comando e Controle de 2000, em Monterey, na Califórnia, em 26-28 de junho de 2000).

5. HOFSTEDE, Geert, Culture’s Consequences: International Differences in Work-Related Values (Newbury Park, CA: Sage, 1980; e MARKUS, Hazel Rose e KITAYAMA, Shinobu, “Culture and the Self: Implications for Cognition, Emotion, and Motivation,” Psychological Review 98 (1991): pp. 224-53.

6. KHALID, Mansour, “The Sociocultural Determinants of Arab Diplomacy,” em Arab and American Cultures, editor ATIYEH, George Nicholas (Washington, DC: American Enterprise Institute for Public Policy Research, 1977), pp. 123-42.

7. PDNU

8. PATAI, Raphael, The Arab Mind. (Long Island, NY: Heatherleigh Press, 2002).

9. Ibid.

10. NYDELL, Margaret K., Understanding Arabs: A Guide for Westerners, 3ª edição (Yarmouth, MN: Intercultural Press, 2002).

11. FEGHALI, Ellen, “Arab Cultural Communication Patterns,” International Journal of Intercultural Relations 21 (1997): pp. 345-78.

12. MORRISON, Terri, CONAWAY, Wayne A. e BORDEN, George A., Kiss, Bow, or Shake Hands: How to Do Business in Sixty Countries (Holbrook, MA: B. Adams, 1994). 13. MACKEY, Sandra, The Saudis: Inside the Desert Kingdom (New York: Signet, 1990).

14. PATAI.

REFERêNCIAS

15. NYDELL.

16. KLUCKHOHN, Florence R. e STRODTBECK, Fred L., Variations in Value Orientations (Evanston, IL: Row, Peterson, 1961).

17. MORRISON, CONAWAY e BORDEN. 18. KLUCKHOLN e STRODTBECK.

19. HALL, Edward T., The Dance of Life: The Other Dimension of Time (Garden City, NY: Anchor, 1983).

20. EARLEY, P. Christopher e GIBSON, Cristina B., Multinational Work Teams: A New Perspective (Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum & Associates, Inc., 2002).

21. FEGHALI. 22. NYDELL. 23. HOFSTEDE.

24. KHURI, Fuad I., Tents and Pyramids: Games and Ideology in Arab Culture from Backgammon to Autocratic Rule (London: Saqi, 1990).

25. FEGHALI.

26. PARKER, Jan, “The Mirage,” New Yorker, 17 de outubro de 2005, p. 142.

27. ZAHARNA, Rhona S., “Intercultural Communication and International Public Relations: Exploring Parallels,” Communication Quarterly 48 (2000): pp. 85-100.

28. NORENZAYAN, Ara e NISBETT, Richard E., “Culture and Causal Cognition,” Current Directions in Psychological Science 9 (2000): pp. 132-35; e NISBETT, Richard E., The Geography of Thought: How Asians and Westerners Think Differently. . . And Why (New York: The Free Press, 2003).

29. NYDELL

30. KHALID, pp. 123-42; e PDNU.

31. Veja, por exemplo, KLEIN, Helen Altman e STEELE-JOHNSON, Debra, “Training for Multinational Teamwork,” em Expertise Out of Context: Proceedings of the Sixth International Conference on Naturalistic Decision Making, editor HOFFMAN, Robert R. (New York: Lawrence Erlbaum Associates, 2007), pp. 473-506; MCCLOSKEY, Michael, KLEIN, Helen Altman e BAXTER, Holly, “Cultural Perspective Taking” (Relatório técnico final preparado sob contrato Nº: W91WAW-07-P-0284 para o Instituto de Pesquisa do Exército dos EUA, Springboro, Ohio: 361 Interactive, LLC, 2007); e ONG, James, “Scenario-Based Training for Socio-Cultural Effects-Based Planning” (Relatório Técnico Final preparado sob contrato Nº:FA8650-07-M-6738 Stottler-Henke Associates, Inc., San Mateo, Califórnia: Stottler-Henke Associates, Inc., 2007).

O

SiSTema de SegURança nacional que o presidente usa para administrar os instrumentos de poder nacional e a maneira pela qual o Congresso supervisiona e financia o sistema não concedem a agilidade requerida para proteger os eUa e seus interesses num mundo em constante transformação e progressivamente complexo. desde 11 de Setembro e do Furacão Katrina até as guerras no afeganistão e iraque e as emergentes ameaças ao nosso país, os desafios à segurança nacional no século XXi exigem comunicação mais eficaz de lado a lado dos tradicionais limites organizacionais. Para enfrentar esses desafios são necessárias uma visão comum, cultura organizacional e melhor integração de habilidades e capacidades.

O sistema de segurança nacional atual foi baseado nas lições da ii guerra mundial e projetado para capacitar o presidente a lutar na guerra Fria. muitas das suposições apoiadas nesse sistema não são mais válidas. O mundo mudou e os eUa precisam se ajustar de uma forma proporcional às novas realidades que afetam a sua segurança. O sistema atual dá ao presidente uma seleção de opções limitadas para lidar com os assuntos de segurança nacional e causa uma demasiada dependência ao instrumento militar do poder nacional. O custo de não mudar o sistema é financeiramente insustentável e poderia ser catastrófico em termos de vidas norte-americanas. Para fazer as mudanças necessárias, o governo dos eUa precisa de uma reforma regulamentar, legislativa e uma supervisão congressional abrangente das autoridades que governam o sistema de segurança nacional, que já tem 60 anos de idade. O Projeto de Reforma da Segurança nacional (PNSR — sigla em inglês) foi instituído em setembro de 2006, como uma parceria público-privada, para apoiar o processo de reforma.

No documento o Talibii: Uma Analise (páginas 37-39)