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ENGIE BRASIL ENERGIA S.A.

DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE

Marcelo Cardoso Malta

Identificação das projeções

a. Objeto da projeção

Investimentos na manutenção, revitalização e ampliação do parque gerador.

A demonstração dos montantes de investimentos da Companhia segrega valores dispostos em dois grupos:

 Investimentos financiados com capital próprio, incluindo aquisições; e

 Investimentos financiados com dívidas, incluindo dívidas assumidas nas aquisições. Ambos os modelos de projeção estão contemplados no item “d” abaixo.

As projeções realizadas são meras estimativas razoáveis que normalmente dependem de eventos futuros; portanto não podem ser consideradas como promessa de desempenho por parte da Companhia e de seus administradores.

b. Período projetado e o prazo de validade da projeção

A ENGIE divulga trimestralmente ao mercado suas projeções de investimentos para o ano corrente e os dois anos subsequentes, com validade até sua concretização ou substituição por nova projeção.

c. Premissas da projeção, com a indicação de quais podem ser influenciadas pela administração da Companhia

As projeções de investimentos da Companhia se baseiam principalmente nas seguintes premissas:

 Cronograma de manutenções das unidades geradoras;

 Diagnósticos de equipamentos;

 Obrigações regulatórias; e

 Iniciativas estratégicas.

Os valores informados, projeção e realizado, não consideram juros sobre a construção (juros sobre Capital Próprio e Capital de Terceiros).

A Administração pode influenciar todas as premissas, exceto as obrigações regulatórias que escapam ao seu controle.

Em caso de alteração relevante nas premissas acima, as projeções podem ser revisadas. d. Valores dos indicadores que são objeto da previsão

Os montantes projetados e realizados vigentes ao final do trimestre findo em 30.09.2017 encontram-se nas tabelas apresentadas a seguir. Tais valores estão expressos em milhões de reais e não contemplam os juros sobre os financiamentos capitalizados durante o período de construção das usinas.

Previsão para os anos de 2017, 2018 e 2019, informada no 1º trimestre de 2017:

Descrição \ Período de projeção 2017 2018 2019

Financiado com dívida 2.052 1.550 131

Financiado com capital próprio (15) 718 250

Total 2.037 2.268 381

Previsão para os anos de 2017, 2018 e 2019, informada no 2º trimestre de 2017:

Descrição \ Período de projeção 2017 2018 2019

Financiado com dívida 1.816 1.717 60

Financiado com capital próprio 506 219 200

Total 2.322 1.936 260

Previsão para os anos de 2017, 2018 e 2019, vigente no 3º trimestre de 2017:

Descrição \ Período de projeção 2017 2018 2019

Financiado com dívida 4.306 2.552 200

Financiado com capital próprio 1.506 (630) 15

Total 5.812 1.922 215

Variação nas projeções informadas para os anos de 2017, 2018 e 2019 entre o 2º e o 3º trimestres de 2017:

Descrição \ Período de projeção 2017 2018 2019

Financiado com dívida 2.490 835 140

Financiado com capital próprio 1.000 (849) (185)

Total 3.490 (14) (45)

Análise das variações relevantes:

As alterações em relação ao último período apresentado decorreram, substancialmente, da aquisição das outorgas de concessão, por meio do Leilão de Concessões não Prorrogadas realizado em 27.09.2017, de duas usinas hidrelétricas – Jaguara (424 MW) e Miranda (408 MW) - pelos preços de R$ 2.171 bilhões e R$ 1.360 bilhão, respectivamente. Os contratos de concessão serão de 30 anos, a partir do fim do período de operação assistida.

As projeções atualizadas referem-se principalmente:

 2017: à manutenção do parque gerador da Companhia, ao desenvolvimento da UTE

Pampa Sul, de projetos eólicos e fotovoltaicos e a aquisição de hidrelétricas no Leilão da CEMIG.

Investimentos realizados até o 3º trimestre de 2017:

Os investimentos totais da ENGIE Brasil Energia no período de nove meses de 2017 foram de R$ 1.487 milhões, dos quais (i) R$ 1.329 milhões foram aplicados na construção de novas usinas - dos quais: R$ 626 milhões foram destinados à construção da UTE Pampa Sul, R$ 397 milhões direcionados ao Complexo Eólico Campo Largo, R$ 186 milhões à Central Fotovoltaica Assú, R$ 102 milhões ao Complexo Eólico Santa Mônica, R$ 12 milhões para a ENGIE Geração Solar Distribuída e R$ 6 milhões à Santo Agostinho; (ii) R$ 99 milhões foram destinados aos projetos de manutenção e revitalização do parque gerador; e (iii) R$ 59 milhões foram designados à modernização Salto Santiago.

Outras informações que a Companhia entenda relevantes

Auditoria e revisão dos valores correspondentes ao exercício anterior

As Informações Trimestrais – ITR mencionadas no primeiro parágrafo incluem informações financeiras individuais e consolidadas correspondentes ao resultado, ao resultado abrangente, às mutações do patrimônio líquido, aos fluxos de caixa e ao valor adicionado do trimestre findo em 30 de setembro de 2016, obtidas das Informações Trimestrais – ITR daquele trimestre comparativo, e ao balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016, obtidas das demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2016, apresentadas para fins de comparação. A revisão das Informações Trimestrais – ITR do trimestre findo em 30 de setembro de 2016 e os exames das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de dezembro de 2016 foram conduzidos sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatórios de revisão e de auditoria com datas de 27 de outubro de 2016 e 23 de fevereiro de 2017, respectivamente, sem ressalvas.

Revisamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (“DVA”), referentes ao período de nove meses findo em 30 de setembro de 2017, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais – ITR, e como informação suplementar pelas “International Financial Reporting Standards - IFRS”, que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações financeiras intermediárias tomadas em conjunto.

Demonstrações do valor adicionado

Joinville, 26 de outubro de 2017

Fernando de Souza Leite Contador

CRC nº 2 SP 011609/O-8 “F” SC DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes

Florianópolis - SC Introdução

Engie Brasil Energia S.A.

Outros assuntos

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores da

Revisamos as informações financeiras intermediárias, individuais e consolidadas, da Engie Brasil Energia S.A. (“Companhia”), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, contidas no Formulário de Informações Trimestrais – ITR referentes ao trimestre findo em 30 de setembro de 2017, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de setembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente para os períodos de três e nove meses findos naquela data e das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de nove meses findo naquela data, incluindo as notas explicativas.

Conclusão sobre as informações financeiras intermediárias individuais e consolidadas

Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as informações financeiras intermediárias individuais e consolidadas, incluídas nas informações trimestrais anteriormente referidas, não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 (R1) e a norma internacional IAS 34, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR, e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela CVM.

Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 – Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 – “Review of Interim Financial

Information Performed by the Independent Auditor of the Entity”, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis, e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.

A Administração da Companhia é responsável pela elaboração dessas informações financeiras intermediárias individuais e

consolidadas de acordo com o pronunciamento técnico CPC 21 (R1) - Demonstração Intermediária e com a norma internacional IAS 34 – “Interim Financial Reporting”, emitida pelo “International Accounting Standards Board - IASB”, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações financeiras

intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão

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