porem certu que
essns
irregularidadesdcsapparcccm
quando se dirige umailicrapeutica apropriada
a> affeegnes gnstrohepatkas
Kunivi pu I iiionn i* pro]»
rimn
» dcacabamos de
rifcm
s.
lo us mais simples,
jjerturbagoes
de motilidadcdo
ccntrovezes
a perttirbag^es dc sensibbo tralamento c hem Se
^ rundru
cYita
.
Os fades quen
’cllcs, tudo
sc reduza
circulatorio alliadas
algiunaslidadc
que cedem eomplctamcntoquando
dirigido*
*
Forem as pcrturbagucs
enrdiacas
podemso
manifestar de modoacccntuado
ecollocar
omedico
novel, n.
lo prevenidod
esta circumstancin
, cm surios embaragos;
comcflfeito , que
sefigure diante
dcum doente que se entrega
a exforgos inau-dilos
para
fn/.
er chcgar o ar nos pulmoes,contraltindo
museulos iuspiradores
,agarrando sc ,
com os bragoaelevados ,
aum
niovelvistnho , dc
mgdo a pcrniittir maioramplitude nos mo
ii J it
nos
ns
I
r vim
*
r
><*
vimentos
inspirator
!os, quo
tnmaas
pnsigucsns
matscxqnisiias
, j;iincliuando - sc
para diuntr, j;iahra
<;andnsens
jodlios com as mitos on mcsmoapoiando se
sobreos eotnvello
.sc
os jocthos quetem
aface
vultuosa, colorida cmvcrmclho viohineo
, o nnriz e asrenin do corpof quo pedc ar, que omle scute
urna extremidadcs
maisfrias
epic odiz que softbea, quo leva a rmlo
no
poscoijo•
ensaefio de estrangulamento e que exclama a catla mimtlo epicvac
mqrrer,que
sc nos figure ttulo isto emars urna
dor intensn ntraz do sterno, assimcomo nn
regiao dopescogo
e anIonian
du face interna do bra
^
n esquerdoarrancando
grilos e queixasc, que sc
ealcule
sclia on
nao razftn cm cxccssopara
la/er coinquo
uin medico inexperience liqtie serianicntc enilKiratxuln e jnI -gaudo quo sc trata t e urna les&o cardinalnmilo adiautuda
acornpanhada tie uni tcrrivel accessn dr angor pectoris
* da
nocessidadc
Ulo imperiosa duaeccleragiin tins movimenlos ropi esta
neces
*alguma
o resultado tin Kntrctanto, coisa noLavcl,
ar que nan se acalma com a
ratorins os quaes podem ehegnv ate dll
por
miiuito ,sidadc
de ar quo faz com que « « ductileMipponhn
que cousaimpede
a entrada tin-
unos
pulmncs,
nao tda
deliciencia de ar noapparelho pulmonar neitlmma
diiTiculdrule como n deiunnstra n, es11 penctra sem auscultara*i fazemlo nos ver que n murmmio vesiculai sc acini abs< dutamente claro e
normal nos
dois pulnines.K
‘nao
porqiie oar
nao se introduza tinssangue
min clmga mats an cuntncto do arsegurar
o mecanismo regular da hemutose Nan cpiratorias
quo
reside « >ohstaculo
poretuintra
- pulmonar .
que
dizHaric
, n doente suffuca, pulnines, mas poyque
ono
alveolo
,para
ns-nas vias
res
-no svstemnm
cireulntnrin
que e exactu t que a dyspepsia vai p* liter* ft
as respiiagne> retardam -se e regularisam se, a tie tndu oumnis outlcixamcDOSltm longoimico lie nnlieln
^
to queScja
coum
for pouco dimimiindo.borrascA acalma sc
pode durar
mu
tempoA quantidade de ar que penctra im
- pulnwes
Ini mcdhluw
Harie
que
veriliemi haver urna difier* m;a muil• insiguiticante da quo ormalmonte sc introd112 nas vias aerca % n qtu aiiitlavcm
de*i it esle caso a consoquencia de tie mas
mesmo
quemis poderi
.
imos clicgnr a app irelh pulmoiiar c cardiacu no porqur cni.'t-
i Vi riliearianv•
> tpic tiao Im ti csconsidered os como
ngentesNn
> dizemos no intervallo das crises de haver cngatinpossivel
; osFactos
devem ser e nao alterados cotno no 4
monstrar
que
a dys|uiea niloJiciencia aerea no icin du ap]>:trellw pulmoiiar
:
estu mensuragiln mio livesse sidu fciia
.
esia conrlusfio cxamimind' » i i
intervallo
das crises ;ses
orguos
nadn qne n"> u i c i n r i s e a tie tm * granties dcSnrdeiis.
porque
n'essii occasiao nan | ye nus apresentam Ues ieII P
60
momenta doa
accesaos ; com efteito o exame
do coragiio n'csta occasiito pode uoslevar ao
espirito a canvicgiio de qucse
tr.
itarealmonte
dt unu
lesfiocardiac a caracterieada
por dikitagao doventricnlo
direitocom itisuffieioucia
tricuqiidiana,
quiindo na reali*dade esta insufficicwia ,
tilopassngdra como
apropria
crise dys* pnoica nXo CXISI.LVEcerta quc
airmutTicioncia
tricuspide veinatinal ser
aconsequencm
d‘esses accessos
repotido.^
sen
£o soafasta
cm
tempo a suacausa
productara repreaentada pda moles-tia hepatica r mas tnmbem c
preciso
ter se bomcm vista quo
no momenta da crise phcuomeuos ticsse nos
apreientem que mis sejamoslevwlos
acoriduir
pcia existencm de urn facto inexactoquc
quando muito poderi ser um;t dilntagfio permanente, porem remediavel
do corag.tadireito
, como asobservances
clinicas tail*Las
vc
7.es
tem demonstrado.
Estes
phenomenosque
se nos moslram revdando uma lesfio profunda do orguocentral
da circulagfiosao
tic ta! nmdo impor-tantes quc
mcrccem
um estudo minucioso c particular ; tanto maisquanto
olios sao muitasvexes
a rxprosutda
realidade, istoa tradurm exacta do
uma
diiatacuo tin coragiio direito acorn-panliada do
uma insufficicncia
tricuspide irremediavd n irrepnra-vel ; apenns cmn esta differonga quo n oste ultima caso dies sc nos
apros
.ntirfio tanlopor
occasifto du-t acci:^n^ como nointer tervallo
d o-lc um pouoomais
cxagcraclns n aqudles monicn*tos do
quc n
’estes, oquc demunstra medico
cm am bosos casos .
Antes do entrur
na
analysedestes
symol imus mis precisainos dedarar que, muitas vests verifier!so
a oxi ^toncin da dilatagfio docorag'm direito sent quo os phenomena
-
pnlnioinres rpie acimamcna
tnam^s sc in.uiife-
L. m : ista constitue umn circumnatsincia altamentc import .into, porqticqu
nulo sc tr 11 i ilv mterpretur opnpd p a t h m i o i > i. idu, dlt il< ji i h i lima lacuna nu
theo
-riu nervosa \ h.ijo tin aeceita j
quc
’ isiI
era desmdens cardiacas como a t' --
nitante necc-
s.irialas
p. hrbagues pulmonares.Tam
bem loi attenilonjclo a grandeitUpurtoncm
d'esta auscnciadyspucica
nadiluLkio
dovcnirictl
>direito .
quc mis muito pro*positnlmente
a
paramos cm-
lilenci* • ib; agora ereservamos -
llieeste lugur Cltl SCpWfldo
: porquo
qunndoso
acompanha uflfl rioeo*tc de molcstia
hepatica
ou quando sc I ; as ribservagu*es dos auc^ tores, VC-SP que, na grande rnaioria < los casos, as dilatugdescardiacas
dircitas
n;lo sc mostram senfio tlcjiois qucpulmonar entrou
succcdc, nadu
ha
quocliamc
ittengao para ^ appardlio cardio-
pul-monarcse
o :ucdie » nn ipr
*ictira indagar do quc vaiparao
corag.
to;i dilatagXo cardiaca piusara
compIcUtmenU - despcrccbida .
A
iicocsiudadc do
exame
4
o appardlio
cm nceu>, pnrom cm casos mais raroa assim nao
m m
61
O facto dominantc, pois
nos accessor
i ardio pulimmaii drOrigem hepatiea
c a dilaUgaodas cavktudcs dlrcifos do
coraglto*dilutagao
que
podeser
ucompanhada de insufftcicncia tricuspid*'passageira ou permanente ; assim
cumo
diminuigao nocalibre
doscapillares
intra pulmonarchque
impede o inccaiiisnm i • ul.
ir da hematose* K6svamos
vC*r quaes os meios do rcconhcccr tudo L-
I >*n>
Apalpagiio . No
cstado normal, a ponta docoragao
b it- n..
,|/«ou j
- ° espago
intercostal esquertlo a 4 ou 5 ccntimetros do bordnesquerdo do sterno no
trnjccto da vertical mamd n;u no 1 m tanto quando se ( xaniina o coragiio de um imlividno cm qiua dilatagilo do
coragao dircito
tern lugar, a apalagan n iu>-tra
que a ponta do coragao pude achar .se ligcinmienlo abuixu la e fora do ].
« espago intercostal ; este facto c muito nto ; *• q uy
muito
couimuin c o desvio da ponta do conig.
jn para o Indo da paradeaxillar
csqucfda, into r,que
a impulAio ciudim.
i cmvoz de se fa/.
er
atiitir na vertical do mamelao, c pen d>ida na axilla, disbuite d ivquelL um* dnis ate ciucu <m -vAs.
tUnutros
. Este signal
quenos
quando die c bem manifesto ; porque nos mentc afYirmnr
que
se train tie um;ireitus do
coragao
; dirdias u 11.
I0 dilatagfio se assestasob
re u coragao<1
ponta
GC aeha muito abaixadada
vertical quepassa
peloinauielfto .
Kois bem este signal, que c tJo importantc
que
11nsleva
adiagnosticsr uma lesilo organica do coragao dircito, se exami11.ti
-mes o doeute no momento dos
accesses
desapparcce
completeniente
sem
deixar o minium vestitjo de sua existence’ in> tet 1vallo dos
accesses
; tanto que m a r e a n d o s e c m 11mgraphico o lugar onde
bate
a ponlaquaml
lUoso, new poilercmos dcpoU assisttr a -am 1 viva ; 10 aecidentcs gastrohepnliza a rrisc
.
tiros dcsapparri cm, 1 l«-
* IL
A
litriiece
u upalpagftu t de alto v;iI•-rpermitte
inmirdiata
dilutagao tins cavidadr.s di esqUerdis, porque quando a
I’SquL
-
rdo, a icgr.i e qu<uao He alastando seusiv* ltiie.nl^
l a p i s
demur
o o r*|» M f a< * i st 1 tl l1 m i)
l*I.
-
Ii q u e •h ii j u e s e U n a
1 *"•1
O
MaS 11mtimitmu s A anals >e do> >vmploma
4 Km gcral r» rlioque da pontit » fr
.
i^o. at ^
muas v-
cutKtanto die levatua a parede tlmrnxim com [ auto vi r ounn
casoa de liyperlropbia. A m .nsuragV^ prnntLti l im'o m delenm
de dilataeao das
envidades
dircjiasi i*
nar o
grao
Alem destes signacs revdados pda
apnlpaglo
eobser vamose
transitorios assestando
-
<e ao me^moryttimo
doa
ruidos oil sobreum
que vem continual a existeucut da dilatagao do
percurs
^
aouind
.
tpbenomenos
stbetosropiiotempo
sob^ rep-
mnnenteso timl ou>rc e « »
d este elementos ; M ;rules
Coragao
direito .
S'*
\
/ / * / ? 5 V
62
com
onsem insuffidcncia tricuspid
?*Esles phettomcnoa
sthelos-copicos podom scr constantcft oU n30
,
isto c,quc algurts
d'clles
sc
manifest am aempre que
a4ptrturba
^
dcscardiaeaa
ternhigar
>mesmo
depoisdo
atta ptcdysptieico ; ao
passo que uaoutros nfiosc
mostram
sempre. Tambemestcaultimoa
sfto de umagravid ade multo
itinis consideravd c nos obrigam aestabeUxer
unipro
-gnostico muito scrio
quando dies
so nos revdamnos intervailoS tins
crises.
< i
signal constants
epica
cscutanos manifests
eo exagero
do segundo
ruido no fdco
da afteriapultnonar
,Applie
&tido -
se <>ouvido
na
regiaosupra ruautdonar
mi partea
uiaisinterna dose
-gundo
capago intercostal esquerdo
onve se u segundoruido rmiito senaivet ,
j»orvo ^
dc urntimbre
mctaHico ;depois ,
amet!
Ida
que seafasta
d'uste foco eque
sc vne pario
Indu di-rcito
a intensidflde
diminuepouco a
pouco e oruido pettie
sttic tudo
qmuulu
scchega
aofdco aortjcoH0 professor
Fabre ( dcMarselba
)ligava
um alto interesse n e&tesymptoma porquepara
elle o caractcr
vibr
^
ntc dc aegundoruido
a esquerda do sieruoera
signalmanifesto
dc dilatagiio docorac
&o
direito.
Qual sera
a razHo doexage
rona resonanda do seguado ruido
no foco da arlcriapulmonar V
Scrd
porque a
paredocardiaca ,
adsign
gada ao mesmo tempo quo
dilateda
c approximadada
pared?thoraxica o
reporcutecom
mais
qnergiu
cforga
,J On sera pnrque asvalvules pulmonares
ten do
dcIn tar
contrauma
tcusAoconstdoravcl
do sanguono
systerna
da
artcriapulmouar
,levant
am^se com mais forga?
Esta iuterpretagao ultima
c ncecitapor
FrongoisFranck
cpor quasi
todos os cliiticna ,
nSO soporque
existein cxpericnciaspliystolo
^ cas
quedcpOem cabalmcntc cm favor
do augmentodc
tensno euriguinea nu
arteriapulmonar
;como
tambetnporque
aanalogic dinica
nos
forga aaccdtar
csta frUcrprctagSo \com
cFfciUjt ft difatagSO eardiaca
com
exagero dc resonaticia dosegundo ruido a
esquerda do steruo, encontf&~se cmduns
ordciis tic af-tecgCes
abdominaes
de um lado, atfeegfles gnstricas cm particular ; dr outroladof ccrtas Lhoraxicas , cases dc
pneumo]>by-mia aguda
, dc
asthma, dcin
.surliciencia
mitralque to
dasproduce
mmu exccssi> dc tcnsAo
no
cystoma daarterta pulmonar ; tem -
sc,pois
odireito
dcsupper
qvtc nas AflTecg5e=
rhepntica ^
o meca-uismo
da mndilicagSona sonortdndc do
scgtmdoruido
daaitcria pnlmonar seeftectue
por ummoflo
analjroICsta interpretaguo
que parccc
t*lora
/oavel
, tao dcacedrdo
com os 1'acto-
.
mio ti completatncnte aeccitapolo
professorKubre quo
di^ refer indole a
cla
; * Sc se ausculu o coragAo depoiaA
Jl / ir .
.j63
ilc ter
mamlado
oitidmduo faster
um mnvimentn forgado de ins-pirag;Tn
,
cvidciitcnunitc,
entfio a tensilo tern dt mi nunIn
nn-
y-,tema tie arteria
pulmonar
, e a reaounneia do segimdortvido
, se ella e.
Icvilla a umexcesso
de pressfio sobre asvalvular
, deveradiminnir
. Kn
ti?. esta experiencia,
repetiui cm nosso ducntt\ ellatleiHiie rezultudoa
negativos e e oque
meleva
a crer que a re sonaucia do segundo ruidne
devida a propria dilatagilo e nfto atensiio exagerada que c d
ella
acausa
.Ha
* pois,
csta npinifm ilivergente eopmifto
miiito valiosa que lunganauma
grande conlus
^
lnna resol
ugao doproblema ,
soaos
factos clinieos* lulu w<-viessem unir cxpcricueias physiolngicas iiiconU&taveis c Icitns r< >m grande ciitdado
por
Arlninge- Mord no
lubornlnrin dephysinlogin ile l hnuveau
.
1Vestas
experiencing nos neiuipurcwos qnundo iratirmos da palhngenia das molestiiis licpatiras M>hn o nr; mcentral
da circulagito* Ruido de jj^
ilope.
lv*ta modifiengiin particular dory
thmo eperceptive
! a apalpagno c a c.scuta* A man npplicadnsobre
a regiaopreeordial
experirnenta a aensngfio deuma
midulagao ligciru c
mesmo
porve
/es
de um ligeiro choque proce -dendo oIcvantamento
do espugo intercostal durante a systolevcnticular .
A escutaouvese
tresruidos
:os
Join ruidosnur
-maes
e um outroadiccionado
a cstes, porem fracu, surdo,
malprommeiado c precedendo o primeiro ruido normal
. Kesulta
dissoum
rythmoespecial composto
dc dois ruidos curtose
de um ruido longo, rythmo analog)ao
anapeste dos antigns (duns brevese
unia longa) c que eeonhecido
peloname
deruido
de galope—
(Baric A perccpgao . )
deum
ruido de galope ua regiao prerordialpnilc
nos tracer a ideia ou deum
desdohranicnlo do.s ruidosnoruiaes, ou de um desdobrameuto
patliulogico
d esses mfsmn.sruidos*