nos últimos anos, tem sido instrumento de ampliação e democratização do ensino superior, porque possibilitou o aumento na oferta de vagas. A democratização também ocorreu porque permitiu que pessoas moradoras de regiões remotas e com escassez de meios de transportes rápidos e seguros que permitissem a locomoção até as instituições que ofertavam cursos presenciais tivessem acesso a educação pela modalidade a distância. Embora a educação a distância tenha dado sua relevante contribuição para o ensino superior ainda hoje ela luta para conquistar credibilidade social e se desfazer de preconceitos e críticas infundadas.
Almeida (2013) avalia que os questionamentos atuais muito se deve ao passado, especialmente com relação a falta de regulamentação e também algumas experiências que marcaram o início da modalidade no Brasil. Atualmente, as incertezas e críticas estão mais relacionadas ao preconceito e a falta de informações necessárias para uma avaliação ponderada e sensata. Em sua pesquisa, a autora constata que mesmo entre os atores inseridos diretamente no processo, a exemplo
de estudantes e docentes, há questionamentos sobre a qualidade de ensino ofertado na modalidade EAD. Interroga-se desde a dificuldade ou ausência de interação entre os sujeitos até o excesso de liberdade e flexibilidade concedida ao estudante para organizar seu plano de estudo e o desenvolvimento do curso.
Contudo, ressalta que o obstáculo da falta de regulamentação está sendo superado por meio de legislação pertinente especialmente pela elaboração dos Referenciais de Qualidade (2007). Se as instituições de ensino que ofertam cursos na modalidade a distância atenderem aos critérios indicativos de qualidade mencionados no documento o número de experiências mal sucedidas será cada vez menor.
A EAD enfrenta vários desafios, ponderando-se as especificidades da docência, do ser docente bacharel e da docência na modalidade a distância, a formação de educadores desta área passa a ser um dos principais desafios da modalidade. Tendo em vista um processo de ensino e aprendizagem que se efetiva por meio das novas tecnologias, faz-se necessário que as abordagens e metodologias típicas do modelo de ensino presencial compartilhem e deêm lugar para estratégias mais inovadoras. As inovações necessárias para a docência em EAD exigem um novo perfil profissional do docente. Sendo assim, a formação docente também é um desafio para a educação a distância.
Como um dos enfoques da pesquisa são os docentes bacharéis que não possuem formação pedagógica, sabe-se que este docente tem o conhecimento específico de sua área de conhecimento, este docente sabe o que ensinar, mas será que ele sabe como o fazer?
Apesar de bastante difundida a crença de que o domínio dos conhecimentos específicos do campo científico ou profissional assegura a transposição para uma efetiva aprendizagem do estudante, a ausência de saberes pedagógicos limita a ação do docente e causa transtornos de naturezas variadas ao processo de ensinar e aprender. (SOARES; CUNHA, 2010, p. 2).
A reflexão que Soares e Cunha (2010), Pimenta; Anastasiou (2008) entre outros estudiosos da área, demonstra que as questões pedagógicas são inerentes à profissão docente. No caso do docente não licenciado, a sua formação inicial não contempla a formação pedagógica, a orientação é que a formação para a docência no ensino superior se dê em cursos de pós-graduação stricto sensu, no entanto, por não ser uma exigência legal, nem sempre o docente se inclina a esta formação.
Observa-se assim, que o profissional bacharel que opta pela docência carece de formação pedagógica, de formação permanente que lhe auxilie no exercício da profissão docente.
Os autores Bosco; Santos; Torisu (2018) em artigo recentemente publicado apresentam alguns desafios do docente da EAD que se intensificam ao docente bacharel pelas características de sua formação inicial. Apoiar-se em experiências anteriores quando estas são apenas do ensino presencial pode ser um problema, um obstáculo a ser superado. Pode ainda constituir uma prática comum especialmente aos docentes que não possuem formação pedagógica, para os quais suas principais fontes de saberes da docência são as experiências anteriores.
Outros desafios comuns são a preparação do curso, a desmistificação da separação entre docente e aluno, a necessidade do trabalho em equipe, a quantidade de alunos e o uso das novas tecnologias.
Começando pela preparação dos cursos ofertados em EAD o desafio é que os projetos pedagógicos dos cursos contemplem abordagens e materiais que possibilitem ao educando desenvolver habilidades e competências específicas, por meio de mídias compatíveis com o contexto socioeconômico do público-alvo do curso. O Referenciais de Qualidade (2007) recomenda que as instituições elaborem seus materiais que compõem os cursos em EAD buscando integrar as diferentes mídias, explorando a convergência e integração entre materiais impressos, radiofônicos, televisivos, de informática, de videoconferência e teleconferências, e outros. Sendo sempre na perspectiva da construção do conhecimento e favorecendo a interação entre os atores do processo. O curso que será ofertado na modalidade a distância não deve ser apenas uma transposição de um curso presencial. É necessário que seus idealizadores e gestores contemplem suas especificidades desde o início. Que ele seja pensado e sua execução delineada a partir de elementos básicos que de acordo com o Referenciais de Qualidade (2007) são garantia mínima de qualidade para o curso.
Ainda no momento da preparação do curso EAD, o desafio é implementá-lo pautado em uma concepção de educação e currículo coerentes. Ter em vista adequados sistemas de comunicação e pessoal apto a gerenciá-los. Material didático de qualidade, interativo, dinâmico, inovador, processos de avaliação que considerem os momentos síncronos e assíncronos dentro do curso. Dispor de todos os profissionais necessários para comporem um curso em EAD (docentes e
técnicos) e manter um bom entrosamento entre a equipe multidisciplinar. Oferecer infra-estrutura tanto de sede quanto de pólo de apoio de qualidade aos estudantes.
Garantir gestão acadêmico-administrativa democrática e consciente de seu papel social na educação e encontrar mecanismos que viabilizem o desenvolvimento do curso baseado em sustentabilidade financeira; todos os tópicos elencados são enfatizados no documento Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância (2007).
Lapa e Pretto (2010) afirmam que a EAD quebra antigas estruturas de tempo e espaço da docência. Contudo, essa quebra de barreiras traz outro desafio para a educação a distância, de superar o afastamento físico entre docente e aluno.
Professores e alunos estão acostumados à comunicação síncrona, oral e ainda contando com outros recursos, com o improviso, com a linguagem corporal, como o sorriso ou o “olho no olho”. Dar uma aula em um estúdio vazio, elaborar e apresentar uma dúvida em texto escrito, esperar o tempo do outro para a resposta e compreender as entrelinhas dos discursos são situações inéditas, que deslocam professores e alunos e os afastam. O que faz a comunicação não é o recurso tecnológico disponível, mas as pessoas que o utilizam como meio para a interação. (LAPA; PRETTO, 2010, p. 83).
Docentes e estudantes precisam saber usar as TIC, explorar suas potencialidades e este saber usar não diz respeito apenas aos aspectos técnicos do manuseio das novas tecnologias da informação e da comunicação, mas sim, do seu uso pedagógico. Além dos estudantes extraírem pedagógicamente as informações que transformarão em conhecimento das TIC. Lapa e Pretto (2010) destacam que é essencial que o docente aprenda a ser docente da EAD utilizando os meios tecnológicos com uma pedagogia diferente.
Concordam os autores que as tecnologias dão conta de “encurtar” as distâncias físicas. Porém, mas o afastamento temporal entre planejamento e execução do processo de ensino e de aprendizagem não deixa de ser um desafio para a prática docente em EAD. Neste planejamento na educação a distância está incluída como protagonista na produção de materiais didáticos. Os materiais didáticos precisam ser produzidos com antecedência e nem sempre os docentes que o produzem são os mesmos que ministraram a disciplina. Segundo Lapa; Pretto (2010) não se pode esquecer que o material didático na EAD assume papel mais importante do que as referências e os recursos de apoio do presencial, pois carrega em si grande parte da comunicação que é estabelecida entre docentes e estudantes e parte da própria estrutura do curso. Este desafio não acaba por aqui. É necessário
reconhecer os limites da produção dos materiais, em razão da busca incessante pela eficiência econômica do curso. Pois, pensar e refaze-lo a cada oferta é inviável.
Outro desafio atrelado aos rendimentos financeiros dos cursos em EAD são a falta de equipamentos, de infraestrutura, e, principalmente, de velocidade de conexão, que pode vir a inviabilizar a comunicação virtual. Estes desafios são mais perceptíveis especialmente quando se trata de populações em locais mais distantes do país.
A quantidade de estudantes cursando um mesmo curso, de uma mesma instituição em um mesmo período na modalidade de educação a distância é significativamente maior que o número de estudantes nestas mesmas condições na modalidade presencial. Enquanto que o presencial na maioria das vezes atende em média turmas de 30, 40 alunos, as turmas em EAD podem ter centenas ou milhares de alunos. Essa capacidade de atendimento, ao mesmo tempo em que é uma dádiva da EAD, veículo de democratização do ensino superior, também é um desafio para a docência em EAD a ser considerado. Considera-se que um dos grandes desafios, é que o docente encontre estratégias para tornar-se mais próximos de seus alunos.
Dentre as constatações da pesquisa dos autores Bosco; Santos; Torisu (2018) destaca-se a de que o docente que atua na educação a distância prepara sua aula em estúdio falando, literalmente, “para as paredes”. Esta situação, ajuda a compreender o desafio em relação ao alto número de estudantes e a necessidade de aproximação. É comum que os professores nunca veja seus alunos. Porém, para a docência em EAD é necessário que por meio de sua fala, vocábulos, entonação, estratégias e abordagens, o docente consiga alcançar alunos de norte a sul do país.
Práticas inovadoras no ambiente virtual de aprendizagem são importantes ferramentas para a construção do conhecimento em EAD. Elaborar e desenvolver tais práticas exige diferentes saberes docentes, como domínio de recursos tecnológicos, conhecimento do contexto educativo a distância, dentre outros.
O caminho em busca da superação deste desafio de atender aos estudantes de diferentes regiões do país passa pelo trabalho em equipe, na preparação do curso e das aulas em trabalho colaborativo, onde cada técnico tem uma função específica para que esse acesso seja possível. Embora, trabalhar em equipe não seja tão simples. A mesma estratégia para superação de um desafio, pode também se apresentar como mais um desafio da docência em EAD.
É relevante destacar a importância da superação do conflito entre professores e técnicos e a necessidade de buscar uma aproximação desses campos, garantindo a especificidade de cada um deles e não a substituição de um pelo outro ou a submissão de um ao outro, ou seja, não é o técnico que define o pedagógico nem é o docente que deve se transformar no técnico.
É fundamental o trabalho de aproximação entre as áreas de tal forma que, de um lado, o professor possa compreender o potencial dos aparatos tecnológicos para, em conjunto, definir os objetivos pedagógicos que devem orientá-lo e, de outro lado, que os técnicos, enquanto especialistas, com sua expertise específica, saiam do papel de prestadores de serviço ou de
“professores” (que sabem melhor do que o professor o que é bom), para se aproximarem da educação, isto é, para compreenderem as demandas específicas do material didático e, em parceria com o professor, pensarem a melhor utilização dos recursos tendo em vista atender aos objetivos educativos. (LAPA; PRETTO, 2010, p. 84).
Barros; Santos; Romero (2019) reforçam que o trabalho colaborativo e cooperativo na educação a distância não está focado em um único ator do processo, a colaboração deve vir de todos os envolvidos, o entrosamento da equipe multiprofissional e a contrapartida dos estudantes são fundamentais para a construção de conhecimento. As autoras exemplificam através de uma análise dos fóruns que são atividades assíncronas nas atividades em EAD, o potencial de pesquisa, de debate de trocas, este tipo de atividade permite inclusive que estudantes e docentes elaborem e reelaborem suas visões, para colaborarem com o debate numa perspectiva maior e autônoma.
Colaborar (de raiz latina co-labor) pressupõe trabalho coletivo e o compartilhamento de responsabilidades. A concepção que reside no ato de colaborar é maior, no entanto, do que simplesmente disponibilizar um pouco (ou partes) do conhecimento próprio para auxiliar o outro. Colaborar implica abrir-se ao outro. (BARROS; SANTOS; ROMERO, 2019, p. 27).
Segundo as autoras Barros; Santos; Romero (2019), apesar de semelhantes e de até mesmo consideradas por diversas vezes como sinônimos, as situações de cooperação e de colaboração na EAD, possuem uma característica importante que as diferenciam. Nas situações de colaboração na EAD todos os atores trabalham em conjunto rumo ao objetivo de construir conhecimento, sem definições hierárquicas.
Já nas situações de cooperação existe uma estrutura hierárquica clara, onde o grupo de gestores dos cursos, técnicos e docentes coordenam o grupo no alcance de seus objetivos.
Para os docentes bacharéis que atuam no ensino superior na educação a distância os desafios apresentados são os mesmos ou se intensificam.
Masetto (2001), baseando-se em pesquisa realizada no curso de bacharelado em engenharia, traz esta reflexão do desafio para o docente bacharel. De forma clara e objetiva, afirma que nos cursos de engenharia, existe pouca ou nenhuma preocupação com a formação pedagógica do professor. Osso leva o docente a repetir velhos modelos e ser transmissor de informações. Não prepara os alunos para pensarem por si próprios, enfrentar desafios ou resolver problemas com criticidade. Segundo o autor, fala-se muito de renovação pedagógica como uma necessidade crescente para se vencer os desafios da sociedade em que vivemos.
Essa discussão, normalmente, está desvinculada da questão sobre a formação dos formadores de engenheiros.
Conforme as reflexões de Mantovani e Canan (2015), em pesquisa realizada sobre políticas de formação pedagógico-didáticas para professores do ensino superior e qualidade do ensino, a superação dos desafios apresentados está ligada à:
Maiores investimentos financeiros e institucionais em infra-estrutura material e de pessoal;
Ações institucionais de coletividade no desenvolvimento do trabalho pedagógico;
Sensibilização dos docentes sobre a necessidade de além de considerarem seus domínios específicos, investirem na dimensão pedagógica da docência;
Ampliação das discussões sobre as políticas institucionais de valorização nas ações de ensino na graduação;
Auxílio permanente ao docente nas questões pedagógico-didáticas, levando os mesmos a perceberem que em interação com os seus alunos e com base nos conhecimentos já estabelecidos pelas diversas ciências, podem efetivamente produzir, criar e recriar conhecimentos próprios da atividade discente e docente.
Nesta subseção não se teve a pretensão de esgotar os desafios frente a docência no ensino superior na modalidade de educação a distância, mas sim de refletir sobre os mais evidentes na conjuntura atual. Observa-se que se identificados e aceitos os desafios eles geram mudanças nos atores do processo e essas mudanças tendem a possibilitar transformação em busca pela qualidade.
Todavia não é só de desafios que se vê e faz docência na EAD, são muitas as perspectivas para o ramo e para os profissionais que atuam. Trata-se de uma
nova expectativa profissional, de um novo campo de atuação docente em ampla ascensão. A perspectiva é de que o respeito e a valorização dos profissionais da EAD continue crescendo a medida em que as pessoas conhecem melhor a modalidade.
Ao escrever sobre cenários, dilemas e perspectivas da EAD, Mill (2016) propõe a seguinte reflexão: “Para onde vai a EAD brasileira?” Como estudioso da modalidade, o autor acredita em frutos positivos como produto da reconfiguração que vem ocorrendo no seio das instituições. A esperança é que a educação a distância continue evoluindo por meio de muitas discussões e estudos; que se fomentem propostas pedagógicas mais flexíveis, integradas e híbridas, que auxilie no processo de institucionalização das atividades da modalidade, que ajude na criação de cenários mais propícios ao atendimento das demandas sociais por educação superior, gratuita e de qualidade.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Durante a realização desta pesquisa assumimos o desafio de refletir sobre a docência do docente bacharel no ensino superior na modalidade a distância. A educação como um todo é cenário atraente ao pesquisador, e dentre tantas possibilidades de pesquisa optamos por afunilar a pesquisa em três aspectos, que são:
O docente bacharel;
A docência no ensino superior; e
A docência na modalidade a distância.
Estes três elementos traziam inquietações a mim, enquanto pesquisadora, por conta de minha atuação profissional.
A pesquisa se justificou pela crescente exponencial da modalidade de ensino EAD, e de acordo com os dados estatísticos demonstrados na pesquisa, altos também são os números dos cursos de bacharelado em EAD, o que consequentemente faz crescer o número de docentes bacharéis atuando na docência. Considerando o objetivo da pesquisa a estratégia metodológica escolhida foi de revisão bibliográfica de cunho qualitativo.
Na primeira seção verificou-se as principais características da docência no ensino superior e a formação dos docentes bacharéis que não possuem formação pedagógica, para discorrer sobre a docência vimos os principais elementos que a compõem, como a universidade está organizada e como esta organização didático administrativa pode vir a influenciar na atuação do docente, Constatou-se que a formação inicial do docente bacharel que opta pela docência traz lacunas que exigem desse profissional certa complementação para que possa exercer a docência com a qualidade esperada. No entanto, esta exigência não está prevista em lei, mas ela se evidência nos estudos teóricos de Battini (2011); (2014), Chauí (2001), Cunha (2004), Lopes (2009), Masetto (1994), Nóvoa (1992), Pimenta e Anastasiou (2008), Tardif (2014), Veiga (2012), dentre outros estudiosos da profissão docente, da docência no ensino superior, da universidade e da formação docente.
A educação a distância, seu histórico e regulamentação, a expansão do ensino superior e das tecnologias da informação e da comunicação como elementos que integram a docência foram assuntos tratados na segunda seção. Onde identificou-se a modalidade de educação a distância como grande colaboradora no
processo de expansão e democratização do ensino superior no Brasil. As ponderações sobre a educação a distância foram realizadas principalmente com base nos autores Mill (2012), (2016), Belloni (2002), Behar (2007) e Moran; Masetto;
Behrens (2000).
Por fim, a seção 3 tratou dos atores do processo de ensino e aprendizagem na educação a distância, defendemos que a polidocência é uma conceituação adequada para o trabalho colaborativo e cooperativo desenvolvido pelos docentes, técnicos e estudantes na educação a distância. Também foram identificados vários desafios que fazem frente ao docente bacharel no ensino superior.
Diante do exposto, a hipótese de pesquisa de que a ausência de formação pedagógica pode influenciar de maneira negativa na atuação do docente bacharel se confirmou, com base no indicativo dos autores de que para o exercício da docência não bastam apenas os conhecimentos específicos da área de conhecimento, mas sim, são necessários um conjunto de conhecimentos essenciais para docência que contemplam também conhecimentos de ordem pedagógica.
Finalmente verificou-se que muitos são os desafios da docência no ensino superior na modalidade a distância, todavia as perspectivas de avanço para esta modalidade são cada vez mais promissoras com a contribuição das novas tecnologias da informação e da comunicação.
2º REFERÊNCIAS
REFERÊNCIAS
ABED – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (Org).
Estatuto da Associação Brasileira de Educação a Distância. Revisão na
Assembléia Geral da ABED de setembro de 2010. Foz do Iguaçu, 2010. Disponível em: <http://www.abed.org.br/site/pt/institucional/docs_abed/estatuto/>. Acesso em:
março de 2018.
AGAPITO, Ana Paula Ferreira. Ensino Superior no Brasil: expansão e
mercantilização na contemporaneidade. Revista Temporalis, ano 16, n. 32, jul/dez.
Brasília: 2016. Disponível em:
<http://periodicos.ufes.br/temporalis/article/view/14064>. Acesso em: junho de 2019.
ALMEIDA, Maria Isabel de; PIMENTA, Selma Garrido. Pedagogia universitária – valorizando o ensino e a docência na universidade. Revista Portuguesa de
Educação, vol. 27, nº 2, 2014, pp. 7-31. Universidade do Minho – Braga, Portugal.
Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=37437158001>. Acesso em:
maio de 2018.
ALMEIDA, Maria Tereza Carvalho; BATISTA, Nildo Alves. Ser docente em métodos ativos de ensino-aprendizagem na formação do médico. Revista Brasileira de Educação Médica. 2011. pp. 468-476. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/rbem/v35n4/a05v35n4>. Acesso em: Dezembro de 2018.
ALMEIDA, Nádia Pereira da Silva. Preconceito X Crescimento da educação à distância no Brasil: uma discussão frente à realidade da UnB/UAB no curso de
ALMEIDA, Nádia Pereira da Silva. Preconceito X Crescimento da educação à distância no Brasil: uma discussão frente à realidade da UnB/UAB no curso de