Calculado o esforço resultante no poste, devido a tração dos condutores e
3 # 1/ 0 ( 1 /0 ) 10m 3 # 4 - 13,8kV 3 # 4 (4 ) 477daN 188daN 18 8daN R 2 = 3 40 daN R 1 188daN R 2 = 3 40 daN 289daN 3 # 1/0 (1/0) 3 # 4 - 13, 8kV 3 # 4 1/ 0 - 13, 8 k V 3 # 4 ( 4 ) 11m 3 # 4 (4) 3 # 4 - 13,8kV 429daN 38 6d aN R1 = 575 daN (4 )
estaiamento necessário e a resistência nominal do poste, procurando-se otimizar o custo do conjunto postes/estais.
Os casos de dimensionamento do poste, engastamento e estai estão exemplificadas no Apêndice A.
Outras observações devem ser feitas relacionadas com a escolha da resistência do poste, estaiamento e outros aspectos mecânicos:
Cuidados especiais devem ser observados com relação aos postes de concreto DT, devido a sua assimetria na distribuição de esforços. O lado de menor resistência suporta apenas 50% de sua carga nominal.
Para diversas situações de trabalho destes postes, a Tabela
35 define os valores das resistências a serem consideradas
num determinado ângulo.
Quando o Postes de concreto de seção duplo T for de resistência igual a 150 daN, o lado de menor resistência (parte cavada) deve estar obrigatoriamente voltado para o eixo da rede, conforme figura abaixo:
Disposição de Poste Seção Duplo T de 150 daN
Não é permitida a ancoragem de condutores da rede de distribuição, mesmo em condição de resultante igual a zero, em postes com resistência de 150 daN
Em postes de concreto duplo T, os transformadores devem ser instalados no lado de maior resistência do poste, observando-se também os padrões definidos nas normas de instalações básicas.
O poste duplo T deve ser instalado com o lado de maior resistência voltado para a direção da bissetriz do ângulo formado pelos condutores. No caso de haver também
derivação na estrutura de deflexão, o alinhamento do poste deve ser definido pelo melhor dimensionamento mecânico. Quando o valor da resultante no topo ultrapassar a 1.000
daN (utilizando o condutor 336,4 MCM ou 185mm²) e não for possível a transferência por estais, a tração deve ser adequadamente reduzida.
Para transições e fim de rede com condutor 170 mm² (336,4MCM) ou 185mm², aplicar tração reduzida (70%) na rede de distribuição.
Não se aplica tração reduzida em redes compactas e isoladas, inclusive de baixa tensão.
Para a estrutura de transição entre rede convencional e compacta, utilizar o critério previstos na norma NDU 004.1. As estruturas de encabeçamento tipo M3, B3 e BE3 devem
receber estai de cruzeta a poste. Neste caso, o estai deve ser instalado em oposição à fase central e de modo a absorver totalmente o esforço dos três condutores fase. Para as estruturas M4, B4 e BE4, projetar o estai somente se houver diferença de bitola.
Quando a diferença de tração na cruzeta for inferior a 75 daN, não é necessário o uso do estai cruzeta-poste.
Quando da utilização de estruturas do primário, em ângulo de 90°, ou que requeira dois níveis de cruzeta, o estaiamento deve ser feito de cruzeta a cruzeta, desde que a configuração do primário o permita.
Não é permitida a instalação de equipamentos (transformador, religador, seccionalizador, regulador, capacitor) em estruturas de ângulo ou em postes de esquinas. No caso de ângulo de deflexão menor ou igual a 30°, é permitido desde que seja realizada uma avaliação dos riscos de abalroamento.
Primeiro poste: instalação ao nível do primário; segundo poste: instalação a 100 mm acima do secundário;
Primeiro e segundo postes: instalação a 100 mm acima do secundário.
A tração aplicada no estai com condutor de aço de diâmetro 9,5 mm deve ser igual a 75 daN.
O vão regulador entre os trechos ancorados deverá ser calculado pela equação a seguir:
V V V V ⋯ V
V V V ⋯ V
Nas saídas de Subestações, a estrutura do primeiro poste na rede deve ser, obrigatoriamente, ancorada.
As estruturas de ancoragem de redes isoladas de média tensão devem ter resistências mínimas de 300 daN.
As condições técnicas que não permitem a instalação do transformador são: poste em mau estado de conservação, poste com capacidade de 150 daN e poste de comprimento igual a 10 m.
Em longos trechos de alinhamento de rede é recomendável intercalar estruturas de ancoragem a cada 500 m para rede compacta e 600 m para redes convencionais de MT aproximadamente, visando assegurar maior confiabilidade ao projeto mecânico, além de facilitar a construção e eventual troca de condutores.
Em estruturas de transição de rede convencional e para rede compacta em poste DT, o lado de maior resistência deve ficar voltado para a rua.
Em estruturas de transição de rede convencional e para rede compacta, usar o estai no lado da rede convencional, se for o caso. Caso o mensageiro trabalhe também como estai
(absorver parte dos esforços da rede convencional – Ex.: condutor coberto 185 mm² de um lado e condutores 170 mm² CA/CAA do outro), a estrutura anterior à transição deve ser com o condutor mensageiro ancorado com alças pré-formadas no poste.
As estruturas de transição não devem apresentar ângulos de deflexão horizontal e/ou vertical.
É obrigatório o uso de dinamômetro no lançamento de condutores.
Engastamento
11.1.6.
Adotar o tipo de engastamento conforme os critérios previstos nas normas NDU 004.1 e 004.3.
Estruturas
11.2.
A escolha das estruturas, incluindo respectivos índices, é definida de acordo com as normas de instalações básicas, levando-se em consideração os seguintes detalhes:
a) Tipo de Rede:
Rede Compacta Protegida de Média Tensão; Rede Isolada de Baixa Tensão.
b) Largura do passeio; c) Bitola do condutor;
d) Ângulo de deflexão horizontal e vertical da rede;
A definição da estrutura, no que concerne à bitola do condutor e ângulo do primário, deve ser feita conforme os critérios previstos na norma NDU 004.1.
A estrutura de rede em locais com problemas de afastamento de rede deve estar de acordo com as Tabelas 39A a 39C.