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Determinação dos Esforços de Cabos: 11.1.5.

Calculado o esforço resultante no poste, devido a tração dos condutores e

3 # 1/ 0 ( 1 /0 ) 10m 3 # 4 - 13,8kV 3 # 4 (4 ) 477daN 188daN 18 8daN R 2 = 3 40 daN R 1 188daN R 2 = 3 40 daN 289daN 3 # 1/0 (1/0) 3 # 4 - 13, 8kV 3 # 4 1/ 0 - 13, 8 k V 3 # 4 ( 4 ) 11m 3 # 4 (4) 3 # 4 - 13,8kV 429daN 38 6d aN R1 = 575 daN (4 )

estaiamento necessário e a resistência nominal do poste, procurando-se otimizar o custo do conjunto postes/estais.

Os casos de dimensionamento do poste, engastamento e estai estão exemplificadas no Apêndice A.

Outras observações devem ser feitas relacionadas com a escolha da resistência do poste, estaiamento e outros aspectos mecânicos:

 Cuidados especiais devem ser observados com relação aos postes de concreto DT, devido a sua assimetria na distribuição de esforços. O lado de menor resistência suporta apenas 50% de sua carga nominal.

 Para diversas situações de trabalho destes postes, a Tabela

35 define os valores das resistências a serem consideradas

num determinado ângulo.

 Quando o Postes de concreto de seção duplo T for de resistência igual a 150 daN, o lado de menor resistência (parte cavada) deve estar obrigatoriamente voltado para o eixo da rede, conforme figura abaixo:

Disposição de Poste Seção Duplo T de 150 daN

Não é permitida a ancoragem de condutores da rede de distribuição, mesmo em condição de resultante igual a zero, em postes com resistência de 150 daN

 Em postes de concreto duplo T, os transformadores devem ser instalados no lado de maior resistência do poste, observando-se também os padrões definidos nas normas de instalações básicas.

 O poste duplo T deve ser instalado com o lado de maior resistência voltado para a direção da bissetriz do ângulo formado pelos condutores. No caso de haver também

derivação na estrutura de deflexão, o alinhamento do poste deve ser definido pelo melhor dimensionamento mecânico.  Quando o valor da resultante no topo ultrapassar a 1.000

daN (utilizando o condutor 336,4 MCM ou 185mm²) e não for possível a transferência por estais, a tração deve ser adequadamente reduzida.

 Para transições e fim de rede com condutor 170 mm² (336,4MCM) ou 185mm², aplicar tração reduzida (70%) na rede de distribuição.

 Não se aplica tração reduzida em redes compactas e isoladas, inclusive de baixa tensão.

 Para a estrutura de transição entre rede convencional e compacta, utilizar o critério previstos na norma NDU 004.1.  As estruturas de encabeçamento tipo M3, B3 e BE3 devem

receber estai de cruzeta a poste. Neste caso, o estai deve ser instalado em oposição à fase central e de modo a absorver totalmente o esforço dos três condutores fase. Para as estruturas M4, B4 e BE4, projetar o estai somente se houver diferença de bitola.

 Quando a diferença de tração na cruzeta for inferior a 75 daN, não é necessário o uso do estai cruzeta-poste.

 Quando da utilização de estruturas do primário, em ângulo de 90°, ou que requeira dois níveis de cruzeta, o estaiamento deve ser feito de cruzeta a cruzeta, desde que a configuração do primário o permita.

 Não é permitida a instalação de equipamentos (transformador, religador, seccionalizador, regulador, capacitor) em estruturas de ângulo ou em postes de esquinas. No caso de ângulo de deflexão menor ou igual a 30°, é permitido desde que seja realizada uma avaliação dos riscos de abalroamento.

 Primeiro poste: instalação ao nível do primário; segundo poste: instalação a 100 mm acima do secundário;

 Primeiro e segundo postes: instalação a 100 mm acima do secundário.

 A tração aplicada no estai com condutor de aço de diâmetro 9,5 mm deve ser igual a 75 daN.

 O vão regulador entre os trechos ancorados deverá ser calculado pela equação a seguir:

V V V V ⋯ V

V V V ⋯ V

 Nas saídas de Subestações, a estrutura do primeiro poste na rede deve ser, obrigatoriamente, ancorada.

 As estruturas de ancoragem de redes isoladas de média tensão devem ter resistências mínimas de 300 daN.

As condições técnicas que não permitem a instalação do transformador são: poste em mau estado de conservação, poste com capacidade de 150 daN e poste de comprimento igual a 10 m.

 Em longos trechos de alinhamento de rede é recomendável intercalar estruturas de ancoragem a cada 500 m para rede compacta e 600 m para redes convencionais de MT aproximadamente, visando assegurar maior confiabilidade ao projeto mecânico, além de facilitar a construção e eventual troca de condutores.

 Em estruturas de transição de rede convencional e para rede compacta em poste DT, o lado de maior resistência deve ficar voltado para a rua.

 Em estruturas de transição de rede convencional e para rede compacta, usar o estai no lado da rede convencional, se for o caso. Caso o mensageiro trabalhe também como estai

(absorver parte dos esforços da rede convencional – Ex.: condutor coberto 185 mm² de um lado e condutores 170 mm² CA/CAA do outro), a estrutura anterior à transição deve ser com o condutor mensageiro ancorado com alças pré-formadas no poste.

 As estruturas de transição não devem apresentar ângulos de deflexão horizontal e/ou vertical.

 É obrigatório o uso de dinamômetro no lançamento de condutores.

Engastamento

11.1.6.

Adotar o tipo de engastamento conforme os critérios previstos nas normas NDU 004.1 e 004.3.

Estruturas

11.2.

A escolha das estruturas, incluindo respectivos índices, é definida de acordo com as normas de instalações básicas, levando-se em consideração os seguintes detalhes:

a) Tipo de Rede:

 Rede Compacta Protegida de Média Tensão;  Rede Isolada de Baixa Tensão.

b) Largura do passeio; c) Bitola do condutor;

d) Ângulo de deflexão horizontal e vertical da rede;

A definição da estrutura, no que concerne à bitola do condutor e ângulo do primário, deve ser feita conforme os critérios previstos na norma NDU 004.1.

A estrutura de rede em locais com problemas de afastamento de rede deve estar de acordo com as Tabelas 39A a 39C.

RELAÇÃO DE MATERIAL E ORÇAMENTO

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