No estiido das fracturas do collo do femur e
sera
dtivida algunia 0diagnnslico
a parlo mais deticada e uiais diilicil ; ponpicnao Iras
la a disliucgao do oulras lesoescomas
quaespossam
se confimdir esLas frae-luras,
pore
111 e neeessario mais, delerminarsua Slide ,
saber sisao
intra011 exlra
-
capsnlares e (liialmente si 0 grande trochanter faz parte dose
-gmento superior
.
I la alguns
armos
aesta
parte, depois das pesquizas de Bonnete
desua
escola, grains a imporlancia que Alph. iJucrin
dcu ao augmenlo devolume
do grande trochantere lambcm
aosprocessus
exactus demensu
-racao
, pdide- se com
mais exaclidao delerminar a sedo das fracturas do collo do femur.
Coinegaremos cslabclecendu 0 diagnnslico
entre
as fracturas docollo
femoral,a
conlusSo da regiao glulea, a luxagao, a coxalgia, a dupla fraclura vertical da bacia, a fraclura dacavidade
coliloidee uma
alTecgSo muilo lara designada
por
Malgaignecom
0nome
de atnidleci-mculo rachitic0
do collo
0 da cahega do femur, e quo lleunaquin julgaser uma
das formas da coxalgta de marclia leula e succedendo aum
Iraumalismo
.
\
\
o i i ! Nl%
k
A fractnra do collo do femur|<6«]
c ser
confumlidacom
lima simplescon
tilsari ilos pinions acnmpatihada de cchymusaon nan
, ile perdanu nao
ilas fumroes domembra .
0erro
u mnito possivel, si depots donma
qiirda snlirea
regian irocliantcriana observar- se
um auginimlo dovolume da raiz do mcmltro
e sobreludo da
repiaoexterna
; Uflr muiioviva
para
paralysar lodes os movimrnlos, si apressan na
repifio tro-clianli
-
riana aliinpida polo tramnalismo arraiicar pritos de dor an feridn.
Ainda i|tm fa
Item
lodosos
symplomas imporiautes da fractnra, nfiosc
p6
deiifTirmar
ijue i lia nan sc den,Rm um
individno idoso, sin
cheque|i tn’ e diripido snlire
a
faceexterna
da raizdo
membra, n docu-Eiilo
dorsal
unipouco
laleralizado faz repwisaro pi1 judosen
hordo cx-tcruo sol
no o
piano do leito
; aporna cm
lipeira Qexiio snbre a rftxa ;n tcriilo
|aidc ainda ser allaeudo de arthrilesccca .
de sorle quo os movi-mcnlos impressos
aos
mendiros faiao nuvircslalidos que
poderSoser
tornados pula nepilaran
ossea
; eabsolutamcnte
impossive!um
tars roti-db
;
0es
esla!idcccr- se
inn diagnostic!) rigoroso; poisquenos
ibv.
primeiresdias < jut;
a
conlusau simples ca
fractnra dofolio
com
inlcpj idaili1 do periosteo, dao logar cxaclamenleaos
niesmossym
-ptomas
.
Mas
,
lcndo- sc
ocuidadn
dcesperar
alpuns dias.
durante nsquaes
aprons
se immohilisarao
membra, entaoos
symplomas sepnirfm nma marclia inversa
, conformese
Iralartle nma fractnra on dc nma nwlnsnn.
Na fractnra augnienlaruo e sc ai cttzarao mnis, e tnesmo oiilros svtnplo
-mas
apparererao: lacs comn o I'licurlann'rito, o augnii’iilo de volume dotmchanlcr
ilejiuis do desappurecimcnlo dalumefarcao
, oafaslarncnlodos'ta cmincncia do cixo do corpo
.
0membra conscrvara
a nu sma impo-tencia,
a
rotaeaosera
mais clarac passaran
liniilc normal.
Na coiilusat).
ao conlravin, a Inmefacrao diminnira dc dia
para
ilia ;o mem
Urn menus iuerte reassuinira suas funejoes, o doente poderu fazcr-
llie execular al-puns movimeiilos inuiLo liniHadus
que
aupmenlarao pragressivamenlc.
As Invardcs do femiirpoilem
-
scconfundircom tuna fractnra do collo;inns nan < dilficil eslabelecrr
-
se o diagnostic*
i differencial eiilre cslas duns lesoos.
A altitude do nicmhro e tan< 1
ilTcruntc cm stia lolalidadc c solire luiio na parte superior quo mu breve exame bastard para lirar lodas as\
)10
duvidas
.
Primciro'
jnc luJo, Lodas asluxates
do femur nao darito logata enganos; nao Ua senan dnas quo
,
cm rigor, pmlorSn nos Invar a Lslo : s3o asluxates
para rima « para fora uu ilio-
ischialicas e as para rima cpara denim mi ilio
-
pubianas.
Nvslas iluas varmdadoso membro b ^nrolliido
.
porde suasfnnefues
;o trochanter c nppioximadn da crista iliaca; ua primnira,sua fact* ex
-terna ollia para adeante : na sujimi l a
.
m a i s |»rrh> do mo do eorpn colha para fora
.
Mas n signal mats evidrnlo i? mais facil tin so verificar e quo dispense pmrurarmums
, v a prestmra na regiao indinada da cabecafemoral, faril de so raauuhi;ccr [tola sua forma ancdnndada c pela des*
lorncSn
quo snlFre quamloiinpriiiiem-s< m< timcrilos an momtiro, scMile-.seonlao atravez das leridos molles rolar solm? os dodos
.
Naluxafao
ilio-is
-
cliiatica, n membro fica omaildncffut
e nao pode M.T recnnduzido aabducfiiu
quc o a posi£fm habitual na> fraclnras docollo.
Na luxara t ilimpubiatia, a uadega c achntada, a raliogado femur e
scnlida na vmllm
.
signal caraclerislico.
As luxurm s ischialiras o Isrliio mibianns nao pnderfm $e confundir
com as fraclnras: porque as prill eiras sm ncnmpuulin>I;t> <le nut alonga
-menlo nmito peqtumo ; podendu allingir it mitiimdnis uas segundas
.
Nas fracturns tunica n memhio c alnnpadn e d’alii a imporUtida desio signal para bnscar o dingnoslico
.
Si o possivd nonfimdir
-
Ko uina coxalgin com mna fractalra ilocollodo femur,
•
» ern* deve sor muiln ran«. *
mnrcunuims mdando quo a cn-xalgia e lima molo»lia da infant ia o da aibilotcencia e t|iie a fraclura do cullo observa
-
se nos veilios.
A coxalgia c Lima mtdestia frequcnlemenle rspnnUima, acompatiha
-da de phcuomewis iuflamm dm im
-
du brnga•
lur:i«;r
«oi aerciiluniulo-
se naarUcularao coxo
-
femoral com repernirsan subre <» jocllm,
ao passo qnn afraclura c mui rarameiile acompanli nla de react;fn
*
fibril e quamlo islosuccede c do curia duracao
.
O mcmbro parsec alnngadu n habilnalimuite esla om
nddurcan
noprimeiro periodo da nixalgia
,
e n i fraclura docnll.
i nan seohservam eslesphonomenos, Pndc
-
so epufundir a ooxalgia cmn tuna frnclura intra-
cap-aular
* no caso om quo a primoira doslas dims losnis ipn* e limn molestia
f
K
4 1
da rooeidade c quasi Sempra esponlanea so apresenlar cm urn
iptlividno
de 5(1
annos ,
apfls nma queda sobre o quadrll.
Mas, tendo -
sa cm visLa aarib
rile quo
suceede logo an irawnatisnin,
a aascncia do enciirtanienio a crepUagSo ; a dor irmilu vivaquo
acompanha a intlammacrmarticular
dos oniros symptomis frcquentc
-
manlenbserrados
tias snlugfles do cmiti-nuidade do collq
,
propendc-se antes prla primeira dessasduaslesiies .
Ja vimos quo as fracturas iutra
-
articulsires poilem scr poutci de pnr-lida
de nmainflammaciio
trmiln Inlmisa da articulagao cow-
fernoral,
anicsmo com repercursin suhreo joelho;mas tioslu case, as partes (ibrosas rompem
-
Mmiiis
on monos: os fragmenlos sao abandunailos e dflo logara urn
ctidttrltimonLo ,
o tnernitroI'sla cm rotagSo para f6ra e islo cm uinvcllio o diagnoslico nan sera dilticil
.
A afleegao designada porMatgaigne
—
do amullcciiiieniu raclifUCso do*i W V
cnllo c da cahepa d<> femur
—
loin siilu lomadamuilas vescos
por muafractura do cnllo. < i orpo
pftclc
*se dar cm urniiidifiduu tdoso ,
porque ena vclbice rjiic esla alTccpao e mais frequente
.
Noscases
cm quo U in sodado
esla cnnrnsSq,
parece quo t>
cncurtamciito apparente Lein sldn lo-madil por etnuirtamenlu real o a rulacio natural do pc por nma inviTsin pathologic
* .
Esteserros
podefSolalvez serevitadosnn
cornofo, mcdlndu-so exaclamente o cncurtamcnin c
vorilicaudo -
se com cuidadu a imersftodo pt*
.
Malgaigno descrcvcu nma ontra lesan traumatic:: da liacia com o nome do
—
dupla fractura vertical da LiaciaA—
qu*
pdde ser lomada._ poruma VacUira do eollodo femur
.
Estc mo iom sidncomimJUJo
por rtis-tinclos ctrui
^
rJus.
A Iraclura veriimV da harirt <5 umacourtM
duns frucluras vertical Ullumdn cm umdfisliulnsdal<ada um fr;
^
imui-lii inertif
*
que nomprdhende a ariicnlagao cuio-
feronrak Eslorraftim -
iHosr iliiiyiiiilu para dma da logar, iiocomprimfiilo e rtirecijan Ju mrmliro
,
amudaiiras quo inn siilu catisastle frequcnLescrtgnims,
I’nia Jas JeslncagGes as mats ennstantes fi mu
is
apparentfiscmisisic
ria nsccusiin do rragmcnlu merlin ijur wrrasla consign n mruJiro ihfrrior c Jelcnnina (im
runiriaimniLdapparonLa
tin I 1'
2rsniinictrtis
ninis on menos, 0 pii revlrado pararnra ,
r quatulo fra^
mmInit
move!, os movirncnlfls qm; imprlmem ao meinhro dolenninaiu n cre
-r
>M \ m ^
t‘£
pitafHO
.
Assim,
> oiicurlamenlo ilo membro, arotacfw
do pe para fora,a crepitafao obtida agitando a coxa c comprimiudo o grande trochanter,
tudo islo e ale a nalureza da causa favorece a um erro
,
em que o pro-prio Gerdy declara ler caliido
.
Ila signal de grande valor para o diagnoslico differencial, laes coirio a crepilavan ipic se oldem comprimiudo a crista iliaca mi procuramlo afaslal
-
n do cenlro da liacia: a mobilidade anormal do fragmenlo iliaco;n alargamenlo e a iNmimii;> ao da hacia, cm quo so dcu a fraclura
.
Pdaexplora
^
no vaginal on rectal podem- se
obler uleisindicates .
As fraclliras exLra
-
capsn lares podem sc confnndir com as fractu ras da cavidade cdyloide quo apresentam numerosas variedadcs.
Pm couseqnencia de queda on de grandcs panciulas sobre o granria trochanter, aprosenla*se uma fraclura coinrnimitiva do fundo dn cavidade cotyloidc com a penclr;u;Fio da rahrea do femur na
cavidade
pelviana e dclermina o cncurtamcnio do membro,
adeslocafao
e a crepitagao.
tdiagnoslico differencial outre eslas duas lesfles osseas e nuiilo diflicil c seguudo a opiniaodo professor Velpeau sd pAde ser cslabelccido qnando
polo toque rectal on vaginal enconlra se a
cabefa
do femur salicnle nacavidade pelviana
.
A fraclura do collo do femur pdde ainda confundir
-
se com tunafraclura simples do grande trochanter
.
A dOr viva quo experiments o ferido na regiao externa e superior da coxa,
a pprda da fiincjao do mem-bro, a rotafau para fora, a crepitated podem fazer stippor uma fraclura
tin collo do femur, pomnsin membro couservar o sen comprimenlo nor
-mal e se o venire do trochanter for approxiniado de nma linha trail
-sversa
.
prissaudo pelas espinhas iliacas jinlero-
snpcriores,
os inembros estamlo cm uma posifao symeirira, aduvida nao sera periniltida, e e nunicocasoem que o diagnoslico pdtle sercoltocado tie uma maneira pre
-cisa outre as fracluras do grande trochanter e as do collo (llenuequin)
.
Deventos antes de tralar do diagnoslico dilferencial das fracluras Intra e exlra
-
capsulares,
assigimlar a couftisao que possa cxislir enlreestas fraduras e cerlas alToct;des da parte superior do femur
,
que pur corlos symplomas que apresentam.
pela altitude c perdu-
le ftmeedes domembro
,
pelo augmentn de volume da face oxterna do grande trochanterv )
-
sak
podem ilar logaracsta confused ; lues
como
:as
exosloscs syphiliticuson
oulras da rcgiao trochanteriana, as osleo-
perioslites,as
osteophytesque
acompanbam cerlus arllirilesgeccas
, si eslas lesoes diversas forem noladas depots douma quoda
soltre a regiSo glulea. Mas
, dovemosno
-tar
que o
rnembroncstas
lesoes nao porde o seu comprimento ; so csti-ver cm
rotagao para fora, csla naopassura
os limites tiormacs,nao
ha cropilagaoca
exploragaosera
muito dolorosac
excepto lulveznasexas
-tosos
sypliiliticas.
A interrogagiio do docnlc viraesclarecer
muiloo
diagnostic.
m
So
u
atgiimasvezes
difllcil distinguirem- se as
fracturas do collo do lemur dasoutras
lesoes,com as
quaes podemso
contuudir, sobem real-mentc
de ponloas
difliculdadescm
saber sia
solorao deconlimiidade
e intra
ou
extra-
capsular ;e
foio
proprio Nelalonque
depois de analy-sar e
refularo
quadro de sir Cooperacerca
dos caracleres dislinclivosentro as
duas espcciesdc
fracturas, coucloedizendo que —
«6
impos-sivel dislinguir
- sc a
fraclura inlra-
capsular docollo
do femur da fracluraextra -
capsular.
»0 encurlameulo
do rnembro
, o auginonto da setisibilidadcque
trazcomo
cousequencia a linpossibilidade dos inovimoulos, roiagfui externa dacoxa ou
abduegao,a
deformugao da rcgiaocoxn -
femoral e a crepila-gao
sao
signaescommuus
deslas dues fracturas. Mas
, o chcurtamenloapparente p
6deser notavel
tias fracturasimra - capsularcs
, aopasso quo
nas
fracturasextra -
capsulares o eocuriamenlo real e tnuitomonos pro
-nunciado .
A lumefacgSo da rcgiaotrocbanleriana
r muilonotavel
,coustaiile e quasi
sempre
acompauliada de ecchymoscsnas
fracturas ex-tra
-
capsulares,emquanto quo
nas iulra-
capsularessos
,nao se man if
cslaneubuin
destes phenomenosc
Tiemmesmo a
crepi-tagiio
6
tao claracomo nas
fracturascxtra -
capsularese
Hoyer uffirinaque
ntineasc
podera encnnlral-
anas
solugocs de conlimiidade dculro dicapsula ; mas oulros cirurgioes comludo a
tern observado .
As
fracturas
intrae
cxlra- capsularcs
dilTerom ,por sua
tnarebae
por sua
lerminagao.
Acura
das . primeirassendo
tnuilasvezes
incertag
em
todocase
tnais lentac monos solida .
i
-.
, na
maioria dosea
-*
r
M
nf iw *
A
Ooncluircmos
csla parlcdo
diagiioslicodostas
solm. ucs
tie i:onti-nuklade
das
diias pariesdo collo
femoral,incluiiido
aqui oquadm
sy-nopticoi dos priijcipaos symptomas