Do desprendido alhures, percebe-se a íntima ligação entre os princípios da Dignidade Humana, Proporcionalidade e direitos fundamentais. O liame entre os mesmos resulta na
84
MATTOS, Sayonara Gonçalves da Silva. Op. cit.
85
GUERRA FILHO, Willis Santiago. Op. cit.
86
MATTOS, Sayonara Gonçalves da Silva. Op. cit.
87
validação dos preceitos insculpidos na lei n° 10.792 de 2003, a qual inseriu o RDD no sistema normativo brasileiro, é o que será disposto a seguir.
Os direitos humanos consagram-se a partir da dignidade humana, mas esta não pode ser argüida como guarida de práticas ilícitas, de modo que colidindo determinados direitos fundamentais, em virtude de restrições impostas pelo Poder Público, o princípio da proporcionalidade propõe meios ao legislador para análise da constitucionalidade da medida impetrada.
Os direitos dos homens não podem ter conteúdo absoluto e irrestrito, tendo em vista que encontram seus próprios limites nos demais direitos esculpidos pela carta magna, e, sendo assim, devem ser ponderados no caso em concreto, para resolver possíveis colisões através da proporcionalidade.
Todavia, essa ponderação de interesses – a aplicação do princípio da proporcionalidade – carrega-se de demasiada carga subjetiva, em virtude da valoração aplicada aos direitos colidentes no caso em comento, de modo que “caberá ao julgador, ante as circunstâncias fáticas do caso concreto e dos direitos contrapostos, aplicar o princípio da proporcionalidade, e, através de uma ponderação de valores, determinar qual o interesse que deve prevalecer”88
.
É justamente neste contexto que a constitucionalidade do RDD surge de forma irrefutável, tendo em vista os direitos envolvidos – prisioneiro e sociedade -, a relatividade desses direitos que estão contrapostos e o mínimo assegurado ao detento dentro desta conjuntura.
A dignidade, na percepção do RDD, é elevada, por seus críticos, como elemento maior para limitar as restrições estatais, utilizando-a como escudo protetivo, em que se alega tratar- se o regime disciplinar de uma pena cruel e desumana, em virtude, principalmente, do isolamento imposto.
A respeito da dignidade neste contexto, oportuna os apontamentos de Sarlet
Parece-nos irrefutável que, na esfera das relações sociais, nos encontramos diuturnamente diante de situações nas quais a dignidade de uma determinada pessoa (e até mesmo de grupos de indivíduos) esteja sendo objeto de violação por parte de terceiros, de tal sorte que sempre se põe o problema – teórico e prático – de saber se é possível, com o escopo de proteger a dignidade de alguém, afetar a dignidade do ofensor, que, pela sua condição humana, é igualmente digno, mas que, ao mesmo
88
COSTA, Débora Dayse Tavares da. O Regime disciplinar diferenciado ante os princípios da isonomia,
dignidade da pessoa humana e da relatividade dos direitos fundamentais, garantia do direito do preso não perigoso ao cumprimento da pena e à ressocialização. 2006, p.439.
tempo naquela circunstância, age de modo indigno e viola a dignidade dos seus semelhantes, ainda que tal comportamento não resulte – como já anunciado alhures – na perda da dignidade89
.
Primeiramente, deve-se ter em vista todo cidadão tem responsabilidades não apenas diante do Estado, mas diante de toda a sociedade. É o que afirma o art. 29 da Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas
O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas
A partir do momento que o cidadão vai de encontro a esses deveres, desrespeitando os limites impostos para uma convivência pacífica entre os povos, o Estado tem a obrigação de imprimir-lhe uma sanção, como forma de resposta à agressão praticada, para que a sociedade retorne ao status quo.
Neste turno, surge a LEP para nortear a aplicação da sanção imposta ao agressor. É esta mesma lei que, ao mesmo tempo em que estabelece direitos e deveres ao detento, também anota sobre as possíveis sanções, em virtude do descumprimento destes, e as limitações àqueles, quando a individualização da pena solicitar, respeitando-se, em todos os seus termos, a dignidade da pessoa humana.
Entretanto, como se sabe, a realidade atual afastou-se da lei, estruturando um crime organizado em todos os níveis, inclusive do intramuros, o que é inconcebível, haja vista que, teoricamente, o preso está inserido em um regime fechado e isolado do mundo exterior. Se todos os preceitos da LEP e CP fossem cumpridos a situação hodierna seria diferente, todavia, diante do presente contexto, não houve alternativas para o Estado que não a imposição de um Regime disciplinar, respeitando, por óbvio, os limites estabelecidos pela Carta Maior.
Dentre as disposições estabelecidas pelo regime disciplinar, o isolamento é elencado como principal precursor da inconstitucionalidade do RDD, em face do ferimento aos direitos humanos. No entanto, a própria LEP, em seu texto original, estabelece as celas individuais
89
SARLET, Ingo Wolfgang, Dignidade da pessoa humana e Direitos fundamentais na Constituição Federal
como regra para a carceragem - é um direito de todo e qualquer preso - tendo em vista o seguinte artigo da LEP
Art. 88 - O condenado será alojado em cela individual que conterá dormitório, aparelho sanitário e lavatório.
Parágrafo único - São requisitos básicos da unidade celular:
a) salubridade do ambiente pela concorrência dos fatores de aeração, insolação e condicionamento térmico adequado à existência humana;
b) área mínima de 6m2 (seis metros quadrados).
Entretanto, devido às condições atuais dos cárceres brasileiros, virou a exceção, apenas sendo aplicada em razão de sanções disciplinares, conforme o art. 53 da legislação em comento. O RDD, portanto, apenas consagrou e efetivou o que já estava presente no texto legal.
Ademais, proclamar a inconstitucionalidade do RDD, em virtude do isolamento imposto, é desconsiderar a precariedade dos cárceres brasileiros, em que celas coletivas aglomeram todo tipo de criminosos, em condições insalubres, desconsiderando todos os preceitos da LEP.
Por outro prisma, deve-se considerar que se encontram em campos opostos o direito de segurança pública assegurado a todo uma sociedade e o direito de liberdade do agressor. Ora, se o preso deveria estar preso em um regime fechado em consonância com a lei – o que não acontece no plano real – a sociedade também tem direito a segurança pública90.
Diante desta convivência harmônica que deve existir e do não absolutismo dos direitos fundamentais, a relativização dos mesmos é necessária, utilizando-se a proporcionalidade, por meio da adequação, necessidade e proporcionalidade em sentido estrito, conforme aludido anteriormente.
Pois bem, diante do caos instaurado nas penitenciárias nacionais, o RDD mostra-se como medida necessária para conter o avanço criminal, tratando-se de restrição indispensável para a defesa do direito fundamental à segurança pública, o qual não pode ser substituído pelos estabelecimentos carcerários comuns, em virtude da inaptidão destes para alcance dos fins da pena. Ademais, o RDD aparece como via adequada para consecução dos seus objetivos, haja vista sua aptidão para a contenção da criminalidade.
Desta feita, há uma ponderação entre o direito da sociedade a segurança pública e o direito do detento a uma execução penal digna, tendo em vista que o RDD se mostra como meio mais vantajoso para limitação da criminalidade, sem que com isso haja violação ao
90
mínimo assegurado ao preso, ou seja, celas salubres, com higiene e asseio, individuais, respeito à integridade física e psíquica do apenado.
Esta dignidade poderia ser contestada se a unidade celular não respeitasse os ditames do art. 88, colacionado acima, ou no caso de utilização de celas escuras; bem como na ocorrência de imposição de castigos em desrespeito a legislação.
Ademais, na situação caótica que se encontra o Brasil, em que o sistema policial e prisional, apesar dos seus esforços, não tem conseguido anular as ações das facções criminosas, ocasionando a vitimização da sociedade, deve-se, sim, defender um maior isolamento desses delinqüentes, enquanto melhorias no sistema não são efetivadas. Restringe- se, assim, o direito de poucos em favor da coletividade, esta que a cada dia isola-se mais em suas residências, em uma tentativa desesperada de escapar da violência e crueldade das ruas91. O RDD trata-se de um regime severo, mas não desumano, que respeita a dignidade humana e a Carta Magna brasileira, visando à anulação das ações dos líderes criminosos, que mesmo encarcerados, buscam dar continuidade ao crime organizado nos presídios. Para o alcance deste objetivo, o Regime disciplinar propõe o estabelecimento de limites a determinados direitos dos detentos inseridos no sistema, sem desrespeitar o mínimo existencial garantido pela dignidade da pessoa humana, assegurando-se, tanto o direito da sociedade à segurança pública, como o direito dos demais presos ao cumprimento da pena e à ressocialização, em consonância aos princípios esculpidos pela Constituição Federal Isonomia, Dignidade Humana e Proporcionalidade.
91
CAMILO, Roberta Rodrigues. Evolução das penas e o Regime Disciplinar Diferenciado (Mestrado em Direito). 2007, p.16
CONCLUSÃO
Em razão da conjuntura do sistema carcerário brasileiro, em que líderes criminosos, em vez de terem suas ações contidas pelo sistema, continuam no domínio do crime organizado, comandando facções criminosas de dentro dos presídios, exigia-se uma medida enérgica da ordem estatal brasileira.
Neste contexto, surge o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), introduzido pela lei n° 10.792 de 2003, como medida capaz de anular, principalmente, as ações desses líderes criminosos, com o objetivo precípuo de reduzir o poderio dessas organizações.
A introdução do RDD deu-se por meio da alteração do art. 52 da Lei de Execuções Penais (LEP), em que restou o instituto caracterizado por sua duração máxima de trezentos e sessenta dias, sem prejuízo de repetição da sanção por nova falta grave de mesma espécie, até um sexto da pena aplicada; recolhimento em cela individual; visitas semanais de duas pessoas, sem contar com as crianças, com duração de duas horas; saídas diárias para banho de sol por duas horas; acolhimento de presos provisórios e condenados, nacionais ou estrangeiros por motivo de alto risco para a ordem e a segurança do estabelecimento penal ou da sociedade, de suspeitas de envolvimento ou participação, a qualquer título, em organizações criminosas, quadrilha ou bando.
São três as hipóteses de aplicação do RDD. Na primeira, há o reflexo da manifestação do poder sancionatório, inserindo-se no sistema os detentos, provisórios ou condenados, que incidam na prática de fato previsto como crime doloso (falta grave), desde que este venha a ocasionar a subversão da ordem e da disciplina interna, sem prejuízo da sanção penal cabível.
A segunda, por outro lado, não se trata de medida punitiva, possuindo caráter cautelar, em que não há vinculação ao cometimento de falta grave. Ingressam no sistema, por meio desta hipótese, os presos, provisórios ou condenados, nacionais ou estrangeiros, que representem alto risco para a ordem e a segurança do estabelecimento penal ou da sociedade.
A terceira possibilidade retrata a reação estatal em detrimento da organização criminosa, quadrilha ou bando, inserem-se no RDD os presos, provisórios e condenados, sobre os quais recaiam fundadas suspeitas de envolvimento ou participação, a qualquer título, em organizações criminosas, quadrilha ou bando.
O Princípio da Isonomia, da Proporcionalidade e da Dignidade Humana surgem como os elementos norteadores para a ratificação da compatibilização do RDD perante as normas constitucionais.
No que pertine ao Princípio da Isonomia, o RDD vem dar ares de legalidade aos seus primados no campo executório penal, ao passo que passa a tratar, de forma eficaz, os desiguais de maneira desigual. Cria-se uma forma diferenciada de cumprimento de pena, visto que seria uma afronta aos seus preceitos considerar de maneira juridicamente igualitária os presidiários que desejam cumprir sua pena e retornar à sociedade, com os apenados que deflagram diariamente os preceitos da LEP, incorrendo no cometimento de novos crimes intra e extramuros.
Os direitos fundamentais, extremamente elevados para deflagrar a congruência do RDD perante a Constituição, materializam-se por meio da Dignidade Humana, mas como seu conteúdo não pode ser absoluto, vez que encontram seus próprios limites nos demais direitos esculpidos pela carta magna, devem ser ponderados no caso em concreto, para resolver possíveis colisões através da proporcionalidade.
No caso em comento, encontram-se em campos opostos o direito à segurança pública da sociedade e o direito do detento a uma execução penal digna. Entretanto, a partir dos preceitos esculpidos pelo princípio da proporcionalidade, percebe-se que o RDD mostra-se como medida necessária para conter o avanço criminal; como via adequada para consecução dos seus objetivos, haja vista sua aptidão para a contenção das práticas ilícitas; e como meio mais vantajoso para limitação da criminalidade, sem que com isso haja violação ao mínimo assegurado ao preso, ou seja, celas salubres, com higiene e asseio, individuais, respeito à integridade física e psíquica do apenado.
Ademais, na situação emergencial que se encontra o sistema policial, judicial e executório brasileiros, o amparo de um maior isolamento dos líderes criminosos trata-se de medida plausível, enquanto melhorias no sistema não são efetivadas, restringindo-se o direito de poucos em favor da coletividade.
Neste turno, o RDD trata-se de um regime severo, mas não desumano, haja vista o respeito ao mínimo existencial garantido pela dignidade da pessoa humana, de forma que se defende a sua congruência com os preceitos constitucionais, em virtude da sua consonância aos primados esculpidos pelos princípios da Isonomia, Dignidade Humana e Proporcionalidade.
REFERÊNCIAS
LIVROS
ALEXANDRINO, Marcelo; PAULO, Vicente. Direito Constitucional Descomplicado. 2 ed. Rio de Janeiro: Impetus, 2008.
BECCARIA, Cesare. Dos delitos e das penas. São Paulo: Martin Claret, 2001.
BITTENCOURT, Cezar Roberto. Tratado de direito penal: parte geral, volume 1. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2004.
BOBBIO, Noberto. A Era dos Direitos. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 13 ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2003.
GOMES, Gelder Luiz Rocha. A substituição da pena da prisão – Alternativas Penais:
Legitimidade e Adequação. Salvador: Jus Podvim, 2008.
GUERRA FILHO, Willis Santiago. Sobre o princípio da proporcionalidade. In: LEITE, George Salomão. Dos princípios constitucionais: Considerações em torno das normas
principiológicas da Constituição. São Paulo: Malheiros Editores, 2003. p. 235-253.
GUERRA FILHO, Willis Santiago. Princípio da Proporcionalidade e Teoria do Direito. In: GRAU, Eros Roberto; GUERRA FILHO, Willis Santiago. Direito Constitucional: estudos
em homenagem a PAULO BONAVIDES. São Paulo: Malheiros Editores, 2003. p. 268-283.
MORAES, Alexandre de. Direito Constitucional. 13 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
NUCCI, Guilherme de Souza. Leis penais e processuais penais comentadas. 2 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Direito Penal – Parte Geral e Parte Especial. 4 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
NUNES, Adeildo. A Realidade das Prisões Brasileiras. Recife: Nossa Livraria, 2005.
PIOVESAN, Flávia. Direitos humanos e o princípio da dignidade humana. In: LEITE, George Salomão. Dos princípios constitucionais: Considerações em torno das normas
principiológicas da Constituição. São Paulo: Malheiros Editores, 2003. p. 180-197.
SARLET, Ingo Wolfgang. Algumas notas em torno da relação entre o princípio da dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais na ordem constitucional brasileira. In: LEITE, George Salomão. Dos princípios constitucionais: Considerações em torno das normas
SARLET, Ingo Wolfgang. Dimensões da Dignidade. In: SARLET, Ingo Wolfgang.
Dimensões da Dignidade: Ensaios de Filosofia do Direito e Direito Constitucional. Porto
Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2005. p. 13-43.
SARLET. Ingo Wolfgang. Dignidade da Pessoa Humana e Direitos Fundamentais na
Constituição Federal de 1988. 3 ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora, 2004.
SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 26 ed. São Paulo: Malheiros Editores, 2006.
ARTIGOS
ARRUDA, Rejane Alves de. Regime disciplinar diferenciado: três hipóteses e uma sanção.
Revista Síntese de direito penal e processual, São Paulo, v. 6, n. 33, p. 35-38, ago.-set.
2005.
CARVALHO, Salo de. Tântalo no Divã (Novas críticas às reformas no sistema punitivo brasileiro). Revista Brasileira de Ciências Criminais. São Paulo. v. 50 , p. 9-118, set. – out. 2004.
CARVALHO, Salo de; WUNDERLICH, Alexandre. O suplício de Tântalo: a Lei n° 10.792/03 e a consolidação da política criminal do terror. Revista do IBCCRIM. São Paulo, v. 12, n. 141, p. 4, ago. 2004.
COSTA, Débora Dayse Tavares da. O regime disciplinar diferenciado ante os princípios da isonomia, dignidade da pessoa humana e da relatividade dos direitos fundamentais: Garantia do direito do preso não perigoso ao cumprimento da pena e à ressocialização. Revista da
Esmape, Recife, v. 11, n. 23, p. 425-450. Jan.-jun. 2006.
CUNHA, Rogerio de Vidal. O regime disciplinar diferenciado, o simbolismo penal e o princípio da humanidade das penas. Âmbito Jurídico. Rio Grande, n. 25, 31 jan. 2006.
Disponível em: <http://www.ambito-
juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=725>. Acesso em 26 out. 2015.
FERREIRA, Fábio Félix; RAYA, Salvador Cutiño. Da inconstitucionalidade do isolamento em cela e do regime disciplinar diferenciado. Revista Brasileira de Ciências Criminais. n.49, p. 251-290, Jul-ago, 2004.
GOMES, Luis Flávio; CUNHA, Rogério Sanches; CERQUEIRA, Thales Tácito Pontes Luz de Pádua. O Regime Disciplinar Diferenciado é constitucional? O Legislador, o Judiciário e a Caixa de pandora. BU – Central de Bibliotecas. Disponível em: <http://www.bu.ufsc.br/ConstitRegimeDisciplinarDifer.pdf>. Acesso em: 27 out. 2015
GONÇALVES, Fernando David de Melo. Comentários sobre o Regime Disciplinar Diferenciado e a progressão “automática” trazidos pela lei nº 10.729/03. Informativo
MATTOS, Sayonara Gonçalves da Silva. A importância da proporcionalidade e da
ponderação de interesses na solução do conflito entre os princípios jurídicos. Revista de
Doutrina da 4ª Região, Porto Alegre, n. 16, fev. 2007. Disponível em:
<http://www.revistadoutrina.trf4.jus.br/artigos/edicao016/Sayonara_Mattos.htm>. Acesso em: 15 nov. 2015.
MELO, Fernando David de. Comentários sobre o Regime Disciplinar Diferenciado e a progressão “automática” da pena trazidos pela lei n° 10.792/03. Informativo Jurídico
Consulex, Brasília, v. 19, n. 112, p. 5-6, nov. 2005.
MOREIRA, Rômulo de Andrade. Regime Disciplinar Diferenciado – RDD. Revista
Jurídica. São Paulo. n. 325, p.104-128. Nov. 2004.
SILVA, Marcelo Cardozo da Dos princípios e do preceito da proporcionalidade. Revista de
Doutrina da 4ª Região, Porto Alegre, n. 13, jul. 2006. Disponível em:
<http://www.revistadoutrina.trf4.jus.br/artigos/edicao013/Marcelo_Silva.htm>. Acesso em: 15 nov. 2015.
TORRES, Aimbere Francisco. Direito e valor. O valor da pessoa humana. Âmbito
Jurídico, Rio Grande, n. 35, 01 dez. 2006. Disponível em
<http://www.ambitojuridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id= 1533>. Acesso em 15 nov. 2015.
DOCUMENTOS
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988.
BRASIL. Lei n. 7.210, de 11 de julho de 1984. BRASIL. Lei n. 10.792, de 01 de dezembro de 2003. BRASIL. Resolução SAP n. 26 de 04.05.2001.
TRABALHOS ACADÊMICOS
CAMILO, Roberta Rodrigues. Evolução das penas e o Regime Disciplinar Diferenciado (Mestrado em Direito). Centro de Ciências Jurídicas. Universidade Católica de São Paulo. 2007.