Os resultados encontrados neste trabalho são fruto de uma pesquisa de campo com a população que utiliza os serviços de saúde públicos no município de Tangará da Serra, pesquisa essa realizada através de questionários do tipo fechado com o principal
intuito de identificar a visão dos usuários com relação ao papel desempenhado pela enfermagem nestes serviços.
No que se refere à opinião dos usuários com relação ao papel da enfermagem nos serviços de saúde pública nas unidades básicas de saúde, seguindo o questionário aplicado a eles, 95% dos entrevistados sabem ler e escrever e apenas 5% são analfabetos. De acordo com o CENSO 2010, ocorreu uma queda significativa de aproximadamente 3.9% no analfabetismo no país.
Com relação ao sexo dos freqüentadores das unidades de saúde da família 82.5% dos usuários são do sexo feminino o que mostra que no município as mulheres estão mais preocupadas com sua saúde e também são as mulheres que acompanham as crianças em consultas médicas de rotina ou consultas de puericultura com a enfermagem, deste modo foram encontradas mais mulheres neste serviço de saúde, no entanto foram encontradas 17.5 % dos usuários do sexo masculino mostrando que os homens estão freqüentando mais as unidades de saúde para consultas médicas, exames de rotina apesar de, ainda freqüentarem este serviço de saúde depois da doença instalada, procuram o serviço para o tratamento das patologias adquiridas. Segundo o MINISTÉRIO DA SAÚDE 2009, foi implantada a Política de Atenção Integral a Saúde do Homem, com o propósito de promover cuidados preventivos com os homens ao invés de somente cuidados curativos como acontece em boa parte do país.
Os resultados encontrados quando questionados sobre renda mensal é de que 45% dos entrevistados declarou ter rendimento de um salário mínimo por mês, 40% dos entrevistados declarou ter rendimento mensal de até dois salários mínimos por mês, 12.5% declarou ter rendimento de até cinco salários mínimos por mês, e 2.5% tem rendimento diferente das alternativas propostas no questionário e não quis especificá-la. Segundo o CENSO 2010, o estado do Mato Grosso é um dos estados onde a população tem menor renda mensal com média de R$ 650,00 por mês, subentende-se que a 45% dos entrevistados tem rendimento menor que a média do estado. Segundo o IBGE 2010, o aumento na renda das pessoas está co-relacionado com programas de auxílio propostos pelo governo federal com Bolsa Família. Estudos mostram que está ocorrendo uma mudança de classes sociais, as pessoas das classes D e E, agora mudam para a classe C.
Os resultados relacionados com a quantidade de pessoas que residem junto com os entrevistados 50% dos entrevistados moram com cônjuge e um filho, ou seja, residem de 1 a 3 pessoas, 42% dos entrevistados moram com 3 a 6 pessoas em suas residências, 5% dos entrevistados moram com 7 a 10 pessoas, 2.5% dos mora sozinho. Segundo o IBGE 2010, a média de filhos atualmente na região Centro-Oeste tem média de 1.88 filhos por mulher em período fértil, enquanto a média de filhos por mulher em período fértil no país é de 1.86 filhos, ocasionando uma diferença relativa de 16,3% entre 2000 e 2010.
Os resultados relacionados com o grau de escolaridade dos entrevistados notaram que 35% dos entrevistados possuem ensino fundamental incompleto, 25% possuem ensino médio completo, 20% ensino médio incompleto, 10% possui ensino superior, portanto a população entrevistada de maneira aleatória, são alfabetizados e possuem ao menos ensino fundamental mesmo que incompleto, é capaz de ler e escrever proporcionando de acordo com o crescimento dos anos de estudo melhores condições sócio-econômicas.
Os resultados encontrados com relação a cor ou raça dos entrevistados destacam- se a quantidade de pessoas que se declara parda(o) totalizando 47.5% , a população que se consideram branca(o) é de 27.5%, negros somam 20% dos entrevistados, amarelo e indígena somam 2.5% respectivamente. De acordo com o CENSO 2010, este crescimento da população parda no país deve-se a quebra de pré-conceito de ser afro- descendentes, portanto as pessoas estão assumindo sua raça.
Os resultados encontrados relacionados com a quantidade de vezes em que os pacientes entrevistados utilizam-se das unidades de saúde por ano, observaram que 32.5% dos usuários usam “mais de três vezes” por ano, 30% dos usuários relatou que “nunca utilizam” este serviço, 25% responderam “outro” como alternativa, “sempre que necessito” ou “uma vez por mês”. O destaque deste quesito é sem dúvidas a procura maior dos usuários pelos programas de saúde da família ao invés de procurem com os serviços de atendimento médico e pronto-socorro sempre que precisam de atendimento primário, desafogando assim estes setores e fazendo com que a proposta das unidades de saúde da família seja efetiva à sociedade.
Quando questionados sobre a satisfação com relação ao atendimento 67.5% dos entrevistados atribuiu “bom” para o atendimento, 25% “regular” e 2.5% “muito bom” e
5% atribuiu “ruim” para o atendimento prestado nas unidades de saúde da família nos quatro bairros entrevistados, este quesito é de certa forma diretamente relacionado com o atendimento das recepcionistas das unidades, pois é o primeiro contato do usuário nas unidades. Não estamos de forma alguma maldizendo o trabalho realizado por estas pessoas ou que estejam fazendo de forma incorreta, como dito anteriormente de forma alguma em qualquer local de trabalho iremos conseguir 100% da satisfação dos clientes. Em relação aos usuários saberem a diferença entre técnico de enfermagem e enfermeiro 52.5% dos usuários respondeu “sim” e 45% respondeu “não” e 2.5% não respondeu. Observando essas respostas no momento da coleta de dados, questionei sobre qual é a diferença, muitos sabiam da que existe a diferença, mas sempre respondiam errado sobre a diferença, então, a todos os entrevistados expliquei a real diferença e as funções de cada um dentro das unidades de saúde da família. Deste modo ao menos as pessoas entrevistadas sabem a real diferença e podem contribuir de forma a levar a informação correta a seus familiares e vizinhos. Questionando sobre a população saber qual a diferença não é de forma alguma menosprezar o serviço prestado pelo técnico, mas enfocar o serviço que pode ser prestado pelo enfermeiro dentro das unidades de saúde, que a população não sabia. Dentro de qualquer local de trabalho todos desempenham papéis importantes, indispensáveis e de fundamental importância.
Quando questionados se tiveram algum tipo de atendimento realizado pelas enfermeiras das unidades, 67.5% dos entrevistados já haviam realizado algum tipo de atendimento, 37.5% não realizou nenhum tipo de atendimento com as enfermeiras das unidades. Segundo SCHIMITH e LIMA 2004, devido as enfermeiras (os) das unidades de saúde “permanece na unidade e não atua diretamente em nenhuma atividade em curso”.
Relacionado com o atendimento de enfermagem foi questionado sobre a realização da consulta de enfermagem, 57% responderam já terem realizado consulta de enfermagem, 40% não realizou e 3% não quis responder a respeito. Notou-se durante a entrevista que as pessoas realmente não sabem a diferença de técnico e enfermeiro, e achavam que as aferições de pressão, de glicose e conversas com os técnicos sobre as doenças e como preveni-las fossem consultas de enfermagem, novamente expliquei a diferença das duas funções executadas dentro das unidades de saúde. ALMEIDA et.al indica que “14.8% do tempo de jornada da enfermeira como sem atividade”. O que
proporciona dizer o porque os usuários não conseguem visualizar os enfermeiros nas unidades de saúde da família.
Relacionado a questão anterior foi questionado sobre a opinião do atendimento da consulta de enfermagem realizada, qual o grau de satisfação com a consulta realizada, 50% dos entrevistados atribuíram “bom” para o atendimento, 12.5% atribuiu “regular” e 5% “ruim” e 27.5% dos entrevistados não respondeu a esta questão abordada. Segundo SILVA 1998 apud GUDRIN e JUAREZ 2009, foram encontrados dados no estudo que “revelam que os clientes se sentem valorizados e importantes durante a consulta de enfermagem, apesar do fato de alguns desconhecerem a especificidade da consulta e estarem no local de atendimento pela consulta médica.”
Ainda com relação as consultas de enfermagem, foi questionado se os usuários realizariam esta consulta novamente, 52.5% relatou que “sim” realizaria a consulta novamente sem problemas, 7.5% atribuiu “não” dizendo que não realizariam e 7.5% “talvez” e 32% não respondeu a questão. Segundo ZERBETTO e RODRIGUES (1997) apud GUDRIN e JUAREZ 2009, “apontam que a interação entre o profissional e a pessoa que busca ajuda ocorre num processo comunicativo através do qual as duas pessoas agem e reagem.”
Com relação as enfermeiras das Unidades de Saúde da Família quando questionadas sobre o tempo de atuação nas unidades. O total de 100% das entrevistadas estão atuando nas unidades a menos de um ano em decorrência do concurso público realizado no primeiro semestre do ano e assumiram o concurso no segundo semestre do ano, portanto estão ainda em processo de adequação das unidades ao seu método de atuação.
Quando questionadas sobre quanto tempo estão no mercado de trabalho 50% das entrevistadas dizem estar a menos de um ano e 25% está no mercado de trabalho a mais de 5 anos e 25% está no mercado entre 3 e 5 anos. Com isso percebemos ao menos metade das entrevistadas são recém-formadas o que implica dizer que existem profissionais recém-formadas atuando na saúde do município e este fato não quer dizer que a população esteja sendo bem ou mal-atendidas.
Quando questionadas sobre quais as atividades diárias são mais realizadas por elas nas unidades de saúde 75% das entrevistadas relatam realizar mais atividades administrativas nas unidades e 25% das entrevistadas relatam realizar um pouco de cada atividade como “administrativas” e “curativas”. Segundo SCHIMITH e LIMA 2004,
“confirmaram que a enfermeira realiza mais atividades administrativas do que assistência de enfermagem. O potencial da enfermeira não está sendo plenamente utilizado nos serviços de saúde e ela vem executando ações do auxiliar de enfermagem”.
Quando questionadas sobre o grau de satisfação com o serviço prestado nas unidades de saúde da família 50% das entrevistadas estão satisfeitas e 50% das entrevistadas não estão satisfeitas, onde com certeza mudariam alguma rotina ou algum método de realizar os procedimentos.
Quando questionadas sobre a realização de palestras ou ações informativas sobre os direitos e deveres dos usuários dos serviços a fim de que eles saibam não só seus direitos mais seus deveres. Em um total de 100% das entrevistadas concordaram com a sugestão das palestras sobre os direitos e deveres dos usuários. E quando todos sabem de seus direitos e deveres não há excesso de confiança. O direito do outro começa quando termina o do próximo.
Quando questionadas sobre sua opinião sobre o porque a população reclama dos atendimentos 50% das entrevistadas respondeu “impaciência”, 25% respondeu “falta de informação”, 25% respondeu “outro” como alternativa e respondeu desta maneira “ Por que acham que o SUS tem que ser tudo imediato, não podem espera nada, acreditam que tão pagando o salário dos funcionários e por isso precisam ser atendidos na hora”. Desta maneira conhecemos a opinião dos profissionais que estão prestando cuidados com a população.
Quando questionadas sobre o atendimento realizado pelas unidades de saúde da família, se a população está sendo bem atendidas pelos profissionais das unidades de saúde da família 100% das entrevistadas atribuíram “sim” para esta questão. A opinião das profissionais da saúde está de acordo com 67.5% dos usuários deste setor de saúde pública do município que também atribuiu “bom” para o atendimento das unidades de saúde.
Com relação aos usuários da Unidade Mista de Saúde tanto os usuários do internamento e no pronto-socorro, com relação, a saber, ler e escrever 93.33% dos entrevistados sabem ler, 6.66% não sabe ler ou escrever. De acordo com o IBGE 2011, a taxa de analfabetismo hoje no Brasil é de 9.6% no ano de 2010.
Com relação ao sexo dos usuários da Unidade Mista de Saúde (UMS) encontramos 53.33% são homens e 46.66% são mulheres. Percebemos então que os
homens freqüentam mais os serviços de saúde de internamento e pronto-socorro do que os serviços de prevenção como as unidades de saúde da família. O que é preocupante a ponto do governo federal criar a Política Nacional de Atenção a Saúde do Homem.
Quando questionados sobre renda mensal houve mudanças nas rendas encontradas com relação aos entrevistados das unidades de saúde da família, 36.66% dos entrevistados tem renda mensal de um salário mínimo, 30% dos entrevistados tem renda mensal de dois salários mínimos e 20% dos entrevistados tem renda mensal de até cinco salários mínimos, 13.33% dos entrevistados tem outro tipo de renda e não quiseram especificá-las. Portanto verificamos que este serviço de atendimento de saúde presta serviço para pessoas com vários níveis socioeconômicos. Com o aumento do grau de escolaridade da população é possível verificar a elevação salarial e também é possível verificar esta elevação salarial em decorrência de programas de incentivo financeiro do governo como Bolsa Família.
Quando questionados sobre a quantidade de pessoas que residem com o entrevistados podemos notar também alguma diferença nas respostas obtidas, 56.66% dos entrevistados dentre as respostas obtidas atribuiu “3 a 6”, 33.33% dos entrevistados atribuiu “1 a 3” como resposta e 6.66% atribuiu “7 a 10” e 3.33% mora sozinho. Percebemos então que com mais pessoas morando juntas também pode ser o aumento no rendimento mensal e discorda com o IBGE 2011 que mostra que as mulheres em período fértil estão tendo cada vez menos filhos e cada vez mais tarde.
Com relação ao grau de escolaridade dos entrevistados 26.66% possuem ensino fundamental incompleto, e 26.66% possuem ensino médio completo, 23.33% ensino médio incompleto, 16.66% possui ensino fundamental completo e 6.66% dos entrevistados possuem ensino superior. Segundo o IBGE a Síntese de Indicadores Sociais 2010, “a mensuração da escolaridade da população jovem de 18 a 24 anos de idade com 11 anos de estudo é considerada essencial para avaliar a eficácia do sistema educacional de um país, bem como a capacidade de uma sociedade para combater a pobreza e melhorar a coesão social, segundo avaliação da Comissão das Comunidades Europeias (Statistical Office of the European Communities - EUROSTAT).”
Relacionado a raça dos entrevistados 36.66% dos entrevistados se declararam brancos, 23.33% pardos, 20% negros, 16.66% amarelos e 3.33% indígenas. Nota-se que a porcentagem de pessoas que se declararam pardas ou negras é considerável e, portanto
concorda com os dados obtidos pelo IBGE que as pessoas estão perdendo o preconceito com relação a raça e se declarando conforme suas origens.
Quando questionados sobre a freqüência em que utiliza os serviços da UMS, 50% dos entrevistados relatam utilizar deste serviço “mais de três vezes ao ano”, 26.66% utiliza pelo menos “uma vez ao ano”, 16.66% atribuiu a resposta “outro” sendo a maioria quando precisa ou necessita, 6.66% dos entrevistados “nunca utilizou o serviço”. Considerando que a maior parte dos entrevistados são homens e que os setores onde foi realizada a pesquisa foram o internamento e pronto-socorro, salienta ainda mais a necessidade da adesão dos homens a Política Nacional de Atenção a Saúde do Homem (PNASH) para que assim possamos evitar internamentos que poderiam ser revertidos em tratamentos em domicílio, e a realização de conscientização da população de forma geral para o código de trânsito, as normas e regras do funcionamento do trânsito no município afim de evitar acidentes automobilísticos que são grande causa de atendimento no pronto-socorro desta unidade.
Com relação a qualidade do atendimento prestado na UMS, 50% dos entrevistados atribuíram “regular” para o atendimento, 36.66% atribuiu “bom”, 6.66% atribuiu “ruim” e 6.66% atribuiu “outro” como resposta sem exemplificá-las ou explicá- las. Nota-se que o atendimento contrário ao esperado pelos usuários está presente em boa parte do país, mostrando que não é um problema exclusivo do nosso município, como humanização do atendimento está preocupando a todos em 2001 o Ministério da Saúde lançou através do Ministro da Saúde o Senhor José Serra, o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH), cujo principal objetivo é “aprimorar as relações entre profissional de saúde e usuário, dos profissionais entre si e do hospital com a comunidade. Ao valorizar a dimensão humana e subjetiva, presente em todo ato de assistência à saúde, o PNHAH aponta para uma requalificação dos hospitais públicos, que poderão tornar-se organizações mais modernas, dinâmicas e solidárias, em condições de atender às expectativas de seus gestores e da comunidade.”. Com relação a enfermagem foram questionados sobre o conhecimento da diferença entre técnico de enfermagem e enfermeiro, 46.66% dos entrevistados julgam não saber a diferença e outros 30% não sabe se existe e 26.66% dizem saber qual a diferença. Com estes usuários foi mais fácil identificar quem sabe e quem não sabe a diferença dos dois cargos mencionados. Entendemos que os usuários não são obrigados
a saber qual a diferença dos cargos, mas sabemos que quanto melhor informados sobre quem os atende, quem está presente no processo de reabilitação destes usuários/pacientes.
Com relação aos profissionais foi questionado sobre grau de satisfação com o atendimento realizado pelo enfermeiro da unidade. 83.33% dos entrevistados atribuíram “bom” para o atendimento, 6.66% “regular”, 6.66% “ruim” e 3.33% “muito bom”, ao aplicar o questionário pude perceber que este grau de satisfação não é para o atendimento do enfermeiro da unidade, mas sim para a equipe de enfermagem porque os enfermeiros da unidade geralmente não são vistos pelos pacientes e quando os pacientes recebem visita deles mesmo ao se identificar como enfermeiro da unidade para eles é tudo a mesma coisa não consegue assimilar a diferença entre os dois cargos. Novamente digo, que nesta pesquisa não queremos de forma alguma maldizer o trabalho fundamental dos técnicos e auxiliares de enfermagem, mas queremos sim ressaltar que a população deveria estar ciente de quem são as pessoas que prestam os cuidados a eles.
Quando questionados se desde a admissão já teriam recebido a visita do enfermeiro da unidade 63.33% dos entrevistados diz ter recebido a visita, 26.66% diz não ter recebido e 10% dos entrevistados relata não saber se recebeu ou não a visita.
Para saber qual a opinião dos enfermeiros responsáveis pelos setores pesquisados foi necessária a colaboração de quatro enfermeiros, um do turno matutino, dois do turno vespertino e um do turno noturno.
Da mesma maneira que as enfermeiras das unidades de saúde da família 75% dos entrevistados assumiu o cargo após a realização do concurso público, apenas 25% dos entrevistados já era funcionário, e está trabalhando neste setor há mais de 5 anos.
Quando questionados sobre tempo de atuação no mercado de trabalho 25% atua entre 1 a 2 anos, 25% atua de 3 a 5 anos, 25% atua há mais de 5 anos e 25% respondeu outro com 12 anos de atuação no mercado de trabalho.
Quando questionados sobre quais as atividades por eles mais executadas no dia- a-dia do setor pesquisado 50% dos entrevistados relata serem atividades mais administrativas e 50% conseguem realizar atividades administrativas e atividades curativas. Percebe-se que depende do plantão e do horário do plantão é possível realizar as atividades curativas e as atividades administrativas e existem plantões que são
possíveis somente as atividades administrativas realmente. No momento da coleta de dados foi possível verificar essas atividades dos enfermeiros enquanto esperava para a realização das entrevistas. Segundo BACKES et. al 2008, “além da ação de cuidar, a outra atividade é a de administrar, no entanto, esta última não é realizada por todas as categorias da enfermagem, e sim, pelo enfermeiro, cujo papel é organizar, controlar e favorecer as práticas de cuidar.”.
Quando questionados sobre o grau de satisfação com o serviço de enfermagem prestado aos seus pacientes/clientes 50% está satisfeito enquanto 50% ainda realizariam algum tipo de mudança para melhora no atendimento prestado.
Quando questionados sobre realizar palestras e ações educativas relacionadas com os direitos e deveres dos pacientes para que assim todos fiquem sabendo do que deve ou não ser feito dentro do ambiente hospitalar, 100% dos entrevistados atribuíram “sim” como resposta desta questão. Com isso entendemos que todos deveram saber até onde é um direito e até onde é um dever.
Quando questionados sobre o grau de satisfação da equipe de enfermagem por eles gerenciada, 75% atribuíram “bom” para o atendimento prestado pelos profissionais da equipe de enfermagem e 25% atribuiu “ótimo” para o atendimento prestado por sua equipe, de acordo com a opinião dos usuários destes serviços que também estão satisfeitos com o atendimento da equipe de enfermagem e com os enfermeiros.
Quando questionados sobre qual o motivo da população reclamar dos serviços de saúde pública do município, 75% dos entrevistados atribuíram “falta de informação”, “superlotação” como respostas e 25% atribuiu “impaciência” e 25% atribuiu “outro” como resposta e explicando-a desta maneira: “não credito que a população esteje insatisfeita e sim algumas pessoas porem dizer que a população esta descontente é