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CAPÍTULO III DAS COOPERATIVAS

DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 207. - Incumbe ao Município:

I - auscultar, permanentemente, a opinião pública, para recebimento de sugestões sobre projetos e planos;

II - adotar medidas para assegurar a celebridade na tramitação e solução dos expedientes administrativos, punindo, disciplinarmente, nos termos da lei, os servidores faltosos;

III - facilitar, no interesse educacional do povo, a difusão de jornais e outras publicidades periódicas, assim como das transmissões pelo rádio e pela televisão.

Art. 208. - Qualquer cidadão será parte legítima para pleitear a declaração de nulidade ou anulação dos atos lesivos ao patrimônio municipal.

Art. 209. - O Município não poderá dar nome de pessoas vivas a bens e serviços públicos de qualquer natureza.

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LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO CONSOLIDADA ATÉ 04/08/2010

LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006

Art. 210. - Os cemitérios, no Município, terão sempre caráter secular, e serão administrados pela autoridade municipal, sendo permitido a todas as confissões religiosas praticar neles seus ritos.

Parágrafo Único - As associações religiosas e os particulares poderão, na forma da lei, manter cemitérios próprios, fiscalizados, porém, pelo Município.

Art. 211. - Para o cumprimento do disposto no artigo 134 desta Lei Orgânica, o Município adequará a meta do limite de sessenta e cinco porcento (65%) do valor da receita no dispêndio com o pessoal ativo e inativo, no máximo em cinco (5) anos, sem prejuízo da lei complementar sobre o regime jurídico e os estatutos dos servidores municipais.

Art. 212. - A Câmara Municipal poderá criar, sem ônus para o Município, um sistema securitário para os vereadores.

Art. 213. - Serão encaminhados à Câmara de Vereadores, obedecidas às disposições Constitucionais, a Lei Complementar nº 101 de 04 de maio de 2000, a Lei nº 4.320 de 17 de março de 1964, a Lei Orgânica do Município de Balneário Camboriú e o Regimento Interno da Câmara de Vereadores:

I - o projeto de Plano Plurianual - PPA para vigência até o final do primeiro exercício financeiro do mandato subseqüente, até 15 de junho do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o primeiro período da sessão legislativa;

II - o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO até 15 de agosto e devolvido para sanção até 15 de setembro do mesmo ano;

III - o projeto de Lei Orçamentária - LOA até 31 de outubro de cada ano e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa.”

* Artigo alterado pela Emenda à Lei Orgânica nº 010/2006.

Art. 214. - Esta Lei Orgânica, aprovada e assinada pelos membros da Câmara Municipal, é promulgada pela Mesa e entra em vigor na data de sua promulgação.

Art. 215. - Revogam-se as disposições em contrário.

Balneário Camboriú (SC), em 03 de abril de 1990.

VEREADOR WALDENEY DAGUANO VEREADOR PAULO CORRÊA

Presidente Vice-Presidente

VEREADOR JOSÉ ROBERTO SPÓSITO VEREADORA ORLANDA ACHUTTI

1º. Secretário 2ª Secretária

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006 VEREADOR LUIZ EDUARDO CHEREM VER. EDUARDO RODRIGUES DE MELO Relator

VEREADOR ELVARISTO JOSÉ DE SOUZA VEREADOR JORGE LUIZ DOS SANTOS

VEREADOR JORGE OTÁVIO CACHÉL VER. JOSÉ LOURENÇO DE OLIVEIRA

VEREADOR JAIR OLÁVIO REBELO VEREADOR OSVALDO JOSÉ PEREIRA

VEREADORA REMI DA SILVA OSÓRIO

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006 LEI Nº 1007/1990.

"Regulamenta o art. 102 da Lei Municipal 933/90".

A Mesa da Câmara Municipal de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, usando da prerrogativa contida no § 2º do artigo 47 da Lei Municipal nº 933, de 03 de abril de 1990, promulga a seguinte Lei:

Art. 1º - A cessão de bens, equipamentos e serviços de locação fica condicionado a requerimento encaminhado ao Prefeito Muncipal que, em deferindo, juntará ao mesmo, os comprovantes abaixo:

a) parecer da Secretaria de Obras quanto a não prejudicabilidadedos trabalhos do município;

b) parecer da Secretaria de Assistência Social quanto à condição social do interessado;

c) termo de responsabilidade pela conservação e devolução dos bens cedidos;

d) cópia da guia de recolhimento arbitrado previamente.

Art. 2º - Os documentos mencionados no artigo anterior, serão remetidos à Câmara Municipal no prazo máximo de 10 (dez) dias para conhecimento do plenário.

Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

Balneário Camboriú (SC), em 30 de novembro de 1990.

VEREADOR WALDENEY DAGUANO VEREADOR PAULO CORRÊA

Presidente Vice-Presidente

VEREADOR JOSÉ ROBERTO SPÓSITO VEREADORA ORLANDA ACHUTTI

1º Secretário 2º Secretário

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006 LEI Nº 1192/1992.

"Modifica e regulamenta o art. 142 da Lei nº 933/90".

A Mesa da Câmara Municipal de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, usando da prerrogativa contida no § 2º do art. 47 da Lei Municipal nº 933, de 03 de abril de 1990, promulga a seguinte Lei:

Art. 1º - O município garantirá às microempresas e às empresas de pequeno porte, tratamento diferenciado, favorecido e simplificado, referente as obrigações tributárias, jurídicas e administrativas.

§ 1º - Qualquer alteração somente poderá ser feita visando o aperfeiçoamento do tratamento dispensado no "caput" deste artigo.

§ 2º - Fica assegurado às micro empresas a redução de taxas e tributos, a serem definidas em Lei.

§ 3º - O município criará o Fundo de Apoio à Microempresa, com dotação de no mínimo 2% (dois por cento) do valor orçamentário anual, a ser regulamentado em Lei.

§ 4º - O municipio dispensará o apoio e estimulo ao cooperativismo, à associação de micros e pequenas empresas, aos artesões e às outras formas de organização associativa.

§ 5º - O municipio deverá reservar às micros e pequenas empresas participação nunca inferior a 30% (trinta por cento) do valor das compras e serviços, efetuadas pelas administrações direta e indireta.

Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.

Balneário Camboriú (SC), em 17 de novembro de 1992.

VEREADORA REMI DA SILVA OSÓRIO VEREADOR JORGE LUIZ DOS SANTOS Presidente Vice-Presidente

VEREADOR EDUARDO R. DE MELO VEREADOR OSVALDO JOSÉ PEREIRA 1º Secretário 2º Secretário

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006 LEI Nº 1956/2000.

"REGULAMENTA A LETRA "B" DO INCISO XXXII, DO ARTIGO 14 DA LEI ORGÂNICA MUNICIPAL DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ."

O Prefeito Municipal de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina.

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei.

Art. 1º - O Serviço Funerário em todo o território do Município de Balneário Camboriú é considerado serviço de utilidade pública, regulado por esta Lei e por atos administrativos a ela posteriores, emanados do Poder Executivo Municipal, podendo ser exercido mediante licenciamento da Administração Municipal e sujeito à sua fiscalização, vedado a concessão, permissão ou autorização.

Parágrafo Único - A critério de sua conveniência e oportunidade, por ato motivado, por interesse público ou coletivo observando-se o contraditório pleno e a ampla defesa, poderá, a qualquer tempo, a Administração Municipal cancelar licenciamentos em vigor.

Art. 2º - São consideradas atividades integrantes do serviço funerário:

a) Venda de ataúdes;

b) Transporte de cadáveres;

c) Aluguel de altares e mesas;

d) Locação de banquetas, castiçais, velas e paramentos afins;

e) Preparação de cadáveres;

f) Obtenção de certidão de óbito e documentos para funerais;

g) Confecção de coroas de flores;

h) Ornamentação de flores sobre o cadáver;

i) Transporte de cadáveres humanos exumados.

Art. 3º - As empresas licenciadas são obrigadas à prestação gratuita do serviço de utilidade pública, nos casos abaixo arrolados, durante o prazo de vigência da licença, mediante autorização ou solicitação do Poder Público Municipal, ou por suas próprias iniciativas, tudo sem ônus para o Município, assumindo a responsabilidade de:

I - Fornecer transporte aos restos humanos resultantes de intervenções cirúrgicas nas entidades clínicas e hospitalares, e que devam ser enterrados nos cemitérios do Município;

II - Fornecer urnas funerárias e transporte a indigentes falecidos e hipossuficientes, segundo critérios estabelecidos pelo órgão competente.

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Art. 4º - O serviço Funerário, dentro do Município, somente será prestado pelas empresas licenciadas, ficando expressamente proibido que empresas funerárias com base em outras unidades municipais exerçam atividades concorrentes, exceto nas situações em que o óbito tenha ocorrido em Balneário Camboriú e a família opte em efetuar o sepultamento em outra cidade.

Art. 5º - Cabe ao poder Público Municipal, através da unidade administrativa competente, o controle e a fiscalização do serviço funerário no Município, que dentre outras providências procederá:

I - a fixação de preços máximos a serem praticados pelas funerárias licenciadas;

II - a adoção de regulamento e/ou decreto contendo normas sobre o funcionamento do serviço.

Art. 6º - As funerárias licenciadas, no atendimento aos usuários, com fiscalização do Poder Público Municipal, através da unidade administrativa competente, com o objetivo de sistematizar a divisão eqüitativa do número de atendimentos entre todas as licenciadas, deverão prestar atendimento em forma de rodízio, de maneira a proporcionar a prestação do serviço igualitariamente, afastando a figura da concorrência e a prática do agenciamento na busca de clientes.

§ 1º - O órgão fiscalizador fará constar no regulamento e/ou decreto o número de identificação de cada funerária e o funcionamento do rodízio.

§ 2º - Os serviços gratuitos referidos no artigo 3º desta Lei serão efetuados pelo mesmo sistema de rodízio previsto para a prestação do serviço funerário oneroso.

Art. 7º - Fica vedado às empresas licenciadas o exercício de qualquer atividade estranha ao serviço funerário, sendo expressamente proibido efetuar, acobertar ou remunerar o agenciamento de funerais e de cadáveres, sob pena de imediata revogação do instrumento de licenciamento, sem prejuízo de eventual responsabilidade judicial nas esferas cível e penal.

Art. 8º - As empresas licenciadas são obrigadas a manter estoque com todos os tipos de urnas previstas em decreto e/ou regulamento, de maneira a oferecer todas as opções disponíveis e exigidas pelo Município.

Parágrafo Único - Não dispondo a licenciada do serviço escolhido pelo usuário, porém, constante em decreto e/ou regulamento, fica obrigada a prestar outro serviço, de qualidade imediatamente superior, que disponha, pelo mesmo custo daquele optado inicialmente pelo usuário.

Art. 9º - As empresas licenciadas devem manter, no mínimo, dois veículos funerários, com idade máxima de fabricação de até 10 (dez) anos, em perfeitas condições de uso e trafegabilidade, tanto na sua condição mecânica como estética, observadas as

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determinações do Código de Trânsito Brasileiro e deverão, obrigatoriamente, ser aprovados em vistoria anual, pelo Poder Público Municipal, que fornecerá um selo de vistoria.

§ 1º - O coche, quando estiver transportando ataúdes, dentro do perímetro urbano, não deverá ultrapassar a velocidade de 40 quilômetros por hora.

§ 2º - Os veículos das empresas licenciadas não poderão permanecer estacionados no pátio de hospitais e casas de saúde.

§ 3º - Para a execução dos serviços, os veículos devem estar em perfeitas condições de higiene e segurança, e os coches fúnebres não podem executar atividades estranhas ao serviço.

§ 4º - Na prestação do serviço funerário é proibido o uso de ambulâncias, veículos similares, ou qualquer outro veículo que não atenda ao disposto nesta Lei.

Art. 10 - As empresas licenciadas devem estar instaladas em locais apropriados, em perfeitas condições de uso, e vistoriados pelo órgão municipal competente.

Art. 11 - A mudança do local do estabelecimento, fica condicionada à solicitação prévia a Prefeitura, ouvida a Secretaria responsável pela fiscalização e controle do serviço funerário, que levará em conta a Lei de zoneamento em vigor e as exigências desta Lei.

Art. 12 - É proibido a exibição de mostruários voltados diretamente para a rua, evitando ferir a sensibilidade pública.

Art. 13 - As empresas licenciadas devem possuir local apropriado para a preparação do cadáver e ornamentação do ataúde.

Art. 14 - As empresas licenciadas deverão orientar os usuários quanto à documentação exigida pelos cemitérios, cartórios de registros e demais órgãos, necessária para o sepultamento.

Art. 15 - As empresas licenciadas devem exercer rigoroso controle sobre seus empregados, com respeito ao acompanhamento de cada um, durante a prestação do serviço e no trato com usuários, no que diz respeito ao comportamento moral e funcional, respondendo administrativamente pelas infrações que cometerem.

Art. 16 - Cabe ao Poder público municipal, através da unidade administrativa competente, fiscalizar a prestação do serviço funerário e por meio de seus servidores promover as notificações e autuações necessárias, conforme dispositivos desta Lei.

§ 1º - As instituições de saúde, o Instituto Médico Legal e entidades afins, deverão, obrigatoriamente, encaminhar os familiares enlutados ou representantes legais à funerária licenciada de plantão, para preenchimento de documentos necessários relativamente

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aos óbitos ocorridos e para concretização das tratativas comerciais com a funerária da vez, resultante do sistema de rodízio, aludido no artigo 6º da presente Lei.

§ 2º - No exercício da ação fiscalizadora, os agentes da Prefeitura terão entrada franqueada nas dependências das funerárias, ou no local de ocorrência de eventual infração, onde poderão permanecer pelo tempo que se fizer necessário.

§ 3º - Somente será permitido a prestação do serviço funerário a outra funerária que não a de plantão, no caso de autorização, por escrito, desta última.

Art. 17 - O Poder Público Municipal, quando da inobservância das obrigações e deveres previstos nesta Lei e/ou nos atos regulamentares, determinará as seguintes sanções, a que se sujeitará a empresa licenciada infratora, aplicadas separada ou cumulativamente, independente de outras de caráter civil e/ou penal:

I - advertência por escrito, em que a infratora será notificada para fazer cessar a irregularidade sob pena de imposição de multa no valor de 100 UFM's (Unidades fiscais do Município), a qual será sucessivamente dobrada a cada infração, independentemente da sua tipificação e outras sanções previstas nesta Lei;

II - suspensão da atividade por quinze dias, ou até a correção da irregularidade;

III - cancelamento do licenciamento específico e do alvará de localização;

IV - apreensão de artigos e materiais utilizados pelos infratores, liberáveis mediante o pagamento de multa, bem como, o bloqueio de plantão nos rodízios, enquanto o débito persistir;

V - aplicação de multas, a serem definidas em decreto e/ou regulamento.

§ 1º - O agente público responsável pela fiscalização e controle do serviço funerário que tiver ciência ou notícia de ocorrência de infração, é obrigado, sob as penas da Lei, a promover sua apuração imediata, mediante processo administrativo próprio, que será instruído com os seguintes elementos:

a) cópia da notificação;

b) cópia do auto de infração;

c) documentos de defesa apresentados pela infratora;

d) outros elementos indispensáveis a apuração e julgamento do processo;

e) decisão;

f) despacho de aplicação da pena, se for o caso.

§ 2º - Da decisão condenatória caberá recurso ao Senhor Prefeito Municipal, no prazo de dez dias da ciência da reprimida.

Art. 18 - Toda alteração do contrato social das empresas licenciadas deverá ser comunicada ao Município sob pena de revogação do instrumento de licença.

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Art. 19 - O licenciamento a que alude o artigo 1º, da presente Lei, será outorgado à empresa particular, mediante requerimento e observados os seguintes requisitos:

I - a empresa pretendente deverá anexar ao requerimento toda a documentação necessária e exigida pela Administração Municipal para o fornecimento de alvará de licença para localização e funcionamento; e, somente haverá deferimento se cumpridas todas as obrigações legais constantes no ordenamento municipal, além daquelas específicas, previstas na presente Lei e em atos administrativos posteriores.

II - a licença é intransferível para terceiros, sob qualquer hipótese;

III - o Poder Público Municipal fixará o número de empresas funerárias, com base na população do Município, na proporção de 50.000 habitantes/funerária, segundo censo do IBGE, além de estudos e avaliação realizados pelo órgão controlador e fiscalizador;

IV - o Poder Público Municipal deverá licenciar novas funerárias, sempre que ocorrer aumento populacional, que segundo censo do IBGE, exceder a 50 (cinqüenta) mil habitantes fixos, com relação ao último recenseamento.

Art. 20 - A empresa licenciada é obrigada a possuir sede ou filial no Município de Balneário Camboriú.

Parágrafo Único - Os titulares, sócios ou acionistas de firma ou empresa licenciada ou pretendente, não poderão fazer parte ou vir a fazer parte de outra firma ou empresa que preste o mesmo serviço no Município.

Art. 21 - A revogação, cassação ou cancelamento da licença por parte do Poder Público, poderá ocorrer a qualquer tempo, a bem do serviço público, mediante apuração dos fatos que configurarem infração às normas legais e/ou avaliação de qualidade, assegurada ampla defesa no procedimento administrativo e ainda se for constatada a:

I - interrupção do serviço;

II - decretação de falência ou extinção da empresa licenciada;

III - irregularidade sistemática na prestação do serviço;

IV - prática de preços fora da tabela de preços máximos estabelecida pelo Poder Público.

Art. 22 - Fica assegurado o direto ao licenciamento específico de que trata a presente Lei, desde que cumpridas as exigências desta, excetuando-se os Incisos III e IV do artigo 19, às empresas funerárias já existentes no território do Município de Balneário Camboriú na data da publicação desta Lei.

Art. 23 - Fica autorizado ao Poder Executivo Municipal a regulamentação da presente Lei através da edição de decretos e regulamentos.

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Art. 24 - Esta Lei entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Balneário Camboriú, 02 de maio de 2000.

LEONEL ARCÂNGELO PAVAN Prefeito Municipal

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LEI ORGÂNICA MUNICIPAL – LEI N° 933/90 ATUALIZADA ATÉ 10/MAIO/2006 Emenda à Lei Orgânica n.º 1, de 27 de junho de 2000.

Altera o art. 22 da Lei Orgânica do Município de Balneário Camboriú.

A Mesa da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, nos termos do § 2º do art. 47 da Lei Orgânica do Município, promulga a seguinte Emenda:

Art. 1º - O § 1º do art. 22 da Lei Orgânica passa a ter a seguinte redação:

Art. 1º - O § 1º do art. 22 da Lei Orgânica passa a ter a seguinte redação: