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DO ALUNO ESPECIAL

No documento Campus de Botucatu. Campus de Botucatu (páginas 39-43)

Artigo 14º - Só poderá ser matriculado como aluno especial em

disciplinas de cursos de graduação, aquele que cumprir as mesmas exigências estabelecidas para os cursos de graduação, isto é, ter sido aprovado no Concurso Vestibular em área específica, relativa a disciplina pretendida, ou possuir diploma de curso superior

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Artigo 15º - É permitida a matrícula de alunos especiais e/ou ouvintes

em disciplinas isoladas, desde que existam vagas.

§ lº - A aceitação do aluno especial ou ouvinte fica sujeita a aprovação pelo Conselho do Departamento envolvido.

§ 2º - O aluno ouvinte fará jus a atestado de freqüência, desde que cumpra a freqüência mínima de 70 % (setenta por cento). § 3º - Não é permitida a aceitação da freqüência como aluno

ouvinte, quando de sua eventual passagem à condição de aluno regular.

§ 4º - O aluno especial fará jus ao certificado após cumprimento das exigências de freqüência mínima de 70% e aprovação na disciplina.

CAPÍTULO III

- MATRÍCULA POR TRANSFERÊNCIA –

Artigo 16º - As transferências de alunos de Instituições de Ensino

Superior, nacionais ou estrangeiras, para as Unidades da UNESP, poderão ser aceitas quando efetivadas, obedecidas a legislação vigente e as seguintes condições: § 1º - As transferências a que se refere o caput deste artigo serão

para prosseguimento de estudos no mesmo curso ou, a critério da Congregação da Unidade, ouvidos os Conselhos de Cursos, em cursos não idênticos, mas afins;

§ 2º - A transferência para cursos afins, a que se refere o parágrafo anterior, no caso dos cursos que exigem exames de aptidão no Concurso Vestibular para ingresso na Universidade, só será possível quando o aluno for submetido e aprovado nos referidos exames nas Unidades de destino.

§ 3º - Não serão aceitas transferências para os dois primeiros e os dois últimos semestres letivos.

§ 4º - As Unidades da Unesp deverão realizar o processo de transferência em dois estágios: um interno, destinado a acolher exclusivamente os pedidos de alunos da própria Unesp; outro externo, destinado a acolher os pedidos de outras Instituições.

Parágrafo Único - Os critérios para a transferência interna serão

estabelecidos pela Congregação da Unidade, ouvidos os Conselhos de Cursos, obrigando-se o aproveitamento de todos os candidatos, no limite da disponibilidade de vagas.

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Artigo 17º - As transferências externas estarão condicionadas à

existência de vagas remanescentes das transferências internas. Será permitida a transferência de alunos, obedecida a legislação vigente e as seguintes condições:

I - Existência de vagas, remanescentes das transferências

internas, declaradas em Edital, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo;

II- Equivalência de programas de estudos e adaptações

curriculares, a juízo do Conselho de Curso de Graduação e aprovadas pela Congregação;

III- Aprovação em pelo menos 50% das disciplinas cursadas

em cada semestre letivo e o aproveitamento de no máximo 60% dos créditos do currículo do estabelecimento de origem;

IV- Aproveitamento de no mínimo, 50% das disciplinas

equivalentes e correspondentes as dos dois primeiros semestres letivos, constantes no anexo 1 da presente Portaria;

V- Aprovação em processo seletivo, cujos critérios serão

estabelecidos pelo Conselho de Curso de Graduação e aprovados pela Congregação;

VI- Reconhecimento do curso de origem por órgão oficial

de direito, exceto para os candidatos da própria UNESP;

VII- Deverá ser respeitada a matrícula em pelo menos três

disciplinas na série pretendida, exceto quando o aluno não tenha condições de efetuar outras matrículas. § 1º - Caso o candidato tenha ingressado no curso de origem também

por transferência, fica a critério da Unidade da Unesp considerar, para efeito do previsto nos incisos III e IV, os estudos realizados no curso anterior, desde que o candidato apresente a documentação pertinente (histórico escolar, planos de ensino e ato de reconhecimento do curso).

§ 2º - Os critérios previstos no inciso VI serão apenas classificatórios, devendo os candidatos ser matriculados em ordem decrescente de suas médias, até o preenchimento das vagas existentes. § 3º - Não será aceita transferência para o primeiro e para o último

ano do Curso.

Artigo 18º - As inscrições para transferência serão aceitas mediante a

apresentação dos seguintes documentos:

I - Requerimento do interessado ao Diretor da Unidade

Universitária, solicitando a transferência e especificando o curso e a série pretendidos;

II- Histórico escolar do curso superior, com notas, carga

horária e resultado obtido no Concurso Vestibular;

IV- Decreto de reconhecimento do Curso de Graduação de

origem e data de publicação no Diário Oficial da União, exceto para os candidatos da própria UNESP.

Parágrafo Único – Outros documentos poderão ser exigidos por Lei ou

a critério da Unidade Universitária.

Artigo 19º - As inscrições para as transferências interna e externa

serão abertas em períodos estabelecidos pelo Calendário Escolar da Unidade Universitária.

Artigo 20º- A equivalência de programas de estudos será analisada

por meio da comparação do currículo cumprido pelo interessado, com o currículo pleno do curso pretendido.

Parágrafo Único – Na análise do currículo deverá ser identificado:- I - disciplinas que, de acordo com as normas

adotadas pela Unidade Universitária, possam exigir adaptação curricular;

II - tempo previsto para a integralização do currículo,

tendo em vista os prazos mínimos fixados pelo Conselho Federal de Educação (CFE).

Artigo 21º - O candidato cuja matrícula for deferida ficará sujeito,

quando necessário, a regime de adaptação.

Artigo 22º - O pedido de inscrição não confere o direito de

transferência.

Artigo 23º - Para matrícula, os candidatos que forem selecionados

deverão apresentar a documentação exigida no Artigo 11 e a Guia de Transferência.

CAPÍTULO III

- DA MATRÍCULA DE PORTADOR DE DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR – Artigo 24º - Desde que existam vagas e a critério do Conselho de Curso

de Graduação, com aprovação da Congregação, poderão ser matriculados os diplomados em curso superior, mediante seleção prévia, independentemente do Concurso Vestibular.

§ 1º - O número de vagas será estabelecido após as chamadas de candidatos classificados em Concurso Vestibular.

§ 2º - Os pedidos de matrícula de graduados em curso superior que, por força da lei, possam utilizar créditos obtidos em seu currículo para matrícula em períodos subseqüentes ao 1o ano letivo deverão obedecer, no que couber, o Capítulo III- “Matrícula por Transferência” e apresentar a fotocópia de Diploma devidamente registrado e os documentos previstos no Artigo 11, alíneas I, II, III, IV e VI.

CAPÍTULO IV

- DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA –

Artigo 25º - O trancamento de matrícula consiste na desistência da

matrícula pelo aluno, em uma ou mais disciplinas, no prazo estabelecido pelo Calendário Escolar.

§ 1º - No trancamento de matrícula, o aluno deverá permanecer matriculado em pelo menos três disciplinas do semestre letivo. § 2º - Não será concedido trancamento de matrícula no primeiro ano

letivo.

Artigo 26º - Será concedido o trancamento de matrícula em disciplinas

em qualquer ano letivo, inclusive no primeiro, ao aluno designado para incorporação ou já servindo as Forças Armadas, nas Organizações Militares Ativas, designado ou matriculado em Órgãos de Formação de Oficiais da Reserva.

Parágrafo Único – O aluno deverá comprovar sua incorporação,

designação ou matrícula, por meio de Certificado de Alistamento Militar ou declaração da Força Armada de que o interessado está prestando Serviço Militar naquela Organização.

Artigo 27º - O aluno que tiver matrícula trancada em disciplina(s)

deverá refazê-la(s) no ano letivo subseqüente, respeitada a legislação vigente.

Artigo 28º - O pedido de trancamento de matrícula deverá ser

requerido e justificado, cabendo ao Conselho de Curso manifestar-se sobre os respectivos acolhimentos ou indeferimentos.

§ 1º - O trancamento de matrícula, quando autorizado, terá validade a partir da data do protocolo ou da entrada oficial do requerimento.

§ 2º - O pedido de trancamento da matrícula em determinada disciplina somente poderá ser solicitado dentro do período estabelecido pelo calendário escolar.

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CAPÍTULO V

- DA SUSPENSÃO DA MATRÍCULA –

Artigo 29º - Poderá ser concedida suspensão de matrícula em todas as

disciplinas, no prazo máximo de 1 (um) ano, prorrogável por mais um, sem que este prazo entre no cômputo do tempo de integralização curricular, a juízo do Conselho de Curso de Graduação.

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§ 1º - A suspensão não poderá ser concedida no primeiro ano letivo. § 2º - No ato da suspensão da matrícula, o aluno será notificado das

conseqüências que poderão advir da suspensão, caso ocorra modificações na estrutura curricular dos Cursos de Agronomia e de Engenharia Florestal, devendo o mesmo manifestar a concordância expressa no requerimento.

Artigo 30º - Será concedida a suspensão da matrícula em qualquer ano

letivo, inclusive no primeiro, ao aluno designado para incorporação ou já servindo as Forças Armadas, nas Organizações Ativas, designado ou matriculado em Órgãos de Forças Oficiais da Reserva.

Parágrafo Único – O aluno deverá comprovar sua incorporação,

designação ou matricula, por meio de certificado de alistamento militar ou declaração da Força Armada de que o interessado está prestando Serviço Militar naquela organização.

Artigo 31º - Quando a suspensão da matrícula vencer durante o

transcurso do ano letivo será assegurado ao aluno o direito de matrícula no semestre subseqüente.

CAPÍTULO VI

- DO CANCELAMENTO DE MATRÍCULA – Artigo 32º - A matrícula será cancelada quando:-

I - O aluno interessado solicitar por escrito;

II - Não for renovada no período estabelecido pelo

calendário escolar;

III- O aluno não tenha mais possibilidade de integralizar

o currículo de graduação no prazo máximo estabelecido pelo Conselho Federal de Educação;

IV- Em processo disciplinar, o aluno for condenado à

pena de desligamento;

V - O aluno ingressante deixar de comparecer aos

primeiros 20 dias consecutivos de aulas, sem justificativa aceita pela Congregação, ouvido o Conselho de Curso de Graduação;

VI- For constatado que o aluno encontra-se matriculado

em outro curso de graduação de instituição pública de ensino superior, inclusive da própria UNESP ou em cursos de idêntico currículo mínimo, de qualquer estabelecimento de ensino superior, público ou particular;

VII – Demais condições previstas em lei. TÍTULO IV

- DA IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO

Artigo 33º – No ato da matrícula, o aluno receberá seu número de

identificação (Registro Acadêmico) da Unidade

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Universitária, que será o documento hábil para a sua identificação em qualquer ato escolar.

TÍTULO V

- DO RENDIMENTO ESCOLAR – CAPÍTULO I

- DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR –

Artigo 34 - A verificação do rendimento escolar será feita levando em

conta o desempenho do aluno nas avaliações de aprendizagem e atividades programadas em cada disciplina.

Parágrafo Único – Os critérios usados nas diferentes formas de

avaliação, em cada disciplina, serão fixados pelos Departamentos.

CAPÍTULO II

- DA AVALIAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR –

Artigo 35º - A avaliação do rendimento escolar será expressa por graus

numéricos de 0 a 10 (zero a dez), computados até a primeira casa decimal e se fará segundo os seguintes conceitos e notas, sendo a aprovação condicionada a freqüência mínima de 70% (setenta por cento):-

A = APROVADO – nota igual ou superior a 5,0 (cinco); R = REPROVADO – nota inferior a 5,0 (cinco).

Artigo 36º - O aluno reprovado com nota insuficiente de

aproveitamento, entre 3,0 (três) e 4,9 (quatro vírgula nove), em determinada disciplina que não seja oferecida no semestre subseqüente poderá matricular-se na mesma, em Regime Especial de Recuperação (RER), obedecida à legislação vigente, desde que tenha obtido freqüência mínima de 70%.

§ 1º - O Departamento responsável pela disciplina deverá fixar programa de estudos a ser cumprido pelo aluno.

§ 2º - O benefício deste Artigo somente será concedido uma única vez na mesma disciplina e em apenas duas disciplinas em cada semestre, reservado ao aluno o direito de escolha, quando ocorrerem reprovações em mais de duas disciplinas.

Artigo 37º - O aluno que, matriculado no sistema de regime especial

de recuperação, não lograr aproveitamento para aprovação ficará obrigado a matricular-se na disciplina em regime regular, com exigência de freqüência mínima de 70 %, no período imediato em que for oferecida.

Artigo 38º - A avaliação do Estágio Curricular Supervisionado em

Engenharia Florestal e o Trabalho de Conclusão de Curso serão feitas observando-se a participação do aluno nas atividades programadas e/ou avaliações de qualquer natureza e será expressa por graus numéricos de 0 a 10 (zero a dez), computados até a 1a casa decimal.

§ 1º - Para aprovação no estágio curricular supervisionado o aluno deverá obter o grau numérico igual ou superior a 5,0 (cinco) e freqüência mínima de 70% .

§ 2º - Para aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso: A avaliação será efetuada por uma Comissão designada pelo Conselho de Curso, com parecer circunstanciado do relatório final e com parecer do orientador encaminhados ao Conselho de Curso. O TCC do Curso de Agronomia representa 4(quatro) créditos ou 60 (sessenta) horas/aula quando concluído e aprovado, e deverá ser avaliado por meio de nota e do Curso de Engenharia Florestal serão atribuídos 8 (oito) créditos, quando aprovado e, em função de sua qualidade, deverá ser avaliado mediante atribuição de nota.

§ 3 - O aluno que for reprovado na avaliação final do estágio curricular supervisionado e/ou no Trabalho de Conclusão de Curso em Agronomia ou em Engenharia Florestal deverá repeti-los integralmente no semestre letivo subseqüente.

Artigo 39º - O resultado da avaliação do rendimento escolar dos alunos

deverá ser publicado pelos Departamentos, até 5 (cinco) dias úteis após o encerramento do período letivo e encaminhado à Seção de Graduação até 5 (cinco) dias úteis após sua publicação.

CAPÍTULO III

No documento Campus de Botucatu. Campus de Botucatu (páginas 39-43)

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