Art. 205. O Cadastro de Produtores de Bens e Serviços do Município de Fortaleza (CPBS) destina-se ao registro centralizado e sistematizado de pessoas físicas e jurídicas, de órgãos públicos e de sociedades despersonalizadas que sejam sujeito passivo de obrigação tributária instituída pelo Município ou que sejam estabelecidas ou pretendam se estabelecer neste Município para o exercício de atividades relacionadas à industrialização, à comercialização ou à prestação de serviços.
§ 1º O CPBS será o único cadastro econômico do Município e será vinculado ao Cadastro Único de Pessoas Jurídicas e Naturais do Município.
§ 2º O CPBS conterá dados e informações que identifiquem, localizem e classifiquem as pessoas segundo a sua natureza jurídica, atividade e regime de recolhimento de tributos.
§ 3º Todas as obrigações tributárias, principais e acessórias, dos sujeitos passivos inscritos no CPBS serão vinculadas às suas respectivas inscrições.
Art. 206. Toda pessoa física, jurídica ou a esta equiparada, assim como os órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta, de quaisquer dos poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios estabelecidas ou que venham se estabelecer neste Município para o exercício de atividades de qualquer natureza são obrigados a se inscrever, previamente, no Cadastro de Produtores de Bens e Serviços do Município (CPBS), nos termos deste Capítulo. § 1º A inscrição será realizada mesmo quando as pessoas gozem de imunidade, isenção ou qualquer outro benefício fiscal concedido, em caráter permanente ou provisório.
§ 2º A inscrição no CPBS deverá ser realizada previamente ao início das atividades.
§ 3º As pessoas jurídicas deverão inscrever no CPBS cada um de seus estabelecimentos sediados no Município.
§ 4º As pessoas e os órgãos previstos no caput deste artigo também são obrigados:
I - a comunicarem qualquer alteração em seus dados cadastrais ocorrida após a realização da inscrição;
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III - a atenderem à convocação para recadastramento ou prestar informações cadastrais complementares.
Art. 207. A pessoa física que objetive prestar serviços, assim como o profissional autônomo, mesmo que isento do pagamento do ISSQN, é obrigada a inscrever-se no CPBS, previamente ao início das atividades.
Art. 208. São também obrigados a se inscrever no CPBS, mesmo não possuindo personalidade jurídica:
I - os condomínios edilícios;
II - os grupos de sociedades constituídos na forma dos artigos 265 e 277 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976;
III - os consórcios constituídos na forma dos artigos 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976;
IV - os patrimônios de afetação constituídos na forma dos artigos 31-A a 31-F da Lei nº 4.591, de 16 de dezembro de 1964;
V - os clubes de investimento registrados em Bolsa de Valores, segundo as normas fixadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Banco Central do Brasil (BACEN);
VI - os fundos mútuos de investimento, sujeitos às normas do BACEN ou da CVM; VII - as missões diplomáticas e repartições consulares de caráter permanente; VIII - as representações permanentes de órgãos internacionais;
IX - os serviços de registros públicos, cartorários e notariais, exceto aqueles vinculados à vara de justiça dos tribunais;
X - os organizadores de eventos, de feiras, congressos e congêneres, bem como os expositores de produtos e serviços, que figurem como tomador de serviço de prestador não inscrito no CPBS;
XI - demais pessoas equiparadas a pessoas jurídicas, na forma do § 2º do artigo 674 deste Regulamento.
Parágrafo único. A obrigação prevista no inciso X deste artigo deverá ser cumprida antes da realização do evento, mesmo que a pessoa não seja estabelecida no Município de Fortaleza e deverá ser realizada na forma do artigo 214 deste Regulamento.
Art. 209. A pessoa ou o órgão que se encontrar exercendo atividade no Município sem inscrição cadastral será inscrita de ofício no CPBS, sem prejuízo da aplicação de penalidade pecuniária estabelecida no inciso I do artigo 512 deste Regulamento, bem como da interdição do estabelecimento ou do embargo de obra.
Parágrafo único. As omissões dos atos previstos no § 4º do artigo 206 deste Regulamento também induzem à prática de ato de ofício pela Administração Tributária, sem prejuízo da aplicação das respectivas sanções previstas nos incisos II e III do artigo 512, deste Regulamento. Art. 210. Os prestadores de serviços estabelecidos ou domiciliados em outro município ou no Distrito Federal que emitirem nota fiscal de serviço, ou outro documento fiscal equivalente, para tomador de serviços do Município de Fortaleza, também são obrigados a efetuar inscrição no Cadastro de Produtores de Bens e Serviços, na condição de prestador de serviço de outro município.
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§ 1º A obrigação prevista no caput deste artigo não se aplica ao Microempreendedor Individual (MEI), definido pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2003, e quando o prestador de serviço emitir nota fiscal de serviço ou documento equivalente por meio de sistema eletrônico disponibilizado por este Município.
§ 2º As obrigações previstas no § 4º do artigo 206 deste Regulamento também se aplicam às pessoas previstas no caput deste artigo.
§ 3º No interesse da Administração Tributária, ato do Secretário Municipal das Finanças poderá excluir do procedimento de que trata o caput deste artigo determinados grupos ou categorias de prestadores de serviços, conforme a sua atividade.
§ 4º O Secretário Municipal das Finanças poderá permitir que os tomadores de serviços sejam responsáveis pela inscrição, em Cadastro Simplificado, dos prestadores de serviços tratados
caput deste artigo.
Art. 211. As pessoas que não atenderem ao disposto no artigo 210 deste Regulamento sofrerão retenção do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) na fonte pelo tomador do serviço.
Art. 212. A gestão e a manutenção do CPBS são competências da Célula de Gestão do ISSQN, integrante da estrutura administrativa da Secretaria Municipal das Finanças, com o apoio do Conselho dos Cadastros Municipais e com observância das normas previstas neste Capítulo.
Seção II - Dos Atos Relativos ao CPBS Art. 213. Constituem atos relativos ao CPBS:
I - a inscrição; II - a suspensão;
III - a reativação de inscrição;
IV - a alteração dos dados cadastrais, inclusive do quadro de sócios, de administradores, de responsável legal e de responsável contábil;
V - a baixa da inscrição;
VI - outros atos decorrentes de convênios celebrados com órgãos que mantenham cadastro. § 1º Os atos relativos ao CPBS, referentes ao empresário e à pessoa jurídica optantes pelo Simples Nacional, regido pela Lei Complementar nº 123/2006, serão praticados independentemente da regularidade de obrigações tributárias, principais ou acessórias, do empresário, da sociedade, dos sócios, dos administradores ou de empresas de que participem, sem prejuízo das responsabilidades do empresário, dos sócios ou dos administradores por tais obrigações, apuradas antes ou após o ato de extinção.
§ 2º O requerimento para a prática dos atos previstos nos incisos do caput deste artigo deverá ser protocolizado na Secretaria Municipal das Finanças ou nos seus postos de atendimento ou ainda por intermédio de ferramenta integradora do processo de registro e de legalização de empresários e de pessoas jurídicas, criada nos termos do artigo 4° da Lei Complementar n° 123, de 14 de dezembro de 2006.
§ 3º Os atos de inscrição, alteração e baixa de MEI, bem como as exigências para o início de seu funcionamento, terão trâmite especial e simplificado, e serão realizados preferencialmente por meio eletrônico.
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§ 4º Não se submetem à prática de atos por intermédio da ferramenta integradora prevista no § 2° deste artigo, os órgãos públicos, as autarquias, as fundações públicas, as sociedades simples e as pessoas e entidades previstas nos artigos 207 e 208 deste Regulamento.
Art. 214. A solicitação de inscrição de prestador de serviço de outro município, nos termos do artigo 210 deste Regulamento será efetuada exclusivamente pela Internet, na página eletrônica da Secretaria Municipal das Finanças.
§ 1º A solicitação de inscrição prevista neste artigo será enquadrada em uma das seguintes situações cadastrais:
I - “Deferimento Provisório”, após o transcurso do prazo de 30 (trinta) dias, contado da recepção de todos os documentos exigidos, sem que a Administração Tributária profira decisão definitiva a respeito do pedido, sujeito a posterior homologação;
II - “Deferida”, se acolhida a solicitação após a análise dos documentos apresentados; III - “Indeferida”, se não acolhida a solicitação após a análise dos documentos apresentados. § 2º O deferimento da inscrição será efetivado após a conferência das informações transmitidas por meio da Internet e dos documentos estabelecidos no artigo 225 deste Regulamento.
§ 3º O deferimento da inscrição será retroativo a data da transmissão do pedido.
§ 4º Para efeito da contagem do prazo referido no inciso I deste artigo, considera-se como data da solicitação da inscrição, a data em que a solicitação de inscrição for lavrada pelo requerente. § 5º O indeferimento da solicitação de inscrição retroagirá à data da solicitação de inscrição, ficando o prestador de serviços obrigado ao pagamento do imposto devido a este Município, com os acréscimos legais desde a data de seu vencimento, relativo ao período em que esteve enquadrado na situação cadastral “Deferimento Provisório”.
§ 6º As situações cadastrais previstas nos incisos I e II do § 1º deste artigo correspondem à situação cadastral “Ativa”.
§ 7º Os efeitos do cadastramento na forma deste artigo só serão válidos para as notas fiscais de serviços emitidas em data igual ou posterior ao seu deferimento provisório.
Art. 215. A competência para deferir pedidos de inscrição, bem assim para alterar dados cadastrais no CPBS, é do chefe do setor da Célula de Gestão do ISSQN responsável pelo CPBS. Parágrafo único. O deferimento de pedido de baixa, a inclusão, a alteração, a suspensão, a reativação e a baixa de ofício de inscrição no CPBS é de competência exclusiva do Gerente da Célula de Gestão do ISSQN.
Art. 216. O setor responsável pelo CPBS deverá:
I - analisar, sob os aspectos formal e técnico, as informações contidas na documentação apresentada pelas pessoas obrigadas a prática de ato junto ao CPBS;
II - zelar pelo sigilo, pela segurança e pela recuperação das informações do CPBS. Seção III - Do Domicílio ou do Estabelecimento das Pessoas no CPBS
Art. 217. Ressalvada a hipótese prevista no artigo 210 deste Regulamento, somente será aceito como domicílio ou estabelecimento das pessoas obrigadas à inscrição no CPBS, imóvel localizado no território deste Município.
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I - quando se tratar de pessoa física, no endereço do imóvel da sua residência habitual, ou, sendo esta incerta ou desconhecida ou quando a pessoa possuir estabelecimento específico, no imóvel onde sejam desenvolvidas suas atividades;
II - quando se tratar de empresário individual, de pessoa jurídica, de sociedade despersonificada ou de pessoa física equiparada à jurídica, no endereço do imóvel da sua sede, e quando possuir mais de um estabelecimento, no endereço do imóvel de cada estabelecimento; III - quando se tratar de pessoa jurídica de direito público interno, no endereço do imóvel
ocupado por cada um dos seus órgãos no território deste Município.
Art. 219. Poderá ser cadastrada mais de uma pessoa jurídica ou equiparada na mesma unidade imobiliária, quando o imóvel for:
I - utilizado como sede de centro de prestação de serviços a empresas, de escritório virtual ou de incubadora de startups;
II - pertencente a sócio, acionista ou associado comum às diversas pessoas jurídicas a serem cadastradas.
§ 1º O disposto no caput deste artigo é condicionado:
I - às atividades a serem desenvolvidas e o porte econômico das pessoas serem compatíveis com uso comum da unidade imobiliária;
II - ao centro de prestação de serviços a empresas, ao escritório virtual ou à incubadora de startups encontrar-se cadastrada no CPBS em tal condição.
§ 2º Para fins do disposto no inciso I, do § 1° deste artigo, são consideradas atividades compatíveis as definidas em ato do Secretário Municipal das Finanças.
§ 3º Considera-se centro de prestação de serviços a empresa ou escritório virtual, o estabelecimento de pessoa jurídica constituída exclusivamente para a prestação de serviços de cessão de espaço e de suporte administrativo para pessoas físicas ou jurídicas.
§ 4º Considera-se incubadora de startups ou de empresas, a pessoa jurídica constituída com o objetivo de criar ou desenvolver microempresas ou pequenas empresas, apoiando-as nas primeiras etapas de suas vidas.
Art. 220. Para o fim do disposto no artigo 219 deste Regulamento, a pessoa usuária de centro de prestação de serviços às empresas, de escritório virtual ou de incubadora de startups deverá fornecer ao responsável pelo estabelecimento, para fins de apresentação às autoridades fiscais, os seguintes documentos:
I - relativos à pessoa jurídica ou ao empresário individual: a) o original do Alvará de Funcionamento;
b) cópias autenticadas do ato constitutivo e dos aditivos, ser houver;
c) o comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); d) o comprovante de inscrição no CPBS.
II - relativos à pessoa dos sócios, do titular e dos dirigentes; a) cópia autenticada do documento de identidade;
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c) cópia autenticada do comprovante de endereço.
Parágrafo único. O comprovante de endereço previsto na alínea “c”, do inciso II deste artigo, deverá ser atualizado, pelo menos, a cada 6 (seis) meses.
Art. 221. Não será exigida unidade imobiliária específica para o cadastro no CPBS de: I - condomínios edilícios;
II - consórcios;
III - grupos de sociedades;
IV - sociedades de propósito específico (SPE); V - patrimônio de afetação;
VI - quiosques estabelecidos em centros comerciais, em shopping centers ou em logradouros públicos;
VII - entidades estabelecidas em logradouros públicos, devidamente autorizadas pelo poder público, nas hipóteses definidas em lei;
VIII - outras hipóteses estabelecidas em ato do Secretário Municipal das Finanças.
Parágrafo único. As entidades previstas neste artigo, quando não possuírem imóvel exclusivo para o exercício das suas atividades serão cadastradas, quando se tratar de:
I - condomínios edilícios, no endereço principal do prédio do condomínio; II - consórcios, no imóvel da pessoa jurídica responsável pelo consórcio;
III - grupos de sociedades, no imóvel da sede da sociedade controladora ou de comando do grupo;
IV - sociedades de propósito específico, no imóvel do domicílio ou da sede da pessoa representante legal;
V - patrimônio de afetação, no imóvel do estabelecimento da pessoa responsável pela incorporação;
VI - quiosques estabelecidos em centros comerciais ou em shopping centers, no imóvel do estabelecimento responsável pela administração destes;
VII - quiosques e entidades estabelecidos em logradouro público, no próprio logradouro onde esteja localizado.
Seção IV - Do Pedido de Inscrição Art. 222. São documentos de entrada de dados no CPBS:
I - Ficha de Inscrição Cadastral no CPBS (FIC);
II - Ficha de Cadastro Único de Pessoas do Município (FICAPE).
§ 1º A FIC é o documento básico de entrada de dados no CPBS e conterá, no mínimo, os seguintes dados:
I - Dados da pessoa jurídica ou natural: a) nome ou razão social do sujeito passivo; b) número de inscrição no CPBS, se já existir;
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c) número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), mantidos pela Receita Federal do Brasil (RFB);
d) código e descrição das atividades econômicas ou das ocupações; e) data do início das atividades no Município;
f) natureza jurídica.
II - Dados dos sócios ou acionistas, se pessoa jurídica: a) nome ou razão social, sendo sócio pessoa jurídica;
b) número de inscrição no CPF ou no CNPJ, conforme a natureza da pessoa sócia ou acionista.
III - Dados do responsável legal da pessoa jurídica: a) nome;
b) número de inscrição no CPF; c) qualificação.
IV - Dados do responsável técnico contábil: a) nome ou razão social;
b) número de inscrição no CPF ou no CNPJ;
c) número de inscrição no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). § 2º A FICAPE observará as normas previstas no Capítulo VII deste Título.
§ 3º Os documentos de entrada de dados previstos neste artigo poderão ser substituídos por formulários eletrônicos disponibilizados em aplicativo na Internet.
Art. 223. O pedido de inscrição no CPBS será formalizado por meio da FIC e da FICAPE, devidamente preenchidas, quando da solicitação do alvará de funcionamento, e acompanhadas da seguinte documentação comprobatória dos dados informados:
I - Para pessoa jurídica ou equiparada, com inscrição no CNPJ:
a) cópia autenticada ou acompanhada do original do ato constitutivo da pessoa jurídica ou equiparada, devidamente registrado no órgão competente;
b) comprovante de inscrição no CNPJ; c) cópia do comprovante de endereço;
d) cópia do comprovante de propriedade do imóvel ou do direito de uso, se o imóvel for locado, cedido ou equivalente;
e) cópia do documento de identidade, do CPF e do comprovante de endereço dos sócios ou representante legal;
f) cópia do Alvará de funcionamento, expedido pelo órgão competente do Município, ou de consulta prévia aprovada;
g) cópia da carteira de identidade profissional, do CPF e do comprovante de endereço do contabilista;
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h) cópia da Certidão de Regularidade Profissional do contabilista, emitida pelo Conselho Regional de Contabilidade;
i) outros documentos, a critério da Secretaria Municipal das Finanças. II - Para os patrimônios de afetação:
a) cópia da matrícula do imóvel com a averbação do termo firmado pelo incorporador e, quando for o caso, também pelos titulares de direitos reais de aquisição sobre o terreno; b) cópia do termo firmado pelo incorporador e, quando for o caso, também pelos titulares
de direitos reais de aquisição sobre o terreno;
c) cópia autenticada ou acompanhada do original do ato constitutivo da pessoa jurídica ou equiparada incorporadora, devidamente registrado no órgão competente;
d) comprovante de inscrição no CNPJ do incorporador e do patrimônio de afetação; e) cópia do comprovante de endereço do estabelecimento do incorporador;
f) cópia do comprovante de propriedade do imóvel ou do direito de uso, se o imóvel for locado, cedido ou equivalente;
g) cópia do documento de identidade, do CPF e do comprovante de endereço dos sócios ou representante legal do incorporador;
h) cópia da carteira de identidade profissional, do CPF e do comprovante de endereço do contabilista;
i) cópia da Certidão de Regularidade Profissional do contabilista, emitido pelo Conselho Regional de Contabilidade;
j) outros documentos a critério da Secretaria Municipal das Finanças. III - Para profissional autônomo:
a) cópia do documento de identidade;
b) cópia da carteira de identidade profissional, se for o caso; c) cópia do comprovante de inscrição do contribuinte no CPF; d) cópia do comprovante de endereço.
IV - Para as pessoas físicas equiparadas a pessoa jurídica, que não possuam inscrição no CNPJ: a) cópia do documento de identidade do responsável;
b) comprovante de inscrição do contribuinte no CPF; c) cópia do comprovante de endereço;
d) cópia do comprovante de propriedade do imóvel ou do direito de uso, se o imóvel for locado, cedido ou equivalente;
e) outros documentos a critério da Secretaria Municipal das Finanças.
§ 1º A FIC e a FICAPE deverão ser assinadas pela pessoa física responsável perante o CPBS ou por seu preposto, com reconhecimento da firma do signatário.
§ 2º Para cada pessoa constante da FIC, deverá ser preenchida uma FICAPE, se a pessoa ainda não constar como inscrita no Cadastro Único de Pessoas do Município.