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Do Ministério Público

No documento COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO (páginas 29-35)

Artigo 29.º

Intervenção do Ministério Público

1. O Ministério Público é representado, junto da sede do Tribunal de Contas, pelo Procurador-Geral da República, que pode delegar as suas funções num ou mais dos procuradores-gerais-adjuntos. 2. Nas secções regionais, o Ministério Público é representado pelo magistrado para o efeito

desig-nado pelo Procurador-Geral da República, o qual é substituído, nas suas faltas e impedimentos, pelo seu substituto legal.

31 Nova redação introduzida pelo artigo 2.º da Lei n.º 20/2015, de 9 de março. A versão originária era a seguinte:

1 – Compete ao plenário geral o exercício do poder disciplinar sobre os seus juízes, ainda que respeite a actos praticados no exercício de outras funções , cabendo-lhe, designadamente, instaurar o processo disciplinar, nomear o respectivo instrutor, deliberar sobre a eventual suspensão preventiva e aplicar as respectivas sanções.

32 Número revogado pelo artigo 2.º da Lei n.º 20/2015, de 9 de março. A versão originária era a seguinte:

2 – As decisões em matéria disciplinar sobre os juízes serão sempre tomadas em 1.ª instância pela comissão permanente, com recurso para o plenário geral.

33 Nova redação introduzida pelo artigo 2.º da Lei n.º 20/2015, de 9 de março. A versão originária era a seguinte:

3 – Salvo o disposto nos números anteriores, aplica-se aos juízes do Tribunal de Contas o regime disciplinar estabelecido na lei para os magistrados judiciais.

34 Nova redação introduzida pelo artigo único da Lei n.º 48/2006, de 29 de agosto. A versão originária era a seguinte:

1 – O Presidente e os juízes do Tribunal de Contas têm direito a receber gratuitamente o Diário da República, 1.ª, 2.ª e 3.ª séries e apêndices, e o Diário da Assembleia da República, 1.ª e 2.ª séries.

3. No coletivo a que se refere o n.º 1 do artigo 42.º, a representação do Ministério Público é assegu-rada pelo magistrado colocado na secção regional que preparar o parecer sobre a conta da região autónoma.

4. O Ministério Público intervém oficiosamente e de acordo com as normas de processo nas 1.ª e 3.ª Secções, devendo ser-lhe entregues todos os relatórios e pareceres aprovados na sequência de ações de verificação, controlo e auditoria aquando da respetiva notificação, podendo solicitar a entrega de todos os documentos ou processos que entenda necessários.

5. O Ministério Público pode assistir às sessões da 2.ª Secção, tendo vista dos processos antes da sessão ordinária semanal, podendo emitir parecer sobre a legalidade das questões deles emergen-tes.35

6. O Ministério Público pode realizar as diligências complementares que entender adequadas que se relacionem com os factos constantes dos relatórios que lhe sejam remetidos, a fim de serem

desen-cadeados eventuais procedimentos jurisdicionais.36

SECÇÃO IV

Dos serviços de apoio do Tribunal de Contas Artigo 30.º

Princípios orientadores

1. O Tribunal de Contas dispõe de serviços de apoio técnico e administrativo, constituídos pelo Ga-binete do Presidente e pela Direção-Geral, incluindo os serviços de apoio das secções regionais. 2. A organização e estrutura da Direção-Geral, incluindo os serviços de apoio das secções regionais,

constam de decreto-lei e devem observar os seguintes princípios e regras:

a) Constituição de um corpo especial de fiscalização e controlo, integrando carreiras altamente

qualificadas de auditor, consultor e técnico verificador, a exercer, em princípio, em regime de exclusividade;

b) O auditor executa funções de controlo de alto nível, nomeadamente a realização de

audito-rias e outras ações de controlo nas diversas áreas da competência do Tribunal;

c) O consultor executa funções de consultadoria de alto nível, nomeadamente de estudo e

in-vestigação científico-técnica para apoio ao Tribunal e às equipas de auditoria;

d) O técnico verificador executa funções de estudo e aplicação de métodos e processos

cientí-fico-técnicos, nomeadamente no âmbito da instrução de processos de fiscalização prévia e sucessiva;

e) O estatuto remuneratório das carreiras de auditor e de consultor é equiparado ao dos juízes

de direito;

f) O estatuto remuneratório das carreiras de técnico verificador não é inferior ao praticado nos

serviços de controlo e inspeção existentes na Administração Pública;

g) Constituição de unidades de apoio técnico segundo as competências de cada secção e,

den-tro desta, segundo áreas especializadas;

h) Formação inicial e permanente de todos os funcionários daquelas carreiras;

i) Os serviços de apoio na sede são dirigidos por um diretor-geral, coadjuvado por

subdireto-res-gerais;

j) Em cada secção regional, os serviços de apoio são dirigidos por um subdiretor-geral;

l) A Direção-Geral e cada secção regional são ainda coadjuvadas por auditores-coordenadores

e auditochefes, para o efeito equiparados a diretor de serviços e a chefe de divisão, res-petivamente;

35 Número aditado pelo artigo 1.º da Lei n.º 48/2006, de 29 de agosto.

LOPTC

m) O pessoal dirigente da Direção-Geral e dos serviços de apoio das secções regionais integra

o corpo especial de fiscalização e controlo previsto na alínea a), aplicando-se,

subsidiaria-mente, o regime do pessoal dirigente da função pública;

n) O pessoal das carreiras não integrado no corpo especial de fiscalização e controlo previsto

na alínea a) tem direito a um suplemento mensal de disponibilidade permanente.

3. A estrutura, natureza e atribuições do Gabinete do Presidente, bem como o regime do respetivo pessoal, constam de decreto-lei.

4. O Gabinete do Presidente assegura o apoio administrativo aos juízes e ao representante do Minis-tério Público, sendo para isso dotado das unidades necessárias.

5. Até à entrada em vigor do decreto-lei a que se refere o n.º 2, o Presidente do Tribunal de Contas pode atribuir ao pessoal do quadro da Direção-Geral um suplemento mensal de disponibilidade permanente até 20% do vencimento ilíquido a pagar pelos cofres do Tribunal.

SECÇÃO V

Da gestão administrativa e financeira do Tribunal de Contas Artigo 31.º

Autonomia administrativa e orçamental

1. O Tribunal de Contas e as suas secções regionais são dotados de autonomia administrativa. 2. As despesas de instalação e funcionamento do Tribunal, incluindo as secções regionais,

consti-tuem encargo do Estado, através do respetivo Orçamento.

3. O Tribunal elabora um projeto de orçamento e apresenta-o ao Governo nos prazos determinados para a elaboração da proposta de lei do Orçamento, devendo ainda fornecer à Assembleia da Re-pública os elementos que ela lhe solicite sobre esta matéria.

Artigo 32.º

Poderes administrativos e financeiros do Tribunal

Compete ao Tribunal, em plenário geral:

a) Aprovar o projeto do seu orçamento anual, incluindo os das secções regionais, bem como

dos respetivos cofres, e das propostas de alteração orçamental que não sejam da sua com-petência;

b) Apresentar sugestões de providências legislativas necessárias ao funcionamento do

Tribu-nal, incluindo as secções regionais, e dos seus serviços de apoio;

c) Definir as linhas gerais de organização e funcionamento dos seus serviços de apoio técnico,

incluindo os das secções regionais.

Artigo 33.º

Poderes administrativos e financeiros do Presidente

1. Compete ao Presidente do Tribunal:

a) Superintender e orientar os serviços de apoio, incluindo a gestão de pessoal e a gestão

fi-nanceira do Tribunal e das suas secções regionais, no quadro do autogoverno, exercendo os poderes administrativos e financeiros idênticos aos que integram a competência ministerial;

b) Orientar a elaboração dos projetos de orçamento bem como das propostas de alteração

or-çamental que não sejam da sua competência;

c) Dar aos serviços de apoio do Tribunal as ordens e instruções que se revelem necessárias à

melhor execução das orientações definidas pelo Tribunal e ao seu eficaz funcionamento. 2. O exercício das competências referidas no n.º 1 pode ser delegado no vice-presidente e nos juízes

Artigo 34.º

Conselhos administrativos

1. O Conselho Administrativo do Tribunal é presidido pelo diretor-geral e integram-no dois vogais que exerçam cargos dirigentes na Direção-Geral, dos quais um é o responsável pelos serviços de gestão financeira.

2. Os dois vogais do Conselho Administrativo são designados pelo Presidente, sob proposta do dire-tor-geral, devendo igualmente ser designados os respetivos substitutos.

3. Nas secções regionais o conselho administrativo é presidido pelo subdiretor-geral e os dois vogais, bem como os respetivos substitutos, são designados pelo juiz, sob proposta do subdiretor-geral. 4. Os conselhos administrativos exercem a competência de administração financeira, que integra a

gestão normal dos serviços de apoio, competindo -lhe, designadamente:

a) Autorizar as despesas que não devam ser autorizadas pelo Presidente;

b) Autorizar o pagamento de despesas, qualquer que seja a entidade que tenha autorizado a

respetiva realização;

c) Preparar os projetos de orçamento do Tribunal e das secções regionais e o orçamento dos

respetivos cofres, bem como as propostas de alteração orçamental que se revelem necessá-rias;

d) Gerir o Cofre do Tribunal ou das respetivas secções regionais.

5. Os presidentes têm voto de qualidade.

Artigo 35.º

Cofres do Tribunal de Contas

1. O Tribunal de Contas dispõe de cofres na sede e nas secções regionais, que gozam de personali-dade jurídica, autonomia administrativa e financeira e património próprio.

2. Constituem receitas dos cofres:

a) As receitas emolumentares cobradas pelos serviços do Tribunal ou da Direção-Geral;

b) O produto da venda de livros ou revistas editados pelo Tribunal ou de serviços prestados

pela Direção-Geral;

c) Outras receitas a fixar por diploma legal;

d) Heranças, legados e doações.

3. Constituem encargos dos cofres:

a) As despesas correntes e de capital que, em cada ano, não possam ser suportadas pelas

ver-bas inscritas no Orçamento do Estado;

b) Os vencimentos dos juízes auxiliares para além do número de juízes do quadro, bem como

os suplementos que sejam devidos aos juízes;

c) As despesas resultantes da edição de livros ou revistas;

d) As despesas derivadas da realização de estudos, auditorias, peritagens e outros serviços,

quando não possam ser levados a cabo pelo pessoal do quadro dos serviços de apoio. 4. Todos os bens adquiridos com verbas inscritas nos orçamentos dos cofres do Tribunal integram

LOPTC CAPÍTULO IV

Das modalidades do controlo financeiro do Tribunal de Contas SECÇÃO I

Da programação Artigo 36.º Fiscalização orçamental

1. O Tribunal de Contas fiscaliza a execução do Orçamento do Estado, incluindo o da segurança so-cial, podendo para tal solicitar a quaisquer entidades, públicas ou privadas, as informações neces-sárias.

2. As informações assim obtidas, quer durante a execução do Orçamento quer até ao momento da publicação da Conta Geral do Estado, podem ser comunicadas à Assembleia da República, com quem o Tribunal e os seus serviços de apoio poderão acordar os procedimentos necessários para a coordenação das respetivas competências constitucionais de fiscalização da execução orçamen-tal e, bem assim, para apreciação do relatório sobre a Conta Geral do Estado, tanto durante a sua preparação como após a respetiva publicação.

3. A Assembleia da República pode solicitar ao Tribunal relatórios intercalares sobre os resultados da fiscalização do Orçamento ao longo do ano, bem como a prestação de quaisquer esclarecimentos necessários à apreciação do Orçamento do Estado e do relatório sobre a Conta Geral do Estado. 4. À preparação e à fiscalização da execução dos orçamentos das regiões autónomas pelas secções

regionais, em articulação com as Assembleias Legislativas das regiões autónomas, aplica-se o dis-posto nos números anteriores, com as necessárias adaptações.

Artigo 37.º Programa trienal

1. O plenário geral do Tribunal de Contas aprova o programa das suas ações de fiscalização e controlo para um período de três anos, até 30 de outubro do ano imediatamente anterior ao início do triénio. 2. Na sede o programa é elaborado pela comissão permanente com base nos programas sectoriais

trienais das 1.ª e 2.ª Secções.

3. O programa trienal das secções regionais é elaborado pelo respetivo juiz e consta em anexo ao programa trienal da sede.

Artigo 38.º

Programa anual da 1.ª Secção

1. O plenário da 1.ª Secção aprova até 15 de dezembro de cada ano, com subordinação ao programa de ação trienal, o respetivo programa anual, do qual consta, designadamente:

a) A relação dos organismos ou serviços dispensados, total ou parcialmente, de fiscalização

prévia nesse ano com fundamento na fiabilidade do seu sistema de decisão e controlo in-terno verificado em auditorias realizadas pelo Tribunal;

b) A relação dos serviços ou organismos que nesse ano serão objeto de fiscalização

concomi-tante de despesas emergentes dos atos ou contratos que não devam ser remetidos para fiscalização prévia.

2. A dispensa de fiscalização prévia prevista na alínea a) do número anterior pode ser revogada a todo

o tempo com fundamento na falta de fiabilidade do sistema de decisão e controlo interno do ser-viço ou organismo constatada em auditorias realizadas pelo Tribunal.

3. (Revogado.)37

LOPTC

4. (Revogado.)38

Artigo 39.º

Áreas de responsabilidade da 2.ª Secção

1. Aprovado o programa de ação trienal do Tribunal, o plenário da 2.ª Secção, até 15 de novembro desse ano, delibera a constituição das áreas de responsabilidade a atribuir por sorteio a cada juiz, na falta de consenso.

2. A elaboração do relatório e parecer da Conta Geral do Estado pode constituir uma ou mais áreas de responsabilidade.

3. Os serviços de apoio técnico devem organizar-se em função das áreas de responsabilidade dos juízes.

Artigo 40.º

Programa anual da 2.ª Secção

O plenário da 2.ª Secção aprova até 15 de dezembro de cada ano, com subordinação ao programa de ação trienal, o respetivo programa anual, do qual consta, designadamente:

a) A relação das entidades dispensadas da remessa de contas segundo critérios previamente

definidos, que respeitam os critérios e práticas correntes de auditoria e visam conseguir uma adequada combinação entre amostragem e risco financeiro, a prioridade do controlo das contas mais atuais, com maiores valor e risco financeiro, e a garantia de que todos os servi-ços e organismos sejam controlados pelo menos uma vez em cada ciclo de quatro anos;

b) A relação das entidades cujas contas são objeto de verificação externa;

c) A relação das entidades cujas contas são devolvidas com e sem verificação interna pelos

serviços de apoio, segundo critérios previamente definidos;

d) O valor de receita ou despesa abaixo do qual as entidades sujeitas à prestação de contas

ficam dispensadas de as remeter a Tribunal;

e) As auditorias a realizar independentemente de processos de verificação de contas;

f) As ações a realizar no âmbito da elaboração do relatório e parecer sobre a Conta Geral do

Estado.

Artigo 41.º

Relatório e parecer sobre a Conta Geral do Estado

1. No relatório e parecer sobre a Conta Geral do Estado, incluindo a da segurança social, o Tribunal de Contas aprecia a atividade financeira do Estado no ano a que a Conta se reporta, nos domínios das receitas, das despesas, da tesouraria, do recurso ao crédito público e do património, designa-damente nos seguintes aspetos:

a) O cumprimento da lei de enquadramento do Orçamento do Estado, bem como a demais

legislação complementar relativa à administração financeira;

b) A comparação entre as receitas e despesas orçamentadas e as efetivamente realizadas;

c) O inventário e o balanço do património do Estado, bem como as alterações patrimoniais,

nomeadamente quando decorram de processos de privatização;

d) Os fluxos financeiros entre o Orçamento do Estado e o setor empresarial do Estado,

nome-adamente quanto ao destino legal das receitas de privatizações;

e) A execução dos programas plurianuais do Orçamento do Estado, com referência especial à

respetiva parcela anual;

3 – A dispensa de fiscalização prévia não prejudica a fiscalização concomitante ou sucessiva das despesas emergentes da execução dos respectivos actos ou contratos nem a eventual responsabilidade financeira.

38 Número revogado pelo artigo 3.º da Lei n.º 48/2006, de 29 de agosto. A versão originária era a seguinte: 4 – A atribuição aos juízes da direcção das auditorias a que se refere a alínea b) do n.º 1 é feita por sorteio.

LOPTC

f) A movimentação de fundos por operações de tesouraria, discriminados por tipos de

opera-ções;

g) As responsabilidades diretas do Estado, decorrentes da assunção de passivos ou do recurso

ao crédito público, ou indiretas, designadamente a concessão de avales;

h) Os apoios concedidos direta ou indiretamente pelo Estado, designadamente subvenções,

subsídios, benefícios fiscais, créditos, bonificações e garantias financeiras;

i) Os fluxos financeiros com a União Europeia, bem como o grau de observância dos

compro-missos com ela assumidos.

2. O relatório e parecer sobre a Conta Geral do Estado emite um juízo sobre a legalidade e a correção financeira das operações examinadas, podendo pronunciar-se sobre a economia, a eficiência e a eficácia da gestão e, bem assim, sobre a fiabilidade dos respetivos sistemas de controlo interno. 3. No relatório e parecer sobre a Conta Geral do Estado podem ainda ser formuladas recomendações

à Assembleia da República ou ao Governo, em ordem a ser supridas as deficiências de gestão orçamental, tesouraria, dívida pública e património, bem como de organização e funcionamento dos serviços.

Artigo 42.º

Contas das regiões autónomas

1. O relatório e parecer sobre as contas das regiões autónomas é preparado pela respetiva secção regional e, seguidamente, aprovado por um coletivo para o efeito constituído pelo Presidente do Tribunal de Contas e pelos juízes de ambas as secções regionais.

2. O coletivo a que se refere o número anterior reúne-se na sede da secção regional responsável pela preparação do relatório e parecer.

3. Ao relatório e parecer sobre as contas das regiões autónomas é aplicável o disposto no artigo 41.º, com as devidas adaptações.

Artigo 43.º Relatório anual

1. A atividade desenvolvida pelo Tribunal de Contas e pelos seus serviços de apoio consta de um relatório.

2. O relatório é elaborado pelo Presidente e aprovado pelo plenário geral, após o que é publicado e apresentado ao Presidente da República, à Assembleia da República, ao Governo e aos órgãos de governo próprio das regiões autónomas, no tocante à respetiva secção regional, até ao dia 31 de maio do ano seguinte àquele a que diga respeito.

3. Para a elaboração do relatório referido nos números anteriores devem os juízes das secções regio-nais remeter ao Presidente o respetivo relatório até ao dia 30 de abril do ano seguinte àquele a que diga respeito.

SECÇÃO II

No documento COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO (páginas 29-35)