Art. 172. O livro Registro de Entradas – modelo 1 – destina-se à escrituração do movimento de entrada de bens ou objetos destinados à prestação de serviços, inclusive de bens para a venda em consignação, e de bens e serviços de cujos valores este Regulamento permita deduções.
§ 1º Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às entradas fictas de bens ou objetos que não transitem pelo estabelecimento.
efetivadas no estabelecimento ou, na hipótese do parágrafo anterior, da data de emissão do documento fiscal respectivo.
SEÇÃO V
Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências
Art. 173. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências – modelo 2 – destina-se ao registro dos documentos fiscais previstos no Capítulo IV, confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário, bem como à lavratura, pelo Fisco, de termos de ocorrências.
§ 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação, em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal, devendo ser utilizada uma folha para cada espécie, série e subsérie de documento fiscal.
§ 2º Revogado. (Redação dada pelo Decreto nº 38.650 de 05.05.2014)
SEÇÃO VI
Do Registro de Apuração do ISS
Art. 174. O livro Registro de Apuração do ISS – modelo 3 – destina-se a registar:
I – os totais dos preços dos serviços prestados diariamente, com os números das respectivas notas fiscais emitidas;
II – o total mensal do movimento econômico, discriminando-se o total do movimento econômico tributável e o total do movimento isento ou não tributável; (Redação dada pelo Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
III – o total das deduções permitidas pela legislação do imposto;
IV – a base de cálculo mensal dos serviços tributáveis; (Redação dada pelo Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
V – as alíquotas referentes às respectivas bases de cálculo;
VI – os códigos fiscais dos serviços, correspondentes aos incisos do art. 1º, deste Regulamento. VII – o imposto incidente relativo a cada tipo de serviço prestado;
VIII – o imposto total a ser pago, nos prazos estabelecidos por ato do Poder Executivo; IX – os valores diários dos serviços executados por terceiros com retenção do imposto;
X – o valor total do imposto de terceiros retido na fonte ou recebido por substituição tributária; XI – os números e datas das guias de pagamento, com os nomes dos respectivos bancos;
XII – nas linhas de observações, anotações diversas tais como: notas fiscais canceladas, estornos, lançamentos de créditos autorizados, etc.
Parágrafo único. Revogado. (Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
Obs.: O art. 12, I do Decreto nº 32.250, de 11.05.2010, dispensa a escrituração do Livro modelo 3 para prestadores de serviços autorizados a emitir Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e.
SEÇÃO VII
Do Registro de Entradas de Materiais e Serviços de Terceiros – REMAS
Art. 175. O livro de Registro de Entradas de Materiais e Serviços de Terceiros (REMAS) – modelo 4 – destina-se à escrituração das deduções cabíveis nos serviços previstos nos subitens 7.02, 7.05 e 7.15 da lista do art. 1º, bem como dos serviços para obras isentas ou não tributáveis, dos materiais provenientes de desmonte e dos serviços sujeitos à retenção do imposto. (Redação dada pelo Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
Parágrafo único. Os lançamentos serão feitos, documento a documento, na ordem cronológica da entrada efetiva dos materiais e da prestação dos serviços.
SEÇÃO VIII
Do Registro de Apuração do Imposto sobre Serviços para Construção Civil – RAPIS
Art. 176. O livro Registro de Apuração do Imposto sobre Serviços para Construção Civil (RAPIS) – modelo 5 – destina-se à escrituração do faturamento dos contribuintes que prestem serviços enquadrados nos subitens 7.02, 7.04, 7.05 e 7.15 da lista do art. 1º, ao transporte de valores do REMAS e do RADI, quando couber, e ao cálculo do imposto devido em cada mês. (Redação dada pelo Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
Parágrafo único. Revogado. (Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
Obs.: O art. 12, II do Decreto nº 32.250, de 11.05.2010, dispensa a escrituração do Livro modelo 5 para prestadores de serviços autorizados a emitir Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFS-e.
SEÇÃO IX
Do Registro Auxiliar das Incorporações Imobiliárias – RADI
Art. 177. O livro Registro Auxiliar das Incorporações Imobiliárias (RADI) – modelo 6 – deverá ser escriturado pelos incorporadores-construtores, do seguinte modo:
I – cada folha terá um cabeçalho, do qual constarão indicações, tais como: a denominação "Registro Auxiliar das Incorporações Imobiliárias", o endereço e o código da obra, o nome do Agente Financeiro (se houver financiamento), a quantidade de VRF, ou similar, contratada, o número de unidades a construir, a data do início da obra (primeira licença), a área licenciada e suas alterações, e a data do "habite-se".
II – será utilizada uma folha para cada obra, ocupando-se uma linha por mês. SEÇÃO X
Do Registro de Apuração do ISS Fixo Mensal Art. 178. Revogado. (Decreto nº 23.753 de 02.12.2003)
Art. 179. Revogado. (Decreto nº 23.753 de 02.12.2003) SEÇÃO XI
Do Registro de Apuração do ISS para Instituições Financeiras
Art. 180. O livro Registro de Apuração do ISS para Instituições Financeiras – modelo 8 – destina-se à escrituração das receitas oriundas dos serviços relacionados no art. 90, deste Regulamento, prestados por estabelecimentos bancários e instituições financeiras em geral.
Parágrafo único. Compete à Coordenação do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza e Taxas instituir lay-out para apresentação periódica, ao Fisco, do livro fiscal modelo 8 em disquete ou fita magnética.
SEÇÃO XII
Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais
Art. 181. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais – modelo 9 – destina-se à escrituração da impressão de Notas Fiscais, para terceiro ou para uso próprio.
Parágrafo único. Os lançamentos serão feitos, operação a operação, em ordem cronológica de saída dos documentos fiscais confeccionados, ou de sua elaboração, no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento.
CAPÍTULO IV