• Nenhum resultado encontrado

CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

DO REGULAMENTO DA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Compreende-se por experiência profissional todas as atividades universitárias ou extra-universitárias significativas relacionadas à qualificação do candidato que contribuam para o conceito de que goza no meio profissional a que pertence. Dentre elas pode-se citar: pós-doutoramento; coordenação, administração e planejamento, como coordenação de disciplinas e cursos, chefia de departamento, direção de unidade, cargos de administração característicos de docentes na estrutura da Universidade, participação em comissões e conselhos, participação em bancas examinadoras de concurso para o magistério, de mestrado, de doutorado, de livre-docência, coordenação de programas de pesquisa, dentre outras.

Dentre as atividades profissionais extra-universitárias pode-se citar: organização e direção de indústrias, feitura de projetos de caráter profissional, organização de cursos superiores, etc., considerando-se, quando for o caso, a afinidade com a área de conhecimento para a qual se faz o concurso. Nesta categoria os títulos deverão ser valorizados tanto a qualidade da titulação quanto sua quantidade, que evidencie-se maior experiência ou melhor conceito do candidato no meio profissional.

Pontuação máxima neste item - 30 (trinta) pontos

a) Exercício efetivo do magistério superior, considerando-se suficiente, para este efeito, a comprovação de exercício profissional como docente em curso de graduação e/ou pós-graduação em Instituição Pública de Ensino Superior, por semestre letivo completo. Pontuar 0,5 ponto/semestre, no máximo de 10 semestres.

5,0

b) Exercício efetivo do magistério superior, considerando-se suficiente, para este efeito, a comprovação de exercício profissional como docente em curso de graduação e/ou pós-graduação em Instituição Privada de Ensino Superior, por semestre letivo completo. Pontuar 0,25 ponto/semestre, no máximo de dez semestres.

2,5

c) Orientação de tese de doutorado, já concluída, por unidade. Vale 1,0 (um) ponto, por participação como orientador até o máximo de 10 (dez) participações.

10

d) Orientação de dissertação de mestrado, já concluída, por unidade. Vale 0,5 (zero vírgula cinco) pontos por participação, até o máximo de 10 (dez) participações.

5,0

e) Orientação de monografia de curso de especialização, já concluída, por unidade. Vale 0,25 (zero virgula vinte e cinco) pontos por participação, até o máximo de 10 (dez) participações.

2,5

f) Participação em Bancas Examinadoras de concurso público para o magistério superior. Vale 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) pontos por participação, até o máximo de 10 (dez) participações.

2,5

g) Participação em Bancas Examinadoras de tese de mestrado ou doutorado ou de livre docência : vale 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) ponto por participação, até o máximo de 10 (dez) participações.

2,5

h) Prticipação em Bancas Examinadoras de monografia de conclusão de curso ou de especialização vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por participação, até o máximo de 10 (dez) participações.

1,25

i) Aprovação em concurso inerente à habilitação, relacionada com a área de conhecimento, vale de 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) ponto por concurso, até o máximo de 04 (quatro) concursos, nos últimos cinco anos.

1,0

j) Exercício de atividade profissional relacionada com a área de conhecimento vale: 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) ponto por ano, até

o máximo de 10 (dez) anos.

k) Experiência administrativa. I) Chefia de Departamento, Coordenação de Curso de Graduação ou Pós-Graduação, Diretor Clínico de Hospital Universitário: 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) ponto por ano. II) Diretor de Faculdade/Instituto, Pró-Reitor, Superintendência de Hospital Universitário: 0,5 (zero vírgula cinco) pontos por ano. III) Reitor e Vice-Reitor 1,0 (um) ponto por ano. Máximo de quatro anos consecutivos ou intercalados. Função administrativa exclusiva de docente, com gratificações iguais, terá a mesma pontuação das relacionadas neste critério;

l) Experiência em orientação de alunos de iniciação científica vale: 0,25 (zero vírgula vinte e cinco) pontos por semestre trabalhado, até o máximo de 04 (quatro) semestres.

1,0

m) Experiência em orientação de alunos de monitoria vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por semestre trabalhado, até o máximo de 04 (quatro) semestres.

0,5

n) Experiência em orientação de alunos em trabalhos finais de graduação vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por semestre trabalhado, até o máximo de 04 (quatro) semestres.

0,5

o) Coordenação de programas de pós-gradução, de pesquisa ou de extensão vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por programa coordenado, devidamente registrado no órgão competente, até o máximo de 8 (oito) programas.

1,0

p) Representação em Conselhos Superiores Universitários vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por semestre trabalhado, até o máximo de 08 (oito) semestres, não cumulativo com o previsto no item k;

1,0

q) Presidência de Comissão de Progressão Funcional, Comissão de Ética Profissional e Comitês de Ética em Pesquisa, em Instituições de Ensino Superior vale: 0,125 (zero vírgula cento e vinte e cinco) pontos por semestre trabalhado, até o máximo de 08 (oito) semestres.

RESOLUÇÃO CD N.º 117 15 DE DEZEMBRO DE 2006.

O CONSELHO DIRETOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e

CONSIDERANDO o Decreto n.º 5.824, de 29 de junho de 2006,

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.026719/06-2;

CONSIDERANDO a decisão do plenário em sessão realizada no dia 15 de dezembro de 2006,

R E S O L V E:

Artigo 1º. Homologar a Resolução CD n.º 114, de 18 de outubro de 2006, que homologou ad referendum do Conselho Diretor da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso o relatório de reposicionamento da 2ª fase do Plano de Carreira dos Cargos Técnicos Administrativos em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, tendo em vista retificações da Portaria GR n.º 670, de 11 de julho de 2006, nos termos dos Anexos I, II e III, constante nos autos do Processo n.º 23108.026719/06-2.

Artigo 2º. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DIRETOR, em Cuiabá, 15 de dezembro de 2006. PAULO SPELLER – Presidente. SERAFIM CARVALHO MELLO – Membro. LUIZ ALBERTO ESTEVES SCALOPPE – Membro. ELIZABETH MADUREIRA SIQUEIRA – Membro. JOSÉ EDUARDO DE AGUILAR SIQUEIRA DO NASCIMENTO – Membro. FLÁVIA MARIA DE BARROS NOGUEIRA – Membro. JAVERT MELO VIEIRA – Membro.

RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 118 04 DE DEZEMBRO DE 2006

Dispõe sobre alteração na Resolução Consepe n.º 108, de 09 de dezembro de 2002.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.033392/06-6, 277/06-CONSEPE;

CONSIDERANDO a decisão do Plenário em sessão realizada no dia 04 de dezembro de 2006;

R E S O L V E:

Artigo 1º. Excluir da Resolução CONSEPE n.º 108, de 09 de dezembro de 2002, o artigo 3º e seus parágrafos.

Artigo 2° - Esta Resolução entra em vigor nesta data, ficando revogadas as disposições em contrário.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 04 de dezembro de 2006. Elias Alves de Andrade - Presidente em exercício do CONSEPE.

RESOLUÇÃO CONSEPE N.º 119 04 DE DEZEMBRO DE 2006

Dispõe sobre prazo para revalidação de diploma de pós-graduação stricto sensu.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais e estatutárias,

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.º 23108.033392/06-6, 277/06-CONSEPE;

CONSIDERANDO a decisão do Plenário em sessão realizada no dia 04 de dezembro de 2006;

R E S O L V E:

Artigo 1º. Estabelecer o prazo máximo de doze meses aos servidores docentes e técnicos administrativos desta IFES que tiveram seus títulos de pós-graduação

stricto sensu revalidados internamente, para protocolar, junto a instituição devidamente credenciada o pedido de validação nacional do respectivo título.

Parágrafo único. O Comprovante de solicitação de validação nacional do respectivo título deverá ser protocolado na PROPG.

Artigo 3° - Esta Resolução entra em vigor nesta data, ficando revogadas as disposições em contrário.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, 04 de dezembro de 2006. Elias Alves de Andrade - Presidente em exercício do CONSEPE.

RESOLUÇÃO CD N.º 120 15 DE DEZEMBRO DE 2006

Dispõe sobre aprovação do Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnicos Administrativos em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso.

O CONSELHO DIRETOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e

CONSIDERANDO o que consta no Processo n.° 23108.028595/06-6, CD-94/06;

CONSIDERANDO a decisão do Plenário em sessão realizada no dia 15 de dezembro de 2006;

R E S O L V E:

Artigo 1° - Homologar a Resolução Consuni n.º 23, de 22 de novembro de 2006, que aprovou o Plano de Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira dos Cargos Técnicos Administrativos em Educação da Universidade Federal de Mato Grosso, anexo a esta Resolução.

Artigo 2º - Esta Resolução entra em vigor a partir desta data, ficando revogadas as disposições em contrário.

SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DIRETOR, em Cuiabá, 15 de dezembro de 2006. PAULO SPELLER – Presidente. SERAFIM CARVALHO MELLO – Membro. LUIZ ALBERTO ESTEVES SCALOPPE – Membro. ELIZABETH MADUREIRA SIQUEIRA – Membro. JOSÉ EDUARDO DE AGUILAR SIQUEIRA DO NASCIMENTO – Membro. FLÁVIA MARIA DE BARROS NOGUEIRA – Membro. JAVERT MELO VIEIRA – Membro.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DOS INTEGRANTES DA CARREIRA DOS CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 4 I –INTRODUÇÃO ... 6 II – PRINCÍPIOS... 6 III – DIRETRIZES ... 7 IV – PROPOSIÇÕES ... 8 V – COMPETÊNCIAS... 10 VI - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO... 11

VII – PROGRAMA DE DIMENSIONAMENTO DAS NECESSIDADES DE PESSOAL ... 12 VIII – PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ... 5 IX – PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES... 17

APRESENTAÇÃO

A Proposta do Plano de Desenvolvimento para os Integrantes da Carreira dos Servidores Técnico-Administrativos em Educação da UFMT foi elaborado atendendo às diretrizes definidas pelo Ministério da Educação, através da Coordenação Geral de Gestão de

Pessoas e da Comissão Nacional de Supervisão da implementação do PCCTAE.

A Universidade Federal de Mato Grosso, através da Pro Reitoria Administrativa já vem desenvolvendo suas metas de qualificação, capacitação, qualidade de vida e dimensionamento da sua equipe técnica desde o inicio do ano de 2000, desta forma, antecipando-se à formalização que ora se deflagra.

A elaboração do Plano envolveu servidores técnicos da área de gestão de pessoas de diferentes unidades da UFMT, bem como membros da Comissão Interna de Supervisão – CIS.

A metodologia utilizada para a construção das propostas partiu de pesquisas feitas pela equipe das propostas apresentadas em outras IFES, bem como do PDI da UFMT e analises da real necessidade dos campi. A equipe discutiu os princípios e criou-se a propostas para os seguintes Programas: Dimensionamento das Necessidades de Pessoal, Avaliação de Desempenho e Capacitação.

Na primeira parte, este documento apresenta os Princípios, Diretrizes e Proposições que orientam os Programas definidos pela Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005 para o desenvolvimento dos integrantes do Plano de Carreira.

Os Programas de Dimensionamento das Necessidades de Pessoal, Avaliação de Desempenho e Capacitação dos Servidores, são apresentados a seguir, como parte integrante deste Plano de Desenvolvimento, para que a gestão de pessoas se consolide em posição estratégica na concepção da Gestão da Instituição.

Cada um dos Programas contextualiza as justificativas para sua implementação, descreve seus objetivos e apresenta a metodologia de execução, apoiados pela estrutura organizacional da Coordenação de Gestão de Pessoas, ao qual compete a gestão dos processos de planejamento, socialização, movimentação interna, treinamento e desenvolvimento, qualificação e avaliação dos servidores da Universidade Federal de Mato Grosso.

I – INTRODUÇÃO

Este Plano, previsto na Lei que regulamenta a carreira dos servidores técnico-administrativos em educação, é composto especificamente de três programas integrados a saber:

• Programa de Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal e Modelo de Alocação de Vagas;

• Programa de Capacitação; e

• Programa de Avaliação de Desempenho. O Plano de Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação observará princípios e diretrizes estabelecidos no artigo 3º da Lei 11.091/2005, além do que consta nos incisos I, II e III do Decreto nº 5.825/2006.

Documentos relacionados