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Capítulo II – Farmácia Comunitária

12. Contabilidade e Gestão

12.3. Documentos Contabilísticos e Princípios Fiscais

Na gestão da Farmácia é necessário ter em conta e conhecer os vários aspetos legais e funcionais dos vários documentos contabilísticos e os princípios fiscais que regulam o IRS, o IRC e o IVA (Anexo IV).

13. Conclusão

As farmácias portuguesas são unidades com um papel fundamental no sistema nacional de prestação de cuidados de saúde, sendo, sempre, a Direção Técnica destas função de um Farmacêutico. As farmácias portuguesas prestam serviços de intervenção farmacêutica muito diversificados e com diferentes graus de complexidade, tendo em conta as necessidades dos utentes que servem. Para que a Farmácia possa garantir a qualidade dos serviços prestados é fundamental que esta tenha como referência as BPF, os Sistemas de Gestão de Qualidade, o Código Deontológico dos Farmacêuticos, entre outros.

O meu estágio na FT foi um desafio extremamente gratificante e enriquecedor. O estágio possibilitou a aplicação prática dos conhecimentos científicos adquiridos ao longo dos cinco anos curriculares e permitiu o contacto real com a atividade farmacêutica. Durante três meses estive inserida numa equipa fantástica, com a qual aprendi muito e cresci como farmacêutica. Durante o estágio tive oportunidade de perceber a logística de uma farmácia comunitária e de participar em todas as atividades aí desenvolvidas. Ao longo destes três meses pude constatar, com bastante satisfação, o importante papel do Farmacêutico na sociedade e que, ao contrário do que muitos pensam, ser Farmacêutico não se resume a dispensar medicamentos, há muitas outras atividades para além disso. Entre elas posso referir, o aconselhamento farmacêutico, a farmacovigilância, preparação de medicamentos e gestão e contabilidade. Constatei, também, que o Farmacêutico consegue formar um elo forte com o utente, sendo a pessoa em que o utente confia e a quem recorre, mais facilmente, para esclarecer as suas dúvidas sobre a terapêutica e pedir conselhos. O desenvolvimento de todas estas atividades e a ligação entre Farmacêutico e utente permite distingui-lo de outros profissionais de saúde e evidencia o seu papel ativo na promoção da saúde pública.

Por último quero apenas referir que ser farmacêutica acarreta uma grande responsabilidade e exige a atualização contínua dos conhecimentos que adquiri ao longo do curso, tendo sempre como objetivos promover a saúde e prevenir a doença, não esquecendo, contudo, a comunicação com o utente.

14. Bibliografia

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(12) Decreto-Lei nº74/2010, de 21 de Junho. Diário da República, 1ª Série, nº118, de 21 de Junho de 2010.

(13) Decreto-lei nº189/2008, de 24 de Setembro. Diário da República, 1ª Série, nº185 de 24 de Setembro de 2008.

(14) Decreto-lei nº145/2009, de 17 de Junho. Diário da República, 1ª Série, nº115 de 17 de Junho de 2009.

(15) Decreto-Lei nº314/2009, de 28 de Outubro. Diário da República, 1ª Série, nº209 de 28 de Outubro de 2009.

(16) Decreto-lei nº112/2011, de 29 de Novembro. Diário da República, 1ª Série, nº 229 de 29 de Novembro de 2011.

(17) Decreto-Lei nº48-A/2010 de 13 de Maio. Diário da República, 1ª Série, nº93 de 13 de Maio de 2010.

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(24) Decreto-lei nº270/2002, de 2 de Dezembro. Legislação Farmacêutica Compilada. INFARMED.

(25) Decreto-Lei n.º 48-A/2010 de 13 de Maio. Diário da República, 1ª Série, nº93 de 13 de Maio de 2010.

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