• Nenhum resultado encontrado

4 MATERIAL E MÉTODOS

4 MATERIAL E MÉTODOS

6.4 DOS RESULTADOS

Ao estudar os efeitos da equistatina, é impossível não cogitar seu potencial como agente antiinflamatório (LANGER; FOLKMAN, 1976). Sua reconhecida ação sobre a agregação plaquetária, e na ligação de células inflamatórias à vimentina, importante na migração celular durante o processo inflamatório e de cura, são motivos suficientes para acreditar que o uso dessa substância pode influenciar na intensidade inflamatória no reimplante dentário. A agregação plaquetária influencia na qualidade do coágulo formado, principalmente em relação à formação da rede de fibrina, que, durante o processo inflamatório e o processo de cura, auxilia na migração leucocitária, por fornecer ancoragem a tais células. A vimentina, uma molécula de adesão, se liga às células inflamatórias por receptores próprios auxiliando em sua locomoção (ABBAS et al., 2008).

Assim, a distribuição e intensidade das reabsorções inflamatórias deveriam também ser menores em grupos tratados com a equistatina. Os resultados do teste de Mann-Whitney, que verificou diferenças entre experimento e controle num período observacional específico, demonstram que a avaliação comparativa entre os grupos experimental e controle não registrava diferenças estatísticas entre a administração de equistatina e tempo fora do alvéolo, em relação à intensidade inflamatória nas diferentes porções radiculares, num mesmo período experimental (Tabela 11). Quando a comparação é global, comparando os resultados entre

6 Discussão 106

diferentes grupos experimentais através do teste de Kruskal-Wallis, houve diferenças significantes em todas as variáveis avaliadas. A comparação individual entre grupos, executada através dos testes de Dunn, revelou diferenças estatisticamente significantes para a intensidade inflamatória entre grupos experimentais de 30 e 60 dias em comparação com 90 dias, nas porções radiculares média e cervical (Tabela 12). Estes resultados evidênciam que o processo inflamatório nos terços radiculares, cervical e médio, dos subgrupos tratados com equistatina, se intensificou com a progressão do período experimental, provavelmente pela diminuição da eficácia da equistatina no processo.

Diferente da intensidade inflamatória, o tipo de reabsorção estabelecida, mostrou-se significativamente maior para o tipo reabsorção inflamatória, no grupo controle, nos períodos de 30 e 60 minutos e período experimental de 15 dias. Conforme demonstrado nas Tabelas 4-9, esta diferença não se manteve nos demais períodos experimentais. A incidência de processos reabsortivos substitutivos, que demandam de um processo anquilosante prévio, caiu consideravelmente nos tempos de proservação de 60 e 90 dias. Uma suposição plausível para este fenômeno é a possibilidade de esgotamento do medicamento, ou diminuição dos níveis de concentração eficientes para a prevenção da instalação de processos reabsortivos. Uma vez que se utilizou o trabalho de Dolce et al. (2003) como referência no estabelecimento da dose, e que eles utilizaram um período observacional de 10 dias, não havia como ter certeza por quanto tempo a equistatina seria liberada, em concentração suficiente para manter sua ação, por não haver trabalho semelhante, nem mesmo nas demais observações sobre a equistatina e o ELVAX (DOLCE et al., 2003). Este resultado abre a possibilidade de realização de novos estudos complementares, que testem a concentração de equistatina ou a realização de trocas periódicas do implante, com a mesma concentração utilizada, ou ainda com a utilização de um período experimental maior.

A anquilose alveolodentária também esteve significativamente mais presente no grupo tratado com equistatina do que no subgrupo controle com 30 minutos de período extralveolar e 15 dias de período experimental. Este achado é condizente com as expectativas surgidas antes da realização do trabalho. Apesar de não haver diferença estatisticamente significante, para os níveis de significância utilizados no trabalho, os tempos de 60 minutos extra-alveolar com 15 dias de proservação e 30

6 Discussão 107

minutos extra-alveolar e 60 dias de proservação demonstram pouca semelhança entre teste e controle, havendo maior número de espécimes com anquilose em ratos tratados com equistatina nesses períodos. Por outro lado, houve mais casos de anquilose alveolodentária no subgrupo controle do grupo de 60 minutos extra-alveolar, com o período observacional de 60 dias. Neste período, a evolução do processo de anquilose com associação de reabsorção inflamatória foi significativamente maior do que o grupo tratado p<0,01.

No período experimental de 90 dias, todos os espécimes apresentaram processos reabsortivos inflamatórios e ausência de anquilose alveolodentária, não havendo diferença entre subgrupos teste e controle. Conforme observado nos estudos de Lustosa-Pereira e Mori (PEREIRA, 2005; LUSTOSA-PEREIRA et al., 2006; MORI, 2005; MORI et al., 2006, 2007, 2010), uma vez estabelecida a anquilose alveolodentária, os dentes tendem a progredir para a instalação de reabsorções inflamatórias ou substitutivas que se intensificam de acordo com a progressão do período experimental. No presente trabalho, aos 90 dias, a reabsorção inflamatória predominou sobre a reabsorção substitutiva.

A realização do teste de correlação de Spearman buscou compreender melhor a dinâmica dos eventos avaliados, através de correlações positivas e negativas (Tabela 13). O teste demonstrou uma uniformidade na resposta inflamatória nos espécimes, indicando correlações positivas substanciais ou muito fortes entre as variáveis: intensidade inflamatória no 1/3 cervical e no 1/3 médio, intensidade inflamatória no 1/3 cervical e no 1/3 apical e intensidade inflamatória no 1/3 médio e no 1/3 apical. O processo inflamatório do 1/3 cervical parece ser crítico para a boa evolução do caso. Na maioria dos espécimes que apresentaram intensidade inflamatória severa nesta região, notou-se grande quantidade de biofilmes microbianos aderidos à superfície radicular e até fragmentos de ração contaminada. Inúmeros trabalhos clínicos sobre reimplante dentário chamam atenção para os cuidados de higiene a serem tomados após o reimplante (HAMMARSTROM et al., 1986, p. 1; HAMMARSTROM et al., 1986, p. 51). Os achados microscópicos deste trabalho demonstram a integração do processo inflamatório por todo o periodonto do dente agredido.

No presente trabalho, foi observado que o 1/3 médio radicular foi o mais acometido por anquilose alveolodentária e processos reabsortivos. Isto pode estar

6 Discussão 108

relacionado com a curvatura da raiz do incisivo superior murino. Segundo Okamoto e Russo (1973), esta curvatura contribui para a estabilidade do reimplante, dispensando a necessidade de contenção dentária. Foi constatado pelo teste de correlação de Spearman (Tabela 13) que houve uma correlação negativa substancial entre tipo de reabsorção e a intensidade inflamatória do 1/3 médio radicular. Esta observação demonstra que quanto maior for a intensidade inflamatória, a probabilidade de instalação de processos reabsortivos substitutivos diminui e que, quanto menor for a intensidade inflamatória, maior será a chance de instalação de reabsorção substitutiva. Tais achados corroboram observações do processo reabsortivo realizadas por outros autores (LUSTOSA-PEREIRA, 2005; LUSTOSA-PEREIRA et al., 2006; MORI, 2005; MORI et al., 2006, 2007, 2010).

Os dados obtidos neste trabalho apontam novos rumos para o desenvolvimento de um material bioativo coadjuvante no tratamento de traumatismos dentários. Faz-se necessária a continuidade desta pesquisa, com a exploração das áreas ainda obscuras levantadas durante o processamento dos resultados, como necessária também se faz a investigação de alternativas metodológicas que auxiliem a compreensão dos resultados.

7 Conclusões 111

7 CONCLUSÕES

A metodologia aplicada para o desenvolvimento deste experimento permitiu observar que a anquilose alveolodentária parece possuir uma relação dose-dependente com a equistatina. Nos períodos experimentais de 15 dias, esta se mostrou mais comum em dentes tratados com a equistatina, enquanto que, após 60 dias, os dentes dos grupos controle apresentaram mais anquilose.

Os tempos extra-alveolares de 30 e 60 minutos não produziram diferenças significativas na forma de evolução do processo inflamatório. Por outro lado, a instalação do processo reabsortivo inflamatório foi significativamente maior em dentes não tratados com equistatina, que permaneceram mais tempo fora do alvéolo, no período experimental de 15 dias.

Os implantes de equistatina demonstraram possuir potencial terapêutico na prevenção de processos reabsortivos inflamatórios, neste modelo experimental. O desenvolvimento desta potencialidade parece estar relacionado a fatores dose-dependentes, como a concentração do medicamento, o tamanho do implante e o seu posicionamento submucoso.

Referências 115

REFERÊNCIAS

Abbas AK, Kumar V, Fausto N, Mitchell R. Robbins. Patologia básica. 8 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

Alexander PC. Replantation of teeth. Oral Surg. 1956;19:110-9.

Andreasen JO, Andreasen FM. Textbook and color atlas of traumatitic injuries to the teeth. St.Louis: Mosby; 1994.

Andreasen JO, Borum MK, Jacobsen HL, Andreasen FM. Replantation of 400 avulsed permanent incisors. 1. Diagnosis of healing complications. Endod Dent Traumatol. 1995;11:51-8.

Andreasen JO, Borum MK, Jacobsen HL, Andreasen FM. Replantation of 400 avulsed permanent incisors. 2. Factors related to pulpal healing. Endod Dent Traumatol. 1995;11:59-68.

Andreasen JO, Borum MK, Jacobsen HL, Andreasen FM. Replantation of 400 avulsed permanent incisors. 4. Factors related to periodontal ligament healing. Endod Dent Traumatol. 1995;11:76-89.

Andreasen JO. Effect of extra-alveolar period and storage media upon periodontal and pulpal healing after replantation of mature incisors in monkeys. Int J Oral Surg. 1981;10:43-53.

Andreasen JO. Etiology and pathogenesis of traumatic dental injuries. A clinical study of 1.298 cases. Scand J Dent Res. 1970;78:329-37.

BenEzra D, Griffin BW, Maftzir G, Sharif NA, Clark AF. Topical formulations of novel angiostatic steroids inhibit rabbit corneal neovascularization. Invest Ophthalmol Vis Sci. 1997;38:1954-62.

Bryson EC, Levin L, Banchs F, Abbott PV, Trope M. Effect of immediate intracanal placement of Ledermix Paste® on healing of replanted dog teeth after extended dry times. Dent Traumatol. 2002;18:316-21.

Bryson EC, Levin L, Banchs F, Trope M. Effect of minocycline on healing of replanted dog teeth after extended dry times. Dent Traumatol. 2003;19:90-5.

Referências 116

Çaglar E, Tanboga I, Süsal S. Treatment of avulsed teeth with Emdogain® – a case report. Dent Traumatol. 2005;21:51-3.

Cohenca N, Stabholz A. Decoronation – a conservative method to treat ankylosed teeth for preservation of alveolar ridges prior to permanent prosthetic reconstruction. Literature review and case presentation. Dental Traumatol. 2007;23:87-94.

Consolaro A. Equistatina como inibidor da reabsorção radicular ortodonticamente induzida: a essência não está no resumo e conclusões. R Dental Press Ortodon Ortop Facial. 2006;11(6):16-8.

Consolaro A. Reabsorções dentárias nas especialidades clínicas. 2 ed. Maringá: Dental Press, 2005.

Darney PD. Hormonal implants: contraception for a new century. Am J Obstet Gynecol. 1994;170:1536-43.

Dennis MS, Henzel WJ, Pitti RM, Lipari MT, Napier MA, Deisher TA, et al. Platelet glycoprotein IIb-IIIa protein antagonists from snake venoms: evidence for a family of platelet-aggregation inhibitors. Proc Natl Acad Sci USA.1990;87(7):2471-5.

Dolce C, Vakani A, Archer L, Morris-Wiman JA, Holliday LS. Effects of echistatin and an RGD peptide on orthodontic tooth movement. J Dent Res. 2003;82(9):682-6. Filgueira L. Fluorescence-based staining for tartrate-resistant acidic phosphatase (TRAP) in osteoclasts combined with other fluorescent dyes and protocols. J Histochem Cytochem. 2004;52(3):411-4.

Fisher JE, Caulfield MP, Sato M, Quartuccio HA, Gould RJ, Garsky VM, et al. Inhibition of osteoclastic bone resorption in vivo by echistatin, an "arginyl-glycyl-aspartyl" (RGD)-containing protein. Endocrinology. 1993;132(3):1411-3.

Flores MT, Andersson L, Andreasen JO, Bakland LK, Malmgren B, Barnett F, et al. International Association of Dental Traumatology Guidelines for the management of traumatic dental injuries. II. Avulsion of permanent teeth. Dent Traumatol.

2007;23(3):130-6.

Folkman J, Long DM Jr, Rosenbaum R. Silicone rubber: a new diffusion property useful for general anesthesia. Science. 1966;154:148-9.

Referências 117

Gan ZR, Gould RJ, Jacobs JW, Friedman PA, Polokoff MA. Echistatin. A potent platelet aggregation inhibitor from the venom of the viper, Echis carinatus. J Biol Chem. 1988;263(36):19827-32.

Garsky VM, Lumma PK, Freidinger RM, Pitzenberger SM, Randall WC, Veber DF, et al. Chemical synthesis of echistatin, a potent inhibitor of platelet aggregation from Echis carinatus: synthesis and biological activity of selected analogs. Proc Natl Acad Sci U S A. 1989;86(11):4022-6.

Gould RJ, Polokoff MA, Friedman PA, Huang TF, Holt JC, Cook JJ, et al.

Disintegrins: a family of integrin inhibitory proteins from viper venoms. Proc Soc Exp Biol Med. 1990;195(2):168-71.

Hammarstrom L, Blomlof L, Feiglin B, Anderson L, Lindskog S. Replantation of teeth and antibiotic treatment. Endod Dent Traumatol. 1986;2:51-7.

Hammarstrom L, Lindskog S. Factors regulation and modifying dental root resorption. Proc Finn Dent Soc. 1992;88:115-23.

Hammarstrom L, Pierce A, Blomlof L, Feiglin B, Lindskog S. Tooth avulsion and replantation - a review. Endod Dent Traumatol. 1986;2:1-8.

Holliday LS, Vakani A, Archer L, Dolce C. Effects of matrix metalloproteinase inhibitors on bone resorption and orthodontic tooth movement. J Dent Res. 2003;82(9):687-91.

Iqbal MK, Bamaas NS. Effect of enamel matrix derivative (EMDOGAIN®) upon periodontal healing after replantation of permanent incisors in Beagle dogs. Dent Traumatol. 2001;17:36-45.

Jones FE, Jerry DJ, Guarino BC, Andrews GC, Stern DF. Heregulin induces in vivo proliferation and differentiation of mammary epithelium into secretory lobuloalveoli. Cell Growth Differ. 1996;7(8):1031-8.

Langer R, Folkman J. Polymers for the sustained release of proteins and other macromolecules. Nature. 1976;263(5580):797-800.

Li WW, Grayson G, Folkman J, D'Amore PA. Sustained release endotoxin. A model for inducing corneal neovascularization. Invest Ophthalmol Vis Sci. 1991;32:2906-10.

Referências 118

Ling JJ, Yu J, Robertson RT. Sustained inhibition of acetylcholinesterase activity does not disrupt early geniculocortical ingrowth to developing rat visual cortex. Brain Res Dev Brain Res. 1995;86(1-2):354-8.

Lustosa-Pereira A, Garcia RB, Moraes IG, Bernardineli N, Bramante CM, Bortoluzzi EA. Evaluation of the topical effect of alendronate on the root surface of extracted and replanted teeth. Microscopic analysis on rats' teeth. Dent Traumatol.

2006;22(1):30-5.

Lustosa-Pereira A. Avaliação do efeito tópico do alendronato de sódio na superfície radicular de dentes extraídos e reimplantados. Análise microscópica em dentes de ratos [dissertação]. Bauru (SP): Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo; 2005.

Lustosa-Pereira A. Avaliação microscópica do efeito tópico do alendronato e do fluoreto de sódio na superfície radicular de dentes de ratos extraídos e

reimplantados tardiamente [tese]. Bauru (SP): Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo; 2009.

Masarachia P, Yamamoto M, Leu CT, Rodan G, Duong L. Histomorphometric evidence for echistatin inhibition of bone resorption in mice with secondary hyperparathyroidism. Endocrinology. 1998;139:1401-10.

Minkin C, Jennings JM. Carbonic anhydrase and bone remodeling: sulfonamide inhibition of bone resorption in organ culture. Science. 1972;176:1031-3.

Mori GG et al. Effect of Zoledronic Acid Used in the Root Surface Treatment of Late Replanted Teeth: A Study in Rats. Braz Dent J. 2010;21(5):452-7.

Mori GG, Garcia RB, Moraes IG, Bramante CM, Bernardineli N. Morphometric and microscopic evaluation of the effect of a solution of alendronate as an intracanal therapeutic agent in rat teeth submitted to late reimplantation. Dent Traumatol. 2007;23(4):218-21.

Mori GG, Garcia RB, Moraes IG. Morphometric and microscopic evaluation of the effect of solution of acetazolamide as an intracanal therapeutic agent in late reimplanted rat teeth. Dent Traumatol. 2006;22(1):36-40.

Mori GG. Estudo microscópico e morfométrico do efeito de substâncias

anti-reabsortivas usadas como medicação intracanal em dentes de ratos avulsionados e reimplantados tardiamente [tese]. Bauru (SP): Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo; 2005.

Referências 119

Okamoto T, Russo MC. Wound healing following tooth extraction. Histochemical study in rats. Rev Fac Odont Araçatuba. 1973;2:153-69.

Pettiette M, Hupp J, Mesaros S, Trope M. Periodontal healing of extracted dogs’ teeth air-dried for extended periods and soaked in various media. Endod Dent Traumatol. 1997;13:113-8.

Poi WR, Carvalho RM, Panzarini SR, Sonoda CK, Manfrin TM, Rodrigues TS.

Influence of enamel matrix derivative (Emdogain) and sodium fluoride on the healing process in delayed tooth replantation: histologic and histometric analysis in rats. Dental Traumatol. 2007;23: 35-41.

Ruoslahti E. Integrins as signaling molecules and targets for tumor therapy. Kidney Int. 1997;51(5):1413-7.

Ruoslahti E.RGD and other recognition sequences for integrins. Annu Rev Cell Dev Biol. 1996;12:697-715.

Sakiyama H, Masuda R, Inoue N, Yamamoto K, Kuriiwa K, Nakagawa K, et al. Establishment and characterization of macrophage-like cell lines expressing osteoclast-specific markers. J Bone Miner Metab. 2001;19(4):220-7.

Sato M, Sardana MK, Grasser WA, Garsky VM, Murray JM, Gould RJ. Echistatin is a potent inhibitor of bone resorption in culture. J Cell Biol. 1990;111(4):1713-23.

Schjøtt M, Andreasen JO. Emdogain® does not prevent progressive root resorption after replantation of avulsed teeth: a clinical study. Dent Traumatol. 2005; 21:46-50. Talic NF, Evans C, Zaki AM. Inhibition of orthodontically induced root resorption with echistatin, an RGD-containing peptide. Am J Orthod Dentofacial Orthop.

2006;129(2):252-60.

Teitelbaum SL, Tondravi MM, Ross FP. Osteoclasts, macrophages, and the molecular mechanisms of bone resorption. J Leukoc Biol. 1997;61(4):381-8.

Teitelbaum SL. Bone resorption by osteoclasts. Science. 2000;289(5484):1504-8. Teitelbaum SL. Osteoclasts and integrins. Ann N Y Acad Sci. 2006;1068:95-9.

Teitelbaum SL. Osteoclasts: what do they do and how do they do it? Am J Pathol. 2007;170(2):427-35.

Referências 120

Thibault G. Sodium dodecyl sulfate-stable complexes of echistatin and RGD-dependent integrins: a novel approach to study integrins. Mol Pharmacol. 2000;58(5):1137-45.

Yamamoto M, Fisher JE, Gentile M, Seldor, JG, Leu, CT, Rodan SB, et al. The integrin ligand echistatin prevents bone loss in ovariectomized mice and rats. Endocrinology. 1998;139:1411-19.

Anexo 123

Documentos relacionados